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:: ‘Gilmar Sodré’

CADÊ VOCÊ LIQUINHA?

Gilmar Sodré.

Gilmar Sodré.

Isso é o que perguntam alguns dos nossos leitores, mais especificamente moradores da chamada rua do Metro, no bairro do Iguape, ante algumas promessas de campanha feitas pelo vereador Gilmar Sodré.
De acordo com eles, o parlamentar, o popular Liquinha, teria se comprometido em calçar a citada rua, pois, no embalo da campanha, mandou pavimentar outras vias do bairro, onde já residiu por muitos anos.
Porém, depois de eleito, segundo o leitor, ele nunca mais apareceu por lá.
O problema é que com as fortes chuvas, a rua do Metro virou um grande lamaçal, fazendo com que os moradores lembrem da promessa, pelo menos nesse caso, não cumprida, pelo nosso ilustre edil.
Cadê você Liquinha? O povo do Iguape está com saudades da sua presença no bairro. 

A INSENSATEZ DE GILMAR SODRÉ

Gilmar Sodré. Foto: Andrei Sansil/ Ilhéus 24h.

Gilmar Sodré. Foto: Andrei Sansil/ Ilhéus 24h.

Para o bem do legislativo ilheense, Gilmar Sodré é um vereador de poucas palavras (e ações, diríamos). Na última terça (21), diante de um plenário cheio de servidores e estudantes, Liquinha, como é conhecido, disse que a câmara é o espaço somente dos vereadores e, em outras palavras, completou afirmando que ali ele era soberano.
As vaias do plenário da “casa do povo” foram perceptíveis lá da Avenida Soares Lopes. 

OPOSIÇÃO DERROTA JABES NA JUSTIÇA, DE NOVO

Justiça põe ponto final no problema. Jabes sai enfraquecido. Foto: Andrei Sansil/ Ilhéus 24h.

Justiça põe ponto final no problema. Jabes sai enfraquecido. Foto: Andrei Sansil/ Ilhéus 24h.

Parece ter chegado ao fim o imbróglio da eleição das comissões temáticas da câmara de Ilhéus. Sem consenso no plenário, coube à justiça determinar novo pleito já na próxima sessão.
Segundo mandado de segurança expedido ontem (sexta, 10) pelo juiz Eduardo Gil Guerreiro, da 2ª Vara Cível e Comercial de Ilhéus, a primeira eleição das comissões, realizada em fevereiro, feriu a Constituição Federal referente à proporcionalidade, já que não contou com vereadores do bloco oposicionista (lembre aqui).
A decisão foi dada após ação movida pelos seis vereadores da oposição. Há duas semanas, a presidência da casa realizou nova eleição, como determinou o juiz.
Mas, novamente, uma manobra do vereador Gilmar Sodré, situacionista, impediu a participação de um dos membros da oposição na comissão de justiça, uma das mais cobiçadas do legislativo (veja aqui).
A manobra levou os vereadores da oposição a retornar ao judiciário.
Na decisão de ontem, o magistrado desconsidera o último pleito e observa a garantia de participação dos oposicionistas principalmente na comissão de justiça.
O mandado de segurança é visto pelos vereadores de oposição como uma derrota ao prefeito Jabes Ribeiro, que teria dado as cartas na escolher dos membros de cada grupo.
Se não cumprir a ordem, o presidente da casa, Dr. Jó, será multado em R$ 1 mil diariamente.

LIVRARIA GABRIELA NÃO TEM LIGAÇÃO COM VEREADOR, GARANTE ADVOGADA

Em contato com este blog, a advogada da Livraria Gabriela esclarece que a empresa não possui ligações com o vereador Gilmar Sodré. A resposta faz menção a uma matéria veiculada neste espaço na semana passada, veja aqui
Visando esclarecer qualquer equívoco, publicamos a nota que diz: “não há nenhuma relação da livraria com qualquer político desta cidade, região ou do país, muito menos com o vereador Gilmar Sodré”.
“Além disso, a licitação é um procedimento formal vinculado ao seu edital e que possui diversas fases (a depender de sua modalidade) em que vícios ou irregularidades são detectados e sanados. Dessa forma, jamais a empresa (Livraria Gabriela) poderia participar de tal procedimento caso possuísse em seu quadro acionário um político com mandato vigente”.
Continua, “Cumpre observar, também, que seus donos são os senhores Joaquim José Luz dos Passos e Alex José Silva Santos, conforme contrato social da empresa registrado junto ao órgão competente. Vale ressaltar que a Livraria Gabriela sempre prestou a esta cidade e região um serviço de qualidade pautado na transparência e decoro em suas práticas comerciais”.

LIVRARIA SUPOSTAMENTE LIGADA A VEREADOR VENDE À PREFEITURA DE ILHÉUS

Gilmar Sodré, o Liquinha. Foto: Andrei Sansil/ Ilhéus 24h.

Gilmar Sodré. Foto: Andrei Sansil/ Ilhéus 24h.

O vereador Gilmar Sodré parece não ter perdido o costume de usar uma livraria à qual é supostamente ligado para vender à prefeitura de Ilhéus.
No governo de Newton Lima, quando não tinha mandato, Sodré era acusado de usar a empresa para fornecer grandes quantidades de cestas básicas ao município. Os fardos de alimentos seriam entregues à população carente.
Com o governo de Jabes Ribeiro, que pregou a austeridade da máquina pública no início da gestão, o quadro parece mudar pouco.
Agora, ao invés de fornecer alimentos, o vereador ataca vendendo R$ 410 mil em material de escritório ao município.
A empresa da qual supostamente é acionário, a GR Sodré Comercial Ltda, ou simplesmente Livraria Gabriela, ganhou licitação da prefeitura para fornecer, por um ano, material do tipo à secretaria de saúde.
Além da razão social, outras evidências ligam o vereador à empresa. Em sua declaração à justiça eleitoral no ano passado, o vereador confirmou que o prédio onde funciona a livraria lhe pertence.
Declaração feita pelo então candidato. Além de confirmar posse do prédio, a ficha no TRE confirma a ocupação de Gilmar: "empresário". Clique para ampliar.

Declaração feita pelo então candidato. Além de confirmar posse do prédio, a ficha no TRE confirma a ocupação de Gilmar: “empresário”. Clique para ampliar.

Em 2012, o vereador usou a livraria para bancar uma festa de carnaval na zona norte da cidade e não economizou nos releases, afinal, era ano de eleição.
A Lei Orgânica do Município, na Seção III, Artigo 35, alínea “a”, deixa claro que o vereador não pode firmar contrato com órgãos públicos.
Mais além, a seção II, alínea “a” do mesmo artigo, diz que os vereadores não podem “ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor, decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público municipal ou nela exerça função remunerada”.
Em seguida, no Artigo 36, a Lei Orgânica do Município prevê a perda de mandato para o parlamentar que infringir quaisquer das determinações do artigo anterior.
Mudança de lado
No pleito de 2012, Gilmar Sodré concorreu à câmara pelo PMN, partido que apoiou oficialmente a candidata derrotada Carmelita Ângela, do PT.
No início deste ano, Gilmar, devidamente eleito, aderiu ao bloco de sustentação ao prefeito Jabes Ribeiro, sem apresentar qualquer motivação plausível, a não ser as possíveis benesses do poder. 

UM PARTIDO PRA CHAMAR DE MEU

Gilmar Sodré, o Liquinha. Foto: Andrei Sansil/ Ilhéus 24h.

Gilmar Sodré, o Liquinha. Foto: Andrei Sansil/ Ilhéus 24h.

O vereador Gilmar Sodré viu na fusão do seu partido, o PMN, com o PPS, a oportunidade de comandar uma legenda em Ilhéus.
A fusão de legendas é uma das poucas possibilidades que a justiça dá para um político deixar o partido pelo qual se elegeu sem ter o mandato contestado.
Na última semana, Liquinha, como é mais conhecido, foi ao evento do PSDB de Itabuna e conversou com o deputado estadual Augusto Castro, que também sonha com o comando dos tucanos, só que na cidade vizinha.
Da conversa saiu a garantia de que o vereador comandará o partido em Ilhéus, desde que mantenha o apoio ao prefeito Jabes Ribeiro. 

NOVO IMPASSE NA CÂMARA DE ILHÉUS

camaraMais um impasse ronda a câmara de vereadores de Ilhéus, e ainda envolvendo a composição das comissões temáticas da casa.
Em novo pleito realizado ontem (quarta, 24) sob determinação da justiça, tudo ia bem, até que, na hora de eleger os membros da Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final, uma manobra do bloco de situação travou o processo.
Em todas as comissões foi assegurada a participação de um vereador da oposição, atendendo ao princípio da proporcionalidade. Na eleição para a CCJ, o vereador Gilmar Sodré (situacionista) se declarou de oposição e foi eleito junto com outros dois vereadores da base do prefeito, vetando a participação de Cosme Araújo, indicado pela oposição.
A manobra irritou os oposicionistas que decidiram deixar as demais comissões e se retiraram do plenário.
Os seis vereadores da oposição prometem acionar novamente a justiça pedindo novas eleições.

FUSÃO ENTRE PMN E PPS CRIA PARTIDO RACHADO EM ILHÉUS

Roland e Lukas (oposição); Gilmar e James (situação).

Roland e Lukas (oposição); Gilmar e James (situação).

Criada a partir da fusão entre PPS e PMN, a Mobilização Democrática se estabelece em Ilhéus como a maior e mais confusa bancada da câmara. É um verdadeiro balaio de gato.
Do lado do PMN, estão Gilmar Sodré, James Costa e Lukas Paiva. Os dois primeiros estão na base do prefeito, o segundo é opositor ferrenho, assim como Roland Lavigne, eleito pelo PPS.
A confusão, já de início, racha o partido. Dois pra lá e dois pra cá.
A fusão entre legendas é uma das poucas possibilidades de um político sair do partido sem ter o mandato reivindicado.
Nos bastidores, já estão descartadas as possibilidades de filiação de Lukas e Roland em partidos como PP, PSC ou PCdoB, que compõem a base de Jabes.
James e Gilmar têm pouca chance de ingressar no PT, pela oposição que a legenda faz ao prefeito. 

cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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