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:: ‘jabismo’

CACÁ COLCHÕES E O NEFASTO PESO DO JABISMO

Cacá em outros carnavais. Foto: José Nazal.

Cacá em outros carnavais. Foto: José Nazal.

Caso resolvêssemos analisar a figura do então jovem empresário Cacá Colchões (PMDB), há três ou quatro anos, veríamos nele uma promissora liderança política, com grandes condições de vir a se tornar, em um futuro próximo, possivelmente, o prefeito de Ilhéus.
Mas eis que em meados de 2012, no afã do fechamento das coligações que disputariam o comando da prefeitura de Ilhéus, o rechonchudo político aceitou o “beijo da morte” do jabismo e resolveu marchar ao lado do candidato do PP, como seu vice.
E hoje, o grupo que abraçou, vem, gradativamente, tratando de apagá-lo politicamente. Isso, até porque sabe-se muito bem, não é uma característica do prefeito Jabes Ribeiro, fazer sucessores.
Mas as coisas tendem a mudar com a proximidade das eleições para governador nesse ano. Aliás, como muitos analistas políticos já previam.
Tudo indica que Cacá pulará fora do barco jabista, já que o PP de Jabes, como um bom partido parasita que se preze, contrariará suas convicções íntimas e marchará ao lado do PT no pleito para governador.
Coisa que o PMDB de Cacá não fará, já que tudo indica que lançará a candidatura do seu cacique mor em solos baianos, Geddel Vieira Lima.
Poderá ser a chance de Cacá se livrar de uma das piores máculas de sua precoce trajetória política, e tentar começar do zero, dessa vez, longe das influências nefastas do que há de pior em matéria de política no estado: o jabismo.
Cacá, não pestaneje, a sorte pode estar soprando a seu favor.

PERSEGUIÇÃO JABISTA É PARA SERVIR DE EXEMPLO

O vereador Fábio Magal (PSC) foi o primeiro a deixar a base de apoio ao prefeito Jabes Ribeiro. Durante discurso na última semana, o vereador entregou cinco cargos ocupados por pessoas de sua indicação e rompeu a aliança.
Como costuma acontecer com neo-opositores do prefeito, Magal teme perseguições a seu mandato.
Caso se confirme, a perseguição tem como objetivo travar o mandato do vereador e deixa-lo como exemplo para os insatisfeitos que pensam em abandonar o jabismo.

GUY VALÉRIO ADERE AO REÚNE ILHÉUS

Sem deixar a defesa incondicional do jabismo de lado, o blogueiro Guy Valério, que mantém o blog O Sarrafo, se juntou ao movimento Reúne Ilhéus. Informa o repórter Fábio Roberto que Guy deixou de lado as críticas ao coletivo e agora, como parte apoiadora dos atos e reivindicações, abrirá as portas de seu site para divulgar as informações do grupo que pede a redução da passagem na cidade.

Sem deixar a defesa incondicional do jabismo de lado, o blogueiro Guy Valério, que mantém o blog O Sarrafo, se juntou ao movimento Reúne Ilhéus. Informa o repórter Fábio Roberto (autor da foto acima), que Guy deixou de lado as críticas ao coletivo e agora, como parte apoiadora dos atos e reivindicações, abrirá as portas de seu site para divulgar as informações do grupo. As boas vindas foram dadas pelo Reúne no facebook.

“ELES SÃO DISCRETOS E SILENCIOSOS”: JABISTAS ANDAM CALADOS

boca-fechadaO que era fervor na defesa de um novo velho governo, se tornou silêncio sepulcral. Onde havia ânimo, hoje se percebe as vistas grossas convencionadas.
Sim, estamos falando dos outrora sagazes defensores do jabismo, mas que, ante a avalanche de denúncias que insistem em cair sobre o Paranaguá, se converteram em seres discretos e silenciosos.
E quem vai dizer que eles não estão certos? Afinal de contas, não há outra alternativa. Não há como defender o indefensável. Então, é melhor calar.
No Facebook, eles andam cada vez mais “pianinhos”. Só lhes restam reproduzir a velha ladainha sem o menor crédito: “Tudo que há de ruim nesse governo, é culpa do PT”.
Para eles os argumentos acabaram. Não há nada mais a ser dito.
O que falar do caso da empresa fantasma, com sede no Teotônio Vilela, denunciado pelo blog Agravo, e reproduzido por nós?
Ah, vão dizer que a culpa é do militante petista de Itororó, integrante do Reúne Ilhéus. Bem que desconfiávamos.
E o absurdo e irresponsável aumento no número de cargos comissionados, além do “up grade” em seus vencimentos? A culpa só pode ser dos servidores municipais, que devem ser despedidos, em favorecimento a toda uma legião de aliados, amigos de vereadores situacionistas, puxa-sacos e afins, que devem mamar nas tetas da prefeitura para permanecerem em silêncio e parar de encher a paciência, cobrando o tão sonhado emprego prometido na época da campanha.
Para um jabista, sem sombras de dúvidas, a política não é a temática ideal para um descontraído bate-papo. Que tal mudarmos de assunto.
Por falar nisso, o Flamengo joga hoje?

JABES PEDE SOCORRO E VEM SENDO ATENDIDO

socorro“Help me, help me”, esbraveja o prefeito de Ilhéus, ante o mato sem cachorro que jogou a administração municipal.
E o Socorro vem de onde menos se espera: De setores da sociedade civil organizada, que se auto conclamam defensores da moralidade dos órgãos públicos.
Sim, eles mesmos. Ou melhor, um deles, que não faz a menor questão de camuflar que é jabista desde a encarnação retrasada.
“Socorro, Socorro”. Seu pedido é uma ordem meu prefeito.
Eles, numa manobra sorrateira de desviar os holofotes da babilônia política que se converteu o Paranaguá, afirmam, em outras palavras, que o mal a ser combatido na administração pública local se concentra na câmara de vereadores.
E, misteriosamente, ou, carinhosamente ante o grito de Socorro, não denunciam nenhum dos muitos desmandos administrativos comprovados do executivo ilheense.
Aliás, agem no sentido contrário à maré do bom senso, e tecem homenagens e elogios públicos ao nobre líder espiritual e protagonista mor do jabismo.
“Socorro, Socorro”. Jamais te abandonaremos meu prefeito.

O DESESPERO DOS LAMBE-BOTAS (OS REAIS MARGINAIS)

lambe bptasPercebendo que a controversa e plenamente questionável ideologia política ao qual são partidários padece, prestes a ser decretada finada, os jabistas foram tomados pelo desespero.
Não tendo mais o que defender, já que o que defendem é indefensável, encontraram uma estratégia digna de gente que beira as raias da insanidade.
Ou seja, passaram a atacar pessoalmente alguns membros do movimento Reúne Ilhéus, que organizou a ocupação do palácio Paranaguá e cujos manifestantes, após serem obrigados judicialmente a sair da sede da prefeitura, estão acampados em frente ao prédio.
Para quem não sabe, o citado movimento é composto basicamente de estudantes universitários e a pauta primordial de suas reivindicações é que o transporte coletivo em Ilhéus seja mais barato e com a qualidade que a população espera. Exigiram o balancete contábil das empresas, visando analisar se de fato o preço cobrado, R$ 2,40, é mesmo justo.
Como não foram atendidos, resolveram fincar bandeira nas redondezas, como forma de pressionar o poder executivo a liberar a documentação pedida.
Não depredaram nada, não causaram nenhuma confusão. Apenas estão lá exigindo algo que é de interesse de toda a população.
Mas os jabistas lambe-botas ensandecidos perderam o foco. Para eles os errados são os que protestam. Os errados são os que exigem melhorias nos serviços públicos. Para eles, equivocados estão os que reclamam e exigem que seus direitos sejam cumpridos.
Para eles, os que estão acampados em frente ao Paranaguá são marginais.
Mas raciocinemos. Quem defende com unhas e dentes os desmandos administrativos, as falcatruas políticas do grupo que hoje administra a prefeitura e apoia atos arbitrários que prejudica e visa prejudicar milhares de ilheenses e ainda por cima quer justificar, é que são os verdadeiros criminosos de toda essa história.
Por favor, chamem a polícia.
 

O PADECER TARDIO DE UMA IDEOLOGIA ATRASADA

caixãoOs ilheenses vivenciam um momento histórico. Estamos nos deparando com a gradativa morte de uma das últimas ideologias políticas que remete às formas arcaicas de se fazer política.
Isso mesmo caros amigos, o jabismo, liderado e protagonizado pelo prefeito Jabes Ribeiro, agoniza em seu leito de morte, como um marco simbólico na nossa recente história política.
Tudo isso de forma inédita, ou seja, com apenas sete meses após ele reassumir o comando do palácio Paranaguá. Algo nunca visto por aqui.
Nenhum prefeito, nem mesmo o empresário Valderico Reis, caçado e expulso do poder, foi capaz de acumular feitos tão desastrosos e danosos ao município em tão pouco tempo e aglutinar tamanha e expressiva rejeição.
Os motivos não são poucos: demissões de concursados, saúde e educação em frangalhos, abandono de distritos, povoados e bairros periféricos, ruas e avenidas entregue as traças, seguidos deslizes administrativos de suas secretarias, etc.
Como Jabes mesmo afirmou: Ilhéus está ingovernável.
Mas faremos questão de corrigi-lo. Ilhéus está desgovernada. Tudo isso, vale ressaltar, com grande e significativa parcela de culpa dele mesmo, que em outras gestões levou a cidade ao caos administrativo, endividando o município e comprometendo gravemente as gestões que se sucederam. Inclusive a dele mesmo, iniciada em janeiro desse ano.
Mas o jabismo padece. Morre lentamente, como um paciente em fase terminal, desenganado pelos médicos.
E cada gesto novo, cada ação desesperada, só ajudam a piorar o quadro. A exemplo da recém anunciada demissão de 700 servidores municipais.
E para piorar ainda mais a situação, o jabismo vem ganhando contornos de autoritarismo, com direito a perseguições e posturas descabidas, como a adotadas no caso da ocupação do Palácio Paranaguá, onde os manifestantes foram trancados no prédio.
Sem falar nas mentiras, que converteram-se em espécies de execráveis convenções na administração municipal, a exemplo das falhas comunicacionais entre o prefeito e o seu secretário de Administração.
Sensibilidades à parte, ao nos deparamos com o moribundo, em seus últimos suspiros, afirmaremos sem pestanejar: Já vai tarde, pelo bem de Ilhéus!

“VENENO DA NOITE”: BLOGUEIRO PARTE PARA CIMA DE MANIFESTANTES EM ILHÉUS

O bicho pegou na tarde dessa terça-feira em frente ao palácio Paranaguá, durante a ocupação do Reúne Ilhéus à sede da prefeitura.
Um blogueiro ilheense, conhecido por defender com unhas e dentes o jabismo e atacar toscamente quem discorda de tal ideologia política, partiu para cima dos manifestantes, querendo intimidá-los e até mesmo levar para as vias de fato. (risos)
O motivo, segundo algumas informações, teria sido porque ele não aguentou as provocações de alguns manifestantes, que afirmaram que ele passou a ser o porta voz oficial do jabismo na blogosfera porque o seu filho foi nomeado para o setor de merenda escolar da prefeitura de Ilhéus.
Que coisa feia!

MANUAL PRÁTICO PARA IDENTIFICAR UM JABISTA, ENRUSTIDO OU NÃO

disfarceEm tempos de previsíveis 82% de rejeição ao jabismo, a vida dos seus asseclas, lambe-botas e subordinados não anda nada fácil.
Agora eles vivem a sofrer em silêncio, e, se possível, evitam até sair às ruas, com medo de serem identificados e sentir na pele os revesses oriundos da plena insatisfação popular.
Mas não é tarefa difícil identificar um jabista.
A priori percebemos os seus “misteriosos” e contumazes lapsos de memória. Sim, eles foram adestrados, tal qual vira-latas ensandecidos, a acreditar que a história política ilheense começou em 2005, ano em que Valderico Reis assumiu o Paranaguá.
Ou seja, esqueçamos os desmandos administrativos que levaram a prefeitura de Ilhéus ao fundo do poço e ao colapso financeiro, protagonizados principalmente pelas três gestões do senhor Jabes Ribeiro, e que hoje em dia o levam a declarar que Ilhéus está ingovernável. Como um escorpião que é picado pelo próprio rabo e se vê padecendo sob o efeito do seu próprio veneno.
Apesar do partido ao qual pertence o seu guru político, o PP, ser altamente beneficiado com a distribuição dos cargos, tanto a nível federal e estadual, devido às alianças com o PT de Wagner e Dilma, a nível local os jabistas foram condicionados a repetir, como papagaios descerebrados, que tudo que há de errado no universo é culpa única e exclusiva da turma do partido da estrela vermelha.
Incluindo nessa lista as turbulências administrativas do Paranaguá.
Mas, em compensação, como a plebe sujismunda em dias de cerimônia do “beija-mão”, prostram-se como fieis vassalos, em eventuais “téti-a-téti” com o governador Wagner.
Contradição ideológica, oportunismo político ou ambas as alternativas?
Porém, são tipos cada vez mais raros, mas igualmente perniciosos e impossíveis de serem imunizados dos males políticos que afligem suas essências.
Olho neles.

JABISTAS REVOLTADOS COM JAMIL OCKÉ

jamilO secretário municipal de Assistência Social Jamil Ocké encontrou uma fórmula para se livrar das importunações e cobranças das pessoas que lhe ajudaram na campanha para vereador.
A tática é simples: Bloquear no Facebook.
Com isso, folclóricos defensores do jabismo estão explicitando suas revoltas nas redes sociais, não poupando adjetivos à Ocké.
“Na campanha ele foi até a minha casa, clamou a minha ajuda. Eu trabalhei arduamente e agora ele me bloqueou no Face. Eu quero que ele vá pro quinto dos…”.
Há quem diga que o secretário voltou para o Orkut.

cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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