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:: ‘tecnologia’

PARCERIA ENTRE TPI E IFBA VISA CRIAÇÃO DE NOVO PROGRAMA DE GERENCIAMENTO

Representantes do Ifba e do Teatro Popular, durante reunião. Foto: Karoline Vital.

Representantes do Ifba e do Teatro Popular, durante reunião. Foto: Karoline Vital.

O Teatro Popular de Ilhéus e o Instituto Federal da Bahia (Ifba) Campus Ilhéus, firmaram parceria para criação de um novo programa de gerenciamento de público. O software será desenvolvido pelo aluno do curso Técnico em Informática, Almir Souza. Orientado pelo professor Regilan Silva, o produto fará parte do trabalho de conclusão de curso do estudante. Através da parceria, será possível organizar os dados para traçar o perfil dos frequentadores da Tenda TPI.
O primeiro contato entre os membros do Ifba e TPI serviu para apresentar a atual rotina de funcionamento da Tenda e recursos disponíveis e demandas. De acordo com o professor Regilan, a fase de levantamento é a espinha dorsal do programa que será criado. “Primeiramente, precisamos fazer a análise de dados para estabelecermos o que é possível ser feito”, afirmou.
Para o coordenador administrativo do Teatro Popular de Ilhéus, Antônio Melo, a parceria com o Ifba auxiliará na organização da bilheteria como um todo e na criação de relatórios estatísticos de público. “Entendendo as rotinas e preferências daqueles que vêm à Tenda, poderemos direcionar as atividades e personalizar os atendimentos, principalmente aos titulares do nosso programa de fidelidade, o Cartão TPI”, declarou.
O estudante do quarto módulo direcionará as 160 horas de atividades práticas profissionais, obrigatórias para a conclusão do curso Técnico em Informática, à criação do novo software. O objetivo é que o produto desenvolvido por Almir Souza possa servir também como modelo para outros grupos que administram espaços culturais.
No ano de 2013, o Teatro Popular de Ilhéus captou, aproximadamente, 690 mil reais em recursos públicos e privados. A intenção do grupo é cadastrar mais de mil pessoas no Cartão TPI até dezembro. Além disso, no próximo mês, será feita uma pesquisa pública a fim de entender as preferências e conceitos de lazer.  “Com o programa desenvolvido pelo aluno do Ifba, será possível otimizar o gerenciamento dos dados e recursos”, complementou Romualdo Lisboa.

EMPRESA DE ILHÉUS CRIA APLICATIVO DE SUCESSO

ziggA Startup IPSOFT, empresa de tecnologia de informação de Ilhéus, criou um aplicativo para smartphones que está dando o que falar.
O ZIGGNOW, como foi batizado, oculta fotos e vídeos da galeria do celular, faz falsas chamadas para o próprio smartphone, envia falsos sms, bloqueia ligações indesejadas e cumpre outras funções.
É possível ocultar o ZIGGNOW da lista de aplicativos do aparelho telefônico, acessando-o apenas por meio da realização de uma falsa chamada, onde uma senha previamente cadastrada pelo usuário é digitada, antecedida de dois símbolos de asteriscos (**).
Segundo Bruno Abreu, um dos Diretores da IPSOFT, o aplicativo foi criado pensando na privacidade do usuário, que pode ter seu aparelho furtado ou apanhado por pessoa estranha e ter acesso a fotos, vídeos e outros dados comprometedores.
“O aplicativo promove mais liberdade para o usuário em relação ao uso da sua galeria, principalmente. Mesmo que estranhos tentem visualizar suas fotos, vídeos e, futuramente, arquivos, eles não vão conseguir. Nem mesmo usando programas de terceiros! Vários recursos como bloquear chamadas de números que não estão na agenda de contatos e números ocultos são extremamente úteis! Além disso, pode ser que vários relacionamentos sejam preservados”, brinca Bruno.
Por enquanto, o aplicativo está disponível apenas para aparelhos com Android, mas já está em desenvolvimento a versão para IOS (Apple) e Windows Phone.
Outras funções têm sido acrescentadas a cada dia. Em menos de uma semana, o ZIGGNOW superou a marca de 2000 downloads na Play Store.
O download do aplicativo é gratuito e pode ser feito ao clicar aqui.

USUÁRIOS PODEM COLOCAR CRÉDITO NO CELULAR VIA FACEBOOK

facebookAs operadoras de telefonia estão investindo em avanços tecnológicos para facilitar a vida dos usuários. A mais recente iniciativa é da Oi, que acaba de lançar o aplicativo de recarga para celular pré-pago no Facebook. O programa permite que o cliente recarregue qualquer aparelho da operadora usando um cartão de crédito das bandeiras Dinners, Elo, Mastecard e Visa.
O valor mínimo é de R$10 e o máximo varia de acordo com o perfil do cliente, pelo histórico da recarga. O aplicativo pode ser acessado pela aba “Oi Recarga”, na fanpage da empresa no Facebook (www.facebook.com/OiOficial).
Porém, a pioneira em oferecer o serviço de recarga por meio do Facebook foi a Vivo, que lançou o aplicativo em setembro de 2012. As opções de compra vão de R$5 a R$ 100 e a transação deve ser feita por cartão de crédito, dentro do sistema da empresa de pagamentos online PayPal, que protege e monitora as operações por meio de um sistema antifraude. Além das empresas Oi e Vivo, as operadoras Claro e Tim também já implementaram os seus sistemas de recarga.

75% DOS APLICATIVOS LEVAM RISCO AOS DADOS DOS USUÁRIOS

aplicativosO estudo do N-Stalker Labs, laboratório de investigação da N-Stalker, especializada em segurança de aplicações web, analisou mais de mil aplicativos web, em organizações de diferentes segmentos da indústria, sendo 50% US/Canada, 30% Europa e 20% de outros países, em 2012 e 2013.
Os resultados são preocupantes: foram encontradas, em média, 40 vulnerabilidades por aplicativo; 75% dos aplicativos possuíam falhas críticas e 50% tinham pelo menos uma falha no padrão aberto e disponível para desenvolvedores, o Open Web Application Security Project – OWASP. A maior incidência de vulnerabilidades foi encontrada no comércio eletrônico.
Segundo o pesquisador e CTO da N-Stalker, Thiago Zaninotti, que coordenou a pesquisa, em todas as aplicações existiam oportunidade de melhorias na segurança. Mesmo assim, 60% das organizações só realizaram testes depois de incidentes e, destas, 20% já sabiam dos problemas antes dos testes. “Percebemos que há problemas em toda a fase de desenvolvimento dos aplicativos web,” comenta.
As três principais vulnerabilidades encontradas nos apps foram: cross-site scripting ou XSS (refletido e baseado na especificação DOM ou modelo de objetos de documentos, da W3C que padroniza a www); exposição de informações sensíveis e controle de acesso insuficiente. Zaninotti explica que as vulnerabilidades XSS ativam ataques maliciosos ao permitir a manipulação de páginas web e a injeção de instruções de script que são executadas no computador do próprio usuário.
“A exploração de vulnerabilidade cross-site (XSS) permite que atacantes executem scripts no navegador de usuários para obter dados confidenciais, sequestrar sessões, redirecioná-los para sites maliciosos etc.”, explica e acrescenta: “a segunda vulnerabilidade mais encontrada em apps expõe informações sensíveis como dados de cartões de crédito e de credenciais de autenticação, o que permite roubar a identidade de usuários, fraudar cartões de crédito, entre outros crimes. Já o controle de acesso insuficiente pode facilitar o acesso a perfis de usuários sem a necessidade de credenciais ou até mesmo a funcionalidades administrativas dos aplicativos, permitindo o roubo de dados sensíveis ou confidenciais”, finaliza o pesquisador.

SAMSUNG GALAXY S3 EXPLODE E QUEIMA PERNA DE MULHER

O GLOBO
Samsung-Galaxy-S3-explodido (1)
Um smartphone Samsung Galaxy S3 explodiu no bolso de uma jovem suíça de 18 anos, causando-lhe queimaduras de segundo e terceiro graus na coxa direita.
Segundo o jornal suíço “Le Matin”, Fanny Schlatter, aprendiz de pintora, declarou que teve sua calça rasgada pela combustão do S3. Primeiramente ela ouviu uma explosão parecida com a de fogos de artifício, sentindo logo depois cheiro de substâncias químicas. Em seguida, suas calças pegaram fogo, no que foi acudida por sua chefe, Stephane Kubler, e por colegas de trabalho, que, quando chegaram até a vítima, já tinha chamas chegando à altura dos ombros.
“Levaram-me às pressas para o banheiro e apagaram o fogo. Por sorte estava com o cabelo preso e o fogo não chegou a atingir meu suéter”, disse ao “Daily Mail” a jovem, que diz pretender processar a fabricante sul-coreana.
“Assim que pudermos examinar o produto em questão, conduziremos um exame minucioso para determinar a causa exata deste incidente. Gostaríamos de assegurar a nossos clientes que sempre aplicamos cuidadoso controle de qualidade e padrões de segurança para assegurar uma experiência segura e agradável ao nosso usuário”, declarou em comunicado um porta-voz da Samsung.
Bem, seguras e agradáveis certamente não foram cinco experiências anteriores semelhantes ocorridas com usuários de smartphones Samsung. Segundo o “International Business Times”, ainda em julho, Sara Shurrab, de AbuDhabi, teve o S4 incendiado e chegou a um acordo amigável com a Samsung. Em maio, mais um S3 se incendiou, desta vez enquanto carregava, queimando o polegar do usuário que tocou no plástico derretido. Em fevereiro de 2013, um sul-coreano de 55 anos em Incheon teve problema semelhante com seu phablet Galaxy Note. Também na Coreia do Sul, em Gwangju, em março de 2012, um jovem estudante teve seu S2 incendiado. Em junho de 2012, um usuário irlandês teve seu S3 também incendiado.



dom eduardo

lm mudancas













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