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ilheus brindes
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:: ‘História’

UMA TV À SERVIÇO DO CARLISMO

TV Bahia
A Rede Bahia, transmissora da programação da Globo em solos baianos, como se sabe, tem como principal acionista a família de Antônio Carlos Magalhães. O seu presidente é o filho do falecido político baiano, ACM Júnior.
Em determinado momento da sua história, a Rede Bahia, sem o menor arrodeio, funcionava explicitamente como ferramenta política a favor do carlismo. E isso, em algumas situações, com grande êxito, a exemplo da implacável perseguição ao então governador Nilo Coelho, abrindo o caminho para a eleição de ACM em 1990 para o comando do palácio de Ondina.
Tal parcialidade escancarada na cobertura dos fatos políticos locais, por pouco não sofreu intervenção da Globo, que temeu ver a sua credibilidade ser posta em cheque com o tom que a TV do carlismo adotou ante as denúncias de violação do painel de votação do senado, no ano de 2001, pelo então senador ACM. Tal fato culminou na renúncia do político baiano.
Esse tipo de intervenção do comando da Globo tinha ocorrido em 1992, na TV Gazeta de Alagoas, que, por ser de propriedade da família do então presidente Fernando Collor, estaria reproduzindo outras leituras ante as denúncias de corrupção que acarretaram no seu impeachment.
Depois da morte de ACM, em 2007, a Rede Bahia mudou consideravelmente e hoje, parceira comercial do governador Jaques Wagner, como uma das principais anunciantes da propaganda institucional do estado, visivelmente cobre os fatos políticos da Bahia despida, na medida do possível, dos interesses patronais que a regeram outrora.
Isso, como é possível perceber no memorando que circulava nos bastidores do jornalismo da TV, em meados de 1992, época que Antônio Carlos Magalhães era o governador.

EX-ESCRAVOS LEMBRAM ROTINA EM FAZENDA NAZISTA NO INTERIOR DE SÃO PAULO

BBC BRASIL
suástica
Em uma fazenda no interior de São Paulo, 160 km a oeste da capital, um time de futebol posa para uma foto comemorativa. Mas o que torna a imagem extraordinária é o símbolo na bandeira do time – uma suástica.
A foto, provavelmente, foi tirada após a ascensão nazista na Alemanha, na década de 1930.
“Nada explicava a presença dessa suástica aqui”, conta José Ricardo Rosa Maciel, ex-dono da remota fazenda Cruzeiro do Sul, perto de Campina do Monte Alegre, que encontrou a foto, por acaso, um dia.
Mas essa foi, na verdade, sua segunda e intrigante descoberta. A primeira tinha ocorrido no chiqueiro.
“Um dia, os porcos quebraram uma parede e fugiram para o campo”, ele disse. “Notei que os tijolos tinham caído. Achei que estava tendo alucinações”.
Na parte debaixo de cada tijolo estava gravada uma suástica.
É sabido que no período que antecedeu a Segunda Guerra, o Brasil tinha fortes vínculos com a Alemanha Nazista. Os dois países eram parceiros comerciais e o Brasil tinha o maior partido fascista fora da Europa, com mais de 40 mil integrantes.
Mas levou anos para que Maciel, com o auxílio do historiador Sidney Aguillar Filho, conhecesse a terrível história que conectava sua fazenda aos fascistas brasileiros.
Ação Integralista – Filho descobriu que a fazenda tinha pertencido aos Rocha Miranda, uma família de industriais ricos do Rio de Janeiro. Três deles – o pai, Renato, e dois filhos, Otávio e Osvaldo – eram membros da Ação Integralista Brasileira (AIB), organização de extrema direita simpatizante do Nazismo.
A família às vezes organizava eventos na fazenda, recebendo milhares de membros do partido. Mas também existia no lugar um campo brutal de trabalhos forçados para crianças negras abandonadas.
“Descobri a história de 50 meninos com idades em torno de 10 anos que tinham sido tirados de um orfanato no Rio”, conta o historiador. “Foram três levas. O primeiro grupo, em 1933, tinha dez (crianças)”.
Osvaldo Rocha Miranda solicitou a guarda legal dos órfãos, segundo documentos encontrados por Filho. O pedido foi atendido.
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CASARÃO HISTÓRICO EM DETERIORAÇÃO

Foto: Ariel Figueiroa.

Foto: Ariel Figueroa.

Construído no início do século passado pelo coronel Domingos Adami de Sá, o casarão, que há cerca de um ano deixou de funcionar a Casa dos Artistas, está deteriorando.
O imóvel, hoje pertencente à família suíça dos Koela, incrustado no centro histórico ilheense e parte integrante do itinerário turístico local, é um exemplo da maneira que a atual gestão municipal trata a História do município.
Como se não bastasse a situação do antigo colégio General Osório, que apodrece à olhos nús e serve hoje em dia apenas como abrigo para moradores de rua e usuários de droga, a situação do citado casarão envergonha os ilheenses.
Ante tal situação, eis que nos questionamos:
Mesmo sendo uma propriedade privada, a prefeitura não poderia intervir, evitando que tal apodreça e represente além de um atentado à memória do município, riscos à segurança e saúde dos moradores e transeuntes?
O que seria necessário para o seu tombamento?
Bem, para uma gestão que neligencia o básico dos básicos, a exemplo de educação e saúde, snceramente, não esperamos nenhuma ação.
Só nos resta lamentar.

dom eduardo

arquiteto













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