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:: ‘tabagismo’

COM ARGUMENTO DE EVITAR DEMISSÕES, MINISTRA SUSPENDE PROIBIÇÃO A CIGARRO COM SABOR

cigarrosA proibição da venda de cigarros de sabor determinada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi suspensa pela ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber.
A decisão foi publicada no Diário de Justiça Eletrônico nesta quarta-feira (18), e, segundo a magistrada, a proibição representa “perigo imediato do fechamento de fábricas e da demissão em massa de trabalhadores”.
Dessa maneira, fica assegurado comércio desse tipo de cigarro em todo o país até que o plenário do Supremo se manifeste sobre o tema, o que não tem data para ocorrer.
A ministra Rosa Weber tomou a decisão após analisar um pedido da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que apontou ilegalidade na regra.
A outrora determinação da Anvisa levou em consideração o número de marcas de cigarro com sabor disponíveis no mercado que quase dobrou entre 2007 e 2010 (de 21 para 40).
A agência havia informado que cerca de 600 aditivos são usados na fabricação de cigarros, com 10% da massa do produto composta por aditivos.
A meta da proibição seria reduzir o consumo de cigarro entre os mais jovens.

FUMANTES GASTAM MAIS DINHEIRO COM CIGARRO DO QUE COM COMIDA

fumanoPasso fome, mas não deixo de comprar meus cigarretes.
Essa parece ser a lógica da maioria dos tabagistas brasileiros, de acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado hoje, Dia Mundial Sem Tabaco.
Segundo o estudo, os consumidores gastam com o cigarro o dobro do que usam para comprar arroz e feijão. “1,20% da renda média é gasta com cigarro. É um número representativo se se olhar o gasto com arroz e feijão, que é a metade disso, só 0,60%”, afirmou o economista André Braz, que capitaneou a pesquisa.
Braz explicou que os gastos sempre tiveram peso relevante (acima de 1%), mas ficaram estáveis nos últimos dez anos porque quem gosta de fumar não abre mão do cigarro. Braz esclareceu que, apesar da queda no número de fumantes, o peso dos gastos permanece em destaque por causa da elevação do preço do produto. “O governo implementou uma política de aumento de imposto do produto para desestimular, então ainda que o número de fumantes seja em menor grupo, sustenta o vício a um preço maior”, disse.
De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), na população com mais de 15 anos de idade, o consumo de cigarros no Brasil caiu de 32 %, em 1989, para 17% em 2008. Os 17% correspondem a 25 milhões de fumantes.


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cristina frey

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