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:: ‘IBGE’

BRASIL TEM QUASE 12 MILHÕES DE ANALFABETOS, DIZ IBGE

Dados divulgados pelo IBGE, nessa quinta-feira (21), revelam que o Brasil tem 11,8 milhões de analfabetos. Metade da população adulta não tem sequer o nível fundamental.

Os brasileiros que não sabem ler nem escrever correspondem a 7% da população do país e são a prova de que o Plano Nacional de Educação não atingiu seu objetivo, que era a redução da taxa de analfabetismo para 6,5% em 2015.

Na outra ponta, a dos que conseguiram se formar em uma faculdade, estão 15,3% das pessoas com 25 anos ou mais. Vinte e seis por cento terminaram o ensino médio e 51% ainda cursa ou concluiu o nível fundamental.

É na educação que o Brasil expõe suas diferenças gritantes. O lugar onde a pessoa nasce, a cor da pele e o sexo são fatores que pesam na vida dos alunos e no tempo que eles vão  conseguir se dedicar aos estudos.

A taxa de analfabetismo da região Nordeste é quatro vezes maior do que as registradas nas regiões Sul e Sudeste. Quase 25 milhões de pessoas com idade entre 14 e 29 anos estão fora da escola. 9,9% dos que se declaram pretos e pardos, com 15 anos ou mais, são analfabetos. Isso é mais que o dobro da taxa entre os brancos (4,2%). A maior parte dos homens e mulheres alega motivos de trabalho. Cuidados com a casa ou com os filhos são a justificativa de 0,8% dos homens. Já entre as mulheres, o número é bem maior: 26,1%.

Há 12 anos, Juliana Goulart tenta se formar em uma faculdade. Quando cursava jornalismo, parou porque ficou grávida. Três anos depois, começou um curso de administração e saiu quando o segundo filho nasceu. Mas ela não desistiu e voltou a estudar este ano: “Não é fácil, porque você tem que cuidar da casa. Você chega em casa, tem que estudar, mas primeiro tem que dar a comida das crianças, estudar com eles, porque ao mesmo tempo que eu tenho prova, eles também têm prova. Eu estudo e paro, estudo e paro, mas estou conseguindo conciliar e levar”.

DESEMPREGO NO ANO PASSADO FOI O MENOR DESDE 2002, AFIRMA IBGE

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A taxa de desemprego no Brasil foi de 5,4%, em média, no ano passado. É a menor média anual desde o início da série histórica, em março de 2002. O valor foi 0,1 ponto percentual menor que a média de 2012 (5,5%) e 7 pontos percentuais abaixo da média de 2003 (12,4%).
Somente em dezembro, a taxa de desemprego foi de 4,3%, também o menor nível da série. A taxa registrou redução de 0,3% ponto percentual frente a novembro de 2013 (4,6%) e não apresentou variação estatisticamente significativa comparação com dezembro do ano passado (4,6%).
Os dados são da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (30).
No ano, os desocupados somaram, em média, 1,3 milhão de pessoas, 0,1% a menos que em 2012, o que representou menos 20 mil desocupados em um ano.
Já a média de pessoas ocupadas foi de 23,1 milhões no ano passado. O número é 0,7% maior do que o de 2012, quando havia 23 milhões de pessoas ocupadas.
A média de trabalhadores com carteira assinada no setor privado bateu recorde na proporção de trabalhadores com carteira assinada (11,6 milhões) em relação ao total de ocupados. Em 2013, a proporção foi de 50,3%, enquanto em 2012 tinha sido de 49,2%.

IBGE ABRE INSCRIÇÕES DE CONCURSO COM 7.825 VAGAS TEMPORÁRIAS

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu nesta quinta-feira (5), as inscrições do processo seletivo com 7.825 vagas temporárias. Do total de oportunidades, 7.600 serão para agente de pesquisa e mapeamento, cargo de nível médio, com remuneração inicial de R$1.393, distribuídas por todo o país. Outras 180 vagas são para agente de pesquisa por telefone, cargo de nível médio com salário inicial de R$1.138, somente para o Rio de Janeiro. E 18 vagas de supervisor de pesquisa e 27 de analista de geoprocessamento (ambos de nível superior e R$4.373 mensais). Todos os salários já incluem R$373 de auxílio-alimentação. 

O interessado no concurso poderá realizar sua inscrição até o dia 6 de janeiro de 2014, através do site da Fundação Cesgranrio, organizadora da seleção. A taxa de inscrição varia de R$19 a R$80. O processo seletivo será composto de provas objetivas, marcadas para 23 de fevereiro e o resultado final do concurso está previsto para o dia 25 de março de 2014. A validade inicial do contrato dos classificados será de um ano, podendo ser renovado por mais um ano.

INDÚSTRIA BAIANA TEM MAIOR CRESCIMENTO DO PAÍS EM SETEMBRO

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Levantamento do IBGE apontou a produção da indústria baiana com o melhor desempenho no setor do Brasil em setembro.
O crescimento foi da ordem de 6,8% em comparação com o mês anterior. De acordo com o instituto de pesquisa, apenas seis dos 14 estados pesquisados apresentaram expansão.
Logo depois da Bahia, apresentaram os maiores crescimento, Rio de Janeiro (4,4%) e Goiás (4,1%), seguidos por Minas Gerais (2,1%), Espírito Santo (1,8%), ambos com avanço acima da média nacional (0,7%), e Rio Grande do Sul (0,4%).
No acumulado do ano até setembro, o estado também ficou na liderança, com alta de 5,8%.
Em relação ao mesmo mês de 2012, oito estados apresentaram elevação, sete acima da média nacional (2%). 

IBGE ABRE CONCURSOS COM VAGAS EFETIVAS PARA NÍVEL MÉDIO E SUPERIOR

concIBGE publicou hoje, 23 de setembro, no Diário Oficial da União dois editais de concursos públicos para provimento de vagas em cargos de nível médio e superior. Somando as vagas abertas nos dois editais serão 420 oportunidades.
As inscrições estarão abertas de 01 a 24 de outubro de 2013 e poderão ser feitas pelo site da Cesgranrio. A taxa é de R$ 50 para o cargo de nível médio e R$ 110 para os cargos de nível superior. 
Para o cargo de nível médio (leia o edital), Técnico em Informações Geográficas e Estatísticas A1, são 300 vagas distribuídas em várias cidades do País. Consulte aqui a distribuição de vagas por região. Para concorrer às vagas é necessário possuir o ensino médio completo e Carteira Nacional de Habilitação.
O salário inicial básico é de R$ 2.012,30, podendo chegar a R$ 4.210,49 com as gratificações. Há ainda auxílio-alimentação no valor de R$ 373,00, entre outros benefícios. A jornada de trabalho será de 40 semanais e as atribuições para o cargo de Técnico em Informações Geográficas e Estatísticas A I são voltadas para o suporte e o apoio técnico especializado às atividades de ensino, pesquisa, produção, análise e disseminação de dados e informações de natureza estatística, geográfica, cartográfica, geodésica e ambiental.
As 120 vagas de nível superior (leia o edital) são para os cargos de Analista de Planejamento, Gestão e Infraestrutura em Informações Geográficas e Estatísticas A1 e Tecnologista em Informações Geográficas e Estatísticas A1. Os candidatos aprovados serão lotados em uma das Unidades do IBGE localizadas no município do Rio de Janeiro.
O salário inicial básico para os cargos de nível superior é de R$ 3.951,60, podendo chegar a R$ 7.930,24 com as gratificações. Há ainda auxílio-alimentação no valor de R$ 373,00, entre outros benefícios. A jornada de trabalho será de 40 semanais.

IBGE CONTRATARÁ MAIS DE 7 MIL PROFISSIONAIS

IBGE
O Ministério do Planejamento autorizou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a contratar mais de 7 mil profissionais. A liberação foi publicada hoje (15) no Diário Oficial da União.
Segundo a publicação, a autorização dos 7,825 mil novos profissionais tem caráter temporário. Os contratos têm prazo de um ano, podendo ser prorrogados por mais dois anos.
As contratações objetivam a realização de pesquisas econômicas e sócio-demográficas. Os novos profissionais serão contratados por meio de processo seletivo simplificado. O texto destaca também que as despesas dos novos contratos autorizados serão cobertas por dotações orçamentárias do IBGE.

SELEÇÃO DO IBGE TERÁ 950 VAGAS

IBGEO Ministério do Planejamento autorizou a realização de processo seletivo simplificado para a contratação de 950 agentes em pesquisa de saúde, para atender necessidade temporária no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entidade vinculada ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
Os agentes em pesquisa de saúde serão contratados para o desenvolvimento de atividades ligadas à Pesquisa Nacional em Saúde (PNS).
O prazo máximo de duração dos contratos, considerando todas as suas prorrogações, deverá ser de seis meses, de acordo com o cronograma dos trabalhos.



dom eduardo

lm mudancas













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