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ILHÉUS REALIZA MAIOR EVENTO DE CHOCOLATE DO BRASIL

O maior evento de chocolate do Brasil será realizado entre os dias 18 e 22 de julho, com grandes nomes nacionais e internacionais, no Centro de Convenções de Ilhéus, na Bahia. Durante cinco dias, o Festival Internacional do Chocolate e do Cacau reunirá mais de 40 marcas de chocolate e derivados de cacau e cerca de 120 expositores na Feira do Centro de Convenções de Ilhéus, além de promover cursos de capacitação, debates sobre temas do setor, rodadas de negócios e palestras ministradas por especialistas internacionais. A entrada é gratuita.

Entre os destaques da 10º edição, estão o VI Fórum Brasileiro do Cacau, que conta com painéis de palestrantes nacionais e internacionais discutindo as tendências do mundo do chocolate. O fórum acontece no dia 20 de julho e o ChocoDay no dia 21, e as inscrições poderão ser feitas através do site www.chocolatfestival.com/bahia/2018. No mesmo segmento, marcas de chocolate de origem e derivados do Cacau poderão ser visitadas na Feira do Chocolate, que acontece durante todo o evento. No dia 18, das 19h às 22h; e de 19 a 22 de julho, das 15h às 22h. Workshops e cursos de gastronomia com receitas à base de chocolate também estão na programação.

As crianças garantem espaço no evento com a Cozinha Kids. De 19 a 22 de julho, o espaço funcionará com recreações e minicursos para crianças, com duração média de 30 minutos. As inscrições podem ser feitas no local e a taxa é de R$ 10.

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EDITUS PROMOVE EVENTO DE INCENTIVO À LEITURA NO SHOPPING JEQUITIBÁ

Com o objetivo de levar o livro para perto do público, a Editus – Editora da UESC promove, pela segunda vez, o projeto “Editus no Shopping Jequitibá”. Esta edição vai ser nos próximos dias 14 e 15.  Além de estar com a sua tradicional feira de livros em um dos principais centros de compra da região, com títulos próprios e de outras editoras universitárias associadas à ABEU (Associação Brasileira de Editoras Universitárias), a Editus ainda vai organizar duas rodas de conversa sobre temas contemporâneos.

Na quinta-feira, educadores, estudantes, além de consumidores e visitantes do Jequitibá vão poder conferir um debate sobre “O futuro da televisão”, com a Prof.ª Betânia Vilas Boas Barreto (UESC) e os comunicólogos Tcharly Briglia e Tainan Piantavinha, autores do livro “Programe-se – uma proposta de experimentação transmídia” (Editus, 2018). Já no segundo dia, o tema da discussão será “Ética: desafio nas relações”, com os professores de filosofia Fagner Delazari (IFBA) e Elisa Oliveira, autora da Coleção Aprendiz de Filósofo .

A comercialização de livros vai ser nos dois dias, durante o horário de funcionamento do Shopping, das 10h às 22h. Já as rodas de conversa vão ocorrer a partir das 15h30, no Lounge Calixto Midlej, em frente à C&A. De acordo com a diretora da Editus, Prof.ª Rita Virginia Argollo, é fundamental que uma editora universitária esteja engajada em ações que ultrapassem os muros físicos institucionais. “Não há razão para a existência do nosso segmento se não tivermos a consciência e o compromisso com a democratização do acesso ao conhecimento e na transformação social”, reforça.

Confira o catálogo de livros da Editus e acompanhe outras novidades da Editora no site www.uesc.br/editora, e nas redes sociais Facebook e Instagram.

FESTA LITERÁRIA DE ILHÉUS REGISTROU PÚBLICO DE 10 MIL PESSOAS DURANTE EVENTO

A Festa Literária de Ilhéus, encerrada na última sexta-feira, 18, alcançou uma média de público de dez mil pessoas nos três dias de evento, entre estudantes, professores, pesquisadores, amantes do livro e da literatura. No primeiro dia, 15, houve uma pré-abertura na UESC, com contação de história e lançamento coletivo de livros publicados pela Editus – Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). No dia 16, a abertura oficial contou com a participação da atriz e escritora Elisa Lucinda, que lotou o Teatro Municipal. Nos dias 17 e 18, a programação realizou oito bate papos literários e culminou com o sarau “Violão e a palavra, com a participação da cantora Márcia Short, mediada pelo escritor Saulo Dourado.

A programação diversificada contou com palestras, bate papo, saraus, lançamentos e exposição de livros, atividades recreativas e também com a participação dos vencedores do concurso de poesia, realizado no inicio do ano, pela Secretaria de Cutura (Secult). A programação infantil contou com jogos educativos, leituras ao ar livre, com o educador Raí Santana e a equipe da Biblioteca de Extensão (Bibex) da Fundação Pedro Calmon (FPC), além de oficina de teatro, oficinas literárias, Cia de teatro Cabriola, Circo da Lua, contação de histórias com professor Leônidas Azevedo (Uesc).

Outro momento marcante foi o show com Carlos Silva, Violeiro e Contador de Causos, que através de sua arte, falou sobre o cordel e sua ação na literatura e na poesia. A Bibex coordenou a programação infantil com contação de histórias, oficinas literárias, jogos recreativos, exposição e o lançamento do programa memórias de literatura, produzido pela fundação Pedro Calmon.

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CONSULTEC DIVULGA RESULTADO DO CONCURSO DA UESC

A Consultec divulgou na segunda-feira (30) o resultado das provas objetivas do concurso da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). Acesse aqui.

Com a publicação do resultado, o prazo para a apresentação de recursos vai ser de dois dias, quinta (3) e sexta-feira (4), no site da Consultec. A empresa vai publicar no próximo dia 10 as respostas para os eventuais questionamentos dos candidatos.

Segundo o cronograma do concurso, o resultado final está previsto para o dia 30 de maio. Do Gusmão. 

PRONERA OFERECE 22 MIL VAGAS DA ALFABETIZAÇÃO À PÓS-GRADUAÇÃO NA UESC, UESB, UFBA E OUTRAS INSTITUIÇÕES DA BAHIA

A educação do campo é um desafio que vem dando bons resultados junto ao público atendido pelo Incra na Bahia. Desde o início do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), há 20 anos, completados em abril, foram ofertadas 22 mil vagas em salas de aula aos beneficiários da reforma agrária da Bahia. 

As parcerias com as universidades públicas permitiram o oferecimento de cursos que variaram da Educação de Jovens e Adultos (EJA), passando por técnico profissionalizante até a pós-graduação. Só para cursos superiores, no estado, foram abertas 500 oportunidades que se dividiram entre as graduações em Direito, Licenciatura em Letras, Pedagogia, Agroecologia e Engenharia Agronômica, além da especialização na modalidade Residência Agrária. 

Atualmente, duas turmas estão em andamento com 140 graduandos, sendo 40 deles no curso de Direito, pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), que receberão seus diplomas em julho deste ano. Os outros 100 universitários são do curso de Agroecologia, realizado em parceria com a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), com previsão de conclusão em 2019. 

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PROFESSORES DA UESC APROVAM PARALISAÇÃO E ATO PÚBLICO CONTRA MAIOR ARROCHO SALARIAL DOS ÚLTIMOS 20 ANOS

A paralisação foi aprovada em Assembleia realizada nesta terça-feira (17)

Após três anos sem correção das perdas salariais provocadas pela inflação, os professores das Universidades Estaduais da Bahia (UEBA) acumulam o maior arrocho salarial dos últimos 20 anos. O dado faz parte de uma pesquisa encomendada pelo Fórum das Associações de Docentes (ADs) da UESC, UEFS, UESB e UNEB ao Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). 

Além da questão salarial, os professores reclamam o constante desrespeito aos direitos trabalhistas, e o orçamento insuficiente para a manutenção das universidades. A falta de diálogo por parte do governo também faz parte das denuncias dos professores. Já são mais de 5 meses sem uma reunião com o governo #RuiCorta.

Em resposta a intransigência do governo, o Fórum das ADs realizará um ato público, no dia 25 de Abril, em Salvador. O ato será fortalecido pela paralisação das atividades acadêmicas na UESC, aprovada pela Assembleia nesta terça-feira (17). A proposta também será apreciada pelos professores da UEFS, nesta terça-feira, e na quarta-feira (18) pela assembleia da UESB. Na UNEB, a Assembleia docente realizada no dia 10 de março também aprovou a paralisação das atividades com portões fechados em todos os Campi.

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ABERTAS INSCRIÇÕES PARA O PRÊMIO SOSÍGENES COSTA DE POESIA

A Editus – Editora da UESC e a Academia de Letras de Ilhéus (ALI) lançaram esta semana o edital do III Prêmio Sosígenes Costa de Poesia. A ideia é valorizar, difundir e revelar novos talentos da literatura poética baiana.

Para participar, os escritores devem ser baianos e ter mais de 18 anos. A obra precisa ser inédita e não pode estar concorrendo ao mesmo tempo em outro concurso. O vencedor terá o livro publicado pela Editus, receberá um Troféu e um prêmio de R$ 2.000,00.  Cada autor poderá concorrer com apenas uma obra de sua autoria, devendo se inscrever sob pseudônimo.

Em sua primeira edição, em 2016, o concurso premiou Weslley Almeida, mestrando em Literatura e morador de Feira de Santana, pelo livro “Memórias Fósseis”. Já em 2017, Natan José Muniz Barreto, tradutor e professor primário, nascido em Salvador e residente em Londres, foi o ganhador da segunda edição, com a obra “Um quintal e outros cantos”.

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GOVERNO CONCEDE AVANÇO NAS CARREIRAS DE 1.249 PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS EM 2017

O Governo da Bahia concedeu promoções e progressões nas carreiras de 1.249 professores universitários em 2017, totalizando um investimento de R$ 10,2 milhões. A evolução nas carreiras dos docentes foi liberada a partir de maio de 2017, quando o Estado saiu do limite prudencial, imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

As promoções e progressões nas carreiras estavam represadas, desde o início de 2016, após limite com gastos de pessoal ser ultrapassado no  último quadrimestre de 2015. Quando o limite prudencial é excedido, a legislação impede a concessão de avanços nas carreiras dos servidores, proíbe a contratação de novos funcionários e veda o reajuste para o funcionalismo, dentre outras medidas.

As despesas com servidores excederam o limite em função da queda de arrecadação tributária, causada pela crise econômica que atinge o país. Com a diminuição da arrecadação, o percentual com gastos de pessoal ultrapassou o determinado pela LRF.

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ESTUDANTE DA UESC MORRE EM ACIDENTE

Rauel Esíquio Ribeiro de Sá cursava medicina na UESC.

Três pessoas morreram em um acidente na manhã desta quinta-feira (4) na BR-116, em Medina (MG), no Vale do Jequitinhonha. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, as vítimas estavam em um carro de passeio que seguia da cidade de Catuji (MG) para Vitória da Conquista (BA).

Testemunhas relataram à PRF que a condutora perdeu o controle da direção do veículo em uma curva, próximo ao km 54, entre Medina e Pedra Azul. Momentos depois o veículo invadiu a contramão de direção e bateu de frente com uma carreta que seguia no sentido contrário.

Ainda segundo a PRF, a condutora do veículo, Ionete Santos Ribeiro, de 48 anos, foi socorrida pelo Samu, mas morreu momentos depois no hospital de Itaobim; os passageiros Marina Gomes Batista, de 48 anos, e Rauel Esíquio Ribeiro de Sá, morreram no local do acidente. No veículo estava ainda uma mulher que foi socorrida com ferimentos leves.

O acidente foi por volta das 8h e a pista ficou interditada por cerca de duas horas para remoção dos veículos e realização da perícia. No fim da tarde desta quinta, o trânsito fluía normalmente no local do acidente. Do Ilhéus em Resumo.

COMISSÃO DE MULHERES DA UESC EMITE NOTA PÚBLICA SOBRE A NECESSIDADE DE CRECHE NA UNIVERSIDADE

Espaço Creche. Imagem enviada pela Comissão de Mulheres da UESC.

No dia 28 de novembro de 2017, o DCE Livre Carlos Maringhella divulgou uma nota pública em sua página do facebook repudiando uma situação supostamente ocorrida em uma das classes do curso de Direito da UESC, relembre AQUI.  Em seguida, foi concedido o devido direito de resposta ao professor envolvido no episódio que fez o esclarecimento necessário sobre o fato negando qualquer hipótese de discriminação praticada contra a aluna, veja AQUI.  Diante da circunstância, os professores do Departamento de Ciências Jurídicas da UESC publicaram uma moção de solidariedade em apoio ao docente, assinado pelo diretor do departamento, coordenador do colegiado e outros professores da instituição de ensino, recorde clicando AQUI.

A Comissão de Mulheres da UESC entrou em contato com a redação do Blog Ilhéus24h, nesta quinta-feira (04), solicitando espaço para tornar pública uma nota coletiva em defesa da implantação de uma creche na referida unidade de ensino. O Ilhéus24h abre espaço para fomentar o debate, exclusivamente, em torno da necessidade evidente da adequação do espaço estudantil para receber mães e pais que enfrentam a dificuldade de estudar e não ter com quem deixar os filhos, buscando como solução a implantação de creches nas universidades e faculdades do Brasil.

Confira a íntegra da nota emitida pela Comissão de Mulheres da UESC e assinada por diversos núcleos ao final:

“Na segunda-feira, dia 27 de novembro, ocorreu mais um fato lamentável na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). Uma estudante do curso de Direito, acompanhada de seu filho, foi convidada a retirar-se da sala de aula em razão da criança, de acordo com o professor, estar muito inquieta, o que comprometeria a relação ensino-aprendizagem. A violência à qual e pela qual a discente foi submetida evidencia as dificuldades que as mulheres mães enfrentam diariamente numa sociedade patriarcal, machista e capitalista. Tal situação expõe as contradições na relação da universidade frente às políticas de expansão do acesso realizadas nos anos mais recentes. O episódio envolvendo o professor e sua aluna é resultado de uma evidente ausência de investimento no setor de permanência e assistência estudantil da UESC. Assim como de uma total falta de sensibilidade e traquejo do docente ao lidar com situações longe das condições ideais em sala de aula. Levar uma criança para sala em momento algum deve ser considerada como uma ação opcional ou uma tentativa deliberada de causar “ruídos no processo de ensino-aprendizagem”. A criança fez-se presente na sala justamente pela ausência de uma creche universitária, tal como de um espaço para crianças menores de três anos, tanto na cidade de Itabuna como em Ilhéus. Espaços como esses garantiriam melhores condições de permanência no ambiente acadêmico por parte das mulheres mães, bem como em seus locais de trabalho. Compreendemos que a inexistência desse espaço na Universidade, o qual é um direito dos e das estudantes, representa a negação do direito universal à educação garantido pela Constituição Federal de 1988. Além disso, intensifica a condição de invisibilidade das mulheres mães na nossa sociedade. Com isso, a necessidade da creche é evidente, bem como é necessário pensarmos a construção de um fraldário, efetuar compra de cadeiras adequadas para o assento de gestantes, maior divulgação e garantia do direito à atividade domiciliar para as mulheres em condição de licença maternidade, entre diversas outras demandas. Ressaltamos ainda que essas vêm sendo levantadas há anos pelo movimento estudantil da UESC, além de terem sido encaminhadas durante o I Seminário em Defesa dos Direitos das Mulheres, realizado em 2015 na Universidade. Fatos como o citado somente reforçam a urgência de nos unificarmos em torno da cobrança pela efetivação dessas pautas históricas, tão fundamentais para o avanço das mulheres no meio acadêmico. A ação cometida pelo professor causou revolta e indignação por parte daqueles que entendem a postura como uma ação equivocada e que vai na contramão do real papel do educador. Como forma de “explicar” o fato, o professor, em nota pública lançada em veículo de mídia no dia 29 de novembro, indicou o quanto o direito à educação ainda é considerado algo para as elites e que mulheres e mães são culpabilizadas por frequentar um espaço que, em sua gênese, não lhes pertence. Diante disso, é fundamental indicar que o papel de um docente jamais deve ser analisado de maneira simplista, na qual seria sua função “afastar qualquer ruído no processo de ensino-aprendizagem”. Entender uma criança como causadora de ruídos nessa relação apenas reafirma para as mulheres que a universidade não deve ser o seu lugar. Nessa perspectiva, é preciso deixar estritamente demarcado que o agente vociferante e causador de ruídos não é e nunca será uma criança de um ano e três meses, filha de uma mulher negra e periférica que frequenta a universidade com o objetivo de garantir a essa mesma criança melhores condições de vida e que, por conta do desamparo do Estado, em não garantir uma educação para todos, se vê obrigada a carregar seu filho para o espaço universitário. Por todo o exposto, repudiamos não apenas essa, mas todas as situações análogas a ela que ocorrem na Universidade Estadual de Santa Cruz. Pra estudar, pra trabalhar por creches vamos lutar!”

Clique no “Leia Mais” para conferir os assinantes da nota:

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