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:: ‘seca’

MUNICÍPIOS DO SEMIÁRIDO BAIANO ATINGIDOS PELA SECA RECEBEM EQUIPAMENTOS

seca
O governador em exercício e secretário da Infraestrutura, Otto Alencar, entregou na manhã desta sexta-feira (24), em Feira de Santana, 232 equipamentos, sendo 40 caminhões-pipa, 116 pás-carregadeiras, 76 caminhões-caçambas, que servirão aos municípios baianos, principalmente os do semiárido.
“Todos os equipamentos que foram entregues irão ajudar os municípios da região, principalmente os que mais sofrem com a estiagem”, afirmou Otto, que também visitou as obras do aeroporto de Feira de Santana e assinou ordem de serviço para a construção da rodovia que irá interligar a avenida Contorno e o aeroporto, localizada na BA-503.
Segundo o governador em exercício, até o fim deste ano, o aeroporto já contará com voos regulares. No entanto, ainda não há previsão do número de voos e se serão diários ou semanais. “Vai depender da análise da demanda, mas Feira de Santana e as cidades localizadas ao seu redor possuem mais de um milhão de habitantes, o que valida a necessidade de um aeroporto que faça jus à região”.

SECA NA BAHIA JÁ MATOU 1 MILHÃO DE BOIS

boi mortoUm rebanho dizimado por falta de água e de pasto. O número de bois mortos por causa da seca no Semiárido baiano chegou a um milhão, de acordo com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb). A estimativa é que apenas o rabanho perdido nos últimos três anos – cerca de um terço do original, de três milhões de bovinos – causou um prejuízo aos produtores baianos de R$ 800 milhões, considerando o custo por cabeça de gado de R$ 800. 

Com a morte dos bovinos, a produção de leite foi afetada, com queda de 70% na região, chegando a 100% em alguns municípios. A criação de caprinos também  está sofrendo e a agricultura está destruída, o que causou uma elevação nos preços dos alimentos básicos. Por conta da seca, a cesta básica de Salvador teve a segunda maior alta acumulada do país nos últimos 12 meses, de acordo com o Dieese. A previsão é que a estiagem continue, pelo menos, até novembro, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

“Chegamos ao ápice da seca. O produtor de bovinos não tem mais reservas de alimento e não existe mais comércio, porque ninguém quer o gado seco”, diz Humberto Miranda, vice-presidente da Faeb e presidente do Sindicato Rural de Miguel Calmon. Miranda perdeu 40 cabeças de gado de 400 e viu sua produção de leite cair 50% – de 700 litros por dia para 350 litros. Também em Miguel Calmon, o produtor Daniel Ramos estima que perdeu 35% do rebanho que mantinha em 2012 e 60% da produção de leite. “A região tá acabada. O capim morreu todo. A situação é a pior possível. Não tem comida e pastos para os animais. A gente não vê saída”, lamenta Ramos.  

Clique aqui para ver toda a matéria do Correio.

BAHIA: MAIS UMA CIDADE CANCELA SÃO JOÃO POR CAUSA DA SECA

seca
Mais uma cidade baiana anuncia oficialmente que não realizará os festejos juninos devido a seca que assola o estado. Após a iniciativa da prefeitura de São Gonçalo dos Campos, na região de Feira de Santana, dessa vez foi Guanambi, no sudoeste baiano.
O anúncio foi feito nessa sexta-feira (19).
Segundo as informações do prefeito Charles Fernandes (PP), os moradores foram consultados e, em decisão conjunta, ficou acertado que os valores que seriam gastos nas festas serão destinados a medidas de combate à estiagem.
“Foram três motivos. O primeiro é que a arrecadação foi bastante afetada com a isenções de impostos. Segundo, o município de São Gonçalo está negociando uma dívida com o INSS de R$ 35 milhões. O terceiro, e principal motivo, é a grande seca que estamos passando há cerca de dois anos. A previsão de chuva para esse ano não é animadora”, relatou o administrador da cidade, Antônio Cardozo (PSD).

GEDDEL USA A SECA NO ESTADO PARA ATACAR WAGNER

BAHIA 247
Montagem do Brasil 247.

Montagem do Brasil 247.

Pré-candidato ao governo do estado pelo PMDB, o vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa, Geddel Vieira Lima, detalha os “erros” e a falta de planejamento do ex-aliado Jaques Wagner (PT) para o enfrentamento da seca que assola o Nordeste e castiga mais da metade dos municípios da Bahia há dois anos.
Em entrevista à rádio Tudo FM, Geddel disse que enquanto ministro da Integração Nacional (deixou a pasta em 2009), a Bahia foi o único estado nordestino a não apresentar projetos de combate à estiagem.
Segundo o peemedebista, “o pouco” que o governo fez foi de forma equivocada. “Em 2005 a Bahia tinha um Plano Estadual de Recursos Hídricos, que identificou 215 reservatórios com capacidade para algo em torno de 100 mil metros cúbicos de água e mais 24 reservatórios com capacidade de acumulação acima de 25 milhões de metros cúbicos, incluindo Sobradinho e Itaparica.
E previa a construção, de 2007 a 2020, de cerca de seis outros reservatórios com custo estimado de R$ 640 milhões de reais. Algo muito aquém de muitas das obras que têm sido anunciadas com certo estardalhaço e que, apesar de não saírem do papel, mostram, ao meu ver, um certo equívoco na sua prioridade”.

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dom eduardo

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