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:: ‘rolezinho’

MARCAS DE GRIFE TÊM VERGONHA DE SEUS CLIENTES MAIS POBRES, AFIRMA INSTITUTO

UOL
Jovens da periferia, participantes de rolezinhos, usam grifes famosas e caras.

Jovens da periferia, participantes de rolezinhos, usam grifes famosas e caras.

Os rolezinhos (encontros de jovens da periferia em locais frequentados pela classe média alta) causaram barulho não somente nos shoppings, mas no mercado das marcas de luxo. Algumas delas consultaram o Instituto Data Popular, especializado em dados de mercado desse segmento, para pedir orientações de como desvencilhar sua imagem dos frequentadores das reuniões.
“Boa parte das marcas tem vergonha de seus clientes mais pobres. São marcas que historicamente foram posicionadas para a elite e o consumidor que compra exclusividade pode não estar muito feliz com essa democratização do consumo”, disse Renato Meirelles, diretor do Data Popular.
“Algumas empresas me procuraram dizendo ‘minha marca está virando letra de música, febre na periferia e não quero estar associado a esse pessoal'”, disse.
Segundo Meirelles, antes de qualquer mudança, ele orienta a empresa a entender o motivo desse público procurar por sua marca.
Além das empresas preocupadas com a associação, outras que viram o aumento da renda da classe C como uma grande oportunidade de negócio também consultaram o Data Popular para saber como atingir esse público.
“Depois da consultoria, duas marcas ainda insistiram em se descolar da classe C, enquanto outras quatro quiseram entrar”, afirma Meirelles.

EM QUADRINHOS, A DESCONCERTANTE LÓGICA DO ROLEZINHO

rolezinho

ROLEZINHO NO SHOPPING DE ILHÉUS

Rolezinho? Foto: reprodução google street view.

Rolezinho? Foto: reprodução google street view.

Movimento surgido espontaneamente em shoppings de São Paulo, o “rolezinho” tem a intenção de marcar encontros nesses centros comerciais para integrar a juventude negra e pobre num espaço dominado pela classe média, branca e, quase sempre, preconceituosa.
Os “rolezinhos” assustam os frequentadores rotineiros dos shoppings paulistas. Apesar de nunca ter sido registrado furto, depredação ou outra atitude violenta durante os encontros, os centros de compras têm reforçado a vigilância e até impedido, judicialmente, a realização dos “rolés”, veja aqui.
Precisa nem dizer que, em Ilhéus, não tem shopping. Ainda assim, numa resenha na rede social facebook, um grupo tem promovido um “rolezinho” no shopping popular, localizado no Centro da cidade, próximo ao terminal urbano.
Por lá, nada de lojas caras, praça de alimentação ou qualquer coisa do tipo, mas a diversidade é grande, principalmente de produtos chineses.



dom eduardo

lm mudancas













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