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:: ‘Telexfree’

SUSPENSA PELA JUSTIÇA, TELEXFREE VAI PATROCINAR O BOTAFOGO

telexfree
A empresa americana Telexfree, que vende pacotes de telefonia via internet, anunciou na noite da quarta-feira (8), por meio de um vídeo, que irá patrocinar o Botafogo na temporada de 2014.
A companhia é suspeita de formação de pirâmides financeiras, que são ilegais e, após recrutar milhões de pessoas pela internet para divulgar um serviço de voz, teve sua atuação suspensa pela Justiça do Acre em junho em 2013.
Para o diretor comercial do Alvinegro, Ayrton Mandarino, a parceira será importante para aumentar o alcance da imagem do clube.
“Eu não tenho a menor dúvida de que para a nossa estratégia, de internacionalizar a marca Botafogo, estar aqui, firmando uma parceria com uma empresa americana, é absolutamente fundamental”, disse o dirigente.

TELEXFREE É MULTADA POR ATRASAR PROCESSO

A Telexfree foi multada em R$ 11 mil por tentar atrasar o andamento do processo que bloqueia suas atividades há 198 dias, e de um segundo, que pede a extinção do negócio. A empresa é acusada pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) de ser uma pirâmide financeira – possivelmente, a maior da História do País.
As multas foram aplicadas pois os advogados da empresa apresentaram, por duas vezes seguidas em ambos os processos, o mesmo tipo de recurso contra decisões desfavoráveis à Telexfree. 
Os recursos, chamados de embargos de declaração, normalmente são utilizados para pedir ao juiz que esclareça uma sentença. Mas, para a juíza Thaís Khalil, da 2ª Vara Cível de Rio Branco – onde tramitam as ações –, a Telexfree usou o instrumento com o intuito de reverter as decisões que negaram o pedido da empresa para extinguir os dois processos.
Após a recusa, os advogados da empresa decidiram apresentar novos embargos – dessa vez, contra a decisão nos primeiros embargos. Foi aí que a juíza considerou que a conduta tinha por objetivo apenas atrasar o andamento dos dois processos.
“Pela segunda vez os requeridos opõem embargos de declaração, apontando omissões, obscuridades e contradições inexistentes, deixando claro o propósito protelatório dos embargos, que visam tão somente [a] rediscutir matérias já decididas”, escreveu a juíza Thaís nos dois processos.
As decisões foram publicadas em 20 de dezembro no Diário de Justiça do Acre.
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JUSTIÇA AUTORIZA AÇÃO QUE PEDE FIM DA TELEXFREE

TELEX-FREEA Justiça do Acre autorizou, ontem (21), a continuação do processo que pede a extinção da empresa Telexfree, e determinou a manutenção do bloqueio das atividades da empresa.
As decisões foram assinadas pela juíza da 2ª Vara Cível de Rio Branco, Thaís Khalil, que analisou e decidiu manter o bloqueio provisório que impede a empresa de cadastrar novos associados, chamados de divulgadores, e vender pacotes de telefonia VoIP.
A magistrada determinou também a suspensão das liberações parciais dos recursos da Telexfree que serviriam para quitar a aquisição de um hotel a ser construído no Rio de Janeiro.
O julgamento do pedido de dissolução da empresa feito pelo Ministério Público do Acre deverá ocorrer a partir de 2014. Até lá, haverá uma fase de auditoria das contas da empresa para a produção de provas, que deverão comprovar o esquema de pirâmide financeira.

TELEXFREE: PIRÂMIDE FINANCEIRA E PLÁGIO

PLÁGIO
Como se não bastasse a acusação do MP por prática de pirâmide financeira, a Telexfree, empresa que presta serviços de telefonia pela internet, plagiou sua marca, um desenho com faixas coloridas, do BWF World Champions, um campeonato de badminton que aconteceu há três anos em Paris.
A empresa nem se deu ao trabalho de trocar as cores das dez faixas que compõem a logo. Apenas duas, em tons de amarelo no símbolo do campeonato de badminton, foram coloridas de verde e azul pela Telexfree, que divulgou ontem um vídeo em que anuncia a alteração de sua marca.

AUDIÊNCIA TERMINA SEM ACORDO E TELEXFREE SEGUE COM ATIVIDADES SUSPENSAS

bliqueadaO Ministério Público do Acre (MP-AC) e a direção da Telexfree não entraram em acordo na audiência de conciliação que ocorreu nesta quinta-feira (14), na 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco.
De acordo com o G1, a companhia Ympactus LTDA, responsável pela operação da Telexfree, recusou o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) proposto pelo MP, que previa a extinção da Ympactus e a apresentação de um novo modelo de negócio, com mudanças na forma de ganho dos divulgadores.
Segundo o diretor da Telexfree, Carlos Costa, a forma de lucro é o diferencial da empresa e por isso não poderiam acatar o TAC.A empresa apresentou outras duas propostas, que não foram aceitas pelo MP-AC.
“Uma proposta foi a do seguro, que nós temos condições de adquirir sim, está na mão da juíza decidir. A outra seria dar continuidade aos nossos contratos pela Ympactus até o final, com o último divulgador e depois ele teria a opção de tocar o negócio pela Telexfree americana”, disse Costa.
Uma nova audiência de instrução e julgamento para fins de coleta de provas ainda será marcada pela juíza responsável pelo caso, Thaís Khalil. Até lá, as atividades e bens da Telexfree continuam bloqueadas.

TELEXFREE TENTA PAGAR DÍVIDA DE R$ 16 MILHÕES

telexfreeA incorporadora contratada pela Telexfree para construir um hotel no Rio de Janeiro decidiu cobrar na Justiça as verbas devidas pela empresa acusada de ser a maior pirâmide financeira do Brasil. A ação foi apresentada na semana passada no judiciário do Espírito Santo, informou a Tijuca Design Hotel.
Os representantes da Telexfree sempre negaram irregularidades, mas não comentaram o caso.
A Telexfree informou à Justiça do Acre ter comprado em 2012, por R$ 32,26 milhões, todas as cotas do Design Hotel Tijuca, a ser construído pela Tijuca Design Hotel SPE. Do total devido, R$ 15,8 milhões teriam sido pagos, o que deixa uma dívida de aproximadamente R$ 16 milhões.
Segundo a Tijuca Design Hotel, após o congelamento das contas da Telexfree em junho , a empresa deixou de pagar as parcelas mensais de R$ 900 mil. Quatro prestações (julho a outubro) estão em atraso, e o contrato pode ser rompido a partir da terceira. Por isso, a incorporadora decidiu apresentar à Justiça, na semana passada, uma ação para cobrar a Telexfree – e, eventualmente, pedir a rescisão do contrato.
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JUSTIÇA CONDENA TELEXFREE A RESSARCIR DIVULGADOR EM R$ 300 MIL

telexfreeUm divulgador da Telexfree no Mato Grosso será ressarcido em R$ 300 mil pela Ympactus Comercial, representante da empresa, por decisão da Justiça.
O valor é referente ao investimento para aquisição dos serviços da Telexfree. A decisão, em tutela antecipada, é da juíza Milena Ramos de Lima, da 6ª Vara da Comarca de Alta Floresta (MT), que determinou o bloqueio do valor nas contas da empresa e a vinculação da quantia ao autor da ação.
A Telexfree é acusada pelo Ministério Público do Acre de operar em esquema de pirâmide financeira no Brasil, o que é proibido.
Desde junho, as atividades e contas da empresa estão suspensas por decisão da 2ª Vara Cível de Rio Branco.
O divulgador mato-grossense alegou ter comprado 99 kits de contas de telefonia Voip 99, na modalidade de “Adesão ADCentral Family” e que, para isso, desembolsou R$ 301,4 mil.
O autor da ação não apresentou provas materiais em juízo mas, mesmo assim, a magistrada acolheu a acusação porque casos semelhantes já foram julgados na mesma corte.
A decisão foi comunicada ao Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), onde tramita a ação que bloqueou as contas, bens e atividades da Telexfree em todo país.
O comunicado pede que o depósito do ressarcimento seja realizado em uma conta judicial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT). Essa já e a terceira decisão de ordem de bloqueio de bens da empresa no Mato Grosso.

TELEXFREE PODE PERDER HOTEL EM QUE JÁ INVESTIU R$ 15,8 MILHÕES

telexfreeA Telexfree pode perder alguns milhões de reais em um investimento que fez em um hotel em construção no Rio de Janeiro.
A empresa, cujas contas foram bloqueadas há 108 dias, deve quatro parcelas à incorporadora do empreendimento, o que permite a rescisão do contrato. O assunto tem sido discutido pelo departamento jurídico da credora, a Tijuca Design Hotel SPE.
Caso não consiga manter os pagamentos em dia, a Telexfree ficará sem parte dos R$ 15,8 milhões que alega já ter pago à empresa, uma vez que o contrato prevê apenas ressarcimento parcial em caso de rompimento. Segundo informações dadas pelos advogados da Telexfree à Justiça do Acre, a Ympactus (razão social da Telexfree no Brasil) comprou em outubro de 2012 todas as cotas do Hotel Design Tijuca, que seria construído pela Tijuca Design Hotel SPE no Rio de Janeiro.
O negócio foi fechado por R$ 32,25 milhões, dos quais R$ 22 milhões deveriam ser pagos em 24 parcelas de cerca de R$ 900 mil.
Em junho, entretanto, as contas da Telexfree e de seus sócios foram bloqueadas a pedido do Ministério Público do Acre (MP-AC), que acusa a companhia de ser uma pirâmide financeira com cerca de 1 milhão de membros.

TELEXFREE CONSEGUE VITÓRIA NA JUSTIÇA

CORREIO
telexfreeA Telexfree vai ter duas novas chances de conseguir o desbloqueio de seus negócios em Brasília, onde já sofreu quatro derrotas. Segundo reportagem do iG, no último dia 20 o Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) deu sinal verde para que recursos especial e extraordinário da Telexfree sejam avaliados respectivamente pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Apesar de permitir o andamento do processo, a desembargadora Cezariente Angelim recusou o pedido de liberação imediata tanto das contas quanto das atividades da Telexfree.
A expectativa é de que os recursos cheguem a Brasília ainda esta semana, mas antes de serem julgados ainda vão passar por um filtro dos próprios integrantes dos dois tribunais. Um pedido anterior já foi negado no STJ, pela ministra Isabel Galloti, e o novo recurso tem poucas chances, diz a reportagem.
Mas com a decisão favorável do TJ-AC, a Telexfree já pode voltar a tentar em Brasília e liberação imediata das atividades da empresa. Em agosto, os advogados tentaram fazer isso – na ocasião, a ministra Isabel, do STJ, e o ministro Luis Roberto Barroso, do STF, não aceitaram o pedido explicando que não podiam tomar outra decisão antes do TJ-AC autorizar a chegada dos recursos a Brasília.
A empresa é acusada de se valer de um esquema de pirâmide financeira, que é proibido no Brasil.
Contas bloqueadas
As contas da Telexfree estão bloqueadas há 106 dias desde pedido do Ministério Público do Acre (MP-AC). O congelamento é para conseguir ressarcir os colaboradores que investigaram no negócio.
A empresa nega ser um esquema de pirâmide e diz que atua no mercado de telefonia VoIP por meio de marketing multinível.

TELEXFREE ENTRA COM PEDIDO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL

G1
A Ympactus Comercial, conhecida pelo nome fantasia Telexfree, entrou com pedido de recuperação judicial, informou a empresa por meio de comunicado em sua página no Facebook. Segundo a nota, a medida “visa proteger seus divulgadores e a empresa no Brasil”.
Procurado, o advogado da empresa, Horst Fuchs, afirmou que o pedido foi protocolado na quinta-feira (19) na Justiça do Espírito Santo, mas não informou o valor da dívida.
“Vai ser divulgada uma nota sobre o assunto e o diretor Carlos Costa também fará um esclarecimento em vídeo aos divulgadores”, disse o advogado, sem dar mais detalhes sobre a medida tomada pela empresa para tentar garantir o pagamento de seus credores.
Telexfree é investigada por suspeita de pirâmide financeira e está com as atividades e as contas bloqueadas, a pedido do Ministério Público do Acre (MP-AC).
 

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