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:: ‘médicos cubanos’

CUBANOS DO “MAIS MÉDICOS” PASSARÃO A GANHAR US$ 1.254, ANUNCIA MINISTRO

O salário dos cubanos, atualmente, consiste em US$ 400 (R$ 900), pagos pelo governo brasileiro, e US$ 600 (R$ 1.351), pagos pelo governo cubano e retidos em uma conta no país. O aumento anunciado pela pasta, portanto, é US$ 245 (R$ 551), sendo que o valor total, a partir de agora, será pago no Brasil.
Segundo Chioro, a negociação com a Organização Panamericana de Saúde (Opas) e com o governo cubano para estabelecer o reajuste salarial já estava em andamento quando ele assumiu o comando da pasta, no início do mês de fevereiro. Houve, de acordo com o ministro, uma determinação da presidenta Dilma Rousseff para que o valor pago aos profissionais cubanos fosse revisto.
Chioro fez questão de ressaltar que não houve aumento dos valores repassados pelo governo brasileiro pela cooperação internacional. “Não vamos gastar um centavo a mais. Vamos continuar pagando o mesmo valor”, disse. O que houve, segundo ele, foi uma alteração nos valores acordados no contrato com o governo cubano.
Chioro rebateu a ideia de que o anúncio do reajuste seria uma resposta à pressão de médicos cubanos como Ramona Rodríguez, que abandonou o programa. “Não há, da nossa parte, nenhuma questão que envolva diretamente pressão dos próprios médicos cubanos, muito menos daquela profissional. Não é o que nos mobiliza. O que nos mobiliza é a necessidade de aprimorar.”
Atualmente, 7,4 mil médicos cubanos atuam no Brasil por meio do Mais Médicos.

MAIS 2 MIL MÉDICOS CUBANOS SÃO CONTRATADOS PARA O “MAIS MÉDICOS”

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Mais dois mil médicos cubanos devem chegar ao Brasil para preencher as vagas não ocupadas do programa “Mais Médicos”.
Segundo anúncio do Ministério da Saúde na sexta-feira (24), os novos profissionais começarão a chegar ao Brasil a partir desta terça-feira (28).
Eles vão desembarcar nas cidades de Brasília, Fortaleza e São Paulo, onde farão o curso de formação e acolhimento, que tem duração de três semanas. Depois, passarão por avaliação e, caso aprovados, começarão a embarcar rumo às cidades nas quais vão atuar.
A previsão do Ministério é de que esses cubanos comecem a atender em março.
Atualmente, 6,6 mil profissionais que atuam pelo projeto, 5,4 mil são cubanos. Segundo o governo, a decisão de trazer mais médicos da ilha caribenha ocorreu após a terceira fase de o programa atrair apenas 891 profissionais brasileiros ou estrangeiros que se inscreveram de forma independente.
O número equivale a apenas 14% das 6,3 mil vagas oferecidas pelo governo na terceira etapa.

DEFENDIDO POR MORADORES, MÉDICO CUBANO VOLTA A ATUAR EM FEIRA DE SANTANA

REVISTA FÓRUM
médico-cubanoO médico cubano Isoel Gómez Molina, que estava sendo acusado de receitar dose excessiva, volta ao posto na próxima segunda-feira (25). Uma comissão formada para apurar o caso concluiu que não houve erro do profissional. O caso aconteceu na segunda-feira passada, quando a diarista Gilmara Santos dos Santos levou seu filho de quase dois anos com febre para se consultar na Unidade Básica de Saúde do conjunto Viveiros em Feira de Santana, na Bahia.
“Trouxe meu filho aqui com febre alta e ele passou dipirona injetável e a em gotas para eu dar em casa. Ele me disse que eram 10 gotas, já que meu filho pesa 10.200 kg, ou seja, uma gota por cada 1 quilo. Se tivesse alguma coisa errada eu mesma teria denunciado”, disse Gilmara. Entretanto, na receita estava prescrita a dosagem de 40 gotas.
Após perceber que seu filho não estava melhorando, a diarista o levou à clínica Feira X, onde foi atendido uma médica brasileira. “Ela me pediu a receita para mostrar a uma outra médica, como não desconfiei entreguei depois de um tempo trancada em uma sala ela retornou e me entregou o documento. Foi aí que vi que estava prescrito 40 gotas”, contou.
A médica denunciou Isoel Gómez, que precisou se afastar da unidade até o caso ser apurado. No entanto, os moradores da comunidade se sentiram prejudicados pela atitude. “Ela não teve ética. Fez algo que não autorizei, o médico me explicou certo, apenas errou. Quem nunca errou? Eles estão com raiva porque os cubanos estão fazendo o trabalho que eles não querem fazer, pois os médicos brasileiros tratam a gente como se fôssemos animais, diferente dos cubanos”, defendeu a diarista Gilmara.
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MP ABRE INVESTIGAÇÃO SOBRE CONDIÇÕES DE TRABALHO DE MÉDICOS CUBANOS

O Ministério Público Federal (MPF) no Distrito Federal abriu hoje (27) uma investigação para apurar as condições de trabalho oferecidas aos médicos cubanos que vão trabalhar no Brasil. Eles vão atuar em locais que não atraíram nenhum profissional do Programa Mais Médicos do governo federal.
Segundo o MP, o objetivo do inquérito civil é analisar se as normas internas e internacionais de proteção aos direitos humanos estão sendo cumpridas. Para embasar a investigação, o MPF pediu aos ministérios da Saúde e da Educação e à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) informações sobre o programa. O prazo para o envio é 15 dias, após a notificação.
De acordo com o Ministério da Saúde, 4 mil médicos cubanos devem chegar ao país. Na primeira etapa do acordo, que começou na segunda-feira (26), 400 profissionais desembarcaram no Brasil e mais 2 mil são aguardados no dia 4 de outubro. Os profissionais não vão precisar fazer o exame para revalidar o diploma de medicina.
O governo federal vai pagar uma bolsa de R$ 10 mil aos profissionais cubanos. O valor será repassado ao governo de Cuba, com a intermediação da Opas para posterior pagamento aos médicos.

MÉDICOS CUBANOS PEDEM RESPEITO E DIZEM QUE VÊM TRABALHAR PARA O POVO BRASILEIRO

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O primeiro grupo dos 206 médicos cubanos que vão trabalhar no Brasil desembarcou na tarde do sábado (24) no país. No Recife, ficaram 30 profissionais e 176 seguiram para Brasília, onde chegaram à noite. Ao desembarcar, Oscar Gonzales Martinez, graduado há 23 anos e especialista em atenção à família, disse que tinha grande expectativa em trabalhar com a população brasileira.
Martinez disse que veio ao Brasil por várias razões, entre elas, a oportunidade de trabalhar para o povo brasileiro. Sobre a polêmica em torno do pagamento dos salários, que serão feitos por meio do governo cubano e não diretamente aos profissionais, Gonzales disse que isso é o que menos importa, pois tem o emprego garantido em seu país e parte dos recursos irá para ajudar o seu povo.
“O mais importante é colaborar com os médicos brasileiros e ajudar na qualidade de vida do povo daqui. Também é importante a irmandade entre o povo cubano e o povo brasileiro que existe há muito tempo”, disse.
A médica Jaiceo Pereira, de 32 anos, lembrou, bem-humorada, que, apesar de ser a mais jovem do grupo, tem bastante experiência profissional e no início de sua formação já trabalhava com saúde da família. Ela pediu o apoio do povo brasileiro e respeito aos profissionais de seu país. “Queremos ajudar e dar saúde a todos aqueles que não têm acesso aos serviços médicos”, disse. “Queremos dar amor e queremos receber amor.” Já Alexander Del Toro destacou que veio para trabalhar junto e não competir.
Um grupo de 25 simpatizantes do socialismo e de Cuba esteve no Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek com cartazes. Durante a longa espera, que durou mais de duas horas, os manifestantes gritavam palavras de ordem como “Cubano amigo, Brasil está contigo” e “Brasil, Cuba, América Central, a luta socialista é internacional”.
Em meio às manifestações de apoio, Ana Célia Bonfim, que se identificou como médica da Secretaria de Saúde do Distrito Federal chegou a gritar entre os manifestantes que tudo não passava de uma “palhaçada”. “Profissional troca alguma coisa por bolsa. Isso não é coisa de profissional. Pelas condições que tem o médico cubano, claro que eles vão trocar isso pelas condições brasileiras. Mas isso é exploração de mão de obra”, disse.
O restante dos médicos cubanos desembarca amanhã (25) em Fortaleza, às 13h20, no Recife, às 16h, e em Salvador, às 18h, segundo o ministério. Ao todo, 644 médicos, incluindo os 400 cubanos, com diploma estrangeiro chegam ao Brasil até este domingo (25).  Na sexta-feira (23), começaram a chegar os médicos inscritos individualmente em oito capitais.
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