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CONFLITO INDÍGENA NA BAHIA CHEGA À ONU

índios (2)O Conselho Indigenista Missionário (Cimi), o Serviço Inter-Franciscano de Justiça, Paz e Ecologia (Sinfrajupe) e a Vivat Internacional protocolaram na Organização das Nações Unidas (ONU), no dia 27 de março, uma denúncia sobre diversas violações dos direitos do povo Tupinambá de Olivença, que mora na Serra do Padeiro, localizada no sul da Bahia.  Nos últimos seis meses, cinco Tupinambá e um agricultor foram assassinados no interior da terra indígena.
Na manifestação levada à ONU, as entidades afirmam que os índios da região sofrem um “longo histórico de violações de seus direitos” e lembra os assassinatos ainda não elucidados de cinco indígenas no sul da Bahia.
Sobre o conflito de terras no sul da Bahia, leia também: CORPO DE AGRICULTOR ASSASSINADO É VELADO EM BUERAREMA | ÍNDIOS TÊM CASAS INCENDIADAS EM BUERAREMA | MINISTÉRIO DA JUSTIÇA ENVIA FORÇA NACIONAL PARA CONTER CONFLITOS EM BUERAREMA | CONFLITO INDÍGENA: JOAQUIM BARBOSA DÁ DURO GOLPE EM DONOS DE TERRAS DO SUL DA BAHIA | MINISTRO PARA PROCESSO DE DEMARCAÇÃO NA BAHIA E CHAMA FUNAI ÀS FALAS
A carta ataca a “militarização do território tradicional” ocupado pelos tupinambás e a morosidade do processo de demarcação das terras, “parado em alguma gaveta do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, há dois anos”.
Na denúncia encaminhada à ONU, as entidades chamam atenção da organização para a “inversão de prioridade do governo”, que “desrespeita a legislação interna e internacional ao não garantir o uso social da terra e o direito dos indígenas”, e pede auxílio na apuração dos crimes cometidos contra as comunidades.

MUJICA DEFENDERÁ NA ONU LEGALIZAÇÃO DA MACONHA

José Mujica, presidente do Uruguai.

José Mujica, presidente do Uruguai.

O presidente do Uruguai, José (Pepe) Mujica, defenderá na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) sua proposta de legalização da maconha, aprovada esta semana pela Câmara dos Deputados uruguaia.
Segundo um porta-voz do presidente, a expectativa é de que a lei já tenha entrado em vigor no Uruguai quando Mujica discursar na ONU no mês que vem. 
A lei prevê concessões de licenças para o cultivo, a venda e o consumo da maconha, mas ao mesmo tempo pune quem plantar ou vender a erva sem autorização.
A compra de maconha será limitada a 40 gramas mensais por pessoa.

BRASIL ESTÁ ENTRE PAÍSES QUE ALCANÇARAM METAS INTERNACIONAIS CONTRA A FOME

AGÊNCIA BRASIL
Angola, Brasil e São Tomé e Príncipe estão entre os trinta e oito países que cumpriram os objetivos estabelecidos internacionalmente na luta contra a fome, antecipando o prazo fixado para 2015, anunciou hoje a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
De acordo com a FAO, vinte países já cumpriram o Objetivo de Desenvolvimento do Milênio número 1 (ODM-1), reduzindo pela metade a proporção de pessoas que sofrem de fome, segundo critério estabelecido pela comunidade internacional na Assembleia Geral da ONU em 2000.
Os países que já alcançaram o ODM-1 foram: Brasil, Angola, Argélia, Bangladesh, Benim, Camboja, Camarões, Chile, República Dominicana, Ilhas Fiji, Honduras, Indonésia, Jordânia, Malaui, Maldivas, Níger, Nigéria, Panamá, Togo e Uruguai.
Mais 18 países foram felicitados por alcançarem o ODM-1 e também a meta mais exigente da Cimeira Mundial sobre a Alimentação (CMA) de reduzir pela metade o número total de pessoas desnutridas.
O objetivo da CMA foi estabelecido em 1996, quando 180 nações se reuniram na sede da FAO, em Roma, para debater as formas de acabar com a fome.
Os países que alcançaram tanto o ODM-1 como as metas da CMA são Armênia, Azerbaijão, Cuba, Djibuti, Geórgia, Gana, Guiana, Kuwait, Quirguistão, Nicarágua, Peru, São Vicente e Granadinas, Samoa, São Tomé e Príncipe, Tailândia, Turcomenistão, Venezuela e Vietnã.
“Estes países estão abrindo caminho para um futuro melhor. São a prova de que com uma forte vontade política, coordenação e cooperação, é possível conseguir reduções rápidas e duradouras para a fome”, disse o diretor-geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva.
Graziano da Silva apelou a todos os países para manter a dinâmica e, assim, alcançar a erradicação da fome, de acordo com o Desafio Fome Zero, lançado em 2012, pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.
“Globalmente, a fome diminuiu na última década, mas 870 milhões de pessoas estão desnutridas e outros milhões de seres humanos sofrem com as consequências das deficiências de vitaminas e sais minerais, incluindo a falta de crescimento entre as crianças”, disse o responsável da FAO.
“Temos de manter nossos esforços”, disse, reforçando que isso deve ocorrer “até que o mundo possa viver uma vida saudável e produtiva”.
Segundo um estudo da FAO, “O estado da insegurança alimentar no mundo – 2012”, a grande maioria das vítimas de fome, 852 milhões, vive em países em desenvolvimento – cerca de 15% da sua população – e 16 milhões de pessoas estão desnutridas nos países desenvolvidos.

dom eduardo

lm mudancas

arquiteto













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