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:: ‘Medicina’

CURSO DE MEDICINA PODE SER AUTORIZADO EM PORTO SEGURO

Porto Seguro recebeu a visita técnica dos médicos e representantes do MEC (Ministério da Educação), Dr. Geraldo Cunha Cury e Dr. José Welington Alves, para conhecer de perto a relação dos serviços cadastrados no sistema como parte integrante do processo de seleção para o curso de Medicina que deverá ser instalado no município.

Durante os dias 9 e 11/1, eles estiveram acompanhados das secretarias municipais de Educação, Cláudia Mello, e Saúde, Edna Alves, em visitas técnicas ao Pronto Atendimento de Trancoso, UPA Frei Calixto, Policlínica Municipal e Hospital Luís Eduardo Magalhães, sendo este um dos pontos mais importantes para o curso.

O prefeito em exercício, Beto Nascimento, também recebeu os representantes e se colocou à disposição para o que for necessário. “Porto Seguro ter um curso de medicina representa um grande avanço para o município e toda região, por isso, estamos muito felizes por recebê-los aqui”, afirmou.

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UNIVERSIDADE CANCELA PROVA E MARCA NOVA AVALIAÇÃO APÓS POLÊMICA EM VESTIBULAR DE MEDICINA NA BA

Alguns cadernos de provas do processo seletivo realizado no último sábado (25), em Salvador, estavam com as respostas corretas destacadas em negrito.

Após estudantes que participaram do vestibular de medicina 2018.1 da Universidade Salvador (Unifacs), no domingo (26), na capital baiana, denunciarem que a maioria das provas do processo seletivo tinha questões com as respostas corretas destacadas em negrito, a instituição decidiu, nesta segunda-feira (28) anular a aplicação da prova.

Através de nota, a Unifacs informou que uma nova prova será realizada no dia 9 de dezembro (sábado), das 15h às 19h, no campus Tancredo Neves.

Ainda segundo a Unifacs, “a Consultec, empresa contratada para a elaboração e aplicação das provas de vestibulares da instituição há mais de 25 anos, identificou falhas pontuais na impressão de alguns cadernos de prova, aplicados no Vestibular de Medicina da UNIFACS 2018.1”.

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ITABUNA PODE GANHAR CURSO DE MEDICINA

BLOG DO THAME
Itabuna.

Itabuna.

O  MEC (Ministério da Educação) publicou nesta terça-feira (3) a lista com 42 municípios pré-selecionados para receberem cursos privados de medicina. A informação está no Diário Oficial da União de hoje.
Da Bahia, foram selecionadas as cidades de Alagoinhas, Eunápolis, Guanambi, Itabuna, Jacobina e  Juazeiro.
A Santa Casa de Misericórdia é candidata a abrigar o curso de Medicina, caso Itabuna será inserida na seleção final do MEC.
Para serem selecionados,  as cidades precisavam ter 70 mil habitantes ou mais, não ser capital e não ter um curso de medicina. Na segunda fase de seleção, os municípios receberão visita in loco para verificar a infraestrutura de saúde.
Segundo as regras instituídas pelo MEC neste ano, a cidade precisa ter, entre outras coisas, ao menos cinco leitos do SUS para cada aluno, um mínimo de dezessete equipes de atenção básica e três programas de residência médica.

CIENTISTAS CHINESES CRIAM ROSTO EM SEIO DE MULHER E REALIZAM TRANSPLANTE

rosto
Cientistas chineses inovaram mais uma vez na cirurgia médica. Uma jovem de 17 anos da província de Fujian, no sudeste da China, recebeu um transplante de um rosto desenvolvido no seio dela.
A nova face havia sido implantada no peito durante alguns meses. Segundo a agência oficial chinesa, “Xinhua”, a experiência em Xu Jianmei, moradora de uma pequena aldeia de pescadores, foi recomendada por conta das sequelas sofridas pela moça que ficou desfigurada em um incêndio quando tinha cinco anos.
Com o acidente, ela perdeu pálpebras, queixo e parte da orelha direita. Em 2012, os médicos propuseram a criação de um novo rosto formado a partir de tecido extraído da perna e que seria implantado no tórax da moça para se desenvolver.
A última fase da cirurgia foi concluída na segunda-feira (21) e os médicos estimam que a cicatrização deve acontecer nas próximas semanas. “Com seu novo rosto, a moça poderá se expressar de maneira mais precisa. Inclusive poderá ficar com a face avermelhada quando se emocionar”, afirmou Jiang.
No entanto, o cientista advertiu que “pode levar muito tempo” para que se chegue a esse ponto. Em setembro, outro cidadão de Fujian recebeu um nariz novo que cresceu durante meses na testa.
Os pesquisadores informam que esses transplantes são ainda relativamente raros e, até o momento, só dez deles aconteceram na China. Informações da EFE.

BRITÂNICO RECUPERA VISÃO APÓS IMPLANTAR O PRÓPRIO DENTE NO OLHO

OLHO
O britânico Ian Tibbetts, de 43 anos, voltou a enxergar após o implante de um dente de um pedaço de sua mandíbula em seu olho.
O procedimento é chamado de osteo-odonto-queratoprótese (OOKP) e ocorre em duas etapas. Na primeira, são retirados um dente e uma parte da mandíbula do paciente. Em seguida, uma lente especial é inserida dentro do dente, que funciona como uma espécie de moldura.
O dente, então, é colocado dentro da órbita ocular. Passados alguns meses, quando o dente começa a criar tecidos e desenvolver fluxo sanguíneo, vem a segunda parte. A córnea é aberta e removida e o dente é, finalmente, ligado à órbita ocular, o que faz como que o paciente consiga enxergar.
Tibbetts começou a perder a visão há 12 anos, após um acidente de trabalho que rasgou sua córnea em seis lugares. Com o tempo, ele passou a enxergar somente sombras e formas sem nenhum foco.

NO REINO UNIDO E NA SUÉCIA, MÉDICOS PRECISAM SERVIR NO SETOR PÚBLICO

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Enquanto no Brasil a nova lei que obriga estudantes de medicina a passar dois anos atendendo no SUS gerou o esperneio dos abastados postulantes a médicos, no Reino Unido e na Suécia os jovens recém-saídos das universidades de Medicina precisam cumprir um período de treinamento remunerado no setor público antes de receberam licença para exercer a profissão.
Para os britânicos, são obrigatórios dois anos de treinamento em hospitais públicos, após o período da universidade. Os cursos de Medicina no país variam de cinco a seis anos e conferem aos estudantes uma registro provisório, com o qual se inscrevem no chamado “The Foundation Progamme”.
No primeiro ano, o salário-base do jovem médico é de 24 mil libras anuais (quase R$ 80 mil), segundo estatísticas de 2012. A quantia pode variar de acordo com as dificuldades do hospital, do cronograma do profissional e das dificuldades do ofício. Completados os 12 meses iniciais, ele recebe a licença, mas é obrigado a terminar o segundo ano.
“Só então o médico poderá partir para o período de especialização e residência, que pode durar outros cinco anos”, explica a assessora da faculdade de Medicina da George’s University of London, Elenor Sheppard.
Na Suécia, o curso dura cinco anos e meio. O programa de treinamento, conhecido por AT, dura pelo menos 18 meses. É cada vez mais frequente terminá-lo em 21 meses, ao final dos quais o profissional é submetido a um exame, sem o qual não pode trabalhar. Após o AT, ele pode escolher sua especialização, que dura, no mínimo, cinco anos.
Na França, a formação pode levar de 9 a 11 anos. O vestibular dá direito a cursar um ano de faculdade de Medicina, num aprendizado mais abrangente em aulas de biologia, bioquímica ou biofísica. Depois, os melhores alunos são admitidos e prosseguem a formação, em seis anos. A partir do terceiro ano, passam a praticar atendimento externo remunerado em hospitais conveniados com as universidades. Com a conclusão do curso, inicia-se um período também remunerado, equivalente à residência no Brasil, que pode durar de três a cinco anos.

ESTUDANTES DE MEDICINA TERÃO QUE TRABALHAR 2 ANOS NO SUS PARA TER DIPLOMA

O GLOBO
Os estudantes de medicina que começarem o curso em 2015 terão que trabalhar por dois anos no Sistema Único de Saúde (SUS) como requisito necessário para ter o diploma. A medida valerá para todas as escolas de medicina públicas e privadas do país, mas ainda vai demorar a ter resultados. Os estudantes vão começar esse segundo ciclo da formação apenas em 2021, quando tiverem passado pelos seis anos do primeiro ciclo de formação.
A norma faz parte da medida provisória (MP) editada nesta segunda-feira pela presidente Dilma Rousseff com ações voltadas para a saúde pública. Entre elas estão as regras para o programa “Mais Médicos”. O programa prevê o preenchimento das vagas na atenção básica à saúde nas regiões onde há carência desses profissionais. Será dada prioridade aos médicos com registro no Brasil, que deverão começar suas atividades em 2 de setembro. As vagas que sobrarem vão primeiramente para os brasileiros formado no exterior e, por fim, para os médicos estrangeiros. Estes devem começar a trabalhar em 18 de setembro. O número de vagas ainda não foi fechado e vai depender da demanda.
Hoje, o curso de medicina prevê quatro anos de formação teórica e dois de estágio obrigatório em regime de internato, totalizando seis anos. A partir de 2015, os alunos de medicina continuarão a fazer um curso de seis anos, mas depois disso passarão um ano no serviço de atenção básica do SUS, e depois mais um ano nos serviços de urgência e emergência, como por exemplo o Samu. O Conselho Nacional de Educação (CNE) terá um período 180 dias para regulamentar esse segundo ciclo do curso.

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GOVERNO DESENVOLVE MÉTODO DE AVALIAÇÃO DE MÉDICOS ESTRANGEIROS

AGÊNCIA BRASIL
O governo está desenvolvendo um método de avaliação para os médicos estrangeiros que vierem trabalhar no Brasil, disse hoje (8) o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ao abrir a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite em Heliópolis, zona sul paulistana. “Estamos desenhando o programa. Desenhando o modelo de avaliação desses médicos, porque nós queremos médicos bem formados, com capacidade de atuar, que conheçam os problemas de saúde do nosso país.” 
Segundo Padilha, além do trabalho conjunto com os ministérios da Educação e das Relações Exteriores,  o governo está mantendo contato com os países que podem enviar os profissionais de saúde. “Nós mandamos missões para a Espanha, Portugal, o Canadá, a Austrália e a Inglaterra, que já é uma parceira antiga nossa, para desenhar o programa”, acrescentou.
Os médicos estrangeiros vão, de acordo com o ministro, ajudar a suprir uma demanda de 13 mil profissionais para atender as periferias e o interior. Padilha ressaltou, no entanto, que parte dessa carência já foi atendida com o Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab), que incorporou 4 mil profissionais. Com o programa, os médicos recebem uma bolsa mensal de R$ 8 mil para cumprir 32 horas semanais de trabalho nas unidades básicas de Saúde e oito horas semanais de curso de pós-graduação em saúde da família, com duração de um ano.
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cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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