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:: ‘médicos estrangeiros’

BAHIA: MÉDICOS ESTRANGEIROS SEGUEM HOJE PARA O INTERIOR

mais-medicos-04Os médicos estrangeiros que vão trabalhar em municípios baianos começaram a ser encaminhados para os locais onde vão atuar na manhã desta segunda-feira (23). De acordo com o secretário estadual da Saúde, Jorge Solla, 30 deles estão com o registro provisório emitido pelo Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb) e devem começar a atender à população em unidades que já existem, que têm equipe de apoio, como enfermeiros e agentes de saúde, mas não dispõem de médicos para o atendimento básico.
Os profissionais foram recepcionados por autoridades baianas em cerimônia realizada nesta manhã na União de Municípios da Bahia (UPB), no Centro Administrativo da Bahia (CAB). Foi entregue aos médicos o jaleco que eles vão usar para trabalhar. Na saída do evento, o clima era de despedida entre os colegas que conviveram por quase um mês no curso sobre Saúde Pública Brasileira e Língua Portuguesa, ministrado em Salvador.
O secretário Solla informou que cada médico terá um médico-tutor que supervisionará o trabalho na região de atuação. Segundo a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab), cada tutor vai ficar responsável por um número específico de médicos, mas isso ainda não foi fechado.
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MINISTÉRIO ANUNCIA VINDA DE 4 MIL MÉDICOS CUBANOS ATÉ O FIM DO ANO

O Ministério da Saúde anunciou hoje (21) que até o final do ano, 4 mil médicos cubanos vão chegar ao Brasil para atuar nas cidades que não atraírem profissionais inscritos individualmente no Mais Médicos. Na segunda-feira chegam 400 profissionais, que vão passar pelo mesmo processo de avaliação dos médicos com diploma estrangeiro e sem revalidação do diploma inscritos na primeira etapa do programa.
Nem o Ministério da Saúde, nem a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que vai intermediar o acordo com o governo cubano, sabem dizer quanto estes profissionais vão receber pelo trabalho. “O ministério passa o mesmo valor unitário e é a Opas que vai fazer a negociação com Cuba”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acrescentando que o acordo é entre a Opas e Cuba. O ministro ressaltou que os médicos vão suprir a demanda de parte dos 701 municípios que não foram selecionados por nenhum médico na primeira edição do programa.
As duas instituições informaram também que é o governo de Cuba que decide se os profissionais vão poder trazer sua família para o Brasil. O ministro ressaltou que, assim como com os outros profissionais, a alimentação e moradia dos médicos são responsabilidade dos municípios que os receberão.
No dia 4 de outubro, mais 2 mil médicos cubanos devem chegar ao país para uma nova etapa. Assim como os que se inscreveram individualmente, os médicos cubanos que vêm pelo acordo com a Opas não vão precisar passar pelo Revalida (Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior) e, por isso, terão registro provisório por três anos para atuar na atenção básica e com validade restrita ao local para onde forem designados.
Padilha ressaltou que todos os médicos que virão nesta primeira etapa já participaram de outras missões internacionais e têm especialização em medicina familiar e comunitária. Mais de 84% deles têm mais de 16 anos de experiência na medicina.
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DOZE CIDADES NA BAHIA TERÃO MÉDICOS ESTRANGEIROS

Doze municípios baianos irão receber médicos estrangeiros pelo programa Mais Médicos, do Ministério da Saúde. Ao todo, são 30 profissionais de outras nacionalidades que foram formados em universidades de fora do país. 
O nome dos médicos e a cidade em que trabalharão a partir da segunda quinzena de setembro foram divulgados ontem, em portaria publicada no Diário Oficial da União. 
Há também 11 brasileiros que cursaram Medicina em faculdades estrangeiras e também foram selecionados pelo Mais Médicos.
Ontem, o Ministério da Saúde anunciou ainda a ampliação no número de médicos brasileiros que vão trabalhar na Bahia para 103 — na semana passada, eram 85. Contando nacionais e estrangeiros, serão 144 médicos em 63 municípios, o maior número em todo o país, seguido de São Paulo (134), Rio Grande do Sul (119) e  Ceará (117). Salvador receberá 47 médicos, sendo 12 estrangeiros. 
Dos 12 municípios baianos escolhidos por estrangeiros, seis não foram selecionados por nenhum brasileiro. São eles: Salvador, Alagoinhas, Barra, Bonito, Feira de Santana, Madre de Deus, Itaparica, Livramento de Nossa Senhora, Mutuípe, Tanhaçu, Teixeira de Freitas e Valença.
Quando o programa foi lançado, no mês passado, 317 cidades baianas se inscreveram solicitando, ao todo, 1.382 médicos. A baixa adesão dos profissionais, todavia, deixou 254 municípios de fora – o número de vagas preenchidas equivale a pouco mais de 10% da demanda. Em todo o país, foram abertas 10 mil vagas, mas somente 1.618 profissionais se candidataram.
O secretário da Saúde do estado, Jorge Solla, comemorou o resultado, já que o processo de inscrição deu aos médicos a opção de escolher qual cidade do país gostariam de trabalhar. “E a Bahia foi o estado mais procurado. O resultado foi positivo diante a indisponibilidade dos profissionais”, disse. Segundo o Ministério da Saúde, dos 63 municípios escolhidos pelos médicos, 
49 deles estão em regiões de extrema pobreza.
O secretário salienta que a desconfiança dos profissionais estrangeiros foi o que determinou a baixa adesão. “Você tem que imaginar que pra alguém para sair da Espanha para vir para cá para um programa que está começando, fica inseguro. À medida que for funcionando, vai atraindo novos profissionais”, disse.

MÉDICOS ESTRANGEIROS VÃO PARA 81 MUNICÍPIOS QUE NÃO DESPERTARAM O INTERESSE DOS PROFISSIONAIS BRASILEIROS

médicosCom a inscrição e homologação de 358 médicos estrangeiros no programa Mais Médicos, do governo federal, municípios inscritos e antes não atendidos por profissionais brasileiros poderão receber até quatro médicos estrangeiros. Nas regiões Norte e Nordeste estão os principais exemplos. Levantamento mostra que 81 municípios que não receberiam médicos brasileiros, agora passam a contar com, pelo menos, um profissional de outro país, em um total de 122 médicos estrangeiros. Desses municípios, 15 também receberão, pelo menos, um profissional brasileiro formado no exterior.
Considerando a lista desses municípios que não despertaram o interesse dos brasileiros, Cáceres (MT) e Pinhais (PR) vão receber o maior número de estrangeiros: cada um receberá quatro profissionais de outros países. Logo em seguida, com três médicos estrangeiros cada, vêm Tarauacá e Xapuri (AC), Boa Vista do Ramos e Presidente Figueiredo (AM), Acaraú (CE), Ceará-Mirim (RN), Valença e Alagoinhas (BA), Goianira (GO) e Osasco (SP).
Na região Sudeste, 13 médicos escolheram municípios inscritos no programa e deixados de lado por profissionais brasileiros. Só em São Paulo, serão oito médicos estrangeiros indo para cinco desses municípios, três deles para Osasco, dois para Francisco Morato, um para Engenheiro Coelho, um para Ferraz de Vasconcelos e um para Taboão da Serra.
Já o Rio de Janeiro vai receber dois médicos estrangeiros em Queimados, um dos municípios do estado considerados prioritários e que antes não receberia nenhum profissional brasileiro. Em breve, uma espanhola, de Barcelona, e um peruano, da capital do país, passarão a trabalhar na cidade.
Em Minas Gerais, dos três médicos que serão deslocados para municípios não contemplados por brasileiros, um médico vai para Padre Paraíso, outro para Virgem da Lapa e um terceiro para Cônego Marinho.
Das dez cidades que mais receberão estrangeiros, nove são capitais, com exceção do Guarujá, sétima cidade da lista. A cidade que mais vai receber estrangeiros é Rio Branco, no Acre, com 15 profissionais. Depois vem São Paulo, com 13, seguido de Salvador e Manaus, com 12 médicos cada, Porto Alegre e Recife, com 11 cada, Belo Horizonte, com 8, Guarujá, 7, e Curitiba, que receberá 6 profissionais.
Segundo o ministério, os médicos devem chegar ao país ainda este mês e, depois de uma preparação de três semanas, deverão começar a trabalhar no início de outubro. A liberação para o trabalho depende ainda da regularização dos documentos pessoais e da avaliação que será conduzida por universidades brasileiras. Os médicos vão receber R$ 10 mil líquidos.
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MEC APLICARÁ TESTES PARA MÉDICOS DE FORA EM ESTUDANTES DO BRASIL

revalidaO Ministério da Educação (MEC) vai aplicar o Exame Nacional de Diplomas Médicos (Revalida) para os estudantes dos cursos de Medicina do Brasil. A informação foi confirmada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo exame, nesta sexta-feira, 12.
A prova – obrigatória para os médicos formados no exterior que querem atuar no País – será aplicada como um pré-teste para alunos do sexto ano ainda em 2013. A ideia é verificar se o exame está de acordo com a matriz curricular das faculdades brasileiras.
Criado em 2011, o Revalida teve índices de 90% e 91% de reprovação nos dois últimos anos. Segundo informou a assessoria de imprensa do Inep, a medida não tem o objetivo de avaliar a qualidade dos futuros profissionais brasileiros.
Ainda não há informações sobre quantos alunos (e de quais universidades) serão submetidos ao teste. A novidade foi divulgada quatro dias depois de o governo federal anunciar o programa “Mais Médicos”, com uma série de medidas para atender a demanda por profissionais da área no Sistema Único de Saúde (SUS).
Entre elas, a decisão de aumentar de seis para oito anos o tempo de duração dos cursos de Medicina no Brasil e a importação de médicos estrangeiros para atuação em cidades do interior e da periferia, possivelmente sem a exigência de revalidação dos diplomas.
Principais alvos do governo, os médicos formados em Portugal e Espanha têm bom desempenho no Revalida. Na prova de 2012, 37% dos diplomas portugueses obtiveram a revalidação – o país é o primeiro no ranking de aprovações. Em seguida, conseguiram mais aprovações os formados na Venezuela (26%), Argentina (20%) e Espanha (19%).
Em relação à nacionalidade dos candidatos, os venezuelanos, cubanos e argentinos têm as melhores classificações, com 27%, 25% e 20% de aprovação em 2012, respectivamente.
Os médicos brasileiros formados no exterior ficaram em 6º lugar, com apenas 42 dos 560 inscritos aprovados no Revalida no último ano – um índice de 7%. $Revalida$ O Revalida é anual e composto por duas etapas, ambas eliminatórias.
Primeiro o candidato é submetido a uma prova teórica e, posteriormente, uma avaliação prática das habilidades clínicas do profissional. Os candidatos reprovados podem se inscrever nos anos seguintes, sem número limite de tentativas.
De acordo com informações do Inep, os exames são orientados por uma matriz de correspondência curricular, que estabelece a avaliação de cinco grande áreas da atividade médica: cirurgia, medicina da família e comunidade, pediatria, ginecologia-obstetrícia e clínica médica.

GOVERNO DESENVOLVE MÉTODO DE AVALIAÇÃO DE MÉDICOS ESTRANGEIROS

AGÊNCIA BRASIL
O governo está desenvolvendo um método de avaliação para os médicos estrangeiros que vierem trabalhar no Brasil, disse hoje (8) o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ao abrir a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite em Heliópolis, zona sul paulistana. “Estamos desenhando o programa. Desenhando o modelo de avaliação desses médicos, porque nós queremos médicos bem formados, com capacidade de atuar, que conheçam os problemas de saúde do nosso país.” 
Segundo Padilha, além do trabalho conjunto com os ministérios da Educação e das Relações Exteriores,  o governo está mantendo contato com os países que podem enviar os profissionais de saúde. “Nós mandamos missões para a Espanha, Portugal, o Canadá, a Austrália e a Inglaterra, que já é uma parceira antiga nossa, para desenhar o programa”, acrescentou.
Os médicos estrangeiros vão, de acordo com o ministro, ajudar a suprir uma demanda de 13 mil profissionais para atender as periferias e o interior. Padilha ressaltou, no entanto, que parte dessa carência já foi atendida com o Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab), que incorporou 4 mil profissionais. Com o programa, os médicos recebem uma bolsa mensal de R$ 8 mil para cumprir 32 horas semanais de trabalho nas unidades básicas de Saúde e oito horas semanais de curso de pós-graduação em saúde da família, com duração de um ano.
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cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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