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:: ‘teatro municipal de Ilhéus’

ESPETÁCULO O SANTO E A PORCA SERÁ APRESENTADO NO TEATRO MUNICIPAL

O espetáculo “O santo e a porca”, um dos clássicos do dramaturgo, escritor e poeta paraibano Ariano Suassuna, será apresentado nesta sexta-feira, 12, a partir das 20 horas, no Teatro Municipal de Ilhéus. “O santo e a porca” será remontagem pela Cia. Acordada de Teatro, sob a direção de Ivana Nístico. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10.

Com indicação ao prêmio Brasken-2017, “O santo e a porca” retrata o cotidiano de uma família tradicional do interior do sertão brasileiro, com trama costurada em sequência de acontecimentos cômicos e muitas reviravoltas.

De acordo com a produção do espetáculo, os personagens representam diferentes classes sociais e existe critica a vida difícil do nordeste do Brasil. O tema gira em torno da avareza, pois o impasse se dá quando o protagonista, o velho Euricão Arábe, pensa que irá perder todo o dinheiro que guardava numa porca de madeira.

O Santo e a Porca  tem ainda a participação de Caroba, preparação vocal de Lucas Moreira, ator que dá vida a Eudoro, e ainda: Eloah Monteiro como Benona, Larissa Paixão como Margarida, Martin Pigni como cozinheiro e sonoplasta, Pedro Ivo Carelli como Dodó, Ed Paixão como Euricão Arábe e Mateo Crevatin como Pinhão.

“POR ISSO FUI EMBORA” EM CARTAZ NO TEATRO MUNICIPAL

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A peça “Por Isso Fui Embora”, dirigida por Regis Faria, conta os desalinhos da vida de Martin (Joaquim Lopes), que vive uma vida conjugal estática e tendente ao conformismo com Pérola (Juliana Knust). Martin conhece Cyres (Camila Lucciola), uma cantora e poetisa que vive às confidências com Joker (Flávio Rocha) em um bar, entregues aos prazeres e despudores da vida noturna. Cansado da pasmaceira emocional, Martin encanta-se com a possibilidade de aventura que tem com Cires e encontra respostas para sua crise existencial. Pérola sente-se traída, mas acaba por achar um novo rumo para sua vida, igualmente.

Quem deixa quem, quando o liame entre duas pessoas simplesmente acaba? Essa é uma boa questão suscitada pela trama. É possível perder-se em tantos questionamentos relacionais e de convívio que são propostos. O sexo acaba sendo o fiel da balança entre os dois relacionamentos de Martin. A novidade versus a mesmice. O dinâmico versus o monótono. Todos nós já passamos por dilema parecido e é por isso que a peça interessa. Apesar de não haver pirotecnias, o que se encontra no palco é pura vida.

Destaque para a personagem de Camila Lucciola, que dá muita margem para um trabalho desenvolto da atriz. Pode-se dizer que os atores possuem um tônus muscular-afetivo evidente, apesar de estarem ainda esquentando em relação às vicissitudes do texto e das ações cênicas. O visagismo da peça é simples, porém eficaz: há elementos que ajudam a trazer a atenção do público para a história ali vivida, como a coleção de colherzinhas, os patins e a projeção do peixe de estimação. Contudo, uma das maiores vitórias do espetáculo é sua trilha sonora, composta por músicas com muito apelo, em versões pouco conhecidas e com arranjos que caem perfeitamente bem na atmosfera urbana e moderna da trama.

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PALESTRA SOBRE CARYBÉ E JORGE AMADO

expo
Será realizada hoje (27), a partir das 17h, na Academia de Letras de Ilhéus, palestra com Solange Bernabó, curadora da exposição “100 x 100 Carybé Ilustra Jorge Amado”.
A iniciativa faz parte do projeto que acontece em Ilhéus entre os dias 27 de junho e 27 de julho, no Teatro Municipal.
A exposição  é uma realização do Instituto Carybé, em parceria com a Hasta la Luna Iniciativas Culturais e tem apoio da Fundação Casa de Jorge Amado e patrocínio do Grupo LM, através da Lei Rouanet.

ACESSIBILIDADE INEXISTENTE

Cadeirante teve que ser carregado para poder assistir sessão na câmara

Cadeirante teve que ser carregado para poder assistir sessão na câmara

Acessibilidade e prédios públicos parecem ser palavras rivais. Pelo menos é o que se percebe em Ilhéus, em alguns casos.
Vejamos a câmara de vereadores. Desde novembro de 2011 o elevador que dá acesso aos andares superiores está sem funcionar. Com isso, alguém com dificuldades de locomoção, seja temporária ou permanente, caso queira assistir as sessões, terá que ser carregado.
Uma contradição, ante os preceitos democráticos que supostamente regem a casa. Pelo visto, a exclusão fincou bandeira por lá. Lamentável.
Destaque negativo também para o Teatro Municipal de Ilhéus.
Se o acesso à cultura é um direito constitucional, isso não se aplica ao espaço, que, com alguns vãos de escada, sem rampas de acesso e nem elevadores, afugentam cadeirantes e afins, que por ventura quiserem desfrutar de uma apresentação no local.
São coisas da nossa querida Ilhéus.





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