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:: ‘Mais Médicos’

MÉDICOS ARGENTINOS VÊM TRABALHAR NO BRASIL PELO DOBRO DO SALÁRIO, DIZ JORNAL

Médicos argentinos que vêm para o Brasil pelo programa federal Mais Médicos devem ganhar o dobro do salário pago por seu país de origem, informou uma reportagem publicada nesta quinta-feira (5) pelo jornal argentino “Clarín”. Segundo o Ministério da Saúde brasileiro, os profissionais inscritos deverão receber uma bolsa de R$ 10 mil por mês para uma jornada de 40 horas semanais.
Já na Argentina, segundo a reportagem, os médicos precisam fazer plantões e acabam cumprindo 70 horas de trabalho por semana. Além disso, no Brasil, eles terão cobertas despesas com viagem, alojamento e alimentação, um mês de férias por ano e o acompanhamento de dois parentes diretos. O programa está previsto para durar três anos, mas poderá ser renovado por mais três.
Os argentinos são o segundo maior grupo do Mais Médicos (73), atrás apenas dos brasileiros (99), destacou o “Clarín”. Isso sem mencionar os 4 mil cubanos, que virão ao nosso país por um acordo entre o governo e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

VEREADOR EM ILHÉUS, ROLAND LAVIGNE VAI TRABALHAR EM CONQUISTA PELO “MAIS MÉDICOS”

Roland, em destaque, ao lado do prefeito de Conquista, Guilherme Menezes.

Roland, em destaque, ao lado do prefeito de Conquista, Guilherme Menezes.

A prefeitura de Vitória da Conquista apresentou à imprensa, nesta segunda (02), os médicos que chegaram à cidade por meio do programa federal Mais Médicos.
Nada a se estranhar, não fosse a presença de um profissional da medicina e da política ilheense, que, atualmente, também é vereador na cidade: Roland Lavigne.
Roland, ex-deputado e eleito pelo PPS para legislar em Ilhéus, vai trabalhar agora em Vitória da Conquista, receber bolsa de dez mil reais e apoio para residência.
Para deixar os leitores bem informados, Conquista, cidade de clima pra lá de agradável, fica a 262 quilômetros de Ilhéus, onde o vereador deve estar às terças e quartas para participar das sessões do legislativo.
E tem mais, se Roland fixar residência por lá, pode ter seu mandato cassado. O regimento interno da câmara, inúmeras vezes evocado por ele por “questão de ordem”, prevê que um dos deveres dos vereadores é residir na cidade.

ILHÉUS VAI RECEBER 60 MÉDICOS CUBANOS

mais medicosIlhéus, enfim, foi cadastrada no Programa Mais Médicos, do governo Federal. A secretaria de saúde solicitou o envio de 60 médicos por meio do programa. 
O Programa Mais Médicos faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), que prevê mais investimentos em infraestrutura dos hospitais e unidades de saúde, além de levar mais médicos para regiões onde há escassez e ausência de profissionais. 
Segundo a secretária Ledívia Espinheira, o cadastramento incluiu 34 unidades de saúde (posto e centros) das zonas urbana e rural. Os médicos, que devem vir de outros países, como Cuba, Espanha e México, ocuparão apenas postos vagos.

MEC ANUNCIA PROGRAMA PARA PROFESSORES NOS MOLDES DO “MAIS MÉDICOS”

G1
Mercadante.

Mercadante.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou nesta quarta-feira (21) que pretende criar um programa para levar professores a regiões do país mais carentes desses profissionais. Em audiência pública na Câmara dos Deputados, onde apresentou os principais desafios atuais do ensino médio, Mercadante afirmou que o programa poderá seguir os moldes do Mais Médicos, que pesquisa, junto aos municípios brasileiros, vagas abertas para médicos e abre editais para selecionar profissionais que serão contratados como bolsistas para atuar nessas cidades necessitadas.
O nome provisório do programa, segundo o ministro, é Programa Nacional de Professores Visitantes na Educação Básica – Mais Professores. Ele foi apresentado na reunião de uma comissão especial da Câmara, criada em 2012 e dedicada à formulação de um projeto de lei para reformular o ensino médio brasileiro.
“É uma contribuição do governo federal com os municípios que têm baixo Ideb [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica], baixo IDH [Índice de Desenvolvimento Humano] e principalmente onde não temos hoje professores de matemática, física, química, inglês – que são as maiores carências”, afirmou Mercadante no Congresso, segundo nota da assessoria de imprensa do Ministério da Educação.
O MEC afirmou ainda que o Mais Professores ainda está em fase de formulação, e não há detalhes sobre como ele vai funcionar. Porém, os municípios que serão beneficiados por ele estão principalmente nas regiões Nordeste e Norte.
Entre as outras medidas debatidas pelo ministro na Câmara dos Deputados nesta quarta, segundo a assessoria de imprensa do MEC, estão a reforma do currículo do ensino médio, para priorizar a interdisciplinaridade, mais investimentos em escola em tempo integral, incentivar a ampliação de vagas no ensino médio profissional e oferecer mais bolsas de estudo e pesquisa a jovens estudantes interessados em ciência e em licenciatura.

‘VIAJO 20 HORAS, SE PRECISAR’, DIZ FORMADO NA ESPANHA INSCRITO NO MAIS MÉDICOS

G1
medico0Morador de Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, o médico Cristobal Andres Parada, de 34 anos, boliviano que também tem nacionalidade espanhola, se inscreveu nas vagas no Mais Médicos e aguarda o resultado da seleção de estrangeiros, que deve ser fechado internamente pelo Ministério da Saúde nesta sexta (9), e divulgado no sábado (10).
Ele disse estar disposto a viajar até 20 horas se for necessário, para atuar pelo SUS em um município distante ou área isolada. “Não tenho problema”, ressaltou.
Parada nasceu em Santiago do Chile, mas tem mãe americana e pai boliviano. Morou boa parte da vida em La Paz, mas também em cidades da Espanha, pois tem a cidadania do país – ele se formou em medicina pela Universidade de Zaragoza, em 2010. Desde então, vive no Brasil. Ele se inscreveu para revalidar o diploma duas vezes, em 2011 e 2012, mas não foi aprovado.
O candidato foi à Espanha, nesta semana, retirar os últimos documentos e resolver trâmites burocráticos de sua inscrição no Mais Médicos. Este passo já foi concluído, diz sua mulher, Muna Abdallah. Como não pode atuar com medicina no Brasil, Parada trabalha como administrador de empresas.
“Falam que não tem infraestrutura, que [os estrangeiros] estão acostumados a trabalhar com equipamentos modernos”, diz ele, sobre a situação de algumas cidades atendidas pelo Mais Médicos. “Mas, mesmo assim, a presença de um médico formado em uma região [pobre] vai ser uma ajuda muito grande.”
O médico diz não ver problema em trabalhar num município distante ou isolado do Brasil – ele torce para ser escolhido em algum de Mato Grosso. “Mesmo se tiver que viajar 15 ou 20 horas, se for até uma comunidade indígena, eu vou. Não tenho problema”, ressalta.
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PRIMEIRA CHAMADA DO MAIS MÉDICOS ATENDE A 6% DA DEMANDA DAS CIDADES

mais médicosA primeira chamada do programa Mais Médicos vai fixar 938 profissionais em 404 cidades do país. Ou seja, atendeu a apenas 6% do total de médicos demandados por municípios ao governo federal e a 11,5% das cidades inscritas no programa.
A primeira listagem foi feita com médicos formados no Brasil ou que já têm autorização para atuar no país. A próxima etapa será oferecer as vagas não preenchidas a médicos que hoje atuam no exterior –fechando, então, a primeira rodada do programa.
A baixa participação dos brasileiros no programa fez o ministro Alexandre Padilha (Saúde) admitir que a vinda de estrangeiros é essencial. “Ficou evidente que só a oferta nacional de médicos será insuficiente para, rapidamente, cobrir a demanda por médicos no interir e periferias.”
Originalmente o Mais Médicos era voltado apenas aos médicos estrangeiros. A forte pressão contrária das entidades médicas fez o governo mudar o discurso e passar a defender a prioridade aos médicos nacionais.
Lançado em julho pela presidente Dilma Rousseff, o Mais Médicos tem dois eixos. O primeiro é fixar médicos, brasileiros ou estrangeiros, na rede pública de saúde de municípios do interior e periferias das grandes cidades. O segundo é ampliar o curso de medicina em dois anos –proposta já flexibilizada pelo próprio governo frente a uma avalanche de críticas.
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BOLSA PARA MÉDICOS SOBE DE 8 MIL PARA 10 MIL REAIS

O Ministério da Saúde anunciou na sexta-feira (12) o aumento da bolsa do Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab) de R$ 8 mil para R$ 10 mil. O novo valor, que vai começar a ser pago em setembro, equipara essa bolsa à do Programa Mais Médicos, lançado no começo da semana.
Em todo o país há 3.568 médicos atuam pelo Provab em regiões carentes de 1.260 municípios brasileiros.  Assim com o Mais Médicos, o programa leva profissionais para atuar, sob supervisão de universidades, na atenção básica da rede pública de regiões onde faltam médicos, como no interior e periferias dos grandes centros. Os programas têm carga de 40 horas semanais.
Uma diferença entre os dois programas é que pelo Provab o médico atua por um ano na região para a qual foi designado, e, no Mais Médicos, atuará por três anos. Além disso, os participantes do Provab têm que fazer simultaneamente uma especialização em atenção básica, ofertada por instituições federais de ensino e caso cumpram todos os requisitos, a carga horária do programa e seja aprovado na avaliação final, recebe uma pontuação adicional de 10% nos exames de residência médica, o que não foi definido para o Mais Médicos.
Hoje são 2.092 profissionais em 618 municípios da Região Nordeste; 780 médicos em 321 municípios do Sudeste; 303 profissionais em 150 municípios do Sul; 212 médicos em 84 municípios e dois distritos sanitários especiais indígenas (Dseis) no Centro-Oeste; e 181 em 80 municípios e dois Dseis na Região Norte.

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