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:: ‘Ministério da Saúde’

BAHIA É ESTADO COM MAIOR RISCO DE VOLTA DA POLIOMIELITE, DIZ MINISTÉRIO DA SAÚDE

Em 63 cidades da BA, menos da metade do público-alvo foi vacinado. Em todo o Brasil, conforme o órgão, 312 municípios estão com baixa cobertura para a vacina contra a poliomelite.

 

A Bahia é o estado brasileiro com maior risco de retorno da poliomelite (paralisia infantil), segundo informações do Ministério da Saúde. Isso porque, conforme o órgão, 63 cidades do estado não chegaram a vacinar no ano de 2017 nem metade das crianças que compõem o público-alvo da imunização.

O último caso da doença no estado foi registrado no final da década de 80, mas, como o vírus ainda circula no mundo, pode haver o risco de contaminação.

Em todo o Brasil, conforme o Ministério da Saúde, 312 municípios estão com baixa cobertura para a vacina contra a poliomelite.

Confira a lista das 312 cidades com baixa cobertura vacinal

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ILHÉUS ATENDE RECOMENDAÇÃO E VACINA CONTRA A FEBRE AMARELA

O Ministério da Saúde (MS) recomendou a diversos municípios a ampliação de ações da vigilância sanitária com a vacinação contra a febre amarela. Embora Ilhéus esteja fora da área de risco, a secretaria municipal de Saúde (Sesau) informa que já realiza a vacinação no perímetro urbano do município, com a finalidade de ampliar a ação preventiva.

De acordo com a orientação do MS, devem consultar o médico sobre a necessidade da vacina contra febre amarela, os portadores de HIV positivo, pacientes com tratamento quimioterápico concluído, transplantados, hemofílicos ou pessoas com doenças do sangue, a exemplo dos que sofrem de anemia falciforme. A vacina aplicada (dose padrão) até o momento tem validade para toda a vida, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Para a coordenadora de imunização da Sesau, Walkiria Cardeal, as pessoas interessadas, que nunca tomaram a vacina, podem tranquilamente procurar o posto de saúde mais próximo do seu bairro. Ela salienta que pessoas acima de 60 anos, que desejam viajar para áreas de recomendação e que nunca tomaram a vacina, também devem procurar seu médico para avaliação e, caso necessário, devem apresentar autorização.

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CAMPANHA DE VACINAÇÃO NA BAHIA TERÁ DOSE FRACIONADA DE FEBRE AMARELA, ENTRE FEVEREIRO E MARÇO

Meta do Ministério da Saúde é vacinar, em oito municípios do estado, 2,5 milhões de pessoas com a dose fracionada e 813 mil com a dose padrão. Foto: André Borges/Agência Brasília.

O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (9) que a Bahia vai adotar a dose fracionada da vacina contra a febre amarela em capanha a ser realizada em 8 municípios, de 19 de fevereiro, após o fim do carnaval, até 9 de março. A meta será imunizar 3,3 milhões de pessoas. O dia 24 de fevereiro será dia D de mobilização. O mesmo procedimento será realizado nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

A campanha, que terá duração de 15 dias, tem como meta vacinar 19,7 milhões de pessoas de 76 municípios dos três estados, sendo 15 milhões com a dose fracionada e outras 4,7 milhões com a dose padrão.

Na Bahia, 2,5 milhões de pessoas serão vacinadas com a dose fracionada e 813 mil com a dose padrão. Os municípios baianos que receberão a vacinação são: Salvador, Lauro de Freitas, Camaçari, Candeal, Itaparica, Mata de São João, São Francisco do Conde e Vera Cruz.

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MINISTÉRIO DA SAÚDE ANUNCIA CAMPANHA DO CARNAVAL CONTRA DST E AIDS

camisinha_620Com o bordão “Se tem festa, festaço ou festinha, tem que ter camisinha”, o ministério da Saúde apresentou na manhã desta terça-feira (25) a campanha contra Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e Aids para o carnaval deste ano em todo o país.
A pasta focará no público de adolescentes e adultos jovens. De acordo com o ministério, estados e municípios devem receber 104 milhões de unidades de preservativos, na primeira remessa deste ano.
O ministério deve seguir na distribuição em outros períodos. Em todo o ano de 2013, foram distribuídas 610 milhões de camisinhas. O ministro Arthur Chioro informou que, atualmente, 150 mil brasileiros são portadores do HIV, mas desconhecem que têm o vírus no corpo.
Outros 340 mil estão em tratamento em unidades de saúde do país. Na coletiva, em Brasília, o ministro chamou também a atenção para o que considera os três pontos básicos do enfrentamento da Aids: “prevenção, diagnóstico e tratamento precoce”. Segundo Chioro, em 2013, na gestão Padilha, o ministério distribuiu 4,7 milhões de testes rápidos e 4,1 milhões de testes tradicionais de HIV.

SUS PASSA A OFERECER TRATAMENTO IMEDIATO A PESSOAS COM HIV

AGÊNCIA BRASIL
aidsO Ministério de Saúde anunciou hoje (1°), Dia Mundial de Luta contra a Aids, mudanças no atendimento a pessoas portadoras do HIV. A partir de agora, assim que a pessoa for diagnosticada com o vírus, ela receberá o tratamento imediato na rede pública.

A medida tem o objetivo de reduzir as possibilidades de transmissão e oferecer melhor qualidade de vida ao paciente, que será tratado com antirretrovirais, explicou o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Jarbas Barbosa.

Segundo Barbosa, o tratamento reduz a carga viral e diminui a propagação do HIV. A estimativa é incluir mais 100 mil pessoas no tratamento, em 2014, com a mudança de protocolo. Desde o início da oferta de antirretrovirais pelo sistema de saúde, há 17 anos, 313 mil pessoas foram atendidas. “Esse novo protocolo clínico mudará a história da epidemia da aids no Brasil”, disse o secretário, sobre a mudança no tratamento.

O Ministério da Saúde também anunciou hoje, no Rio, que começa a estudar a ampliação da profilaxia contra a doença na rede básica de saúde. A meta é oferecer medicamento de prevenção, que deve ser tomado em 72 horas após a provável exposição ao HIV.

Durante evento com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no Parque Madureira, na zona norte da cidade, a prefeitura informou que a estátua do Cristo Redentor será iluminada hoje de vermelho, para marcar o Dia Mundial de Luta contra a Aids.

MINISTÉRIO ANUNCIA VINDA DE 4 MIL MÉDICOS CUBANOS ATÉ O FIM DO ANO

O Ministério da Saúde anunciou hoje (21) que até o final do ano, 4 mil médicos cubanos vão chegar ao Brasil para atuar nas cidades que não atraírem profissionais inscritos individualmente no Mais Médicos. Na segunda-feira chegam 400 profissionais, que vão passar pelo mesmo processo de avaliação dos médicos com diploma estrangeiro e sem revalidação do diploma inscritos na primeira etapa do programa.
Nem o Ministério da Saúde, nem a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que vai intermediar o acordo com o governo cubano, sabem dizer quanto estes profissionais vão receber pelo trabalho. “O ministério passa o mesmo valor unitário e é a Opas que vai fazer a negociação com Cuba”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acrescentando que o acordo é entre a Opas e Cuba. O ministro ressaltou que os médicos vão suprir a demanda de parte dos 701 municípios que não foram selecionados por nenhum médico na primeira edição do programa.
As duas instituições informaram também que é o governo de Cuba que decide se os profissionais vão poder trazer sua família para o Brasil. O ministro ressaltou que, assim como com os outros profissionais, a alimentação e moradia dos médicos são responsabilidade dos municípios que os receberão.
No dia 4 de outubro, mais 2 mil médicos cubanos devem chegar ao país para uma nova etapa. Assim como os que se inscreveram individualmente, os médicos cubanos que vêm pelo acordo com a Opas não vão precisar passar pelo Revalida (Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior) e, por isso, terão registro provisório por três anos para atuar na atenção básica e com validade restrita ao local para onde forem designados.
Padilha ressaltou que todos os médicos que virão nesta primeira etapa já participaram de outras missões internacionais e têm especialização em medicina familiar e comunitária. Mais de 84% deles têm mais de 16 anos de experiência na medicina.
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GOVERNO SUSPENDE 212 PLANOS DE SAÚDE DE 21 OPERADORAS

plano-saudeA Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e o Ministério da Saúde anunciaram nesta terça-feira a suspensão de 212 planos de saúde de 21 operadoras, por não passarem na avaliação que leva em conta critérios como prazo de atendimento e negativa de cobertura. Com os planos que já tinham sido suspensos anteriormente, estão proibidos de serem comercializados 246 planos de 26 operadoras. (VEJA A LISTA COMPLETA)
Foi a primeira suspensão de planos de saúde com uma nova metologia. Antes, era levada em conta apenas o prazo de atendimento. O monitoramento anterior, feito em abril, já contava com os critérios novos, de negativa de cobertura, que incluem rol de procedimentos oferecidos, período de carência, rede de atendimento, reembolso e mecanismos de autorização para procedimentos.
Na época, não houve nenhuma suspensão, porque os planos são proibidos de comercializar seus produtos quando são reincidentes. Como em abril terminou o primeiro ciclo de monitoramento com a nova metodologia, foi preciso esperar o último ciclo, divulgado nesta terça-feira.
Desde 2011, houve seis ciclos de monitoramento. Segundo o diretor-presidente da ANS, André Longo, o monitoramento resultou na suspensão temporária de 618 planos de saúde de 73 operadoras, protegendo 7,9 milhões de consumidores. Isso representa proteção para 16,3% dos beneficiários. Indagado se, de forma geral, o governo estava satisfeito como os planos de saúde, uma vez que a maioria não foi atingida pela suspensão, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, respondeu:
— Só vamos considerar que estão funcionando bem, quando tivermos zero de queixa. Esse sistema de monitoramento resolve a maioria das queixas. Ma o fato de não ter sido suspenso não significa que não teve nenhuma queixa.
De 19 de março a 18 junho, período do último ciclo de monitoramento, que teve os resultados divulgados hoje, foram recebidas 17.417 reclamações, referentes a 553 operadoras. A maioria das queixas, segundo a ANS, consegue ser resolvida com a mediação da agência.

ESTUDANTES DE MEDICINA TERÃO R$ 400 PARA FAZER REVALIDA

AGÊNCIA ESTADO
O governo federal vai pagar R$ 400 para estudantes de Medicina que participarem do pré-teste do Exame Nacional de Revalidação de Diploma Médico (Revalida), condição para reconhecer diplomas de formados em outros países para atuar no Brasil.
O pré-teste será aplicado a alunos de último ano como forma de melhorar a prova, marcada para o dia 25 de agosto. Os pagamentos são comunicados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e encaminhados aos coordenadores de cursos das instituições escolhidas para o Revalida.
Ligado ao Ministério da Educação (MEC), o Inep é responsável pela aplicação do exame. Como a participação é voluntária, a preocupação do Inep (e de especialistas) é que houvesse baixa adesão ao pré-teste, ou mesmo boicote, com a possibildiade de não alcançar uma amostra significativa. 
Para receber os R$ 400, os alunos terão de comprovar a participação, com assinatura na lista de presença, e não ter a prova anulada ou nota zero.
O Inep indica que os valores sejam usados para pagar a inscrição em programas de residência, mas não há obrigatoriedade para a finalidade do dinheiro. 
Os incentivos devem custar cerca de R$ 1,5 milhão aos cofres públicos. O pré-teste do Revalida será aplicado a alunos de 32 cursos de Medicina – 17 instituições privadas e 15 públicas.
Com base no número de formandos das instituições selecionadas, cerca de 4 mil alunos devem fazer o exame. A prova será a mesma aplicada aos candidatos diplomados no exterior, mas estudantes brasileiros só farão a parte teórica. As informações de Fernanda Bassete e Paulo Saldaña.

PRIMEIRA CHAMADA DO MAIS MÉDICOS ATENDE A 6% DA DEMANDA DAS CIDADES

mais médicosA primeira chamada do programa Mais Médicos vai fixar 938 profissionais em 404 cidades do país. Ou seja, atendeu a apenas 6% do total de médicos demandados por municípios ao governo federal e a 11,5% das cidades inscritas no programa.
A primeira listagem foi feita com médicos formados no Brasil ou que já têm autorização para atuar no país. A próxima etapa será oferecer as vagas não preenchidas a médicos que hoje atuam no exterior –fechando, então, a primeira rodada do programa.
A baixa participação dos brasileiros no programa fez o ministro Alexandre Padilha (Saúde) admitir que a vinda de estrangeiros é essencial. “Ficou evidente que só a oferta nacional de médicos será insuficiente para, rapidamente, cobrir a demanda por médicos no interir e periferias.”
Originalmente o Mais Médicos era voltado apenas aos médicos estrangeiros. A forte pressão contrária das entidades médicas fez o governo mudar o discurso e passar a defender a prioridade aos médicos nacionais.
Lançado em julho pela presidente Dilma Rousseff, o Mais Médicos tem dois eixos. O primeiro é fixar médicos, brasileiros ou estrangeiros, na rede pública de saúde de municípios do interior e periferias das grandes cidades. O segundo é ampliar o curso de medicina em dois anos –proposta já flexibilizada pelo próprio governo frente a uma avalanche de críticas.
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BOLSA PARA MÉDICOS SOBE DE 8 MIL PARA 10 MIL REAIS

O Ministério da Saúde anunciou na sexta-feira (12) o aumento da bolsa do Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab) de R$ 8 mil para R$ 10 mil. O novo valor, que vai começar a ser pago em setembro, equipara essa bolsa à do Programa Mais Médicos, lançado no começo da semana.
Em todo o país há 3.568 médicos atuam pelo Provab em regiões carentes de 1.260 municípios brasileiros.  Assim com o Mais Médicos, o programa leva profissionais para atuar, sob supervisão de universidades, na atenção básica da rede pública de regiões onde faltam médicos, como no interior e periferias dos grandes centros. Os programas têm carga de 40 horas semanais.
Uma diferença entre os dois programas é que pelo Provab o médico atua por um ano na região para a qual foi designado, e, no Mais Médicos, atuará por três anos. Além disso, os participantes do Provab têm que fazer simultaneamente uma especialização em atenção básica, ofertada por instituições federais de ensino e caso cumpram todos os requisitos, a carga horária do programa e seja aprovado na avaliação final, recebe uma pontuação adicional de 10% nos exames de residência médica, o que não foi definido para o Mais Médicos.
Hoje são 2.092 profissionais em 618 municípios da Região Nordeste; 780 médicos em 321 municípios do Sudeste; 303 profissionais em 150 municípios do Sul; 212 médicos em 84 municípios e dois distritos sanitários especiais indígenas (Dseis) no Centro-Oeste; e 181 em 80 municípios e dois Dseis na Região Norte.

cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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