WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
Neste site
novembro 2019
D S T Q Q S S
« out    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930

:: ‘Marcos Feliciano’

BANCADA EVANGÉLICA PEDE A MINISTRO QUE INTERCEDA POR PASTOR ACUSADO DE ESTUPRO

RADAR ON LINE
Pastor Marcos Pereira.

Pastor Marcos Pereira.

Liderados por Marco Feliciano, um grupo de dezessete deputados, boa parte deles evangélicos, conseguiu uma brecha na agenda do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, na semana passada, para defender o pastor Marcos Pereira da Silva, preso há três meses sob a acusação de estuprar fieis no Rio de Janeiro.
A bancada criticou a polícia fluminense por falta de isenção e pediu a federalização das investigações. Ouviram um ‘não’ do ministro da Justiça.
Além de Feliciano, eis os nomes dos deputados que defendem o pastor: Pastor Eurico, Francisco Floriano, Adrian Mussi, João Campos, Alexandre Santos, Washington Reis, Jair Bolsonaro, Roberto Lucena, José Olimpio, Leonardo Quintão, Zequinha Marinho, Eduardo da Fonte, Costa Ferreira, Anthony Garotinho, Fernando Jordão, Arolde de Oliveira e Aureo Lídio Moreira Ribeiro.

MARCOS FELICIANO É “HOMENAGEADO” DURANTE VOO

Um grupo encontrou, num voo de Brasilia a São Paulo, o deputado federal Marcos Feliciano (PSC). O deputado, acusado de homofobia, racismo e defensor da “cura gay”, já teve o Brasil pedindo sua renúncia à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, mas foi esquecido na onda de protestos de junho.
Ao perceber que o deputado/pastor estava na aeronave, o grupo partiu para a resenha, e cantou a música “Robocop Gay” para o parlamentar. O vídeo, você confere abaixo.

OAB VAI PEDIR A CASSAÇÃO DE MARCO FELICIANO E JAIR BOLSONARO

CORREIO DO BRASIL
depuatados
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) concluiu a denúncia contra Marco Feliciano (PSC-SP) e Jair Bolsonaro (PP-RJ) por campanha de ódio. A entidade quer que a Corregedoria da Câmara puna os dois por quebra de decoro parlamentar em virtude de divulgação de vídeos considerados difamatórios, o que poderia resultar na cassação de seus mandatos.
Liderando um grupo de mais de vinte entidades ligadas aos direitos humanos, a OAB enviará, na próxima semana, representação ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, contra Feliciano e Bolsonaro. A entidade quer que a Corregedoria da Câmara os processe por quebra de decoro parlamentar em virtude de divulgação de vídeos considerados difamatórios.
Em um dos vídeos, Bolsonaro teria editado a fala de um professor do Distrito Federal em audiências na Câmara para acusá-lo de pedofilia e utiliza imagens de deputados a favor da causa homossexual para dizer que eles são contrários à família.
Para o presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB, Wadih Damous, essas campanhas de ódio representam o rebaixamento da política brasileira. “Pensar que tais absurdos partem de representantes do Estado, das Estruturas do Congresso Nacional, é algo inimaginável e não podemos ficar omissos. Direitos Humanos não se loteia e não se barganha”, disse. Indignado com os relatos feitos por parlamentares e defensores dos direitos humanos durante reunião na sede da entidade, Damous garantiu que “a Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB será protagonista no enfrentamento a esse tipo de atentado à dignidade humana”.
Na reunião com a CNDH da entidade dos advogados estiveram presentes, além dos deputados acusados na campanha difamatória, representantes da secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República, do Conselho Federal de Psicologia, e ativistas dos movimentos indígena, de mulheres, da população negra, do povo de terreiro e LGBT.

ALEXANDRE FROTA DIZ QUE NAMOROU FELICIANO

frotaEm entrevista ao programa “Morning Show”, o ator Alexandre Frota, em tom de piada, afirmou já ter namorado o deputado Marcos Feliciano.
“Eu conheço ele, foi meu namorado. Tivemos um relacionamento de dois anos”, brincou.
Mandando um recado para Feliciano, o ator continuou a brincadeira: “Amor, estou estranhando essa sua posição. Por tudo o que a gente viveu, por toda a nossa vida, por tudo o que você falou no meu pé do ouvido, eu esperava mais. Me liga, amor”.
Questionado sobre sua orientação sexual, Frota manteve o tom bem-humorado. “Eu sou pentasseuxal. Era bi, fui tri, agora sou penta. E vou tentar o hexa”, disse, acrescentando que ganhou a fama de bissexual por causa de seus trabalhos voltados para o público gay.

CONTRADIÇÕES: FELICIANO AGORA AFIRMA QUE NÃO EXISTE “CURA GAY”

pastor-marco-feliciano
O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, deputado Marco Feliciano (PSC-SP), divulgou um vídeo na internet para defender o projeto que ficou conhecido como “cura gay”, aprovado na semana passada pelo colegiado.
Na gravação, o pastor faz questão de ressaltar que o projeto não é de sua autoria, mas do deputado João Campos (PSDB-GO), também da bancada evangélica. Apesar de o projeto abrir uma brecha para o “tratamento” de gays, o deputado Feliciano afirma, no vídeo, que homossexualidade não é doença.
“Não existe cura gay, porque homossexualidade não é doença”, diz o deputado. Ele continua: “mas não podemos tolher o direito de um profissional, como um psicólogo, de estudar um assunto que ainda não se colocou nele um ponto final, ainda é uma incógnita, ainda é um fenômeno”.
 O deputado omite o fato de que o projeto é apoiado por religiosos, não por psicólogos. A proposta, que passará ainda por duas comissões da Câmara antes de ir a plenário, suspende trechos de resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP), de 1999. Ela anula, por exemplo, o parágrafo único que diz que “os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”.
O Conselho já se manifestou contra o projeto. Para a conselheira Cynthia Ciarallo, a retirada desse trecho da resolução indica que há uma intenção concreta de permitir que os psicólogos possam trabalhar pela cura da homossexualidade.
MANIFESTAÇÕES – Feliciano será alvo de novas manifestações contra sua presença no comando da comissão. Oito cidades, entre elas São Paulo e Brasília, convocaram para esta quarta-feira, 26, protestos contra o deputado. “Quem derrubou o preço das tarifas vai derrubar Feliciano”, diz a página do evento no Facebook, em referência às manifestações dos últimos dias.
No vídeo, Feliciano afirma ter sido usado como “bode expiatório” pela imprensa para tirar o foco do descontentamento das pessoas. Segundo o deputado, depois que os jornais pararam de falar dele e começaram a mostrar os problemas do Brasil, as manifestações tomaram as ruas.

APÓS APROVAÇÃO DO PROJETO DA “CURA GAY”, ATIVISTA PEDE APOSENTADORIA RETROATIVA POR SER HOMOSSEXUAL

"Se somos doentes, somos inválidos. Logo, temos que nos aposentar', afirmou ativista gay.

“Se somos doentes, somos inválidos. Logo, temos que nos aposentar’, afirmou ativista gay.

Dois dias após a aprovação do projeto da “cura gay” em comissão presidida pelo deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) na Comissão de Direitos Humanos da Câmara , ativistas acharam uma brecha na proposta para reivindicar aposentadoria compulsória por invalidez, já que a homossexualidade teve permissão para ser tratada como doença.
Segundo a “Folha de S. Paulo”, o diretor-executivo do grupo Dignidade, Toni Reis, tomou a frente da iniciativa e foi o primeiro encaminhar o pedido de “aposentadoria compulsória retroativa por homossexualismo” aos ministros Garibaldi Alves (Previdência Social) e Alexandre Padilha (Saúde).
“Se somos doentes, somos inválidos. Logo, temos que nos aposentar”, declara Toni Reis. “Sendo uma dessas pessoas inválidas, devido à minha condição homossexual que é de notório saber, venho por meio deste requerer minha aposentadoria compulsória, com direito a acompanhante especializado, retroativa até o início das primeiras manifestações da minha homossexualidade, por volta do ano de 1970”,  completa o ativista no requerimento.
Toni afirmou à “Folha” que o pedido de aposentadoria é uma forma “risível” de protestar contra a aprovação do projeto e afirma que é uma resposta paga na mesma moeda. “Já que eles querem brincar com a nossa cidadania, nós vamos usar isso [pedido de aposentadoria] de forma muito tranquila”, disse o ativista.

FELICIANO AMEAÇA ‘REBELIÃO’ SE GOVERNO INTERFERIR NO PROJETO ‘CURA GAY’

FOLHA
pastor-2
Com um discurso inflamado, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Marco Feliciano (PSC-SP), ameaçou nesta quarta-feira (19) uma rebelião da bancada evangélica –composta por 80 deputados– caso o governo interfira na votação do projeto conhecido como “cura gay”. A mensagem foi dita quando o deputado chegava para uma audiência pública da comissão.
Ao negar que a votação da proposta tenha sido uma provocação às manifestações que tomam as ruas de vários Estados, o deputado disparou ataques a ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos) que prometeu mobilizar o governo para evitar que a proposta avance na Casa.
Feliciano recomendou “juízo para a dona ministra”, disse que ela “mexe onde não devia” e recomendou que ela procure a presidente Dilma Rousseff porque “o próximo ano” tem eleições.
O projeto permite a psicólogos oferecer tratamento para a homossexualidade –a chamada “cura gay”, segundo os críticos da ideia, e terá que passar por outras duas comissões da Casa. Feliciano nega que a proposta tenha essa linha.
“O governo sempre tenta barrar [projetos]. Isso acontece com todos os projetos, não é somente com esse. É o jogo político”, disse. “Queria aproveitar e mandar um recado: dona ministra Maria do Rosário dizer que o governo vai interferir no Legislativo é muito perigoso. É perigoso dona ministra principalmente porque ela mexe com a bancada inteira”, afirmou.
:: LEIA MAIS »

PROPOSTA SOBRE ‘CURA GAY’ É APROVADA EM COMISSÃO PRESIDIDA POR FELICIANO

 
pastor-marco-feliciano
Sob o comando do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), a Comissão de Direitos Humanos da Câmara aprovou nesta terça-feira (18) projeto que permite aos psicólogos promover tratamento com o objetivo de curar a homossexualidade.
A proposta, conhecida como “cura gay”, terá que passar ainda por outras duas comissões da Casa: Seguridade Social e Constituição e Justiça. Se aprovada em ambas, segue para o plenário da Câmara.
Durante o debate na comissão, houve discussão entre o presidente do grupo e o deputado Simplício Araújo (PPS-MA), autor de requerimento que pedia, no início de junho, a retirada de pauta da matéria.
O projeto de decreto legislativo, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), suspende dois trechos de resolução instituída em 1999 pelo CFP (Conselho Federal de Psicologia). O primeiro trecho sustado afirma que “os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”.
A proposta aprovada hoje anula ainda artigo da resolução que determina que “os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica”.
Na justificativa do documento, Campos afirma que o conselho “extrapolou seu poder regulamentar” ao “restringir o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional”.
A votação é uma vitória da bancada evangélica, que tenta avançar com o projeto há dois anos.
Durante o debate, manifestantes exibiram cartazes com frases contrárias ao texto. “Não há cura para quem não está doente”, dizia um deles.

FELICIANO MARCA PARA HOJE VOTAÇÃO DA ‘CURA GAY’

pastor-marco-felicianoO presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara, deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), marcou para esta terça (4), depois de três tentativas, sem sucesso, a votação do projeto de decreto legislativo que autoriza o tratamento psicológico ou a terapia para alterar a orientação sexual de homossexuais, chamado de “cura gay”.
Além do projeto, estão na pauta da comissão a apreciação de 17 requerimentos como os que propõem a audiência pública para discutir a importância de instituir o Dia Nacional do Perdão e o que requer a indicação de comissão para viajar à Bolívia para analisar a situação dos estudantes de medicina brasileiros naquele país.
O projeto denominado de “cura gay” foi colocado na pauta de votações há um mês, pela primeira vez, pelo deputado Pastor Feliciano, mas a reunião da comissão foi cancelada a pedido do presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), em função da discussão de várias matérias consideradas polêmicas pelo plenário da Câmara e da presença de diversos setores da sociedade civil. Outras reuniões da comissão foram canceladas em função de votações em plenário.
:: LEIA MAIS »

COMISSÃO LIDERADA POR FELICIANO VOTA PROJETO QUE PERMITE TRATAMENTO PARA ‘CURA GAY’

Pastor-Marco-FelicianoO projeto de lei do deputado João Campos (PSDB-GO), que pretende suspender a resolução do Conselho Federal de Psicologia que, desde 1999, impede os psicólogos de tentar curar a homossexualidade será votado no plenário da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.
Relatório do pastor evangélico Anderson Ferreira (PR-PE), por indicação do presidente do grupo, o também líder religioso deputado Marco Feliciano (PSC-SP), foi favorável à ideia.
 “O projeto de decreto legislativo nada mais significa que a sustação da norma, até que haja apreciação judicial que decida a questão. Seu texto constitui uma defesa da liberdade de exercício da profissão e mesmo da liberdade individual de escolher um profissional para atender a questões que dizem respeito apenas à sua própria vida, sem prejudicar outrem”, alegou Ferreira.
 Após a votação na Comissão de Direitos Humanos, ainda sem data definida, a proposta seguirá para os colegiados de Seguridade Social e Família e Constituição e Justiça.

cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia