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:: ‘Gerson Marques’

SOBRE O PRIMEIRO ANO DO GOVERNO DE MÁRIO / NAZAL

Gerson Marques é cacauicultor e chocolateiro.

Governar Ilhéus não é fácil, além dos problemas normais de governança, existe aqui uma cultura política depreciativa, atávica e especulativa.

Há quatro anos após seu primeiro ano de governo, o ex-prefeito Jabes Ribeiro já estava triturado. O vitorioso movimento dos jovens do Reúne Ilhéus, reduziu Jabes à cinzas em menos de um ano. Daí em diante seu governo foi pato manco, com um fim foi melancólico. Sem chances de se reeleger, tentou à ” contra gosto” um caminho com Cacá Colchões , obtendo uma votação de pouco mais de onze mil votos.

Diferente de Jabes que foi eleito com a minoria dos votos, Mário foi eleito por grande maioria e com muito carisma; tem muita força e gordura para queimar…

Claro que tem muitos problemas, que o governo tem erros, mas longe de ser sequer equivalente ao primeiro ano de Jabes.

Mário tem uma qualidade que nunca vi em nenhum prefeito de Ilhéus, trabalha muito e tem muita iniciativa. Com seu estilo brincalhão e alegre cativou o governador Rui Costa, com quem trata direto, sem intermediários. Dessa parceria sairá a sua obra mais importante: uma reforma completa no sistema de saúde da cidade. Não tenho dúvida de que, ao final do segundo para o terceiro ano de governo, a saúde pública de Ilhéus será modelo, com postos médicos recuperados, hospital materno-infantil, hospital da Costa do Cacau e UPA(Unidade de Pronto Atendimento).

Mário abriu diálogo com as categorias de trabalhadores da PMI e deu o reajuste que Jabes congelou por quatro anos.

Tomou iniciativa em relação ao trágico problema do endividamento trabalhista do município caminhando para saneá-lo.

Em outra frente, se prepara para obras que vão mudar a cidade. Algumas já estão sendo executadas, outras projetadas e outras sendo licitadas.

Quem conhece a maquina pública sabe que o primeiro ano de um governo é sempre o mais difícil, mas se tiver mão firme e ideias claras, somado a um planejamento e coordenação, o governo entra nos trilhos.

Claro que existem problemas e parte da equipe ainda não disse pra que veio. Daí surge outra qualidade de Mário: ele é reativo e sabe transformar críticas em soluções e problemas em respostas.
Nestes tempos de redes sociais tem gente que reduz o mundo ao seu pequeno círculo de curtidas e compartilhamentos imaginando estar ali uma espécie de realidade. Ledo engano, a vida corre lá fora, é real e palpável.

O governo Mário / Nazal está só no começo.

A HISTÓRIA DO CRISTO DE ILHÉUS

Gerson Marques é produtor de Cacau e Chocolate e Diretor Presidente da Associação dos Produtores de Chocolates de Origem do Sul da Bahia.

Aos primeiros raios do dia a notícia varreu a cidade como um terremoto, em sua casa o prefeito foi acordado aos gritos, havia uma frenesi generalizada e uma histeria coletiva por todos os cantos, o Bispo, muito nervoso correu para igreja acompanhado por um grupo de padres e devotos, todos se perguntavam como isso tinha acontecido, por que? Seria coisa de Deus? Ou daquele?

Para o prefeito, não havia dúvidas, era coisa da oposição, aqueles comunistas ateus, materialistas dos diabos interessados em combater seu governo, com golpes baixos e sabotagem.

Em pouco tempo uma multidão já se formava no local, as pessoas vinham de todos os lugares e se dirigiam em hordas para a ponta do Unhão (conhecida hoje como praia do Cristo), as ruas e a praia estavam apinhadas de gente assombradas com a notícia e completamente incrédulas com o que viam, assim começou o dia vinte e sete de junho de mil novecentos e quarenta e dois, em Ilhéus, véspera do aniversário da cidade.

Nas proximidades do local, um conhecido estivador morador do Outeiro, dos primeiros a ver o ocorrido, comentava em voz alta que nos últimos dias coisas estranhas estavam acontecendo em Ilhéus, para ele,tudo era sinal do fim dos tempos, disse lembrando o caso do fantasma alado que fora visto por muitos no povoado do Banco da Vitória, voando a noite entre o cemitério e a fazenda dos suíços, fazia um barulho tenebroso, disse o estivador,  soltando um grunhido macabro que assustou os presentes, lembrou também do padre holandês, que morreu afogado no Rio do Braço e dias depois foi visto por muitos rezando uma missa na capela da fazenda dos Catalão, e agora isso aqui uma coisa inexplicável e assustadora, era sem dúvida um sinal do fim dos tempos, insistiu o estivador.

Perto dali, em uma roda de fazendeiros de cacau e comerciantes o líder oposicionista Nelson Adami de Carvalho, apresentava sua tese para o acontecimento, baseado em uma teoria conspiratória, dizendo que o ocorrido fora sem dúvida uma invenção do próprio prefeito, só para caluniar a oposição, no que era apoiado por uns e refutado por outros.

O fato, porém começa um ano antes no verão de 1941, segundo notícias vinculadas no vespertino Diário da Tarde, ao chegar de uma viagem a capital da República, o prefeito Alfredo Pessoa, alegou que durante sua estadia no Rio de Janeiro, teve um sonho em que Deus “teria aparecido em pessoa” como disse o prefeito, a sua frente pedindo que ele construísse uma estátua do Cristo Redentor em Ilhéus, que deveria ficar localizada no cume do Morro de Pernambuco, de braços abertos, saudando navios, veleiros, lanchas, brigueis e todo tipo de embarcações com seus marinheiros e passageiros que chegavam a cidade pelo mar.

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O OUTEIRO DE SÃO SEBASTIÃO: UMA HISTÓRIA DE ILHÉUS

Gerson Marques é produtor de Cacau e Chocolate e Diretor Presidente da Associação dos Produtores de Chocolates de Origem do Sul da Bahia.

O mar calmo do dia 20 de janeiro de 1536, permitiu a fácil navegação até o interior da baía, uma ancoragem tranquila marcou o fim de uma longa viagem que havia começado quatro meses antes em Portugal, era verão nos Ilhéus, já batizado de São Jorge, que recebia a primeira embarcação com colonos enviada pelo donatário da Capitania, Jorge Figueiredo Correia.

A exuberante colina tomada por uma densa floresta que dominava a entrada da baía, foi logo apontada como o ponto ideal para a construção das primeiras moradias e fortificações, a data deu o nome a colina, Outeiro de São Sebastião.

Nascido na cidade do Porto,  experiente em navegações pelos Açores e África, o marujo Manoel Antônio Gonzaga, foi encarregado de derrubar as primeiras árvores, abrir clareira e construir moradias, no dia seguinte acompanhado por mais três marujos subiu o Outeiro com grande dificuldade, trabalho duro, aberto a primeira clareira puderam se deslumbrar com a beleza da paisagem descortinada para o Atlântico, quando se preparavam para descer foram tomados de surpresa ao descobrirem uma família de macacos no alto de uma árvore, Manoel o único que possuía uma arma, não teve dúvidas,  apontou a velha besta carregada de pólvora e chumbo na direção dos bichos, notou que tratava-se de uma fêmea com filhote no colo e um macho forte pouco acima, com a mira feita em distância curta preparou para o disparo quando ouviu a macaca dizer em alto e bom som, “ou Inácio segura aqui Ignacio, vou ver se esse português é macho” descendo em balada carreira na direção ao português Manoel, assustado, tanto pela reação e mais ainda por ver bicho falar, fugiu em disparada desengonçado que escorregou na borda de um precipício e caiu de grande altura, falecendo imediatamente.

Em 1567, a Vila de São Jorge dos Ilhéus já se espalhava do Outeiro ao baixio plano e brejado que circundava o sopé do morro,  da beira mar até a enseada de dentro, onde o cais improvisado aportavam raras caravelas que bordeavam a costa, ligando os pequenos povoados a Salvador e Lisboa.

Foto: Ilhéus 24h.

Por essa época, travava-se no Rio de Janeiro, ainda um povoamento, uma ranzinza batalha entre os franceses liderados por Nicolau Durand de Villegagnon, contra os portugueses, por sua vez liderados por Estácio de Sá. Com dificuldades para vencer a batalha e expulsar os franceses da Guanabara,          o governador Geral do Brasil,  Mem de Sá, resolve formar uma tropa, e ajudar seu sobrinho, recrutou em Ilhéus um exército mambembe formado por índios, caboclos e uns poucos portugueses, partiram por terra para o Rio de Janeiro em outubro de 1567, entre os Ilheenses logo se destacou Felisberto Duvivier, filho de um francês deportado, com uma Índia nativa de Olivença,  catequisada pelos Jesuítas, aceitou casar com o francês, tiveram vários filhos, o mais velho, Duvivier, nasceu no Outeiro de São Sebastião em maio de 1545, recebendo a reencarnação do espírito do finado Manuel, aquele dos macacos.

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PRODUÇÃO DE CHOCOLATE NO SUL DA BAHIA É TEMA DE DEBATE NA CÂMARA DE ILHÉUS

A convite do vice-presidente da Câmara de Vereadores de Ilhéus, Gil Gomes, o produtor de chocolate Gérson Marques participou da sessão da terça-feira (13) para apresentar as novas estratégias para o desenvolvimento da região através da cultura do cacau e da produção do chocolate.

Em seu discurso, o produtor traçou um panorama desde o início da produção de cacau até os dias atuais. Segundo ele é necessário traçar metas para salvar a cacauicultura, que foi criada aqui na região. “A nossa região sofreu muito com a chegada da vassoura de bruxa, mas antes dela, a queda na produção de cacau já havia afetado vários setores que trabalhavam com o fruto”.

O cenário de crise forçou os produtores a buscarem uma nova saída, pois a produção e exportação de cacau estava em desvantagem em relação aos países africanos que se tornaram os maiores produtores do mundo. A região hoje conta com cerca de 40 pequenos produtores, que estão inovando o método de produção, colheita, secagem e fermentação do cacau. Tais mudanças agregam valor ao produto e o transformam num concorrente forte no mercado internacional.

A Associação de Produtores de Chocolates de Origem do Sul da Bahia (Chocosul), da qual Gérson é presidente, tem uma ano de existência e busca o selo de indicação geográfica, rótulo que mostra a origem do produto, reconhecendo a qualidade na produção como é o caso da Cachaça de Salinas, único produto que possui esse selo na Bahia. Há alguns anos o município exportava apenas a matéria prima e hoje pode ver o produto chocolate inserido no mercado internacional. Atualmente uma produção de chocolates finos tem voltados os olhos do mundo para Ilhéus. :: LEIA MAIS »

O TURISMO ASSOCIADO A CHOCOLATE, UMA NOVA OPORTUNIDADE

Gerson Marques é produtor de Cacau e Chocolate e Diretor Presidente da Associação dos Produtores de Chocolates de Origem do Sul da Bahia.

Gerson Marques é produtor de Cacau e Chocolate e Diretor Presidente da Associação dos Produtores de Chocolates de Origem do Sul da Bahia.

Existe uma enorme sinergia entre chocolate e turismo, são inúmeros os exemplos de cidades que se tornaram referência em destino turístico vinculado ao chocolate, ou que tem no chocolate uma referência importante entre suas atrações.

No estado da Pensilvânia nos EUA, a cidade de Hershey, sede da primeira fábrica de chocolates da famosa marca que leva o seu nome, desprovida de excepcionais belezas naturais ou importância histórica, fez do chocolate sua principal atração, consolidando-se como um destino de referência neste tema, com centenas de atrações nas avenidas Cacau e Chocolate ruas que concentram restaurantes, museus, lojas e boutiques de chocolates.

No México em Tabasco, a cidade de Villa Hermosa, criou a Rota do Cacau Maia, oferecendo história associada a chocolates com sabores tradicionais, assemelhados as misturas que deu origem histórica ao chocolate, há mais de mil anos.

A capital belga, Bruxelas, tem no chocolate uma referência cultural importante é lá que está o principal museu do mundo dedicado a este tema, assim como Paris, que realiza eventos comerciais e promocionais associado a imagem da cidade, já tão badalada, ao chocolate.

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Outras estratégias também são interessantes como hotéis temáticos dedicados ao chocolate, seja na arquitetura,  decoração, serviços e culinária, como o The Chocolate Butique Hotel na Inglaterra e o Fábrica do Chocolate em Viena do Castelo em Portugal, construído no prédio de uma antiga fábrica de chocolates.

Aqui no Brasil, o exemplo mais conhecido de associação de chocolate com turismo, é Gramado na Serra Gaúcha, que fomentou uma parque fabril e comercial de chocolates tradicionais, usando o processo de derreter coberturas já industrializadas, re-formar e embalar sob novas marcas, vinculando-se ao conceito europeu, associado chocolate ao frio e ao leite.

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dom eduardo

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