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:: ‘Enilda Mendonça’

ESCOLAS E POSTOS CONTINUARÃO FECHADOS EM ILHÉUS

Enilda Mendonça. Foto: O Tabuleiro.

Enilda Mendonça. Foto: O Tabuleiro.

A previsão é de Enilda Mendonça, presidente da Associação dos Professores Profissionais de Ilhéus (APPI). Em entrevista ao radialista Gil Gomes, nesta manhã (07), a sindicalista ratificou que o problema de postos de saúde e escolas fechadas é anterior à greve dos servidores, encerrada nesta segunda-feira.
Enilda lembrou que inúmeras escolas sequer abriram este ano, seja por falta de professores e funcionários, seja por falta de merenda.
Sobre os postos de saúde, a sindicalista enfatizou que, no início do ano, o prefeito Jabes Ribeiro demitiu todos os contratados da saúde, o que inviabilizou o funcionamento das unidades básicas, mas não recrutou novos servidores.
Na tarde de hoje, os cinco sindicatos vão entrar com ação contra o município pedindo a reposição do índice de inflação e o reajuste do piso nacional para os professores.

SERVIDORES SE REÚNEM COM JABES PARA ENCERRAR GREVE

Assembleia da última sexta recusou proposta do prefeito. Foto: Fábio Bonfim-Ilhéus 24h.

Assembleia da última sexta recusou proposta do prefeito. Foto: Fábio Bonfim-Ilhéus 24h.

O prefeito Jabes Ribeiro retorna nesta segunda (19), às 10h, ao Palácio Paranaguá, de onde sumiu desde que o Reúne Ilhéus montou acampamento em frente.
A volta de JR ao seu local de trabalho tem um motivo: reunião com os sindicatos de servidores grevistas, mediada por deputados.
Na conversa, os sindicatos devem ratificar que abrem mão do reajuste salarial, mas manterão a exigência de repor o que foi levado pela inflação.
Além de não reivindicar o reajuste, os servidores apresentarão proposta de parcelamento da reposição retroativo à data base da categoria e de negociar posteriormente a quitação dessas parcelas.
As categorias também vão comunicar ao prefeito que rejeitaram a proposta de retornar ao trabalho para depois negociar. Os servidores não confiam em Jabes. 
Segundo Enilda Mendonça, presidente da Associação dos Professores de Ilhéus, fechado o acordo, as categorias se comprometem a retomar o trabalho imediatamente e a continuar discutindo as contas da prefeitura e buscar saídas para a crise gerencial que se encontra o município. “A decisão de acabar a greve está agora com o governo municipal”, conclui a sindicalista.

JABES PIRRAÇA OS SERVIDORES

jabes sorrisoO Blog do Gusmão divulgou, no início da semana, parecer do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) que prevê o reajuste anual para servidores efetivos mesmo quando os gastos do município com folha de pagamento estão acima do permitido pela lei.
O parecer, emitido a pedido do Sindicato dos Servidores de Una, é extensivo a todo o estado, afirma a professora Enilda Mendonça, presidente da Associação dos Professores de Ilhéus.
Mesmo com o documento do TCM, o prefeito pirraça os servidores municipais e diz esperar outro parecer do tribunal para decidir sobre as reivindicações.
A má vontade impera no jabismo.

“O GOVERNO JABES CONVERSA VIA IMPRENSA”, DIZ SINDICALISTA

Enilda Mendonça. Foto: O Tabuleiro.

Enilda Mendonça. Foto: O Tabuleiro.

A presidente da Associação dos Professores de Ilhéus (APPI), Enilda Mendonça, concedeu entrevista ao radialista Gil Gomes, durante o programa Alerta Geral (Santa Cruz AM) nesta terça (30). Na pauta, a greve dos servidores municipais.
Enilda falou em nome das cinco categorias de servidores que estão paralisadas. A sindicalista voltou a afirmar que o município nunca sentou à mesa para negociar as pautas e foi além: “O governo conversa via imprensa”.
Segundo a professora, o prefeito Jabes Ribeiro alega falta de recursos para conceder aumento salarial a professores, guardas e agentes de saúde, mas reajustou o salário de seu chefe de gabinete e criou cargos “desnecessários” na procuradoria do município. E completou “O governo não quer cortar na própria carne, quer cortar a do servidor”.
A sindicalista contestou a “abertura para o diálogo” da qual o prefeito tanto fala. Segundo Enilda, apesar de adotar esse discurso, o prefeito já afirmou que o aumento será zero. “Ninguém vai pra mesa negociar reajuste zero”, disse.
As categorias, de acordo com Enilda, podem aceitar o reajuste zero, mas exigem o repasse da inflação, o “mínimo que o governo deve fazer”.
No ar, denunciou ainda a existência de “pessoas que não trabalham, mas estão na folha [salarial]”.
A greve dos servidores completou uma semana ontem (segunda, 29). Todas as categorias estão de braços cruzados. As pautas variam de uma para outra, mas a questão salarial é o ponto comum em debate.

“NÃO QUEREMOS DISCUTIR DEPOIS QUE O TEXTO ESTIVER PRONTO”, DIZ ENILDA MENDONÇA SOBRE MUDANÇA DE REGIME EM ILHÉUS

Enilda Mendonça. Foto: O Tabuleiro.

Enilda Mendonça. Foto: O Tabuleiro.

Em entrevista ao radialista Gil Gomes, durante o programa Alerta Geral (Rádio Santa Cruz AM), na manhã desta sexta (19), a professora Enilda Mendonça comentou a demora do município na discussão do novo regime trabalhista dos servidores municipais.
No ar, Enilda, que preside a Associação dos Professores Profissionais de Ilhéus (APPI), negou que tenha havido aval dos sindicatos para a mudança do regime de celetista para estatutário.
Segundo a sindicalista, o assunto foi rapidamente debatido com o atual secretário de administração, Ricardo Machado, quando ele ainda era subprocurador no governo de Newton Lima.
A principal preocupação dos sindicatos é com o gerenciamento da previdência. “Vamos vender nossa previdência a um banco?”, “Quem vai gerir o fundo?”, indagou.
Enilda comparou a mudança brusca do regime, sem discussão, a um jogo de futebol onde se criam as regras depois do apito final.
Contestou a posição da secretaria de administração em só abrir o debate quando o modelo já estiver pronto. Segundo ela, no momento, a única reivindicação dos seis sindicatos de servidores é a ampla discussão do estatuto.
Na conversa com Gil Gomes, Enilda comentou também a situação da educação na cidade. “O ano letivo ainda não começou”, disse, ao falar sobre a falta de professores e o fechamento de escolas por toda a cidade.
A sindicalista não descarta a possibilidade de acionar o Ministério Público para tentar resolver o problema.
Ouça abaixo a entrevista.



dom eduardo

lm mudancas













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