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USUÁRIOS PODEM COLOCAR CRÉDITO NO CELULAR VIA FACEBOOK

facebookAs operadoras de telefonia estão investindo em avanços tecnológicos para facilitar a vida dos usuários. A mais recente iniciativa é da Oi, que acaba de lançar o aplicativo de recarga para celular pré-pago no Facebook. O programa permite que o cliente recarregue qualquer aparelho da operadora usando um cartão de crédito das bandeiras Dinners, Elo, Mastecard e Visa.
O valor mínimo é de R$10 e o máximo varia de acordo com o perfil do cliente, pelo histórico da recarga. O aplicativo pode ser acessado pela aba “Oi Recarga”, na fanpage da empresa no Facebook (www.facebook.com/OiOficial).
Porém, a pioneira em oferecer o serviço de recarga por meio do Facebook foi a Vivo, que lançou o aplicativo em setembro de 2012. As opções de compra vão de R$5 a R$ 100 e a transação deve ser feita por cartão de crédito, dentro do sistema da empresa de pagamentos online PayPal, que protege e monitora as operações por meio de um sistema antifraude. Além das empresas Oi e Vivo, as operadoras Claro e Tim também já implementaram os seus sistemas de recarga.

WIFI DE GRAÇA NO CENTRO DE ILHÉUS

Antena instalada no Centro da cidade.

Antena instalada no Centro da cidade.

Quem usa celulares, tablets ou notebooks na Praça da prefeitura, no Centro de Ilhéus, já pode acessar a internet no 0800. O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Moageira de Ilhéus e região (Sindicacau) colocou em funcionamento uma antena de wifi, que leva a conexão por todo o local.
Segundo Luiz Fernandes, presidente do sindicato, a iniciativa é uma tentativa de democratizar o acesso à internet. A rede funciona sem senhas ou restrições. É só conectar e navegar.

 

ILHÉUS NO PROGRAMA CIDADES DIGITAIS

 Foto: Alfredo Filho.

Foto: Alfredo Filho.

O município de Ilhéus continua inscrito no Programa Cidades Digitais, do governo Federal, que tem o objetivo de modernizar a gestão e o acesso aos serviços públicos. Segundo a Secom, caso seja selecionado, o município passará a contar com uma rede para conexão à internet composta por 26 km de fibra ótica, que alcançará pontos extremos da cidade, como Iguape, na zona norte, N. S. da Vitória, na zona sul, e Salobrinho, na zona oeste.
Na mais recente lista de municípios aceitos, o nome de Ilhéus não aparece porque a relação divulgada pelo Ministério das Comunicações abrange apenas as localidades com até 50 mil habitantes.
Recentemente, o prefeito Jabes Ribeiro foi a Brasília negociar com o Ministério das Telecomunicações, a inclusão de Ilhéus no programa.
Entre outros benefícios, o Programa Cidades Digitais possibilitará a modernização da gestão pública, através da interligação dos setores da administração em uma única rede de fibra ótica. Com isso, a cidade ganha maior autonomia na internet, diminuindo gastos com provedores, suporte técnico, assistências técnicas e demais serviços terceirizados na área. 

A AGONIA DA ABRIL

PAULO NOGUEIRA-BRASIL EM PAUTA
editora-abril-quebradaAo contrário de outras crises da mídia impressa, desta vez o caso é terminal.
A comunidade jornalística está em estado de choque pela carnificina editorial ocorrida na Editora Abril.
Mas eis uma agonia anunciada.
Revistas – a mídia que fez a grandeza da Abril – estão tecnicamente mortas, assassinadas pela internet.
Os leitores somem em alta velocidade. Quando você vê alguém lendo revistas (ou jornal) num bar ou restaurante, repare na idade.
Jovens estão com seus celulares ou tablets conectados no noticiário em tempo real.
Perdidos os usuários, foi-se também a publicidade. Em países como Inglaterra e Estados Unidos, a mídia digital já deixou a mídia impressa muito para trás em faturamento publicitário.
E no Brasil, ainda que numa velocidade menor, o quadro é exatamente o mesmo. Que anunciante quer vincular sua marca a um produto obsoleto, consumido por pessoas “maduras”?
Apenas para lembrar, no mundo das revistas, nunca, em lugar nenhum, funcionou publicitariamente revista para o público “maduro”.
Sucessivas revistas para mulheres “de meia idade” em diversos países fracassaram à míngua de anúncios. O anunciante quer o jovem no auge do consumo. É um fato.
Crises, as editoras de revistas enfrentaram muitas. Mas esta é diferente. Desta vez, o caso é terminal.
Antes, e eu vivi várias crises em meus anos de Abril, você sabia que uma hora a borrasca ia passar.
Agora, você olha para a frente e observa apenas o cemitério.
Sobrarão, no futuro, algumas revistas – mas poucas, e de circulação restrita porque serão um hábito quase tão extravagante quanto se movimentar em carruagem.
Na agonia, o que companhias como a Abril farão é seguir a cartilha clássica: tentar extrair o máximo de leite da vaca destinada a morrer.
Para isso, você enxuga as redações, corta os borderôs, piora o papel, diminui as páginas editoriais e, se possível, aumenta o preço.
É uma lógica que vale mesmo para títulos como Veja e Exame, os mais fortes da Abril. Foi demitido, por exemplo, o correspondente da Veja em Nova York, André Petry.
Grandes revistas da Abril, como a Quatro Rodas, passaram agora a não ter mais diretor de redação.
Em breve deixará de fazer sentido uma empresa que encolhe ficar num prédio como o que a Abril ocupa na Marginal do Pinheiros, cujo aluguel é calculado entre 1 e 2 milhões de reais por mês.
É inevitável, neste processo, que a empresa perca o poder de atrair talentos. Quem quer trabalhar num ramo em extinção?
Os funcionários mais ousados tratarão de sair, em busca de carreiras em setores que florescem.
Ao contrário de crises anteriores para a mídia impressa, esta é, simplesmente, terminal.
Corre o boato de que a empresa será vendida. Mas quem compra uma editora de revistas a esta altura? Recentemente, no Reino Unido, correu o boato de que o proprietário dos títulos Evening Standard e Independent estaria vendendo seus jornais. Numa entrevista, isso lhe foi perguntado por um jornalista. “Mas quem está comprando jornais?”, devolveu ele.
É um cenário desolador – e não só para a Abril como, de um modo geral, para toda a mídia tradicional, incluída a televisão.
A internet é uma mídia que se classifica como disruptora: ela simplesmente mata. O futuro da tevê está muito mais na Netflix ou no Youtube do que na Globo.
As empresas de mídia estão buscando alternativas para sobreviver. A News Corp, de Murdoch, separou recentemente suas divisões de entretenimento e de mídia, para que a segunda não contamine a primeira.
A própria Abril vai saindo das revistas e tentando um lugar ao sol na educação.
Mas escolas – supondo que a Abril supere o problema dramático de imagem da Veja, pois isso vai levar muitos pais a recusar dar a seus filhos uma educação suspeita de contaminação pela Veja – não dão prestígio e nem dinheiro como as revistas deram ao longo de tantos anos.
Isso quer dizer que a Abril luta pela vida. Mas uma vida muito menos influente e glamorosa do que a que teve sob Victor Civita, primeiro, e Roberto Civita, depois.

POLÍCIA INVESTIGA VENDA DE BEBÊS POR ATÉ R$ 50 MIL EM PÁGINA NO FACEBOOK

bebe (2)
O delegado Adenir Oliveira, do Departamento de Proteção da Criança e do Adolescente (DPCA), investiga um caso de suposta negociação de bebê realizada através do Facebook. Uma das páginas que estão no ar é “Quero doar – Quero adotar seu bebê Recife-PE”. 
O delegado afirmou que iria pedir ao responsável pelo Facebook no Brasil para retirar do ar a página sobre adoção e pediria cópia de todo material veiculado na internet. A denúncia foi feita ao Ministério Público pela mulher que iria receber o bebê para adoção. 

De acordo com o delegado, ela decidiu entrar em contato com a polícia quando percebeu que a negociação envolveria dinheiro. A mãe da criança pediu R$ 50 mil, alegando que o valor seria usado para pagar despesas hospitalares com UTI, pois o bebê nasceu prematuro de 6 meses e precisou de tratamento intensivo. Foi descoberto, porém, que a mulher tinha plano de saúde. 

Apesar do bebê ter morrido na última sexta-feira (26), Oliveira afirmou que o crime permanece. A mãe foi ouvida, mas não foi presa. A infração, segundo o artigo 238 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), pode levar a reclusão de um a quatro anos e multa.

JABES PREFERE OS MÉTODOS “ARCAICOS” DE COMUNICAÇÃO

sinal de fumaçaSe durante a campanha eleitoral do ano passado, o prefeito Jabes Ribeiro era um assíduo frequentador das redes sociais, depois de eleito isso já não aconteceu.
Bastou sair o resultado das urnas, onde se sagrou vencedor, para que o então prefeito eleito, cessasse de usar tal ferramenta comunicacional, que, de certa forma, o aproximava da população, ou melhor, dos seus eleitores.
E pelo visto, Jabes não tem a menor pretensão de voltar a atualizar o seu perfil na rede social. Talvez por acreditar que não é uma ferramenta importante. O que, diga-se de passagem, é um grande equívoco.
Na contramão das novas técnicas comunicacionais, o prefeito prefere adotar os antigos métodos, que hoje em dia não tem o mesmo efeito de antigamente, ou mais precisamente, quando ele deixou o Paranaguá em sua terceira gestão, no ano de 2004.
Indo quase que semanalmente em um programa de rádio e mandando distribuir cópias de uma entrevista concedida a um jornal impresso local, Jabes mostra preocupação com o ato de comunicar. Mas com certeza lhe falta uma “atualização”.
O tempo passou Jabes, as coisas mudaram e seguem mudando em uma velocidade impressionante. Logo, não negligencie o poder de comunicação das redes sociais. Use-a, explicitando as dificuldades que vossa senhoria afirma passar a prefeitura. Se aproxime da população, interaja, debata, mostre a cara. É óbvio, caso seja isso o que vossa senhoria deseja.
Seria um bom começo, ante um final nada aprazível para sua imagem, que tende a se desenhar em um futuro nem tão remoto.
Quer apostar? 

INTERNET BRASILEIRA É MAIS LENTA QUE A DA COREIA DO NORTE

OLHAR DIGITAL
lentaA velocidade média da conexão à internet no Brasil foi de 2,3 Mbps no primeiro trimestre do ano, abaixo da média global de 3,1 Mbps. Mesmo com pico de 18,9 Mbps, o país é apenas o 73º colocado em ranking divulgado nesta terça-feira, 23, pela empresa de armazenamento Akamai. Nessa posição, o Brasil perde até para a fechadíssima Coreia do Norte, que registrou velocidade média de 2,7 Mbps.
Os dados compõem o estudo “State of Internet”, realizado trimestralmente com a participação de 177 países. São avaliados, também, conectividade de rede, tráfego de ataques e adoção de banda larga com base nas estatísticas disponibilizadas pelas empresas que usam as soluções da companhia.
A velocidade dos provedores móveis analisados no Brasil atingiu 1,1 Mbps, enquanto a média global flutua entre 0,4 Mbps e 8,6 Mbps. Nove provedores mostraram conexão na faixa de banda larga (superior a 4 Mbps) e outros 64 entregaram resultados médios abaixo disto.
O Brasil é listado como a 8ª maior fonte de ataques (2,2% de participação), sendo que China e Indonésia concentram mais de 50% das ameaças. As 10 regiões mais visadas correspondem a 80% do volume identificado. 
208 ataques DDoS foram reportados pelos usuários da Akamai, pouco acima dos 200 do último período. Deles, 35% foram grandes corporações – que incluem instituições financeiras. Todas as ameaças foram indicadas por 154 empresas únicas, o que mostra que muitas delas foram alvos de ameaças por mais de uma vez.
Mais de 733 milhões de endereços IPv4 provenientes de 243 países ou regiões estiveram conectados à plataforma usada para a realização da pesquisa. O Brasil aparece na 7ª posição, com crescimento de 4,8%. Ao considerar todos os países e regiões conectadas, 75% apresentaram aumento em endereços IP durante o período avaliado.
A íntegra do relatório pode ser consultada clicando AQUI.

PLANALTO QUER INVESTIGAR ESPIONAGEM NO BRASIL

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O governo brasileiro tenta identificar onde e como milhares de dados foram interceptados pelos EUA. A avaliação inicial é que, se o monitoramento de telefonemas e mensagens eletrônicas aconteceu em território nacional, houve crime.
“Os dados foram interceptados. Mas como, de que maneira? A questão técnica é fundamental, senão não teremos êxito nas investigações”, disse o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça).
O ministro Paulo Bernardo (Comunicações) afirmou que, se for confirmado o monitoramento em território brasileiro, estará configurado que houve uma operação “ilegal pela nossa legislação”.
Na terça, o governo montou um grupo de trabalho com a participação de diferentes ministérios para ter um “diagnóstico preciso”, técnico e jurídico, sobre a interceptação de dados pelos EUA.
A medida foi anunciada depois de uma reunião com Cardozo, Bernardo e os ministros Antonio Patriota (Relações Exteriores), Celso Amorim (Defesa) e José Elito (Segurança Institucional).
Nesse encontro, os ministros assistiram a um vídeo sobre o sistema norte-americano de transferência de dados e ouviram explicações sobre o sistema brasileiro de inteligência que processa e faz análise de informações.
A Polícia Federal e a Anatel também abriram investigações. As revelações de espionagem no Brasil foram feitas pelo jornal “O Globo” com base em informações do ex-analista de segurança americana Edward Snowden.
“É uma coisa muito complexa [investigar a espionagem]. Da competência da Anatel, já estamos solicitando informações de empresas, principalmente os contratos de interconexão e de home. Mas na questão dos provedores, tanto os nacionais como os estrangeiros que atuam no Brasil, não é competência da agência fazer esse trabalho. Por isso, acho que o marco civil [da internet] tem a grande tarefa de colocar algumas regras em relação a isso”, afirmou o presidente da Anatel, João Resende.
Na terça, o “Globo” trouxe a informação de que os EUA também monitoraram milhares de mensagens em países da América Latina, incluindo as relacionadas a petróleo e compras militares na Venezuela e a tráfico de drogas na Colômbia e no México.
O Brasil também pretende levar o caso para a cúpula do Mercosul no Uruguai, segundo o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral).
“Qualquer ferimento, qualquer ataque à soberania de um país tem que ser respondido com muita dureza. Se a gente abaixar a cabeça, eles passam por cima da gente.”
Na terça, a Comissão de Relações Exteriores do Senado apresentou convite ao embaixador dos EUA no Brasil, Thomas Shannon, para audiência a respeito do caso. Não está claro se o convite será aceito.
Nesta quarta, serão ouvidos pelos senadores Patriota, Amorim e Elito e amanhã, Bernardo. 

FACEBOOK LANÇARÁ SERVIÇO DE LEITURA DE NOTÍCIAS

faceO Facebook tem em mãos um projeto para lançar seu próprio aglutinador de conteúdos noticiosos, similar ao aplicativo Flipboard, com o objetivo de gerar mais tráfego em sua rede social, informou o “The Wall Street Journal”.
A informação, não confirmada pela empresa, detalhou que o novo serviço está há mais de um ano em desenvolvimento, leva o nome de Reader e está sendo supervisado diretamente por Mark Zuckerberg, cofundador e executivo-chefe do Facebook.
Da mesma forma que o Flipboard, o objetivo do Reader seria permitir que o usuário concentrasse em uma só ferramenta os links de internet de seu interesse que reproduziriam seus conteúdos noticiosos em um formato visual e dinâmico, como em uma publicação paginada.
O jornal desconhece a possível data de lançamento do produto, inclusive se isto acontecerá, mas destacou que se trata de um “sinal” que a empresa está tentando fazer com que os usuários passem mais tempo na rede social através de seus celulares, para que “vejam mais anúncios”.
No início de 2013, Zuckerberg apresentou o novo design do serviço de atualizações de conteúdos publicados no Facebook, em um evento no qual manifestou sua intenção de transformar a rede social “no melhor jornal personalizado do mundo”.

cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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