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:: ‘Jó’

DENÚNCIA SERÁ LEVADA AO MP

JORNAL BAHIA ONLINE
Dr. Jó. Foto: Andrei Sansil/Ilhéus 24h.

Dr. Jó. Foto: Andrei Sansil/Ilhéus 24h.

A denúncia de tentativa de suborno feita pelo ex-prefeito Newton Lima foi considerada grave pelo presidente da Câmara, Josevaldo Machado. Ele anunciou ao Jornal Bahia Online que nesta quarta-feira terá uma reunião com a mesa diretora para traçar os rumos de uma investigação.
Josevaldo informou que deverá ser instaurada uma Comissão Especial de Inquérito para apurar os fatos. A Câmara também vai pedir judicialmente as provas das denúncias a Newton Lima. O teor da sessão da terça-feira também será encaminhado ao Ministério Público, segundo Machado.

O SISTEMA ESTÁ BRUTO NA CÂMARA DE ILHÉUS

Lukas-Paiva-Foto-Cristiano-Cruz-e1379350364814Falta papel de ofício, cartucho de impressora e até telefone. Essa é a situação dos gabinetes da câmara de vereadores de Ilhéus, segundo Lukas Paiva, parlamentar do PMN. Os problemas do legislativo ilheense foram tornados públicos durante discurso do vereador na última quarta-feira (30).
Segundo Lukas, os trabalhos individuais do legislativo ficam impedidos quando falta o mínimo necessário para imprimir um documento, fazer ligações ou usar os carros oficiais.
O vereador destacou o valor do repasse mensal feito à câmara, que ronda, segundo ele, os R$ 713 mil, mas que, aparentemente, não são suficientes para manter a casa.
Questionado sobre as precariedades da câmara, o presidente, Dr. Jó (PCdoB), alegou, em outra oportunidade, o aperto com o aumento de salários e número de assessores.

A CEI DO TRANSPORTE PODERIA SER APROVADA – O QUE IMPEDIU?

Cartaz usado na manifestação de ontem (sexta, 30). Foto de Maurício Maron.

Cartaz usado na manifestação de ontem (sexta, 30). Foto de Maurício Maron.

Na última quarta-feira (28), a câmara de vereadores de Ilhéus, sob o comando do Dr. Jó (PCdoB), arquivou pedido de abertura de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) que investigaria as empresas de transporte da cidade. O pedido foi protocolado na mesa diretora uma semana antes, pelo movimento Reúne Ilhéus.
Para recomendar o arquivamento, o presidente usou mecanismo legal, isso é inquestionável. Jó se baseou no regimento interno da casa, que prevê a abertura da CEI somente se o documento for subscrito por, pelo menos, sete vereadores. O pedido do Reúne Ilhéus não tinha as assinaturas, mas poderia ter.
Naquela sessão, dois vereadores faltaram. Gilmar Sodré (PMN/situação), que pouca falta faz a casa, e Valmir Freitas (PT/oposição). Os outros 17 estavam no plenário. Dez votaram pelo arquivamento, mas se abstiveram de assinar o pedido.
Dos 17, seis eram do bloco de oposição ao governo e se comprometeram a subscrever o documento, mas, naquele momento, não foi suficiente.
Mesmo seguindo o entendimento da mesa diretora, a recusa em assinar o requerimento marca a câmara e, principalmente, os vereadores da situação, que se negaram a pôr um foco de luz sobre o sistema de transporte do município.
A indiferença da bancada de apoio ao prefeito quanto à CEI gera questionamentos. Afinal, o que há de errado entre as empresas de transporte e o governo jabista? O que motivou a blindagem? O que há para esconder? A bancada é de apoio também às empresas?
Pressionada pela onda de protestos iniciada em junho, a câmara do Rio de Janeiro instalou CPI para investigar as concessões de transporte, que estão nas mãos da mesma família há mais de 20 anos. Por lá, estão em pauta também a situação do sistema, os altos lucros das empresas em contraste ao serviço precário fornecido. Qualquer semelhança com Ilhéus transcende o campo da coincidência.
Os vereadores aliados a Jabes perderam uma grande chance de mostrar que o legislativo pode superar o primeiro semestre de trabalho, marcado por intervenções judiciais e imposições do executivo.
Feliz ou infelizmente, eles não terão nova chance.
Já na próxima terça-feira (3), a bancada de oposição, composta exatamente por sete vereadores, promete protocolar na mesa diretora pedido de abertura da CEI. Uma lição aos colegas da base aliada.

CÂMARA DE ILHÉUS ELEGE NOVAS COMISSÕES

Votos sendo apurados na sessão de ontem. Foto: Fábio Bomfim/ Ilhéus 24h.

Votos sendo apurados na sessão de ontem. Foto: Fábio Bomfim/ Ilhéus 24h.

Cumprindo determinação judicial expedida pelo juiz Eduardo Gil Guerreiro, da 2ª Vara Cível e Comercial de Ilhéus na última sexta-feira (10), o presidente da Câmara de Vereadores de Ilhéus, Dr. Jó (PCdoB), realizou novas eleições para compor as comissões temáticas da casa.
A escolha dos novos componentes ocorreu na sessão desta quarta-feira (15). Como determinou o juiz, foi assegurada aos vereadores do bloco de oposição cadeiras em todas as comissões, respeitando o princípio constitucional da proporcionalidade.
Para o presidente da câmara, o fim do impasse permite que o legislativo volte as atenções para demandas mais importantes do município.
A composição das comissões você confere clicando no  leia mais.

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OPOSIÇÃO DERROTA JABES NA JUSTIÇA, DE NOVO

Justiça põe ponto final no problema. Jabes sai enfraquecido. Foto: Andrei Sansil/ Ilhéus 24h.

Justiça põe ponto final no problema. Jabes sai enfraquecido. Foto: Andrei Sansil/ Ilhéus 24h.

Parece ter chegado ao fim o imbróglio da eleição das comissões temáticas da câmara de Ilhéus. Sem consenso no plenário, coube à justiça determinar novo pleito já na próxima sessão.
Segundo mandado de segurança expedido ontem (sexta, 10) pelo juiz Eduardo Gil Guerreiro, da 2ª Vara Cível e Comercial de Ilhéus, a primeira eleição das comissões, realizada em fevereiro, feriu a Constituição Federal referente à proporcionalidade, já que não contou com vereadores do bloco oposicionista (lembre aqui).
A decisão foi dada após ação movida pelos seis vereadores da oposição. Há duas semanas, a presidência da casa realizou nova eleição, como determinou o juiz.
Mas, novamente, uma manobra do vereador Gilmar Sodré, situacionista, impediu a participação de um dos membros da oposição na comissão de justiça, uma das mais cobiçadas do legislativo (veja aqui).
A manobra levou os vereadores da oposição a retornar ao judiciário.
Na decisão de ontem, o magistrado desconsidera o último pleito e observa a garantia de participação dos oposicionistas principalmente na comissão de justiça.
O mandado de segurança é visto pelos vereadores de oposição como uma derrota ao prefeito Jabes Ribeiro, que teria dado as cartas na escolher dos membros de cada grupo.
Se não cumprir a ordem, o presidente da casa, Dr. Jó, será multado em R$ 1 mil diariamente.

ROLAND SE RETRATOU

Jó e Roland: assunto encerrado. Fotos: Ilhéus 24h.

Jó e Roland: assunto encerrado. Fotos: Ilhéus 24h.

Este blog deixou passar um detalhe sobre a breve discussão entre o presidente da câmara de Ilhéus, Dr, Jó (PCdoB), e o vereador Roland Lavigne, PPS, ontem (terça, 07).
Após as palavras duras de Roland e a repreensão de Jó, o vereador do PPS se retratou com o presidente, frisando o histórico respeitável do colega.

BATE BOCA NA CÂMARA DE ILHÉUS

Jó e Roland. Fotos: Ilhéus 24h.

Jó e Roland. Fotos: Ilhéus 24h.

A sessão desta terça-feira (07) foi de animosidades.
O presidente da casa, Dr. Jó (PCdoB), ofendido pelas palavras de Roland Lavigne, deixou a calma característica de lado e pediu, em alto e bom som, respeito ao colega.
No microfone, Roland criticou a suposta subordinação do legislativo ao prefeito Jabes Ribeiro e chamou o presidente de submisso. No pronunciamento, o vereador ainda afirmou que Jó se humilhava diante do chefe do executivo pedindo favores. 
Segundo Jó, Roland não estava respeitando a casa nem sua autoridade.
O bate boca foi interrompido com uma intervenção do vereador Cosme Araújo.

ILHÉUS: PRESIDENTE DA CÂMARA PRETENDE RECORRER DA LIMINAR

Jó espera notificação para recorrer. Foto: Andrei Sansil/Ilhéus 24h.

Jó espera notificação para recorrer. Foto: Andrei Sansil/Ilhéus 24h.

Em contato com o ILHÉUS 24H, o presidente da câmara de vereadores de Ilhéus, Dr. Jó (PCdoB), afirmou que ainda não foi notificado pela justiça sobre a liminar que anula as eleições das comissões da casa.
Segundo o vereador, todas as informações sobre o caso são extraoficiais.
Jó comentou também que, se for notificado, vai recorrer da decisão.
O comunista argumenta que todo o processo foi feito dentro da legalidade e que pretende ter acesso às informações fornecidas pelos vereadores de oposição à justiça.
As comissões foram formadas no início do ano legislativo e só conta com vereadores da bancada de situação.
Segundo o blog Defensor, na liminar que suspende a eleição, o juiz Eduardo Gil Guerreiro entendeu que houve ofensa ao artigo 58 da Constituição Federal, ao não garantir a proporcionalidade da representação partidária.
A ação foi movida pelos vereadores Cosme Araújo (PDT), Alisson Mendonça (PT), Dero (PT), Lukas Paiva (PMN), Roland Lavigne (PPS) e Valmir (PT).

cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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