WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
Neste site
dezembro 2019
D S T Q Q S S
« nov    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031  

:: ‘Força Nacional’

DEZ HORAS DE RODOVIA FECHADA EM BUERAREMA

Pneus são queimados desde cedo. Foto: Andrei Sansil/Ilhéus 24h.

Pneus são queimados desde cedo. Foto: Andrei Sansil/Ilhéus 24h.

O protesto de moradores e pequenos agricultores de Buerarema continua travando a BR-101. O movimento começou por volta das 08h da manhã e não tem prazo para acabar. O congestionamento já se aproxima do semianel rodoviário de Itabuna.
Desde cedo, são queimados pneus e muito lixo. Árvores foram derrubadas na pista e nenhum tipo de veículo pode passar pelo local.
Ao ILHÉUS 24H, o vice-prefeito e secretário de administração de Buerarema, Juninho, contou que a principal reivindicação é a efetivação das três bases de segurança prometidas pelo governo federal na cidade. Segundo ele, as associações de produtores montaram toda a estrutura para receber os policiais federais, mas a União argumenta que não há efetivo.
Capsulas disparadas pelos policiais e o carro da polícia com marcas de pedras. Fotos Ilhéus 24h.

Capsulas disparadas pelos policiais e o carro da polícia com marcas de pedras. Fotos Ilhéus 24h.

As bases permitiriam que várias reintegrações de posse acontecessem, como determinadas pela justiça, depois que as terras foram invadidas por índios. De acordo com o vice-prefeito, são cerca de 100 pequenas propriedades invadidas.
Mais cedo, houve momentos de tensão entre os manifestantes e homens da Polícia Rodoviária Federal e da Força Nacional. Viaturas foram apedrejadas e os agentes usaram armas letais e de balas de borracha para afastar a população.

VÍDEO: “ÍNDIOS” TORTURAM AGRICULTORES E ARMAM CONTRA A FORÇA NACIONAL

As marcas do espancamento.

As marcas do espancamento.

Há três meses, pequenos agricultores da região de Buerarema (sul da Bahia) sofrem com as invasões de suas terras por parte de pessoas que se declaram como indígenas. Os atos são motivados pelo desejo da demarcação das áreas.
As ocupações sempre acontecem de forma violenta, sendo realizadas por homens fortemente armados. Um, dos vários exemplos das ações violentas, é o caso do pequeno agricultor Alessandro Correa, de 39 anos.
No dia 8 de novembro de 2013, Alessandro foi vítima de uma emboscada que quase resultou em sua morte. Membros da tribo do Cacique Babau o capturaram e o torturaram após o mesmo ter solicitado uma escolta da Força Nacional à sua propriedade, invadida pela tribo do Cacique Valdelice. Alessandro e um grupo de trabalhadores desejavam colher o cacau plantado na localidade.
Com a ajuda de agentes da Força Nacional, Alessandro e o grupo de trabalhadores chegaram à propriedade. Os agentes ficaram de retornar ao fim do dia para garantir a segurança de todos na volta, mas, no período previsto, os agentes não retornaram.
Em busca de estabelecer contato via telefone para averiguar o atraso da escolta, o agricultor se afastou da sede da propriedade. Neste momento, ele foi surpreendido por cinco supostos índios que o fizeram de refém, sendo levado a um cativeiro.
Sob constantes ameaças, Alessandro foi agredido verbalmente e psicologicamente por meia hora. Os agressores (agora cerca de 25 homens, incluindo o Cacique Babau) utilizaram facões e armas na sessão de tortura.
De acordo com Alessandro, ele só conseguiu sobreviver às agressões por ter escapado do cativeiro durante a noite, tendo que adentrar uma mata, se atirar em um rio e fingir estar morto. Alessandro ficou bastante ferido. No dia seguinte, um mototaxista o resgatou.
Somente no hospital Alessandro tomou conhecimento de que, no dia das agressões, os agentes da Força Nacional tiveram a passagem bloqueada, na estrada que dava acesso á propriedade. O mesmo grupo de supostos índios utilizou árvores para montar a situação.
Após o ocorrido, o pequeno produtor prestou queixa na Delegacia da Polícia Federal, em Ilhéus. No vídeo abaixo, Alessandro conta o que aconteceu. Assista:

ÍNDIOS TÊM CASAS INCENDIADAS EM BUERAREMA

Dona de casa tenta retirar o que o fogo ainda não consumiu.

Dona de casa tenta retirar o que o fogo ainda não consumiu.

Pelo menos dez casas de índios foram incendiadas em Buerarema na tarde deste sábado (24). A ação, segundo o Plantão Itabuna, foi provocada por fazendeiros e moradores que se revoltaram após supostos indígenas tentarem intimidá-los com um fuzil, em pleno centro da cidade.
A tensão entre nativos e fazendeiros é grande desde a semana passada, quando índios teriam ferido três pessoas na região da Serra do Padeiro, área que fica entre Ilhéus, Una e Buerarema e é disputada pelos dois lados.
A força nacional de segurança está no local, mas não foi suficiente para impedir os recentes ataques.

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA ENVIA FORÇA NACIONAL PARA CONTER CONFLITOS EM BUERAREMA

força nacional
Atendendo solicitação do governador Jaques Wagner, o ministério da Justiça deve enviar para a região de Buerarema tropas da Força Nacional. O pedido foi feito na sexta (16), e o ministro José Eduardo determinou o reforço do efetivo da Polícia Federal na área.
No local, durante a semana, produtores rurais protestaram, reivindicando a devolução de terras que teriam sido invadidas por índios tupinambá. Nas manifestações, carros foram incendiados e equipamentos públicos depredados.
Cerca de 300 índios participam da ocupação de fazendas na região. Ainda na sexta, 15 viaturas da Polícia Militar estavam na cidade para evitar novos atos de vandalismo.
Pela manhã, manifestantes compostos por comerciantes, fazendeiros e populares interditaram a BR 101 entre as cidades de Itabuna e Buerarema.
A PM afirma que, nos últimos dias, índios tentaram assassinar três produtores rurais, que foram encaminhados para o Hospital de Base, em Itabuna.

cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia