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:: ‘estudantes de medicina’

ESTUDANTES DE MEDICINA TERÃO R$ 400 PARA FAZER REVALIDA

AGÊNCIA ESTADO
O governo federal vai pagar R$ 400 para estudantes de Medicina que participarem do pré-teste do Exame Nacional de Revalidação de Diploma Médico (Revalida), condição para reconhecer diplomas de formados em outros países para atuar no Brasil.
O pré-teste será aplicado a alunos de último ano como forma de melhorar a prova, marcada para o dia 25 de agosto. Os pagamentos são comunicados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e encaminhados aos coordenadores de cursos das instituições escolhidas para o Revalida.
Ligado ao Ministério da Educação (MEC), o Inep é responsável pela aplicação do exame. Como a participação é voluntária, a preocupação do Inep (e de especialistas) é que houvesse baixa adesão ao pré-teste, ou mesmo boicote, com a possibildiade de não alcançar uma amostra significativa. 
Para receber os R$ 400, os alunos terão de comprovar a participação, com assinatura na lista de presença, e não ter a prova anulada ou nota zero.
O Inep indica que os valores sejam usados para pagar a inscrição em programas de residência, mas não há obrigatoriedade para a finalidade do dinheiro. 
Os incentivos devem custar cerca de R$ 1,5 milhão aos cofres públicos. O pré-teste do Revalida será aplicado a alunos de 32 cursos de Medicina – 17 instituições privadas e 15 públicas.
Com base no número de formandos das instituições selecionadas, cerca de 4 mil alunos devem fazer o exame. A prova será a mesma aplicada aos candidatos diplomados no exterior, mas estudantes brasileiros só farão a parte teórica. As informações de Fernanda Bassete e Paulo Saldaña.

INEP PUBLICA EDITAL SOBRE APLICAÇÃO DO REVALIDA A ESTUDANTES BRASILEIROS

G1
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou no Diário Oficial desta segunda-feira (15) o edital que detalha como será a aplicação do pré-teste do Revalida, exame de revalidação de diplomas de medicina estrangeiros, a estudantes brasileiros, conforme antecipado na última semana.
A prova vai ser aplicada no dia 25 de agosto. Segundo o Inep, a amostra de participantes brasileiros envolve 32 cursos e 3.745 concluintes do curso de medicina, representando todas as regiões do país. Desse total, 17 cursos são de instituições de ensino superiores privadas e 15 públicas – os nomes das instituições serão divulgados futuramente, de acordo com o Inep.
Segundo o edital, os estudantes que participarão do exame são parte de uma amostra elaborada pelo Inep e pela Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (SESu/MEC) além de instituições que, em 2013, utilizarão o pré-teste como instrumento de avaliação em seus processos de revalidação de diplomas médicos. Todas elas aceitaram espontaneamente participar do estudo, informa o Inep.
O texto publicado no DO informa que a aplicação das provas tem por “finalidade exclusiva subsidiar análises sobre a avaliação aplicada na primeira etapa do Revalida, e com ele não se confunde, tendo em vista sua adequação às Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de medicina”. Ou seja, o objetivo é testar em estudantes brasileiros a prova aplicada àqueles que estudaram no exterior.
O edital detalha o processo de inscrição: os coordenadores das instituições participantes irão cadastrar os alunos que poderão prestar o pré-teste. Em seguida, cada estudante tem de confirmar junto ao Inep, pela internet, se fará de fato a prova.

NO REINO UNIDO E NA SUÉCIA, MÉDICOS PRECISAM SERVIR NO SETOR PÚBLICO

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Enquanto no Brasil a nova lei que obriga estudantes de medicina a passar dois anos atendendo no SUS gerou o esperneio dos abastados postulantes a médicos, no Reino Unido e na Suécia os jovens recém-saídos das universidades de Medicina precisam cumprir um período de treinamento remunerado no setor público antes de receberam licença para exercer a profissão.
Para os britânicos, são obrigatórios dois anos de treinamento em hospitais públicos, após o período da universidade. Os cursos de Medicina no país variam de cinco a seis anos e conferem aos estudantes uma registro provisório, com o qual se inscrevem no chamado “The Foundation Progamme”.
No primeiro ano, o salário-base do jovem médico é de 24 mil libras anuais (quase R$ 80 mil), segundo estatísticas de 2012. A quantia pode variar de acordo com as dificuldades do hospital, do cronograma do profissional e das dificuldades do ofício. Completados os 12 meses iniciais, ele recebe a licença, mas é obrigado a terminar o segundo ano.
“Só então o médico poderá partir para o período de especialização e residência, que pode durar outros cinco anos”, explica a assessora da faculdade de Medicina da George’s University of London, Elenor Sheppard.
Na Suécia, o curso dura cinco anos e meio. O programa de treinamento, conhecido por AT, dura pelo menos 18 meses. É cada vez mais frequente terminá-lo em 21 meses, ao final dos quais o profissional é submetido a um exame, sem o qual não pode trabalhar. Após o AT, ele pode escolher sua especialização, que dura, no mínimo, cinco anos.
Na França, a formação pode levar de 9 a 11 anos. O vestibular dá direito a cursar um ano de faculdade de Medicina, num aprendizado mais abrangente em aulas de biologia, bioquímica ou biofísica. Depois, os melhores alunos são admitidos e prosseguem a formação, em seis anos. A partir do terceiro ano, passam a praticar atendimento externo remunerado em hospitais conveniados com as universidades. Com a conclusão do curso, inicia-se um período também remunerado, equivalente à residência no Brasil, que pode durar de três a cinco anos.

cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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