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:: ‘greve geral’

ESCOLAS AMANHECEM FECHADAS EM ILHÉUS

Com a greve geral do funcionalismo deflagrada ontem (segunda, 22), todos os setores da prefeitura pararam. As escolas da rede municipal são as principais afetadas com o movimento, que cobra do prefeito a concessão de reajuste do piso salarial e melhorias de condições de trabalho.
Mais de cem escolas e cerca de 30 mil estudantes, maioria crianças, devem ficar sem aulas.

DECRETADA GREVE GERAL EM ILHÉUS

Como alertado mais cedo, servidores de todos os setores do funcionalismo municipal de Ilhéus decidiram iniciar greve geral. A decisão foi tomada agora pouco, em assembleia realizada na porta do Palácio Paranaguá, sede do governo.
Professores, agentes de trânsito, da saúde, e de combate a endemias, salva-vidas, e de setores administrativos participaram da reunião.
O funcionalismo cobra o reajuste anual, protelado pelo governo, que alega falta de caixa e a impossibilidade de aumentar os gastos com pessoal. 

GREVE GERAL É UMA “FRIA”, DIZ DIRIGENTE DA FORÇA SINDICAL

As duas principais centrais sindicais do Brasil, CUT e Força Sindical, negaram, por meio de nota, a convocação de greve geral para amanhã, segunda-feira (01). Convocada em eventos no Facebook e postagens no YouTube e no Twitter, a greve geral anunciada para o dia 1º de julho não conta com o apoio de nenhuma central do país.
“(O ato de) 1º de julho não é do movimento sindical, de nenhuma central, não é de nenhum sindicato, não é de nenhuma federação. É fria”, alertou o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, em entrevista ao Jornal do Brasil.
Segundo o dirigente, os eventos agendados pelas redes sociais estão criando informações desencontradas que não correspondem à realidade. “O Facebook é apenas uma rede social, qualquer um escreve o que quiser. O trabalhador deve seguir a orientação do seu sindicato”, afirmou. “Quem convoca greve geral é sindicato e não eventos do Facebook”, afirma a CUT em nota.
“Nem a CUT nem as demais centrais sindicais, legítimas representantes da classe trabalhadora, convocaram greve geral para o dia 1º de julho”, diz o texto da central sindical, que acusa “grupos oportunistas” pela criação do evento no Facebook. 

cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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