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:: ‘Fifa’

FIFA DÁ AVAL PARA ÁRBITRO ENCERRAR JOGO APÓS RACISMO

Jovem apregoa bandeira com suástica nazista em estádio da França.

Jovem apregoa bandeira com suástica nazista em estádio da França.

Os árbitros terão aval para encerrar uma partida de futebol quando houver atos de racismo em qualquer campeonato em todo o mundo.
É o que a Fifa pretende orientar a partir de amanhã (04), quando termina o encontro do Comitê Executivo, órgão máximo da entidade, em Zurique.
Já está desde ontem com o comitê a minuta a ser votada criando medidas que devem ser tomadas a partir de agora.
De acordo com o novo conjunto de regras, ao identificar um ato de racismo no estádio, ou ser informado dele, o árbitro deve parar o jogo imediatamente. Se a situação permanecer, os jogadores terão de ir para os vestiários e aguardar por, no máximo, 10 minutos. Caso a manifestação continue, o juiz então terá de cancelar o jogo.
A expectativa é que o comitê aprove por unanimidade a medida, alinhando-a a uma resolução divulgada em maio, no congresso anual da Fifa, que prevê uma série de punições a federações, clubes e torcedores envolvidos com atos de racismo.
Agora, a Fifa quer criar condutas a serem seguidas pelos árbitros para o prosseguimento ou não da partida. O locutor do estádio poderá ser acionado para ajudar, se necessário.
Ainda não havia uma recomendação única. A minuta entregue ao Comitê Executivo menciona o modelo adotado há quatro anos pela Uefa (órgão que dirige o futebol europeu), bem parecido com o que deve ser aprovado agora.
A Fifa vem intensificando a campanha pelo fim do racismo no futebol. A Copa das Confederações no Brasil foi palco de manifestação dos capitães, que leram em campo textos contra a discriminação.

FIFA VETA ATORES NO SORTEIO DA COPA E É ACUSADA DE RACISMO

Camila Pitanga e Lázaro Ramos: barrados pela Fifa.

Camila Pitanga e Lázaro Ramos: barrados pela Fifa.

Uma decisão do Comitê Organizador Local (COL), que cuida dos preparativos para a Copa do Mundo no Brasil, em 2014, causou polêmica. Após os nomes dos atores Lázaro Ramos e Camila Pitanga terem sido vetados para apresentar o evento de sorteio dos grupos da competição, internautas estão acusando a Fifa de racismo.
De acordo com um dos jornalistas da revista “Veja”, o COL negou as acusações e justificou a recusa alegando que tratava-se de um evento esportivo, não de uma novela global.

A entidade alega que a escolha por outros nomes não tem nenhuma ligação com questão racial e informou que prefere “um nome mundial mais forte”, já que o sorteio dos grupos serão transmitidos para todo o mundo.

O fato, no entanto, gerou indignação nos internautas não apenas pela recusa dos dois atores globais, que são negros, mas pelo fato de a própria Fifa ter escolhido a apresentadora Glenda Kozlowski, também funcionária da Rede Globo, para apresentar o sorteio da Copa das Confederações, em 2012.

FIFA E COL NEGAM DISCUSSÃO SOBRE SUSPENSÃO DA COPA DAS CONFEDERAÇÕES

 UOL
Por meio de um pronunciamento oficial, nesta sexta-feira, a Fifa e o COL negaram qualquer discussão sobre a suspensão da Copa das Confederações por conta da onda de protestos e casos de violência pelo país. 
Na quinta-feira, após ataques ao hotel e ônibus da entidade em Salvador, a entidade ameaçou parar a competição em caso de novos problemas com as delegações.
 “Nós apoiamos o livre direito de expressão de qualquer pessoa protestar. Condenamos violência. E temos total confiança nas autoridades. Em nenhum estágio, a Fifa, o COL, ou governo federal pensou em suspender a Copa das Confederações. Estamos em contato com os times, os mantemos informados e não recebemos nenhum pedido [de times] para que saiam da competição”, afirmou o porta-voz da Fifa, Pekka Odrizola.
Apesar do discurso oficial, a Fifa deu um ultimato ao governo brasileiro: ou as autoridades nacionais garantem a segurança da Copa das Confederações, dos jogadores, comitivas e membros da imprensa internacional que estão no Brasil, ou irá cancelar a realização do evento.
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ELES PAGARAM PARA SER VOLUNTÁRIOS NA COPA

Reportagem do Correio 24h mostra como trabalham os voluntários da Fifa e do Ministério dos Esportes, que atuam na Copa das Confederações, em Salvador. Veja a matéria.
"Voluntários" Fifa. Foto do Correio.

“Voluntários” Fifa. Foto do Correio.

O estudante Roberto Santos Júnior, 19 anos, tem uma semana que não vê a própria mãe. A professora Karlla Miranda da Costa, 31, desembolsou mais de R$ 1 mil em passagens de ônibus. O jornalista pós-graduado Diogo Vasconcelos, 27, vai passar 12 horas em pé apenas apontando o portão de saída. A guia turística Gisliane Lopes da Silva, 32, vai levar as mesmas 12 horas proferindo sempre a mesma frase: “Seja bem-vindo, a entrada é por ali”. 

Como se vê, essas pessoas têm algo em comum: elas se sacrificam. A questão é: Pelo que? Aí entra o outro aspecto em comum. Todas vão ter o mesmo ganho, a mesma vantagem: nenhuma. Pelo menos não financeira. Lucro? Zero. Os voluntários da Copa das Confederações estão prontos para doar o seu tempo e sua disposição. No total, em Salvador, serão cerca de 1,5 mil.  

Mas, no país das desigualdades, existe uma polêmica divisão entre eles. É que há dois tipos de voluntários no evento. Os voluntários do Comitê Organizador Local (Col), com supervisão da Fifa, e os voluntários do programa Brasil Voluntário (BV), do Ministério dos Esportes. Digamos que os primeiros são a Série A do voluntariado. Os demais, por sua vez, foram claramente relegados à segunda divisão.

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FIFA LIBERA BAIANAS DO ACARAJÉ NA FONTE NOVA

Acarajé-Dina
A Fifa decidiu permitir a presença de baianas que vendem acarajé na Fonte Nova, estádio de Salvador que será usado na Copa das Confederações e no Mundial de 2014.
O trabalho das baianas, que o Ministério da Cultura declarou patrimônio do Brasil há sete anos, era ameaçado porque a Fifa veta que seus patrocinadores, como o McDonald’s, enfrentem concorrência no raio de 2 km das arenas, até de ambulantes.
A polêmica já durava quase um ano. Na inauguração da Fonte Nova, em abril, a presidente Dilma Rousseff recebeu uma carta das baianas, que fizeram um protesto.
Agora, a reviravolta no caso depende de ajuste das últimas pendências para ser oficialmente divulgada em evento com autoridades e a Abam (Associação das Baianas de Acarajé e Mingau).
A principal delas é a quantidade de profissionais que poderão ultrapassar as barreiras da Fifa. Já é certo que haverá um número reduzido.
As baianas terão de ficar em espaço fora das catracas da praça esportiva, sem acesso aos corredores da arena.
“Elas ficarão em quiosques no chamado ‘comercial display’, uma área acima do edifício-garagem que também terá estandes e venda de souvenires. Só chegará ali quem tiver ingresso. É o primeiro ponto de contato do torcedor”, diz Ney Campello, secretário da Copa na Bahia.
Ele não sabe se o público poderá comprar e levar o acarajé para seus assentos. “Mas acredito que sim”, disse.

EUROPEU DEMAIS? NOVO MARACANÃ DIVIDE OPINIÕES

maraca
A inauguração do Maracanã para partidas oficiais dividiu opiniões.
Há quem diga que o espírito de estádio democrático, onde as classes sociais por hora caiam por terra e todos se sentiam parte integrante de uma grande massa, foi sepultado. Dando espaço para um estádio europeu demais para os padrões brasileiros de torcida.
Por outro lado, existem os que aprovaram.
Em contato com a nossa Redação, um ilheense presente na partida amistosa de ontem entre Brasil e Inglaterra, aprovou o que viu.
“Só não sei como eles farão em dias de clássicos regionais, já que não há proteções entre os locais onde as torcidas rivais ficarão instaladas”, ressaltou.
Bem, como ninguém é maluco o suficiente, deve haver um plano B. 

BA: GOVERNO NEGA QUE FESTAS JUNINAS SERÃO SUSPENSAS POR ORIENTAÇÃO DA FIFA

Após a polêmica tentativa de suspender as vendas de acarajé na Bahia durante a realização da Copa das Confederações e da Copa do Mundo, Fifa e moradores de Salvador travam outra disputa.
Dessa vez a preocupação é com a realização das tradicionais festas juninas da região. A informação disseminada era que, por orientação da Fifa, a prefeitura da capital baiana não iria autorizar a realização das comemorações tradicionais durante esse mês de junho.
A razão seria a incompatibilidade entre a publicidade, exclusiva de patrocinadores da Copa das Confederações, e a decoração característica da festividade.
A prefeitura negou a existência da orientação e afirma que, além de analisar individualmente as solicitações de festas, há uma programação oficial de eventos com opções de lazer, cultura e entretenimento.

FIFA PROÍBE FESTAS DE SÃO JOÃO EM SALVADOR

sao joaoA partir do mês de junho, quando acontecem os jogos da Copa das Confederações e Salvador abrigará algumas partidas, estão proibidas a realização de festas na cidade. A situação chegou ao conhecimento da Tribuna da Bahia por intermédio de dois moradores – um planejava realizar uma festa junina no bairro do Barbalho e o segundo em Periperi – as festas tiveram as licenças negadas pela Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo, Sucom, por conta de uma ordem da Fifa.
A TB entrou em contato com a assessoria do órgão municipal que confirmou a suspensão de eventos na cidade no mês de junho. “A Prefeitura de Salvador irá publicar um decreto dando maiores detalhes, mas a orientação é não liberar eventos na cidade em junho”, alega.
A Tribuna entrou em contato com a Assessoria Geral de Comunicação, Agecom, e teve como informação que isso faz parte de um acordo firmado entre a Fifa, o governo federal e as cidades sedes dos jogos. “O governo brasileiro assinou o acordo com a entidade e tem que aceitar as regras. Foi assim nos Estados Unidos e na África do Sul. Nos circuitos oficiais como Avenida Paralela, Avenida Bonocô, Orla, Dique do Tororó, Vitória, Ribeira, dentre outros pontos da cidade terão que exibir toda a comunicação visual com os patrocinadores da Copa. A Sucom deverá apreender quem estiver desrespeitando as regras”, alerta a assessoria.
Celeuma – Não é a primeira vez que ocorre episódios emblemáticos envolvendo a Fifa. A entidade havia proibido a comercialização de acarajés no entorno do estádio. A regra da Fifa recomendava o afastamento desse tipo de comércio num perímetro de até dois quilômetros das praças de jogos.
A atitude foi tomada porque o acarajé não deveria ser concorrente aos hambúrgueres produzidos pela rede McDonald’s, patrocinadora oficial da Fifa. Aparentemente a entidade teria voltado atrás e liberado a comercialização do bolinho, que é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Iphan, como patrimônio imaterial.
Clique aqui e confira mais no site da Tribuna.


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