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:: ‘Tupinambás’

GERALDO SIMÕES QUER SUSPENSÃO DE DEMARCAÇÃO NO SUL DA BAHIA

Geraldo-SimoesO deputado federal Geraldo Simões (PT/BA) reiterou, em pronunciamento feito hoje (10) no Congresso Nacional, a necessidade de uma solução para o conflito em Buerarema, no sul da Bahia, envolvendo supostas terras indígenas Tupinambá de Olivença. “Como manifestei anteriormente o conflito vem se acentuando na região e, apesar da entrada da Força Nacional para manter a paz, a situação está se agravando”, disse o parlamentar.
Simões afirmou que no momento não quer entrar nos detalhes da concepção que moveu a construção da suposta identidade Tupinambá pelos estudos da FUNAI. “Sinto que este assunto requer um maior aprofundamento e seriedade, por suas  consequências para a identidade nacional brasileira, para a vida dos indígenas ou dos seus descendentes”.
Na semana passada a Comissão de Direitos Humanos, da Assembleia  Legislativa do Estado da Bahia realizou, em Buerarema e em Itabuna, audiências para debater o assunto. Nestas reuniões foi demonstrado que o polígono delimitado pela FUNAI, com base nos estudos da antropóloga Susana de Matos Viegas, é uma área de mais de 47 mil hectares, que ocupa mais de 20% do território do município de Ilhéus, 20% de Buerarema e 5% de Una.
Este território, abrange as localidades de Acuípe, com aproximadamente 1.500 habitantes; Campo São Pedro e Curupitanga, 800; Jairi e Sirihiba 350; Porto da Lancha, 500; Lençóis, 1.300; Sapucaeira/Vila Santaninha e Vilinha, 2.000; Pixixica/Serra Negra, 700; Vila Brasil, 800 e Vila Operária, 900. Também no Distrito de Olivença existem 4.000 habitantes. São aproximadamente 12.850 pessoas que seriam diretamente afetadas pela demarcação.
De acordo com Geraldo Simões, “diante do caráter arbitrário e rígido com que está sendo feito o processo de demarcação, baseado em estudos no mínimo contraditórios e com consequências desastrosas para a paz na região, estamos postulando que imediatamente se suspenda a demarcação”. “Que se reintegre a posse das propriedades invadidas e se inicie uma negociação do Governo, com os segmentos realmente indígenas, buscando uma solução definitiva”, finalizou o deputado.

TUPINAMBÁ PODEM PERDER CASAS, POSTO MÉDICO E ESCOLA


índios (2)Segundo informações do Blog do Gusmão, na manhã dessa quarta-feira (31), a comunidade do Acuípe de Baixo foi surpreendida com um mandado de reintegração de posse do Sítio Rovidávia concedida, em benefício à empresa estrangeira “Primaver Empreendimentos Imobiliários”.
De acordo com a publicação, o cacique Valdenilson teria afirmado que a Funai demonstrou seu desrespeito e irresponsabilidade com a luta pelo território Tupinambá, nos municípios de Ilhéus, Buerarema e Una, ao não acompanhar ou informar o povo indígena sobre essa investida judicial do capital estrangeiro.
Ao blog o cacique revelou o descontentamento da comunidade com a surpresa abrupta.
De acordo com o site, Valdenilson afirmou que nos debates anteriores em que o povo Tupinambá foi representado, depois de muito desconforto entre a Funai, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, chegou-se ao entendimento de que não houvesse a reintegração, pois as famílias não tem para onde ir.
No mesmo evento, segundo o blog, ficou acordado que a FUNAI deveria se pronunciar com trinta dias de antecedência ao cumprimento da reintegração e, principalmente, caberia à própria Fundação Nacional dos Índios a responsabilidade de relocar as famílias desabrigadas.
Segundo o Cacique Valdenilson, em contato com a publicação, a revolta da comunidade é ainda maior por “presenciar mais uma vez o próprio procurador do Município de Ilhéus advogando para um grupo estrangeiro”.

ÍNDIOS OCUPAM FAZENDAS NA REGIÃO DE BUERAREMA

Pelos menos seis fazendas na região conhecida como Ribeirão da Luzia, em Buerarema, foram ocupadas por cerca de 100 índios tupinambás desde a manhã de quinta-feira (6).
A Polícia Federal informou que existe um processo de demarcação de terras que ainda não foi julgado, mas que os indígenas já estariam considerando como deles a região. A Fundação Nacional do Índio (Funai) foi procurada para dar detalhes sobre os processos, mas ninguém foi encontrado.
Os donos dos terrenos ocupados dizem que não podem se aproximar das propriedades.
Para chegar até o local onde estão os índios é preciso percorrer aproximadamente 8 km de estrada. Os tupinambás colocaram uma corrente para impedir a passagem e montaram uma barraca na entrada de uma das fazendas. Os índios monitoram o acesso às propriedades com pedaços de madeira, facão e até fogos de artifício.
A Polícia Federal de Ilhéus informou que alguns fazendeiros já registraram queixa, mas que depende de decisão judicial para tomar providências.

DIA DO ÍNDIO: A PELEJA DOS TUPINAMBÁS CONTRA A IGNORÂNCIA COLETIVA

Povo-Tupinambá
Eles um dia foram os donos dessa terra. Amavam e tratavam com reverência cada palmo desse chão, suas florestas e rios. Acreditavam tratar-se de um terra sagrada, pois aqui viviam, se alimentavam e, principalmente, eram felizes.
Mas seus dias de paz chegaram ao fim. Com doenças e armas, colonizadores europeus os perseguiram, os mataram, expulsaram de suas terras sagradas, catequizaram-nos e se esforçaram para que sua cultura fosse extinta.
Como um bando errante,passaram a se refugiar nos recônditos da mata. Convivendo com o constante risco de serem encontrados e mais uma vez, mortos e expulsos dos seus refúgios.
Muitos não resistiram e se tornaram caboclos, ou seja, índios fora das tribos. Concentraram-se nas favelas, foram jogados nos presídios, humilhados, saqueados. Mas nunca deixaram de carregar em suas almas o orgulho de serem o que são.
A burrice convencionada de terceiros e a lastimável ignorância coletiva afirmam que por aqui nunca houve índios.  A falta de informação compartilhada os acusa de aproveitadores, que querem roubar a propriedade alheia.  E, tal qual o caboclo Marcelino, um dos primeiros a reivindicar a terra do seu povo de volta por aqui, na década de 30, são taxados de marginais, arruaceiros e vândalos.
Sim, tentaram os deculturar, mas não conseguiram. Sim, eles se miscigenaram, mas possuem o direito constitucional de se autoafirmar enquanto indígenas e, principalmente, reivindicar tudo aquilo que lhes foi usurpado e que é a causa mor da miséria que insiste em aplacar os descendentes dos verdadeiros donos dessa terra.
Viva o povo Tupinambá, que luta para que sua cultura não seja extinta e resiste bravamente nessa peleja contra a ignorância coletiva, fustigada e perpassada pelos descendentes diretos daqueles que outrora os expulsaram do seu solo sagrado.

TUPINAMBÁS DESOCUPAM HOTEL EM UNA

Índios ocupavam hotel desde o último domingo

Índios ocupavam hotel desde o último domingo

Famílias de indígenas da etnia Tupinambá desocuparam na manhã dessa quarta-feira (10) o hotel-fazenda em Una. Os índios estavam no local desde o último domingo (07).

A ocupação serviu para reivindicar a demarcação da reserva Tupinambá, com 47 mil hectares, situada próxima à área da propriedade.

Cerca de 20 índios estavam no hotel e deixaram a propriedade de forma pacífica por volta das 10h. 

A saída aconteceu após uma reunião com agentes da Polícia Federal, homens da Força Nacional de Segurança, e o representante da Funai em Ilhéus. O representante do órgão mostrou aos indígenas um mapa, onde foi possível constatar que o hotel fica fora da reserva.

Segundo Val Tupinambá, representante dos indígenas, há 47 propriedades ocupadas por indígenas dentro da reserva. Já a Associação de Pequenos Agricultores de Ilhéus afirma que este número é 28 propriedades ocupadas.

dom eduardo

lm mudancas













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