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:: ‘médicos’

MÉDICOS FURÕES EM ILHÉUS

Quem esperou sob o sol para se inscrever na seleção da prefeitura de Ilhéus, na última sexta-feira, 03, (veja detalhes aqui) ficou pê da vida. O motivo: médicos desrespeitando a imensa fila e dando carteirada para garantir a inscrição.
Os furões, aparentemente, utilizavam da prerrogativa de médico para ignorar a fila. Quem estava por perto, se espantou com tamanho desrespeito. 

MÉDICOS CUBANOS JÁ ATENDEM EM ILHÉUS

À esquerda, o vereador, com os médicos.

À esquerda, o vereador, com os médicos.

A informação foi comemorada pelo vereador Raimundo do Basílio que, há meses, tenta levar médicos para atender aos dois postos de saúde do Alto do Basílio.
Segundo o parlamentar, com o programa “Mais Médicos”, do Governo Federal, a prefeitura pode trazer os profissionais para atender à comunidade diariamente, a partir desta semana.
Em Ilhéus, os médicos estrangeiros vão morar em casas cedidas pelo município e serão, com certeza, muito bem recebidos.

MÉDICOS ENVERGONHAM O BRASIL

BRASIL 247
Foto: Brasil 247.

Foto: Brasil 247.

Em nenhum país do mundo, os médicos cubanos estão sendo tratados como no Brasil. Aqui, são chamados de “escravos” por colunistas da imprensa brasileira (leia mais aqui) e hostilizados por médicos tupiniquins, como se estivessem roubando seus empregos e suas oportunidades. Foi o que aconteceu ontem em Fortaleza, quando o médico cubano negro foi cercado e vaiado por jovens profissionais brasileiras.
Detalhe: os cubanos, assim como os demais profissionais estrangeiros, irão atuar nos 701 municípios que não atraíram o interesse de nenhum médico brasileiro, a despeito da bolsa de R$ 10 mil oferecida pelo governo brasileiro. Ou seja: não estão tirando oportunidades de ninguém. Mas, ainda assim, são hostilizadas por uma classe que, com suas atitudes, destrói a própria imagem. Preocupado com a tensão e com as ameaças dos médicos, o ministro Alexandre Padilha avisou ontem que o “Brasil não vai tolerar a xenofobia” (leia mais aqui).
Ontem, o governo também publicou um decreto limitando a atuação dos profissionais estrangeiros ao âmbito do programa Mais Médicos – mais um sinal de que nenhum médico brasileiro terá seu emprego “roubado” por cubanos, espanhóis, argentinos ou portugueses. Ainda assim, cabe a pergunta. Com quem fica a população: com o negro cubano que vai aos rincões salvar vidas ou com as médicas que decidiram vaiá-lo?

‘VIAJO 20 HORAS, SE PRECISAR’, DIZ FORMADO NA ESPANHA INSCRITO NO MAIS MÉDICOS

G1
medico0Morador de Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, o médico Cristobal Andres Parada, de 34 anos, boliviano que também tem nacionalidade espanhola, se inscreveu nas vagas no Mais Médicos e aguarda o resultado da seleção de estrangeiros, que deve ser fechado internamente pelo Ministério da Saúde nesta sexta (9), e divulgado no sábado (10).
Ele disse estar disposto a viajar até 20 horas se for necessário, para atuar pelo SUS em um município distante ou área isolada. “Não tenho problema”, ressaltou.
Parada nasceu em Santiago do Chile, mas tem mãe americana e pai boliviano. Morou boa parte da vida em La Paz, mas também em cidades da Espanha, pois tem a cidadania do país – ele se formou em medicina pela Universidade de Zaragoza, em 2010. Desde então, vive no Brasil. Ele se inscreveu para revalidar o diploma duas vezes, em 2011 e 2012, mas não foi aprovado.
O candidato foi à Espanha, nesta semana, retirar os últimos documentos e resolver trâmites burocráticos de sua inscrição no Mais Médicos. Este passo já foi concluído, diz sua mulher, Muna Abdallah. Como não pode atuar com medicina no Brasil, Parada trabalha como administrador de empresas.
“Falam que não tem infraestrutura, que [os estrangeiros] estão acostumados a trabalhar com equipamentos modernos”, diz ele, sobre a situação de algumas cidades atendidas pelo Mais Médicos. “Mas, mesmo assim, a presença de um médico formado em uma região [pobre] vai ser uma ajuda muito grande.”
O médico diz não ver problema em trabalhar num município distante ou isolado do Brasil – ele torce para ser escolhido em algum de Mato Grosso. “Mesmo se tiver que viajar 15 ou 20 horas, se for até uma comunidade indígena, eu vou. Não tenho problema”, ressalta.
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BOLSA PARA MÉDICOS SOBE DE 8 MIL PARA 10 MIL REAIS

O Ministério da Saúde anunciou na sexta-feira (12) o aumento da bolsa do Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab) de R$ 8 mil para R$ 10 mil. O novo valor, que vai começar a ser pago em setembro, equipara essa bolsa à do Programa Mais Médicos, lançado no começo da semana.
Em todo o país há 3.568 médicos atuam pelo Provab em regiões carentes de 1.260 municípios brasileiros.  Assim com o Mais Médicos, o programa leva profissionais para atuar, sob supervisão de universidades, na atenção básica da rede pública de regiões onde faltam médicos, como no interior e periferias dos grandes centros. Os programas têm carga de 40 horas semanais.
Uma diferença entre os dois programas é que pelo Provab o médico atua por um ano na região para a qual foi designado, e, no Mais Médicos, atuará por três anos. Além disso, os participantes do Provab têm que fazer simultaneamente uma especialização em atenção básica, ofertada por instituições federais de ensino e caso cumpram todos os requisitos, a carga horária do programa e seja aprovado na avaliação final, recebe uma pontuação adicional de 10% nos exames de residência médica, o que não foi definido para o Mais Médicos.
Hoje são 2.092 profissionais em 618 municípios da Região Nordeste; 780 médicos em 321 municípios do Sudeste; 303 profissionais em 150 municípios do Sul; 212 médicos em 84 municípios e dois distritos sanitários especiais indígenas (Dseis) no Centro-Oeste; e 181 em 80 municípios e dois Dseis na Região Norte.

MEC APLICARÁ TESTES PARA MÉDICOS DE FORA EM ESTUDANTES DO BRASIL

revalidaO Ministério da Educação (MEC) vai aplicar o Exame Nacional de Diplomas Médicos (Revalida) para os estudantes dos cursos de Medicina do Brasil. A informação foi confirmada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo exame, nesta sexta-feira, 12.
A prova – obrigatória para os médicos formados no exterior que querem atuar no País – será aplicada como um pré-teste para alunos do sexto ano ainda em 2013. A ideia é verificar se o exame está de acordo com a matriz curricular das faculdades brasileiras.
Criado em 2011, o Revalida teve índices de 90% e 91% de reprovação nos dois últimos anos. Segundo informou a assessoria de imprensa do Inep, a medida não tem o objetivo de avaliar a qualidade dos futuros profissionais brasileiros.
Ainda não há informações sobre quantos alunos (e de quais universidades) serão submetidos ao teste. A novidade foi divulgada quatro dias depois de o governo federal anunciar o programa “Mais Médicos”, com uma série de medidas para atender a demanda por profissionais da área no Sistema Único de Saúde (SUS).
Entre elas, a decisão de aumentar de seis para oito anos o tempo de duração dos cursos de Medicina no Brasil e a importação de médicos estrangeiros para atuação em cidades do interior e da periferia, possivelmente sem a exigência de revalidação dos diplomas.
Principais alvos do governo, os médicos formados em Portugal e Espanha têm bom desempenho no Revalida. Na prova de 2012, 37% dos diplomas portugueses obtiveram a revalidação – o país é o primeiro no ranking de aprovações. Em seguida, conseguiram mais aprovações os formados na Venezuela (26%), Argentina (20%) e Espanha (19%).
Em relação à nacionalidade dos candidatos, os venezuelanos, cubanos e argentinos têm as melhores classificações, com 27%, 25% e 20% de aprovação em 2012, respectivamente.
Os médicos brasileiros formados no exterior ficaram em 6º lugar, com apenas 42 dos 560 inscritos aprovados no Revalida no último ano – um índice de 7%. $Revalida$ O Revalida é anual e composto por duas etapas, ambas eliminatórias.
Primeiro o candidato é submetido a uma prova teórica e, posteriormente, uma avaliação prática das habilidades clínicas do profissional. Os candidatos reprovados podem se inscrever nos anos seguintes, sem número limite de tentativas.
De acordo com informações do Inep, os exames são orientados por uma matriz de correspondência curricular, que estabelece a avaliação de cinco grande áreas da atividade médica: cirurgia, medicina da família e comunidade, pediatria, ginecologia-obstetrícia e clínica médica.

ESTUDANTES DE MEDICINA TERÃO QUE TRABALHAR 2 ANOS NO SUS PARA TER DIPLOMA

O GLOBO
Os estudantes de medicina que começarem o curso em 2015 terão que trabalhar por dois anos no Sistema Único de Saúde (SUS) como requisito necessário para ter o diploma. A medida valerá para todas as escolas de medicina públicas e privadas do país, mas ainda vai demorar a ter resultados. Os estudantes vão começar esse segundo ciclo da formação apenas em 2021, quando tiverem passado pelos seis anos do primeiro ciclo de formação.
A norma faz parte da medida provisória (MP) editada nesta segunda-feira pela presidente Dilma Rousseff com ações voltadas para a saúde pública. Entre elas estão as regras para o programa “Mais Médicos”. O programa prevê o preenchimento das vagas na atenção básica à saúde nas regiões onde há carência desses profissionais. Será dada prioridade aos médicos com registro no Brasil, que deverão começar suas atividades em 2 de setembro. As vagas que sobrarem vão primeiramente para os brasileiros formado no exterior e, por fim, para os médicos estrangeiros. Estes devem começar a trabalhar em 18 de setembro. O número de vagas ainda não foi fechado e vai depender da demanda.
Hoje, o curso de medicina prevê quatro anos de formação teórica e dois de estágio obrigatório em regime de internato, totalizando seis anos. A partir de 2015, os alunos de medicina continuarão a fazer um curso de seis anos, mas depois disso passarão um ano no serviço de atenção básica do SUS, e depois mais um ano nos serviços de urgência e emergência, como por exemplo o Samu. O Conselho Nacional de Educação (CNE) terá um período 180 dias para regulamentar esse segundo ciclo do curso.

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BRASIL VAI ‘IMPORTAR’ MÉDICOS DA EUROPA

medicoO jornal Folha de São Paulo anuncia, com certo furor, nesta segunda (08), a desistência do governo brasileiro de trazer seis mil médicos cubanos para trabalhar no interior do país.
Segundo a publicação paulistana, no entanto, o Brasil mantém de pé os planos de importar médicos, só que, agora, de países europeus como Portugal e Espanha, que ainda sofrem com o rescaldo da crise econômica e do crescente desemprego.
Os médicos da ilha de Cuba deixaram de ser prioritários, de acordo com o jornal, porque sofrem a interferência do governo local, que controla os pagamentos e a rotina dos médicos fora do país.
“O Ministério da Saúde informa que escolheu atrair médicos como “pessoa física”, diz a publicação.
A desistência brasileira significa prejuízos à economia cubana. A “exportação” de médicos da ilha gera mais divisas ao país que a venda de minérios.

GOVERNO VAI CRIAR 35 MIL VAGAS PARA MÉDICOS NO SUS ATÉ 2015

 Até 2015, serão criadas 35 mil vagas para médicos no Sistema Único de Saúde (SUS), informou hoje (25) o Ministério da Saúde. De acordo com a pasta, os postos serão abertos com investimentos do Ministério da Saúde. O número pode crescer com as verbas na área aplicadas pelos estados e municípios para ampliar a rede de atendimento.
Para preencher as vagas, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que é preciso formar mais médicos no país e também citou a contratação de médicos estrangeiros como alternativa. “O Brasil precisa de mais médicos, e mais médicos especialistas como pediatras, psiquiatras, anestesiologistas”, disse. Em entrevista coletiva, o ministro anunciou a abertura de 12 mil vagas de residência médica até 2017.
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ALÉM DOS CUBANOS, BRASIL PODE ATRAIR MÉDICOS DA EUROPA

AGÊNCIA BRASIL
O governo brasileiro pretende atrair não somente médicos cubanos para trabalhar nas regiões mais carentes do país, mas também profissionais de Portugal e da Espanha. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse hoje (7), que desde o início do ano estuda alternativas para suprir a deficiência desses profissionais nas regiões mais remotas do país. “Esse é um dos nós mais críticos para levar a saúde para a população. Não se faz saúde sem médicos. O Brasil precisa de mais médicos com mais qualidade e mais próximos da população”.
Sobre as críticas do Conselho Federal de Medicina à decisão, Padilha disse que concorda que a contratação tem que considerar a qualidade e a responsabilidade desses profissionais. Ele destacou que o governo já descartou a validação automática de diplomas e a contartação de médicos de países que tenham menos profissionais que o Brasil, como é o caso da Bolívia e do Paraguai.
Dados do Ministério da Saúde mostram que no Brasil existe 1,8 médico para cada mil habitantes. Na Argentina, a proporção é de 3,2 médicos para mil habitantes e, em países como Espanha e Portugal, essa relação é de 4 médicos. No início do ano, os prefeitos que assumiram apresentaram ao governo federal uma série de demandas na área de saúde. Entre os pontos destacados estava a dificuldade de atrair médicos para as áreas mais carentes, para as periferias das cidades e para o interior.
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cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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