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:: ‘valmir assunção’

DEPUTADO RELACIONA DONO DA ROTA A PERSEGUIÇÃO CONTRA TRANSPORTE ALTERNATIVO

Deputado partiu para o ataque contra o empresário dos transportes.

Deputado partiu para o ataque contra o empresário dos transportes.

O deputado Valmir Assunção (PT-BA) não usou de meias palavras para relacionar o deputado estadual Ronaldo Carletto (PP) à Agerba, órgão do Estado que regulamenta o transporte coletivo na Bahia. Da tribuna da Câmara Federal, ontem (terça-feira, 18), Valmir teceu duras críticas e denunciou abusos praticados na fiscalização do transporte alternativo, principalmente no extremo sul do estado.
De acordo com o parlamentar, por todas as regiões que passou existem problemas com transporte complementar e, por conta disso, é necessário apurar o cumprimento da regulamentação existente. Na última segunda-feira (17), no extremo sul, a Cooperativa de Transporte Alternativo fechou a BR-101 por mais de quatro horas para protestar contra os abusos na aplicação de multas, e pedir a reativação do sistema em cidades da região para se credenciar e participar de licitações.
Diante das denúncias, o petista disparou: “Isso acontece por determinação do dono de boa parte do transporte na Bahia, dos ônibus que circulam no estado, o parlamentar Ronaldo Carletto [PP], que tem relação com a Agerba – agência que regulamenta e fiscaliza esse processo, e que acaba prendendo os carros e multando as pessoas que fazem o transporte alternativo”. Carletto é dono, entre outras, da Viametro, Rota, Expresso Brasileiro e Viação Rio Cachoeira.
De acordo com o deputado, até os pequenos agricultores em assentamento de reforma agrária, que têm um carro e leva amigos, parentes e vizinhos, também são alvos da Agerba. “A mando do deputado Ronaldo Carletto, o órgão vai lá prende e multa essas pessoas e não permite que as cidades regulamentem esse tipo de transporte”, completa.
O parlamentar petista relacionou os protestos e mobilizações de trabalhadores no extremo sul, no oeste, no sudoeste, e em outras regiões da Bahia, a essa intervenção do deputado estadual junto à Agerba.
“Mesmo sabendo que já foi aprovada uma lei na Assembleia Legislativa sobre a questão do transporte alternativo, nós precisamos compreender que esse transporte é complementar ao normal que existe como opção para a sociedade. Faço um apelo para que o governador possa, cada vez mais, ter sensibilidade para encontrar uma solução para o transporte alternativo e que as pessoas não sejam humilhadas pela Agerba a mando do deputado estadual”, finaliza Valmir.

DEPUTADO PETISTA DEFINE GOVERNO DILMA COMO ‘PIORES ANOS PARA REFORMA AGRÁRIA’

valmirO deputado federal Valmir Assunção (PT) definiu o atual governo como “os piores anos para a reforma agrária no Brasil” e criticou mais uma vez a demora na assinatura, pela presidente Dilma Rousseff, de decretos de desapropriação de terras.
De acordo com o parlamentar, há 149 decretos relativos à Bahia, onde vivem 50 mil pessoas acampadas. “Quero ainda lembrar que esses 149 decretos, que representam 149 novas áreas de assentamento na Bahia, estão incluídas, em sua maioria, dentro dos 11 territórios do Brasil sem Miséria, prioridade do nosso governo”, disse o deputado.
Ao comentar a ocupação da sede do Instituto Nacional de Reforma Agrária (Incra) em Salvador, o petista acusou o governo federal de descaso em relação ao tema.
“A ocupação do Incra em Salvador tem exatamente a mesma pauta que temos denunciado aqui em tribuna: a completa paralisação da reforma agrária na Bahia e no país”, defendeu.

INCRA E TJ PODEM “DESTRAVAR” REFORMA AGRÁRIA NA BAHIA

mstUm acordo firmado entre o Incra e o Poder Judiciário na Bahia, através da 7ª Vara da Justiça Federal, pode destravar o processo de reforma agrária no estado, beneficiando 730 famílias de trabalhadores rurais ligados ao MST (Movimento dos trabalhadores Rurais Sem Terras).
Segundo o deputado Valmir Assunção (PT), 21 propriedades têm pendências ligadas ao questionamento da Justiça sobre a forma que o Incra fez o cálculo do valor do imóvel e o valor do passivo ambiental, impedindo o assentamento das famílias.
Com o acordo, os valores de desapropriações serão depositados pelo Incra, permitindo, assim, a imissão de posse pela justiça.



dom eduardo

lm mudancas













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