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:: ‘Geraldo Simões’

GERALDO SIMÕES COBRA AÇÕES EFETIVAS PARA FIM DOS CONFLITOS NA BAHIA

Geraldo-SimoesO deputado federal Geraldo Simões fez pronunciamento no Congresso Nacional destacando a audiência, realizada em Salvador, com a participação do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o governador Jaques Wagner, lideranças de produtores agrícolas e lideranças indígenas. Ficou definido que o Governo do Estado da Bahia e o Ministério da Justiça vão assinar um termo de cooperação técnica para a criação de um Plano de Segurança com Cidadania.
No encontro, o governador manifestou claramente que só o entendimento pode resolver a situação que envolve a disputa de 47 mil hectares de terras, de acordo ao que seria a demarcação da Funai. Simões lembrou que estive presente ao encontro e disse ter “reparações a fazer quanto à condução deste processo, tanto pelo Governo Federal, como da atuação de nosso Governo do Estado da Bahia”.
Segundo ele, “as intenções de conciliação e entendimento são justas e, inclusive, os produtores e seus representantes solicitaram a presença da Força Nacional na região, para evitar conflitos e acabar com as invasões violentas às fazendas da região. Sempre manifestei-me pela solução pacífica e negociada. Outro caminho é impossível”.

PRODUTORES PEDEM AO MINISTRO DA JUSTIÇA SUSPENSÃO DE DEMARCAÇÃO DE TERRAS NO SUL DA BAHIA

Reunião com o ministro.

Reunião com o ministro.

O deputado federal Geraldo Simões participou na tarde de hoje (1), juntamente com vários representantes dos produtores rurais de Una, Buerarema e Ilhéus, de uma audiência com o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para tratar do conflito de terras indígenas do Sul da Bahia. A senadora Lidice da Mata e os deputados federais Josias Gomes e Felix Junior também participaram do encontro.
Na região Sul da Bahia, onde a Funai elaborou um relatório, contestado pelo produtores, demarcando uma área de 47 mil hectares para os tupinambás, já  ocorreram cerca de cem invasões e ocupações de terras de pequenos proprietários, por parte de indígenas. Produtores relataram ao ministro Cardozo que grupos armados atacaram as propriedades, golpearam agricultores, agrediram moradores e destruíram casas e instalações.
A chegada da Força Nacional de Segurança na região não apaziguou o conflito. “Neste processo insisti que o Governo Federal deve assumir a liderança na solução do conflito”, afirmou Simões.
Na reunião, que durou mais de 3 horas, os agricultores apresentaram farta documentação comprovando que a região é ocupada por agricultores desde 1850 e que se encontram na área em disputa, mais de 20.000 produtores. São pequenas propriedades, a maioria delas legalizadas há décadas e contribuindo para a economia local e sustentação da população regional.
O Ministro José Eduardo Cardozo se sensibilizou pelas exposições dos participantes e solicitou a documentação como comprovante da situação, solicitando à  sua assessoria que  recolhesse todas as informações para orientar as decisões  do Governo Federal. “A suspensão imediata do processo de demarcação é fundamental para tranquilizar os produtores. Seguirei trabalhando para a revogação do processo de demarcação da FUNAI, que está cheio de irregularidades”, ressaltou o deputado.
O ministro também manifestou sua disposição em atuar para o entendimento de todas as partes envolvidas, promovendo uma reunião onde participem o Governo Federal, o Governo Estadual, Ministério Público, Funai, Ministério da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário, Agricultores, Lideranças indígenas, autoridades locais e demais segmentos envolvidos e diretamente interessados, para buscar, através de uma mesa de negociação. Na busca de uma solução que garanta a paz e o interesse da região Sul da Bahia.

GERALDO SIMÕES DEFENDE NEGOCIAÇÃO PARA REINÍCIO DAS OBRAS DA BARRAGEM DO RIO COLÔNIA

Obra é essencial para a normalização do abastecimento de água em Itabuna.

Obra é essencial para a normalização do abastecimento de água em Itabuna.

O deputado federal Geraldo Simões registrou, em discurso na Câmara Federal, ontem (25), sua preocupação com a paralisação das obras da barragem do rio Colônia. A obra é essencial para a normalização do abastecimento de água em Itabuna, assim como também irá ajudar na perenização e despoluição do rio Cachoeira.
A barragem teria um custo de 18 milhões de reais e, a obra total, incluindo acessos, desapropriações, etc., terá um custo de 75 milhões, que serão aportados pelo Governo da Bahia e Governo Federal. Segundo ele, “esta é uma obra fundamental para Itabuna, pois terá a função de regularizar e garantir o abastecimento de água potável para o município e para várias localidades da região”.
Depois do início das obras, a empresa responsável passou a pleitear um contrato aditivo que encareceria o empreendimento em 112%. Isto gerou um impasse e as obras foram suspensas. As atividades de construção da barragem estão paralisadas. Isto é inadmissível. “A continuar assim, além da perda inevitável de recursos, teremos uma enorme frustração dos habitantes de Itabuna, que têm a esperança de ver garantido o abastecimento de água do município”, disse o deputado.
Ele fez um apelo ao Governo da Bahia para que tome imediatamente as providências necessárias para identificar todos os problemas que atrasam a obra e providenciar sua imediata solução. “É necessário que Governo e empresários entrem em um entendimento razoável, evitando soluções burocráticas que impliquem em reiniciar todo o processo, o que atrasaria em muito a conclusão da barragem”, ressalta.

GERALDO SIMÕES QUER SUSPENSÃO DE DEMARCAÇÃO NO SUL DA BAHIA

Geraldo-SimoesO deputado federal Geraldo Simões (PT/BA) reiterou, em pronunciamento feito hoje (10) no Congresso Nacional, a necessidade de uma solução para o conflito em Buerarema, no sul da Bahia, envolvendo supostas terras indígenas Tupinambá de Olivença. “Como manifestei anteriormente o conflito vem se acentuando na região e, apesar da entrada da Força Nacional para manter a paz, a situação está se agravando”, disse o parlamentar.
Simões afirmou que no momento não quer entrar nos detalhes da concepção que moveu a construção da suposta identidade Tupinambá pelos estudos da FUNAI. “Sinto que este assunto requer um maior aprofundamento e seriedade, por suas  consequências para a identidade nacional brasileira, para a vida dos indígenas ou dos seus descendentes”.
Na semana passada a Comissão de Direitos Humanos, da Assembleia  Legislativa do Estado da Bahia realizou, em Buerarema e em Itabuna, audiências para debater o assunto. Nestas reuniões foi demonstrado que o polígono delimitado pela FUNAI, com base nos estudos da antropóloga Susana de Matos Viegas, é uma área de mais de 47 mil hectares, que ocupa mais de 20% do território do município de Ilhéus, 20% de Buerarema e 5% de Una.
Este território, abrange as localidades de Acuípe, com aproximadamente 1.500 habitantes; Campo São Pedro e Curupitanga, 800; Jairi e Sirihiba 350; Porto da Lancha, 500; Lençóis, 1.300; Sapucaeira/Vila Santaninha e Vilinha, 2.000; Pixixica/Serra Negra, 700; Vila Brasil, 800 e Vila Operária, 900. Também no Distrito de Olivença existem 4.000 habitantes. São aproximadamente 12.850 pessoas que seriam diretamente afetadas pela demarcação.
De acordo com Geraldo Simões, “diante do caráter arbitrário e rígido com que está sendo feito o processo de demarcação, baseado em estudos no mínimo contraditórios e com consequências desastrosas para a paz na região, estamos postulando que imediatamente se suspenda a demarcação”. “Que se reintegre a posse das propriedades invadidas e se inicie uma negociação do Governo, com os segmentos realmente indígenas, buscando uma solução definitiva”, finalizou o deputado.

GERALDO SIMÕES DEFENDE A SUSPENSÃO DAS DEMARCAÇÕES DE ÁREAS INDÍGENAS

geraldo plenarioO deputado federal Geraldo Simões fez pronunciamento, ontem (terça, 20), no Congresso Nacional, solicitando a suspensão imediata da demarcação, avalizada pela Funai, de uma área de 47 mil hectares para índios tupinambás em Ilhéus/Olivença, Buerarema, Una e São José da Vitória.
Na semana passada, Simões alertou para a grave situação vivida no Sul da Bahia, com o conflito indígena em Buerarema, com dois pronunciamentos sobre o assunto, no dia 13 e no dia 15, solicitando providências do Governo Federal. Na sexta-feira, ele enviou uma carta à Ministra Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, reiterando a solicitação.
Até a semana passada foram 63 invasões de propriedades, com pessoas feridas, incêndios, atos de violência armada. Para culminar, na sexta-feira produtores rurais e moradores, atemorizados pela violência, ocuparam a BR 101, impedindo o trânsito. Várias viaturas oficiais foram queimadas.
Nesta segunda feira a Força Nacional de Segurança chegou à região, com um destacamento de 40 integrantes. “Considero que é uma medida muito importante tomada pelo Governo Federal para garantir a tranquilidade e o respeito à Constituição”, disse o parlamentar.
Para Geraldo Simões, “somente estas providências não são suficientes. É preciso garantir a avaliação objetiva da extensão do conflito. Para isso, o processo de demarcação de terras efetuado pela FunaiI deve ser suspenso e reavaliado”.
De ontem para hoje foram invadidas mais quatro fazendas, apesar da presença da Força Nacional. 

DILMA E ACM NETO TÊM A PREFERÊNCIA DOS ITABUNENSES

Preferência varia entre petista e democrata.

Preferência varia entre petista e democrata.

Foi o que apontou pesquisa da Sócio Estatística realizada entre os dias 19 e 24 deste mês, com 817 itabunenses.
Segundo o estudo, se a eleição fosse agora, a presidente Dilma Rousseff (PT) seria reeleita por 31,9% dos entrevistados. A petista é seguida de longe pelo tucano José Serra (16,4%) e por Marina Silva (13,8%), ainda sem partido. Joaquim Barbosa (8%), Aécio Neves (5,3%) e Eduardo Campos (0,9%) também aparecem na consulta.
A pesquisa ouviu os itabunenses também sobre a sucessão de Jaques Wagner ao governo do Estado. O prefeito de Salvador, ACM Neto, do Democratas, alcançou 31,6% da preferência na pesquisa estimulada.
O ex-governador Paulo Souto aparece em segundo, com 20,1%, seguido de Geddel, do PMDB, com 8%. Da base aliada ao governador Wagner, a melhor posicionada é a senadora Lídice da Mata (PSB), com 6,5% da preferência. Walter Pinheiro teria 2,6%, Otto Alencar e Marcelo Nilo, 1% cada. Rui Costa, 0,5%.
ELEIÇÃO PARA DEPUTADO
Geraldo, Davidson e Azevedo. Eleição perdida por poucos votos de diferença em 2012 credenciou Azevedo à disputa.

Geraldo, Davidson e Azevedo. Eleição perdida por poucos votos de diferença em 2012 credenciou Azevedo à disputa.

A Sócio Estatística perguntou também aos 817 entrevistados sobre as eleições para deputado federal e estadual.
Para a câmara dos deputados, o nome mais forte em Itabuna é o de Geraldo Simões, que, segundo o estudo, renovaria seu mandato. Entre os preferidos, surgiram também o ex-prefeito Capitão Azevedo e o presidente da Bahia Gás, Davidson Magalhães.
Para deputado estadual, desponta o Capitão Azevedo, com 18,1% da preferência. A lista é concluída assim: Augusto Castro 16,4%, Renato Costa e Coronel Santana 7,7% cada um, Major Serpa 5,9%, Glebão 5,4%, Edson Dantas 5,3%,  Aldenes Meira 3,1%, Major Fábio 2,9%. Nulos somariam 12,7% e não responderam 14,8%.

ITABUNA: HOSPITAL DE BASE RECEBE R$ 2 MILHÕES EM EQUIPAMENTOS

hospital de baseO governo do Estado deve enviar ao Hospital de Base de Itabuna o equivalente a dois milhões de reais em equipamentos. Segundo o deputado federal Geraldo Simões, os equipamentos serão entregues pelo secretário de Saúde da Bahia, Jorge Solla, neste sábado, dia 27.
São quatro aparelhos de anestesia, um aparelho de raio X fixo, um arco cirúrgico, uma calandra elétrica, dez camasfawler adulto, quatro desfibriladores, um grupo gerador de energia, uma máquina de lavar roupas 100 quilos, uma secadora 100 quilos, 15 monitores multiparamétricos completos, um processador de filmes raio X e doze ventiladores pulmonares.
Também de acordo com o deputado, em breve serão liberados mais R$ 2 milhões em equipamentos para os hospitais Manoel Novaes e Calixto Midlej. 

CÂMARA DOS DEPUTADOS PRORROGA PAGAMENTO DAS DÍVIDAS DO CACAU

geraldo simoes entrevistaA Câmara dos Deputados aprovou, na noite de ontem (quarta, 10), a emenda aglutinava numero 1 da Medida Provisória 610. O dispositivo prorroga  até o dia 31 de dezembro o prazo para renegociação das dívidas do cacau.
A emenda foi proposta pelo deputado federal Geraldo Simões (PT/BA).
“A ampliação permite que os produtores tenham um novo prazo para renegociar as dívidas e obterem os benefícios do PAC do Cacau, como os recursos para investir na recuperação da lavoura cacaueira”, afirma o deputado, que agora vai se mobilizar para que a MP seja  aprovada no Senado e sancionada pela presidente Dilma Rousseff.

“VAMOS CRIAR CONDIÇÕES PARA QUE O CACAU SEJA VENDIDO COM PREÇOS MÁXIMOS”, AFIRMA GERALDO SIMÕES

geraldo simoes entrevistaVice-presidente da Frente Parlamentar da Agricultura, o deputado federal Geraldo Simões (PT), um dos propositores da inclusão do cacau na Política de Garantia de Preço Mínimo (PGPM), vê a medida anunciada pelo governo federal na última quinta-feira (04) como “uma grande vitória” da lavoura, que começa a se reerguer.
“Garantidos os preços mínimos, vamos criar condições para que o cacau seja comercializado com preços máximos”, afirma Geraldo.
Segundo o deputado, era injusta a ausência da amêndoa na política nacional, criada há 70 anos. Para garantir o preço mínimo de R$ 75 para a arroba do cacau, o governo federal, por meio de suas agências, compra o produto e estoca, mantendo o controle sobre o mercado.
Com esse novo passo dado à frente pelos produtores, Geraldo pontuou para o ILHÉUS 24H os novos desafios da lavoura regional.
“Não podemos continuar com a produtividade em torno de 20 arrobas por hectare. Precisamos aumenta-la para 50 arrobas. Precisamos também mudar a nossa cultura; ao invés de vender amêndoa de cacau, temos de produzir chocolates finos”.
Defendeu a transferência para a Ceplac da responsabilidade pela emissão de licença para o manejo da propriedade, hoje feita pelo governo do Estado; criticou a “criação exagerada de unidades de conservação”; e defendeu a criação de “novo marco regulatório para disciplinar as exageradas demarcações de terras indígenas”.
Na conversa, o deputado federal se mostrou favorável ao fim da importação de cacau da África. Nesta semana, outro navio atracou no Porto do Malhado com nova carga da amêndoa. Produtores locais reclamam da má qualidade do produto importado e da falta de critérios sanitários.
“Em um determinado momento, quando a produção nacional foi reduzida a 100 mil toneladas/ano e o nosso parque industrial de transformação de cacau localizado em Ilhéus demandava 200 mil toneladas/ano, foi importante a importação de cacau da África e da Ásia para a manutenção das indústrias. Neste momento, quando a produção nacional alcança a marca de 200 mil toneladas com tendência a aumentar, a importação não é mais uma necessidade”.

POR QUE SOU A FAVOR DO PLEBISCITO

Por Geraldo Simões, deputado federal pelo PT da Bahia

geraldo artigoO referendo, em todas as interpretações que encontrei, é uma consulta à população, para manifestar sobre algo que já vem pronto.

As manifestações dos últimos dias mostraram, acima de tudo, que a população brasileira quer participar das decisões políticas do País. Quer ser levada em conta e sentir que faz a diferença. Quer sentir que ela pode decidir o rumo das políticas públicas.
Então, como a população pode manifestar sua posição de uma forma clara e inequívoca?
O referendo, em todas as interpretações que encontrei, é uma consulta à população, para manifestar sobre algo que já vem pronto.
Apesar da aparente semelhança, plebiscito é uma consulta à população sobre medidas a serem adotadas.
Sinto que plebiscito corresponde mais aos desejos da população que se manifesta tão intensamente nestes dias e de todos aqueles, que por um motivo ou outro, ainda não tiveram a oportunidade de manifestar-se. O desejo de opinar sobre o que quer.
Plebiscito motiva o debate popular e, posteriormente os parlamentares terão que criar os meios legais de para implantar as decisões tomadas.
O referendo motiva mais o debate entre os parlamentares, que elaborariam as leis, para depois submetê-las à aprovação ou rejeição do povo, que teria dizer sim ou não para o que já vem pronto.
Por tudo isso, sou a favor do plebiscito!

cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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