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:: ‘opinião’

A FAVELIZAÇÃO DAS UNIVERSIDADES ESTADUAIS NO BRASIL

Por Reginaldo de Souza Silva, Prof. Dr., membro do Fórum Estadual de Educação da Bahia | reginaldoprof@yahoo.com.br

professorA mercê da indicação/interferência dos governadores, o baixo repasse de recursos orçamentários impede a manutenção e/ou mesmo a sobrevivência e expansão com qualidade das instituições estaduais. Com o discurso da expansão das instituições federais os governos estaduais estão abandonando ou deixando a míngua suas instituições de ensino superior.

Enquanto o governo ostenta um chamado “mega” investimento em instituições federais de ensino superior, contestado pelo ANDES – Sindicato Nacional, as universidades estaduais, em sua grande maioria, amargam o abandono daquele nível da educação que deveria ser, segundo a Constituição Brasileira, de responsabilidade do governo federal.
Com um déficit gigantesco o Brasil tenta se inserir no mundo globalizado, caminhando para ser a quinta economia mundial, amargando indicadores vergonhosos de educação. Realidades absurdas e contrastantes podem ser verificadas neste imenso país, da primeira etapa da educação básica (ed. Infantil à educação superior). Falta de professores, má formação, remuneração e condições de trabalho; número de funcionários e qualificados insuficientes, que lutam e amargam contra a ingerência politica com a “venda/atribuição de cargos” nas mãos de governadores, prefeitos, deputados e vereadores.
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50 ANOS DE 31 DE MARÇO DE 1964 E O BRASIL DE HOJE

Julio Cezar de Oliveira Gomes, professor de história e graduado em direito

Julio Cezar de Oliveira Gomes é professor, graduado em História; e advogado, graduado em Direito, ambos pela UESC .

Entretanto, o que há de novo neste aniversário de 31 de março de 1964 não é a comemoração dos militares, que sempre a fizeram, de forma mais ou menos ostensiva, mas um clamor pela volta dos militares ao poder, que ecoou fortemente por todos os meios de comunicação.

Para uns, golpe. Para outros, revolução. O fato é que há cinquenta anos um movimento militar arrancou o Presidente João Goulart do Palácio do Planalto e impôs àquele Brasil um governo composto por uma estranha junta militar.
O resto da história, já se sabe. O regime de exceção se impôs pela força das armas e da máquina governamental por vinte e cinco longos anos, até que sob a pressão da imensa maioria dos brasileiros pelo fim da Ditadura, foi eleito, de forma indireta, um presidente civil, em 1985; e depois promulgada a Constituição de 1988, pondo fim ao Período Militar.
Entretanto, o que há de novo neste aniversário de 31 de março de 1964 não é a comemoração dos militares, que sempre a fizeram, de forma mais ou menos ostensiva, mas um clamor pela volta dos militares ao poder, que ecoou fortemente por todos os meios de comunicação.
Causa estranheza que em um Brasil muito mais desenvolvido economicamente, muito mais escolarizado e com chances de ascensão social infinitamente maior do que as que existiam na década de 1960, 70 e 80, este clamor tenha sido ouvido. Mas foi.

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CONFUSÃO IDEOLÓGICA: E VOCÊ, SAMBA DE QUE LADO?

LAPSO CAVALCANTE
confuso
Uma das piores mazelas que pode acometer o ser humano é a sua indefinição ideológica. Porém, há de se deixar claro, isso não quer dizer que as pessoas devam permanecer sempre com as mesmas ideias para todo o sempre. O mudar é natural, é um processo evolutivo. Mas, em compensação, ser um desbaratinado ideológico, dançando conforme o hit do momento, é algo que, pelo menos ao nosso entendimento, é digno de lamentações.
Tem gente que consegue a proeza de se contradizer em pouquíssimo tempo, agindo como uma espécie de camaleão faminto, que muda de cor a depender de onde esteja a sua fonte de comida. Isso, aos sentidos dos leigos, pode soar como algo natural. Mas não é. E, a depender de onde essa vulgaridade de princípios se manifeste, o protagonista em questão assume o papel de ridículo bobo da corte, servindo à interesses que, sob à otica da coletividade, são altamente nocivos e execráveis.
E segue o biruta das sensações contraditórias: Bate aqui, sopra acolá, baba o ovo daqui, esperneia mais a frente, que nem menino amarelo que não teve os caprichos atendidos pela mamãe.
E como diria o saudoso Speed: “A maldade dos outros não é nada. E sim, a imaturidade”.

QUANDO ENCURRALADA, A DIREITA MOSTRA A CARA HOMOFÓBICA

Por Gabriel Nascimento, professor

gabriel artigoA contraofensiva do deputado permite dizer que o enquadramento político da direita vive ainda sob o signo do coronelismo, onde não há argumentação, manda quem pode e obedece quem tem juízo, como sempre foi. Vivem ainda sob a égide de uma sociedade autoritária que se redemocratizou, mas é prejudicada todos os dias pela perpetuação de práticas coronelistas, clientelistas e fisiologistas que abastecem dia após dia um eleitorado conservador (mesmo entre os vulneráveis sociais).

Não é difícil arrancar um gesto de ódio de classe, xenofobia, racismo e homofobia de um membro da direita brasileira. Basta pressionar, bater na tecla e encurralar. Nenhum deles consegue aguentar o debate público e, na falta de uma argumentação sólida, o jeito é partir para a agressão. Foi assim com o senador Álvaro Dias que chamou o Bolsa família de “Bolsa esmola”, foi assim com Jair Bolsonaro, Marco Feliciano e muitos outros.
A agressão da vez foi a do deputado estadual Bruno Reis (PRP), fiel escudeiro da família ACM e assessor direto do deputado federal ACM Neto (DEM-BA). Questionado por mim em uma rede social sobre envolvimento em esquema flagrado pela operação Octopus da Polícia Federal, o nobre deputado não pensou duas vezes: desfilou o veneno homofóbico de quem representa interesses conservadores que há muito deviam deixar de existir em qualquer civilização com princípios de defesa aos direitos humanos.

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DISTRITO DE BANCO CENTRAL ESTÁ NO ESCURO

Por Gabriel Nascimento, professor
gabriel artigoBanco Central é um desses distritos de Ilhéus e também curral eleitoral jabista. Lá, por diversas vezes, acompanhei a incursão jabista que sempre foi determinante: as atitudes de coronel, o que continua sendo, e o profundo esquecimento que o povoado recebeu desse gestor em toda sua história. Sou ainda da época que existia cacau e que o escoamento de fato era uma realidade. 
Um dos currais eleitorais mais preponderantes para a vitória de Jabes na última eleição foi a zona rural. Os mais de 30 distritos e subdistritos pertencentes ao município também foram os que mais sofreram com as mazelas herdadas do jabismo e que tiveram continuidade nas últimas gestões. Últimas gestões que, pode-se dizer, foram jabistas ou neojabistas, como queiram chamar, desde que jabismo signifique atraso.
Tudo isso inclui dizer, aliás, que aquele jovem político que surgiu décadas atrás chamado Jabes Ribeiro e que representava uma alternativa para Ilhéus, hoje é claramente visto como um dos maiores fracassos da cidade em sua história. Fracasso administrativo, fracasso na negociação com os diversos setores, total fracasso. Sou do tempo que, ainda criança no distrito de Banco Central, acompanhei a gestão de Jabes perseguindo professores. Hoje quando vejo o nosso ex-jovem político fazendo o mesmo com os funcionários públicos, fico a pensar que nosso atraso é muito maior do que parece. É um atraso cultural fomentado por esses fantasmas filhotes dos governos militares, das elites atrasadas e provincianas e de um clero falso moralista que há mais de 500 anos chegou aqui em caravelas. O jovem político logo se tornou um emblemático filhote do carlismo, do fisiologismo puro que vai de partido a partido (de direita) buscando se associar a quem está ganhando. Dessa vez no Partido Progressista, uma espécie de seita ainda viva e apoiadora do que é mais conservador e atrasado nesse país. Esse é o partido de Jabes, aquele jovem político.
Banco Central é um desses distritos de Ilhéus e também curral eleitoral jabista. Lá, por diversas vezes, acompanhei a incursão jabista que sempre foi determinante: as atitudes de coronel, o que continua sendo, e o profundo esquecimento que o povoado recebeu desse gestor em toda sua história. Sou ainda da época que existia cacau e que o escoamento de fato era uma realidade. O esquecimento que o distrito recebia era tanto que, no auge da crise do cacau, o escoamento era feito em cidades como Ubaitaba e Ubatã, por causa da estrada. A estrada (como mostrado recentemente pelo Ilhéus24horas) continua a mesma coisa. O total esquecimento foi prática recorrente desde os governos jabistas até a atualidade. Nunca houve uma alternativa diferente eleita em Ilhéus, senão esse atraso retumbante. Durante a campanha eleitoral de 2013, o atual alcaide, então candidato, nem se importou em dar atenção exagerada ao distrito, pois sabia que aquele era oportunamente um de seus mais importantes currais de cabeça, dado a quantidade pequena de eleitores e o conservadorismo ali presente. Também não houve dificuldade porque os mesmos candidatos a vereadores que faziam parte da aliança de oposição a Jabes, capitaneada pela candidata Carmelita Oliveira (PT) tinham cabos eleitorais pedindo voto, às escondidas, para Jabes. Um deles foi o candidato Gilmar Sodré, o “Liquinha”, na época pelo PMN. Possivelmente, essa foi uma das pedras no calcanhar de Carmelita.
O fato é que agora voltamos à estaca zero, com o mesmo coronel de sempre, o mesmo professor que abandonou as aulas na UESC e nunca mais voltou e o mesmo fisiologista que somente acredita no poder pelo poder (vide o apoio ao governador Jaques Wagner, para poder indicar cargos), voltando agora para acabar sua reforma do atraso com mais atraso. Sem médico, enfermeira, professores e com uma estrada ruim e atuação ineficiente do legislativo ilheense, Banco Central pode servir de prova à constatação de que, se Ilhéus está no escuro nessa gestão tragicômica, em Banco Central, há mais de 70 quilômetros da zona urbana, nenhuma luz chegou, graças a uma herança de chumbo da esquizofrenia política desse velho novo político da direita mais atrasada do Brasil. 

TODA MULHER É UMA PUTA

DE PROPÓSITO
Pra refletir
mulherrToda mulher é uma puta. Inclusive a sua mãe. Toda mulher é uma puta. Inclusive a sua. Toda mulher é uma puta. Inclusive. Toda mulher é uma puta, até que se prove o contrário. Toda mulher é uma puta e cobra barato. Toda mulher é uma puta e tem seu valor. Toda mulher é uma puta e merece respeito. Toda mulher é uma puta, graças a Deus.
Toda mulher é uma puta. Quando dá na primeira noite. Quando não dá no primeiro encontro. Quando dá o cu. E quando não dá também. Toda mulher é uma puta se posa pelada. Se sai de sainha. Se sai sem calcinha. Toda mulher é uma puta quando finge o orgasmo. Quando cospe. E quando engole também. Toda mulher é uma puta chupando buceta.
Toda mulher é uma puta maldita quando fecha as pernas pra você. Toda mulher é uma puta desbocada quando fala palavrão. Atrevida quando te desafia. Sem-vergonha quando dá mole, quando dá de quatro, quando dá motivo. Quando apanha. Calada. E quando apanha. Gritando. E quando denuncia. Quando enfrenta. Quando reage. Puta mãe solteira. Quando faz um aborto, quando tira o útero. Quando joga a criança no lixo. Puta.
Toda mulher é uma puta se senta de perna aberta, se peida, se arrota, se coça o saco. Quando ganha mais que você. Quando é mais inteligente, mais sexy, mais bem sucedida, mais vivida e mais gostosa que você. Toda mulher é uma puta quando manda em você. Toda mulher é uma puta quando come mais mulher que você.
Toda mulher é uma puta mesmo sendo um cara. Mesmo se tiver barba e bigode, um pau enorme e pentelhos grossos. Seu vizinho e seu irmão. Toda mulher é uma puta se for o seu zelador. Todos somos umas putas quando estamos. Amargos, cansados, famintos, angustiados, magoados, desenganados. E quando temos dor de barriga. E quando pisamos no calo de alguém. Quando tudo dá errado. E na vitória, somos putas. E ganhando na megasena. Putas!
Então somos todos umas putinhas arrombadas no inferno e nos restaurantes fast-food. No alto do Himalaia e rodando bolsinha na alça de acesso da Marginal. Afinal puta que é puta não conhece fronteira, moral nem contra-mão. Puta que é puta não pede perdão. Nem permissão. Puta que é puta paga sua própria fiança. E sabe os filhos que tem.

SOBRE EDUARDO CAMPOS, MARINA E O FRACASSO DA REDE

carlos pereiraAcho engraçado como gostam de fazer política com suposições. A ida de Marina para o PSB foi uma boa cartada política, É fato novo? É. No mundo dos letrados da política gera debate? Gera. Mas daí entrar nos devaneios que mudou tudo, que agora a coisa vai, agora Dilma já era… É risível! Marina fracassou na organização da Rede, faz política tradicional com ares de diferente, está na política tradicional, no jogo jogado, pode melhorar um pouco o espetáculo, mas também pode apenas fazer mais do mesmo. Só isso. A sua filiação não a deixa em situação pior e facilita a eleição de alguns de seus filiados (outros não terão oportunidade, como o Dutra no Maranhão. Um cabra muito sério que terá de concorrer em uma legenda menos). No mais é jogo de campanha antecipada, nenhum político vende derrota de véspera.
Carlos Pereira Neto, ilheense, advogado e professor.

SOMOS VERDADEIRAMENTE INDEPENDENTES?

Por Felipe Chaves Magalhães, estudante

felipe chavesPortanto, não é isso que torna nossa história  mais suja, aliás isso é lógico, qualquer um que encontrasse uma nova terra ia explorar para enriquecer. Eu quero lamentar  foi  quando a família real e sua comitiva chegou ao nosso Brasil, com medo das tropas napoleônicas , desalojando propriedades com força bruta, trabalhadores perdendo comércio que conseguiu com o trabalho próprio ao longo dos anos, tudo isso para que Dom João VI e sua raça com mais de 15 mil homens não perdesse o conforto que tinha na metrópole, garantindo trabalho  aos mesmos.

Quando penso na independência do Brasil, eu não consigo ter orgulho do meu país, afinal,  sempre me vem em mente a palavra corrupção e seus sinônimos, e a quase certeza de que nossas terras parou no tempo  de 1500 se compararmos, principalmente aos dias atuais, mais o que uma coisa teve a ver com a outra? Em que momento essas partes se ligam?
Se analisarmos bem essas ideologias e viajar de volta ao passado, podemos ver um jogo de interesses dos mais ricos frente a nossa terra, desde os tempos de outrora em que as caravelas portuguesas chegavam neste novo continente prometendo aos nativos catequiza-los  e civiliza-los com histórias bíblicas, pois bem, foi isso o que aconteceu primeiramente, enganando-os  tendo em vista a exploração diretamente do pau brasil no litoral nos primeiros 30 anos da nossa história como colônia, retribuindo-os com pequenas miudezas. Anos se passaram até os primeiros escravos africanos chegarem nessas terras e começarem de vez a exploração das riquezas, foram anos e mais anos de exploração das terras com produção latifundiária sem qualquer cuidado, sem contar a exploração de ouro e diamante das terras das Minas Gerais, nem mesmo revolucionárias revoltas como a rica história dos quilombos dos Palmares, da conjuração Baiana e da pré-descoberta inconfidência  mineira pelo governado Visconde de Barbacena, movimento este feito por sua maioria de filhos de nobres brasileiros que foram estudar ideias iluministas na Europa, calaram a voz dos grandes portugueses.

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UPGRADE NA FICHA LIMPA

Por Ricardo Ribeiro, advogado e jornalista

ricardo ribeiroOra, se para ser funcionário de uma repartição qualquer em Chorrochó o sujeito deve revirar-se pelo avesso como num confessionário, por que não se faz o mesmo com os candidatos aos mandatos eletivos?

Como o assunto em pauta é a reforma política, vai aqui uma sugestão muito simples, mas que talvez possa resolver grandes problemas.

O Brasil implantou em 2010 a Lei da Ficha Limpa, em uma das pouquíssimas oportunidades nas quais o povo exerceu seu direito constitucional de tomar a iniciativa em um projeto de lei, tantas são as dificuldades que limitam o exercício da prerrogativa. Nossa sugestão é promover um upgrade na Ficha Limpa, mais ou menos nos moldes das investigações sociais a que são submetidos os candidatos nos concursos públicos.

Nessas investigações, o postulante a barnabé tem a vida esquadrinhada em seus mais minuciosos detalhes. Pergunta-se onde morou desde a infância, todas as escolas nas quais estudou, se já foi punido ou expulso, os locais onde trabalhou, quanto recebeu, quem era o chefe imediato, o que fez no período de intervalo entre um emprego e outro, se tem título protestado, já foi ouvido em delegacia ou fez tratamento em razão de algum transtorno. E por aí vai, a lista é grande.

Ora, se para ser funcionário de uma repartição qualquer em Chorrochó o sujeito deve revirar-se pelo avesso como num confessionário, por que não se faz o mesmo com os candidatos aos mandatos eletivos? Talvez não resolvesse todos os problemas, mas com certeza a peneira diminuiria a quantidade de lixo que tem contaminado a política brasileira.

Essa é uma proposta de natureza bastante prática e sem efeitos colaterais, ao contrário do que muitos veem no financiamento público das campanhas, voto distrital ou cláusula de barreira. Provavelmente, os únicos contrários serão os elementos que a atual Lei da Ficha Limpa ainda não conseguiu expurgar. Como aqueles que andam elocubrando soluções cosméticas ou empurrando problemas com a barriga, enquanto vão a festinhas em aviões da FAB, totalmente cínicos e de costas para o que acontece nas ruas.

REFORMA URBANA E DESONERAÇÃO DA CLASSE MÉDIA

Por Israel Nunes, Procurador Federal e professor

israel artigoFoi a reação da Polícia Militar no Governo do PSDB no principal Estado do país que ocasionou o agigantamento dessas mesmas manifestações

Um milhão de pessoas nas ruas. Contra o aumento da passagem. Contra a corrupção. Por mais saúde. Por mais educação. Por mais segurança. Por uma foto com cartaz engraçado para postar no facebook. Porque os colegas de escola e da universidade também foram. Por todos os motivos antes mencionados. E por nenhum deles também.
Em ciências sociais, se diz que que o objetivo é a compreensão do fenômeno, não a explicação. A explicação é mais própria das ciências naturais, o que envolve demonstração de causas e efeitos. A compreensão está para o estabelecimento de sentido, de significado da coisa em si.
Ainda é cedo para estabelecer o significado das manifestações. Mas é tarde para não tentar fazê-lo, ou corre-se o risco de perder o caminhar da História.
Uma parte desse significado tem prazo para ser conhecido: outubro de 2014. Qual será o reflexo disso nas eleições? Nem a direita nem a esquerda sabem. Foi o aumento da passagem no Governo Municipal do PT na principal cidade do país que iniciou as manifestações. Foi a reação da Polícia Militar no Governo do PSDB no principal Estado do país que ocasionou o agigantamento dessas mesmas manifestações.

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dom eduardo

lm mudancas













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