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:: ‘violência policial’

ITABUNA: ESTUDANTE AFIRMA TER SIDO AGREDIDA POR PM DURANTE LAVAGEM DO BECO DO FUXICO

violência policial
Em contato com a nossa redação, uma estudante da cidade de Itabuna, afirmou que durante a tradicional Lavagem do Beco do Fuxico, sucedida no último sábado (15), em Itabuna, presenciou uma cena de violência policial contra uma mulher e, ao se dirigir ao autor da agressão para reclamar do ato, acabou também sendo agredida.
Segundo a estudante, ela flagrou o exato momento em que um policial militar, lotado no 15º Batalhão de Itabuna, identificado como sendo o soldado Oliveira, deu uma violenta cotovelada em uma mulher de cor negra que dançava, apenas porque ele desejava passar.
Revoltada, a estudante resolveu reclamar junto ao policial, da violência que acredita ter sido sem necessidade, porém, segundo ela, acabou sendo agredida também.
A estudante afirma que vai prestar queixa na delegacia.

COM USO DE FILMADORAS NO UNIFORME, CASOS DE ABUSO POLICIAL CAEM 65% EM CIDADE DOS EUA

Brookfield Shooting
Policiais da cidade de Rialto, na Califórnia, passaram por uma experiência de monitoramento de suas atividades durante 2012 e 2013. A tecnologia que grava em vídeo as ações policiais teve impacto nos casos de abuso policial na região. Segundo dados oficiais, o número de denúncias de atos violentos dos policiais caiu em 65% – quase dois terços da média nos últimos anos.
Além disso, o estudo revelou que o uso da força é praticamente o dobro entre os policiais que não usam câmera no uniforme. De acordo com informações do The New York Times, a pesquisa feita na cidade concluiu que a maioria dos casos de utilização de repressão e força policial é “desnecessária”.
A iniciativa partiu de William A. Farrar, o chefe da polícia em Rialto, após investigação sobre a relação entre policiais e a população. No entanto, o plano de Farrar encontrou resistência frente aos policiais, que “questionaram quais os reiais motivos da utilização do sistema Big Brother”, revela o chefe da polícia.
Em parceria com a Universidade de Cambrigde, a polícia de Rialto começou o experimento em fevereiro de 2012. No período de um ano, com apenas metade do efetivo policial – em sistema de rodízio – utilizando o sistema de monitoramento, foi notada uma queda de 88% do número de reclamações dos cidadãos contra os policiais.
A utilização das câmeras, no entanto, causou polêmica no debate sobre privacidade e da atuação da polícia. Defensores dos policiais argumentam que, uma vez que a população sabe que os policiais estão sendo vigiados, podem usar isso contra os oficiais, os deixando em uma situação de perigo. Por outro lado,defensores dos direitos civis afirmam que a lei inibe o uso arbitrário da força.
“Não gostamos que a polícia instale vídeos em toda a cidade para nos monitorar. Não acreditamos que o governo deve fazer vigilância em massa. No entanto, com a polícia é diferente, pois é a população observando as ações do governo. E isso sim é importante para a democracia”, afirma, Jan Stanley, especialista em direitos civis.

“POLÍCIAS CIVIL E MILITAR DEVEM SE FUNDIR”, AFIRMA LÍDER DA ANISTIA INTERNACIONAL

salil_shetty (2)Secretário-geral da AI (Anistia Internacional) desde 2009, Salil Shetty, 52, não tem dúvidas: a polícia militar deveria ser extinta no Brasil, dando lugar a forças unificadas em um modelo civil. “O excesso de força é frequente, documentamos há anos casos de tortura e de execuções. O país precisa discutir que tipo de segurança quer.”
Ex-diretor da Campanha do Milênio, projeto da ONU para países em desenvolvimento, o economista indiano não evitou divididas em uma hora de conversa telefônica.
Em entrevista, ele apresentou posições da entidade -uma das mais respeitadas no mundo- sobre maioridade penal, espionagem de governos, golpe no Egito e a relação entre internet e direitos humanos.
Shetty criticou o governo brasileiro pelo que vê como omissão frente à guerra na Síria, onde embates entre governo e rebeldes já mataram mais de 100 mil pessoas, segundo a ONU, e deixaram 1,4 milhão de refugiados: “Rússia e China usaram o silêncio de Brasil, Índia e África do Sul [no Conselho de Segurança]” e “Dilma deveria apoiar a denúncia da Síria ao Tribunal Penal Internacional”.
Ele chega ao Brasil nesta segunda-feira para visitar Brasília, São Paulo, comunidades indígenas na região norte e Rio de Janeiro, onde a AI abriu escritório em 2011.
Clique no Leia Mais e confira a entrevista que Shetty concedeu ao jornal O Globo.
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COMUNIDADE DE ITACARÉ REVOLTADA COM ABUSOS DE AUTORIDADE DE SOLDADO PM

violênciaVida de policial militar não é definitivamente um mar de rosa.
Além de labutar diariamente com a violência, coisa que, há de se convir, não é algo muito agradável, é obrigado a conviver com o precário aparelhamento da instituição, baixos salários, pouco reconhecimento da sociedade, descaso dos políticos, dentre outros tantos fatores.
Mas isso em hipótese alguma os gabarita a agir utilizando a intimidação e a truculência como ferramentas “complementares” das suas funções sociais.
E é justamente isso que vem se sucedendo na paradisíaca cidade de Itacaré, segundo relatos, com uma absurda e inaceitável constância.
Em contato com a nossa redação, moradores de lá relataram uma série de casos envolvendo abusos de autoridade, protagonizada por um policial militar lotado na companhia da PM do citado município.
Um desses casos se sucedeu na noite da segunda-feira (08), no espaço conhecido por Maluca Beleza, onde um evento beneficente era realizado.
Por volta das 00:30h, quatro policiais militares adentraram no espaço, informando que o evento tinha que acabar, pois a autorização era para que ele durasse somente até a meia-noite. Após dado o aviso os policiais se retiraram.
Alguns minutos depois eles voltaram ao local e constataram que o som já havia sido desligado. Porém, o músico que se apresentava na noite, explicava para o público o porquê do som ter sido interrompido.
Tal músico, vale ressaltar, é um cantor de reggae talentosíssimo, muito respeitado e querido em Ilhéus, sua cidade natal, mas que hoje em dia reside em Itacaré, onde leva alegria e entretenimento à vários espaços da cidade, com sua música de muita qualidade.
Pois bem, inexplicavelmente um dos policiais presentes achou que o músico, ao dar as explicações ao público, estava desmerecendo as autoridades policiais. Coisa que, segundo relatos de algumas pessoas que estavam lá, não se sucedeu em nenhum momento. Retirado violentamente do palco, o músico foi humilhado em frente a várias pessoas e recebeu voz de prisão. Após muita conversa e demonstrações descabidas de intimidação por parte dos PMS, a prisão acabou não se sucedendo.
O que havia de alegria e descontração positiva na festa, vale lembrar, de caráter beneficente, acabou, e todos saíram amedrontados e tristes. Sentimento comum para as vítimas da violência. Nesse caso, infelizmente, propiciada por aqueles que são pagos para nos oferecer segurança.
Como afirmamos, esse foi apenas um caso envolvendo o citado policial militar. Ele tem um vasto histórico de intimidações e abuso de autoridade. Coisa que está revoltando e indignando profundamente os moradores de Itacaré, que já pensam em organizar uma manifestação, a fim de que as autoridades competentes tomem as devidas providências.
“Eu sou a ditadura, a ditadura aqui sou eu”, é o que costuma bradar o policial.
Até quando? É o que todos se questionam.

‘GOVERNO NÃO VAI APURAR NENHUMA DENÚNCIA DE ABUSO POLICIAL’, DIZ PRISCO

BAHIA NOTÍCIAS
amigosO vereador soteropolitano Marco Prisco (PSDB), líder da greve da Polícia Militar em fevereiro de 2012, disse discordar com a truculência policial aplicada nas manifestações do Movimento Passe Livre.
Segundo o edil, o Batalhão de Choque da Polícia Militar é preparado para agir desta forma. “A Choque recebeu ordens. Os coronéis que estão à frente da tropa são truculentos e o governador sabia disso”, declarou.
Na tentativa de justificar os excessos cometidos pelos servidores, o tucano disse que o Código Penal Militar impõe obediência às determinações e pediu a desmilitarização da companhia. “O código é o último resquício da ditadura. O cidadão não sabe, mas se o policial não cumprir a ordem do superior, ele pode ter prisão de dois a quatro anos decretada. Nós, militares, queremos a desmilitarização da PM”, afirmou.
Quando questionado sobre as investigações que o Estado pode abrir para apurar os casos de violência ocorridos nos últimos protestos, Prisco foi enfático em dizer que “o governo não vai apurar nenhuma denúncia de abuso policial, nem as mais graves”. Tal posição, segundo ele, é contraditória, já que, “o governo sempre foi de militantes e agora trata a população desse jeito”. 

MPF INVESTIGA ATUAÇÃO DA POLÍCIA DURANTE A MANIFESTAÇÃO EM SALVADOR

O Ministério Público Federal (MPF) na Bahia está investigando as ações e procedimentos adotados pela Polícia Militar da Bahia durante a manifestação realizada nesta quinta-feira, 20 de junho, nas ruas da capital, denominado pelas redes sociais de “Passe Livre Salvador”. A intenção é analisar indícios de violação dos direitos dos manifestantes para a adoção de medidas cabíveis.
Durante esta sexta-feira, 21 de junho, o procurador da República Edson Abdon coordenou as apurações, que incluíram o levantamento de material publicado pelos meios de comunicação locais e nacionais, de vídeos das manifestações disponibilizados na internet e a realização de oitivas de participantes e de jornalistas que cobriram a manifestação e presenciaram a ação da polícia durante o movimento popular.

cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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