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:: ‘golpe’

QUADRILHA QUE APLICA GOLPE DO INMETRO CHEGOU EM ILHÉUS

Com a falsa alegação de que mangueiras de gás necessitam de substituição urgente, quadrilha está agindo em Ilhéus.

Com a falsa alegação de que mangueiras de gás necessitam de substituição urgente, quadrilha está agindo em Ilhéus.

Isso foi o que afirmou uma leitora, em contato com a nossa redação.
O golpe, que, inclusive já vem sendo denunciado em propagandas televisivas, segundo ela, é aplicado por uma pessoa que bateu na porta de sua residência, se identificou como sendo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), e pediu para averiguar a mangueira do botijão de gás.
Na suposta fiscalização, o meliante afirma que a mangueira necessita urgentemente ser trocada e oferece uma nova pelo valor de R$ 140, podendo ser dividida em três vezes, na promissória.
A leitora afirmou que encontrou dois cobradores da citada quadrilha, que, ao verem ela, arrastaram o carro e fugiram.
Clique AQUI e veja o vídeo, denunciando o golpe.

GOLPE CONTRA ESTUDANTES EM ILHÉUS

Cartaz da ANE convocando alunos para caírem no golpe.

Cartaz da ANE convocando alunos para caírem no golpe.

Segundo informações chegadas à nossa redação, uma tal de Associação Nacional de Estudantes (ANE), estaria emitindo carteirinhas estudantis em Ilhéus sem autorização da secretaria estadual de Educação.
A entidade fraudulenta apresenta, segundo nos informaram, um decreto municipal de 2000, da antiga gestão do prefeito Jabes Ribeiro. Só que, vale ressaltar, quem regulamenta tal serviço é o estado.
Alguns estabelecimentos locais, a exemplo do Mar Aberto, Cine Santa Clara e Teatro Popular, já acordaram para o golpe e não estão mais aceitando a carteirinha da ANE.

REFORMA DA MATERNIDADE SANTA ISABEL ERA UM GOLPE

Carlos na visita à prefeitura e, abaixo, na delegacia. Montagem do blog Agravo.

Carlos na visita à prefeitura e, abaixo, na delegacia. Montagem do blog Agravo.

A prisão de uma quadrilha de estelionatários, ontem (segunda, 10), trouxe à tona explicações sobre a paralisação das obras do fantasioso hospital de referência de Ilhéus, apresentado por um grupo no início do ano, lembre aqui.
Como revela o blog Agravo, dois supostos integrantes da quadrilha faziam parte do “grupo de empreendedores” que iniciou a reforma do prédio da antiga Maternidade Santa Isabel. As obras começaram no início do ano e foram paralisadas em julho.
Segundo o G1, a quadrilha abria empresas pequenas e começava a prestar serviços à administração pública. Com os contratos em mãos, conseguiam empréstimos bancários com a alegação de ampliar os serviços.
O delegado Felipe Curi, da polícia civil, explica como funcionava o golpe: “Quando este empresário percebia que não tinha condições de arcar com o custo, os lobistas transferiam a empresa para algum laranja, que também pertencia à quadrilha. E aí era feita uma pirâmide de empréstimo com outras várias empresas”.
A investigação concluiu que quase 600 empréstimos foram feitos dessa forma em estados como Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia.
Na manhã de ontem, foi preso em Salvador Carlos Alessandro Lins e Silva, conhecido como Carlinhos, 40 anos, um dos sócios da Oscip Hospital Popular da Bahia.
A empresa era a responsável pela construção do hospital de referência de Ilhéus. Em março, Carlos Alessandro e Rogério Manso Moreira, outro integrante da quadrilha, estiveram em Ilhéus para apresentar ao prefeito o projeto do hospital.
O modus operandi da quadrilha funcionou perfeitamente em Ilhéus. Depois de paralisadas as obras, lojas de materiais de construção, restaurantes, trabalhadores e um escritório de engenharia ficaram no prejuízo.

GOLPE VELHO NA PRAÇA

falso sequestroCresce a prática de velhos golpes na região, desta vez, o do falso sequestro. Telefone toca, número restrito e palavras de intimidação ou, do outro lado, alguém diz que está com um parente seu e vai matá-lo caso não faça o que se pede.
A prática é antiga, mas ainda tem gente, principalmente idosos, que cai, devido à falta de informação. Nessas horas, é importante manter a calma e tentar contato com os parentes mais próximos. Ou, para cortar o mal pela raiz, se for número restrito, nem atenda.

ATOR DE ‘TROPA DE ELITE’ ABANDONA TELEXFREE APÓS BLOQUEIO DE DADOS

IG
Sandro Rocha, em pé.

Sandro Rocha, em pé.

O ator Sandro Rocha, que interpretou o personagem “Rocha” no filme “Tropa de Elite”, publicou nesta semana um vídeo afirmando que vai deixar a Telexfree, empresa investigada por indícios de formação de pirâmide financeira –modalidade considerada ilegal porque só é vantajosa enquanto atrai novos investidores.
O ator foi um dos maiores divulgadores do negócio, por meio de vídeos na internet. Em uma dessas publicações, ele afirma ter ajudado parentes e amigos a entrarem no negócio.
O anúncio da saída do ator do negócio ocorre após o bloqueio do acesso dos associados da Telexfree ao escritório virtual da empresa, no qual era possível verificar as informações sobre ganhos. A empresa afirma que a medida foi tomada após a tentativa de invasão dos terminais por hackers.

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TELEXFREE BLOQUEIA ÁREA DE SITE COM MEDO DE HACKERS

TELEXFREEO acesso ao escritório virtual do site da empresa TelexFREE está bloqueado desde segunda-feira, impedindo que associados possam conferir seus ganhos. Um comunicado sobre o assunto foi publicado na página da companhia em uma rede social. De acordo com o advogado Horst Fuchs, a medida teve de ser tomada depois que hackers tentaram invadir o sistema. A empresa diz que não há prazo para a situação ser normalizada.
Uma força-tarefa formada por promotores e procuradores do Ministério Público Federal (MPF) e de Ministérios Públicos Estaduais de todo o Brasil está investigando a TelexFREE por suspeita de pirâmide financeira, e desde o final de junho estão proibidos os pagamentos de comissões, bonificações e quaisquer vantagens da companhia aos divulgadores, além de novas adesões à rede, conforme decisão judicial. O descumprimento a qualquer das determinações pode gerar o pagamento de multa de R$100 mil por cada novo cadastramento ou recadastramento e por cada pagamento indevido.
O advogado da empresa explicou que o bloqueio do escritório virtual não tem ligação com decisão judicial. “Essa parte do portal continua bloqueada enquanto algumas medidas são tomadas pelos departamento de segurança e tecnologia de empresa. Hackers estavam tentando invadir o sistema e até que não esteja seguro, vamos manter como está, mas garantimos que os ganhos dos divulgadores continuam congelados”, informou.

MPs INVESTIGAM 16 EMPRESAS SUSPEITAS DE MONTAR PIRÂMIDES

O GLOBO
esquema piramideUma força-tarefa de promotores e procuradores do Ministério Público Federal e Estaduais de todo o Brasil investiga outras 16 empresas suspeitas de prática de crime financeiro, além de TelexFREEe e BBom, que já tiveram as atividades suspensas e os bens bloqueados pela Justiça. De acordo com a procuradora da República em Goiás, Mariane Guimarães Oliveira, os nomes das companhias, que atuam em todo o país, serão preservados até que as investigações sejam concluídas:
— Enquanto não soubermos quais empresas são legais, peço aos consumidores que não saiam investindo em marcas que não conhecem. E, ao receber alguma tipo de oferta para se tornar divulgador, que busque informações sobre a empresa em órgãos de defesa do consumidor.
A Justiça Federal em Goiás também apura se a BBom tem negócios com a TelexFREE, a partir de investigação da Polícia Federal que aponta indícios de que as duas pirâmides realizaram transações com pessoas em comum e de que a BBom recebeu dinheiro da TelexFREE.
A BBom está com os bens bloqueados desde quarta-feira passada, quando a Justiça Federal em Goiás acatou o pedido para bloqueio dos bens da empresa Embrasystem (que usa os nomes fantasias Unepxmil e BBom), em ação cautelar movida por dois procuradores e um promotor. De acordo com a investigação, até o fim do ano passado, antes da criação da BBom, as empresas do grupo não movimentavam mais que R$ 300 mil por ano. Em pouco mais de seis meses, o fluxo financeiro cresceu mais de 300%. Estão bloqueados mais de cem veículos, além de R$ 300 milhões em contas do grupo.

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SAIBA COMO IDENTIFICAR INDÍCIOS DE PIRÂMIDE PARA NÃO CAIR EM GOLPES

G1
pirâmide-financeira-7415022Os golpes financeiros do tipo pirâmide são antigos, mas eles continuam surgindo no mercado e, com a internet, passaram a ganhar maior alcance e velocidade de propagação. Embora estes esquemas tendam sempre a se sofisticar, há características comuns que podem ajudar a identificá-los.
Atualmente são ao menos nove empresas investigadas no país por suspeita de formação de pirâmide financeira, segundo levantamento da Associação Nacional do Ministério Público do Consumidor (MPCON).
Embora os casos mais conhecidos de suspeita de pirâmide sejam os da Telexfree e da BBom, que estão sendo alvo de decisões judiciais, o país tem registrado nos últimos meses um “boom” de empresas que têm entrado no mercado anunciando praticar o chamado marketing multinível, mas se valendo de modelos com indícios de pirâmide e não-sustentáveis, o que tem preocupado as autoridades.
Foram ouvidos representantes do governo, do Ministério Público e do mercado de vendas diretas a fim de levantar elementos que permitam identificar um negócio suspeito e diferenciar o marketing multinível da pirâmide financeira.
“Esquemas piramidais são algo lendário, sempre existiu alguém querendo levar vantagem. Mas tudo vai ficando mais sofisticado e a principal diferença agora é o alcance e a velocidade. Antes, era preciso reunir os potenciais interessados num espaço físico, na garagem, no clube, num hotel. Agora é tudo pela internet e ilimitado”, afirma a diretora-executiva da Associação Brasileira de Vendas Diretas (ABEVD), Roberta Kuruzu.
A entidade se diz preocupada com o crescimento do número de denúncias e afirma que os esquemas de pirâmide não podem ser confundidos com o marketing multinível, cuja atividade é legal e praticada há anos no país por diversas empresas de venda direta. A ABEVD possui atualmente 32 associadas.
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BLOQUEIO DE BENS DA BBOM INCLUI R$ 300 MILHÕES E FERRARIS, DIZ MP

G1
Rastreadores seriam "iscas" para atrair novos associados.

Rastreadores seriam “iscas” para atrair novos associados.

A decisão da Justiça Federal de Goiás, que decretou a indisponibilidade dos bens da empresa de rastreador de veículos BBom e de seus sócios, inclui o bloqueio de R$ 300 milhões em contas bancárias do grupo, além de cerca de 100 veículos, incluindo motos e carros de luxo como Ferrari e Lamborghinis, segundo os Ministérios Públicos Federal e Estaduais.
A juíza federal substituta da 4ª Vara Federal de Goiânia, Luciana Laurenti Gheller, acolheu ação e decretou a indisponibilidade dos bens da empresa Embrasystem Tecnologia em Sistemas, conhecida pelos nomes fantasia BBom e Unepxmil, e da empresa BBrasil Organizações e Métodos. Segundo a decisão, há “robustos indícios” de que o modelo de negócios operado pela BBom “se trata, na verdade, de uma pirâmide financeira, prática proibida no Brasil e que se configura crime contra a economia popular.
“Somando as contas da empresa e dos sócios proprietários chega a passar de R$ 300 milhões”, disse o procurador da República Helio Telho, um dos autores da ação. “O bloqueio inclui um Maserati GranCabrio, duas Ferraris California, quatro Lamborghinis Gardo e um Rolls Royce Ghost que, sozinho, vale mais de US$ 1 milhão”, enumera.
O procurador acredita que parte da frota em nome da empresa e de seus sócios seria usada como estratégia de marketing para premiar os associados com melhor desempenho no recrutamento de novas pessoas para a rede.
Segundo a força-tarefa formada por promotores e procuradores para investigar a BBom, até o fim do ano passado, antes do início das operações da “BBom”, as empresas do grupo não movimentavam mais do que R$ 300 mil por ano. De acordo com o MP, em pouco mais de seis meses, o fluxo financeiro do grupo aumentou mais de 3.000%.
“O bloqueio de bens para transferência visa evitar que mais vítimas caiam nesta arapuca, e garantir que as pessoas que já cairam consigam recuperar ao menos uma parte do que colocaram”, explica Telho.
O procurador informou que a força-tarefa aguarda agora o julgamento do pedido de suspensão da inclusão de novas associados à BBom, a exemplo do que ocorreu com a Telexfree.
Em comunicado, a BBom informou que irá apresentar sua defesa e “pedir a cassação da decisão de bloqueio das contas e bens da empresa”.
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MAIS SETE OUTRAS EMPRESAS INVESTIGADAS POR SUSPEITA DE MONTAR PIRÂMIDES FINANCEIRAS

A informação é de Murilo de Moraes e Miranda, presidente da Associação do Ministério Público do Consumidor (MPCON). O promotor não quis conceder entrevista nem adiantar o nome das investigadas. Os dados foram passados à reportagem reportagem pela assessoria do Ministério Público de Goiás MP-GO, onde Miranda atua.
As sete empresas são alvo de algum tipo de processo investigativo – como inquéritos civis e procedimentos administrativos – por iniciado por ministérios públicos estaduais, Ministério Público Federal ou polícias civis e federal. A lista pode aumentar pois todos os negócios com características semelhantes serão alvo de atenção.
O diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça, Amaury Martins de Oliva, fala em uma “febre” de modelos de negócios com indícios de pirâmide financeira.
Até hoje, o órgão só abriu processo administrativo para investigar a conduta da Telexfree . Mas, segundo Oliva, questionamentos sobre outras empresas já chegaram ao Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon), que reúne os Procons e promotorias do consumidor de todo o País.
“A gente conversa com parceiros e há parceiros investigando outros casos. Parece que virou um pouco uma febre, não é? Surgiram várias empresas com indícios de prática de pirâmide”, diz o diretor . “Temos quatro reuniões [ do Senacon ] por ano e esse [ pirâmides ] é um motivo de preocupação justamente pelo risco que causa ao consumidor, que entra de boa fé mas corre o risco de perder todo o valor [ investido ].”
A preocupação vai além do Ministério da Justiça. No último dia 20, a Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) divulgou uma nota técnica sobre pirâmides e outros golpes financeiros.
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dom eduardo

arquiteto











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