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:: ‘eleições 2014’

ELEIÇÕES NA BAHIA: O CARLISTA PAULO SOUTO SERÁ O CANDIDATO DA OPOSIÇÃO

Lançado à vida política no seio do carlismo, Paulo Souto concorrerá mais uma vez ao posto de governador da Bahia.

Parido politicamente no seio do carlismo, Paulo Souto concorrerá mais uma vez ao posto de governador da Bahia.

Após muita indecisão, especulações e expectativa, enfim o martelo foi batido. O ex-governador Paulo Souto (DEM), será o candidato da oposição para o governo da Bahia.
Sendo assim, o ex-ministro Geddel Veira Lima (PMDB), após esboçar insatisfação, se contentou em concorrer a uma vaga ao senado.
A surpresa, segundo analistas políticos, é no nome escolhido para ser o vice de Souto, o ex-deputado Joaci Góes.

THIAGO FEITOSA AMPLIA BASE DE APOIO DE OLHO EM VAGA NA ALBA

Thiago, em entrevista no Recôncavo.

Thiago.

A pré-campanha do Thiago Feitosa, que vai disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa pelo PSL, começa a agregar forças. Depois de confirmar o apoio à base do governo, Thiago já anunciou, na sexta-feira (28), que manterá bases de apoio em praticamente todo o território baiano.
Em sua estratégia, o político fixará bases como no Recôncavo, onde o prefeito do município de Santo Amaro, Ricardo Machado (PT), por exemplo, vai coordenar a campanha de Feitosa.
A expectativa é que Thiago amplie sua área de atuação e mantenha a base formada pelo seu pai, o deputado federal Geraldo Simões (PT), no sul, extremo sul e sudoeste do estado.
Na região sisaleira, o coordenador da campanha de Thiago será o vice-prefeito de Valente, Eduardo Cedraz (PSD). Na capital, onde mantém uma extensa rede de colaboradores, o pré-candidato já tem confirmados apoios de lideranças comunitárias, vereadores e ex-vereadores, além da dobradinha com o ex-prefeito de Salvador, João Henrique. 
“Já estamos cumprindo um cronograma de viagens e, a partir do mês que vem, vamos intensificar essas andanças para ampliar a base e agregar ainda mais força à nossa empreitada. Temos que valorizar a pessoa, o ser humano e vamos levar isso para nossas bases espalhadas pelo estado”, afirma Feitosa

PTB ANUNCIA APOIO A RUI COSTA

Mais um partido garantiu presença no rol de apoiadores da pré-candidatura de Rui Costa (PT) a governador do estado. Desta vez foi o PTB, com a presença do presidente estadual da legenda, o prefeito de Sapeaçu, Jonival Lucas; do mandatário nacional da agremiação, vice-presidente de governo do Banco do Brasil, Benito Gama; do secretário Extraordinário para Assuntos  Estratégicos, Edvaldo Brito, e diversos correligionários sacramentaram parceria futura nas eleições deste ano. O anúncio ocorreu ontem (14), no Hotel Matiz, em Salvador.
A batida do martelo foi anunciada por Gama, ex-aliado do ex-governador Antônio Carlos Magalhães. O petebista demonstrou seu desejo de aumentar o número de parlamentares da sigla nas eleições deste ano e enalteceu a parceria.
“A nossa caminhada não será em vão. Temos vontade de ganhar as eleições e vamos trabalhar muito para eleger Rui Costa como governador da Bahia e reeleger a presidenta Dilma Rousseff”, disse.
Rui Costa, que chegou a se emocionar quando falou da sua trajetória, lembrou as ações do governador Jaques Wagner (PT) e, entusiasmado, agradeceu ao partido pelo apoio.
“Conto com o PTB nessa construção. Queremos que o programa de governo seja escrito por milhares de mãos e não por tecnocratas”, afirmou o candidato petista.
Além da pré-candidatura de Rui, a corrida pelo Senado, cujo vice-governador Otto Alencar (PSD) figura como detentor da vaga, também foi enfatizada pelos membros do PTB.

WAGNER QUER UMA MULHER COMO VICE NA CHAPA DE RUI

wagnerO governador Jaques Wagner afirmou ainda achar “simpática” a ideia de ter uma mulher como vice do candidato do governo à sua sucessão, o secretário da Casa Civil Rui Costa.
O chefe do Executivo baiano ressaltou, porém, que tal configuração da chapa depende das legendas aliadas. “Evidentemente que isso vem de um processo de convencimento, de conversa.
Não diria que é uma imposição, mas um desejo. Vamos ver como caminham as conversas, se a gente consegue chegar a um denominador comum”, declarou Wagner ao jornal A Tarde.
O governador relatou ainda que teve conversas com o prefeito de Salvador, ACM Neto, sobre a montagem da chapa das oposições, que ainda não definiram se terão candidato único e a quem caberá tal posto.
“Ele me disse que a semana tinha começado com Geddel, pois o outro [Paulo Souto] não queria. E terminada a semana o outro voltando a querer e pronto, está até hoje…[o impasse]”, disse. Wagner reiterou ainda que o martelo sobre a indicação do vice, disputado por PDT e PP, só será batido após o Carnaval.

ABRAÇO DOS AFOGADOS

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Pesquisas indicam crescimento contínuo do pré-candidato à governador da Bahia, Rui Costa (PT). Caso o ritmo continue assim, tudo indica que até a data de realização do pleito eleitoral, o candidato de Wagner cruzará a linha de chegada em primeiro lugar. Analistas creditam esse crescimento, ao fato de que seus possíveis adversários não empolgam o eleitorado baiano, que, desconfiam de Geddel, não têm saudades de Souto e acreditam que Lídice, apesar de candidata, votará no possível candidato petista.
Mas a corrida é de obstáculos, e, dentre os mais difíceis, são os criados por seus “aliados mais direitosos”, que sabem como ninguém tirar aproveito do momento.
O PP quer ser vice, mas não tem entre os seus, nomes de peso e densidade eleitoral que empolgue os baianos.
Em Ilhéus e Itabuna, por onde o pré-candidato petista passou no final de semana, os prefeitos das respectivas cidades querem “um governador para chamar de seu”. Eles não conseguiram fazer o chamado dever de casa, e, após um ano de gestão, ou falta dela, os mais de 200 mil eleitores dos dois municípios mais importantes da região cacaueira, decepcionados, querem distância dos alcaides, que espertamente querem passar essa conta para Wagner e Rui.
O povo de Ilhéus e Itabuna, acostumados a promessas de campanhas que nunca se concretizam, está com todas elas depositadas no altar de São Tomé, e, em ordem cronológica, Itabuna espera a barragem do Rio Colônia e Ilhéus a sua merecida nova ponte.
Essas são as palavras mágicas para selar o pacto de confiança do povo com o futuro governador, que terá pela frente a duplicação da BR-415, a construção do novo aeroporto, o Porto Sul, dentre outras realizações.
E, ante esse contexto, tentar salvar Vane e Jabes é, literalmente, abraçar afogados!

NEGROMONTE PRATICAMENTE CONFIRMADO COMO VICE NA CHAPA DE RUI COSTA

TRIBUNA

Aliados blindam Negromonte em depoimento na Câmara

Mesmo com a ausência do governador Jaques Wagner (PT), que se encontra na Ásia, no governo ninguém mais tem dúvidas de que o deputado federal Mário Negromonte (PP) ganhou a disputa que travava com o presidente da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Marcelo Nilo (PDT), pela indicação de vice na chapa com que o petista Rui Costa vai disputar a sucessão estadual deste ano.
Prevaleceu na opção, tomada em conjunto pelo governador, antes da viagem, com Rui, o peso nacional do PP, inclusive, na aliança nacional com a presidente Dilma Rousseff. Além do fato de o partido ser o segundo maior no Estado depois do PT. Em poucos meses, Negromonte deve se tornar presidente nacional da agremiação. A escolha de Negromonte no PP foi acordada com o outro deputado federal que comanda com ele o partido.
Desde o início, Negromonte e João Leão haviam combinado que, na hipótese de o Senado ser dado ao PP, o segundo ficaria com o cargo. Se a oferta fosse da vice, ela seria assumida por Negromonte. Neste meio tempo, o vice-governador Otto Alencar (PSD) anunciou que se candidataria ao Senado na chapa de Rui. O anúncio da escolha do PP para companheiro de chapa de Rui deve ser feita no retorno da viagem de Wagner.
Quanto a Marcelo Nilo, teria assumido o topo na relação de futuros indicados por Jaques Wagner a um dos Tribunais de Contas. O encontro recente entre o presidente da Assembleia e Negromonte teria ocorrido já sob a resignação de Nilo com relação à escolha de Negromonte, segundo se comenta no governo.

ALICE PORTUGAL NEGA TER SIDO CONVIDADA PARA SER VICE DE RUI COSTA

Alice-Portugal-David-Ribeiro-Agencia-CamaraFoi só falar que uma mulher poderia compor a chapa majoritária do PT, encabeçada pelo secretário da Casa Civil, Rui Costa, para iniciar as especulações em torno de um nome.
A deputada federal Alice Portugal (PcdoB) foi uma das que foram lembradas pela imprensa, segundo ela mesma afirmou em entrevista para a Rádio Metrópole ontem.
“Essa possibilidade surgiu na imprensa, mas eu nunca recebi convite. Conversamos com o governador [Jaques Wagner] este ano sobre o PCdoB, sobre os espaços que serão abertos, mas não se falou nisso. Não surgiu nem dele nem de Rui, que é um menino muito competente. Vamos conversar sobre isso se me procurarem, mas, até então, sou candidata a deputada federal”, esclarece. 
A deputada comunista também criticou a participação de juiz no pleito de outubro próximo, embora negue que tenha se referido à presença da ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça, Eliana Calmon, que concorre a uma vaga no Senado na chapa comandada pela senadora Lídice da Mata (PSB).
“Pinheiro, eu, Tiririca, Romário estamos todos de toga, né, Mário [Kertész]? Agora, tem até juiz entrando para a política”, ironizou.
Em nota enviada pela Assessoria de Comunicação, a parlamentar destacou ainda que tem admiração pela ministra Eliana Calmon e que não foi irônica quanto à sua candidatura.
“Quem me ouviu, ouviu-me falar que não hostilizaríamos Lídice, o que é extensivo à brilhante ministra”, contorna no melhor estilocomunista.
“Avalio como positiva a candidatura da magistrada Eliana Calmon, uma mulher de postura indubitavelmente ilibada, que só vem engrandecer a política”. Sobre o apoio ao projeto do governo baiano, a deputada, que tenta a reeleição, diz que no estado há uma tendência muito forte de o PCdoB estar com o governador Jaques Wagner. “Estaremos com a coalizão, a não ser que exista alguma circunstância, que não está no horizonte, mas não hostilizaremos a candidatura de Lídice da Mata. É tudo a mesma árvore e ela é uma pessoa que ajudou a construir esse projeto. A escola é boa [Lídice foi do PCdoB]”. 
Questionada pelo âncora do programa da Rádio da Metrópole se o PCdoB é um partido a serviço do PT, Alice foi enfática. “De jeito algum. Em alguns estados, como o Maranhão, não estamos juntos. Em Pernambuco, vamos apoiar a presidente Dilma porque isso é uma decisão. No Espírito Santo, também não estamos com o PT. O PT também não nos apoiou com Manuela D’Àvilla, que é um fenômeno eleitoral para prefeita de Porto Alegre. A nossa aliança nacional com o PT é estratégica”.

ALGUNS MOTIVOS PARA OS ILHEENSES FICAREM ATENTOS EM 2014

olhos
01 – Jabes Ribeiro, apesar de perigar ser defenestrado do Paranaguá a qualquer momento, continua oficialmente sendo o prefeito de Ilhéus. Logo, é de extrema importância que a população redobre suas atenções ante os desmandos administrativos oriundos da alta cúpula da atual gestão municipal, que, só para refrescar nossas memórias, ofertou aos ilheenses no finado 2013, postos de saúde fechados e escolas sem merenda e com o ano letivo invalidado. Ou seja, se o que há de mais importante em uma administração pública foi negligenciado dessa forma, o que esperar do resto?
02- 2014 é ano de eleições para presidente, governador, senador e deputados estaduais e federais. É justamente nesses últimos cargos políticos que devemos atentar. Não tardará para que o jabismo comece a “vender” à população de Ilhéus os seus candidatos, a exemplo do que foi feito em 2010, quando nos foi apresentado os nomes de Ronaldo Carletto (estadual) e Mário Negromonte (federal), ambos do PP, como  sendo os candidatos de Jabes. Após conseguirem boa votação local e terem sido devidamente eleitos, eis que nos questionamos: O que eles fizeram por Ilhéus e pela região? Nada. Então atenção mais do que redobrada para os nomes que o prefeito objetiva apresentar ao povo ilheense, para que lembremos em quem não votar em hipótese alguma.
03 – Muito cuidado com o conteúdo político de alguns sites, blogs e programas de rádio da cidade. Eles são adestrados para, ante os sentidos mais desavisados da população, transformar em vítimas os vilões, e vice-versa. Algo que esse ano foi feito com os jovens do Reúne Ilhéus. Para alguns, o fato de terem protagonizado um grande ato de resistência em frente ao paço Paranaguá, cobrando melhorias e transparência na lógica inflacionária dos preços das passagens, os fizeram errados, sendo que certo estava Jabes, mesmo com a explícita “falta de vontade” em fazer com que tal quesito fosse esmiuçado.
04 – Atenção redobrada para alguns secretários municipais e partidários do jabismo, que utilizam as redes sociais para “jogar para torcida”. Como assim? Simples e facilmente detectável. Farão marketing político ante ações primárias e obrigatórias para qualquer gestão pública, e as transformarão em grandes feitos, sendo que as milhares de questões pendentes, em especial as que dizem respeito aos bairros periféricos, perigam continuar sendo negligenciadas e colocadas como se fossem culpa de gestões passadas. O mestre dessa estratégia é o super secretário Isaac Albagli, que é capaz de demonstrar grande fúria ante o lixo acumulado na nobre Soares Lopes, mas é inoperante ante problemas crônicos existentes em bairros como o Malhado, Nossa Senhora da Vitória, dentre outros.
05 – Nenhum ilheense em sã consciência aturará mais uma das grandes estratégias adotadas pelo prefeito Jabes Ribeiro em 2013: A de colocar a culpa do caos administrativo local no colo da gestão municipal passada. Vale ressaltar que os problemas existentes em Ilhéus, sim, são culpa também do prefeito Newton Lima, mas só quem é desprovido de cérebro há de crer que as quatro gestões jabistas (incluindo a de João Lyrio), não deixaram seu rastro de podridão no Paranaguá. Além do que, para quem pediu 100 dias para arrumar a casa, afirmar que um ano de administração não foi suficiente para a citada arrumação, é na melhor das hipótese, uma grande tripudiação com a inteligência coletiva.
06 – Muita atenção ante a incongruência ideológica, a ingratidão e o execrável oportunismo do PP, sigla política de Jabes Ribeiro, Jonh Ribeiro, Jamil Ocké e Isaac Albagli. Tal partido é da base aliada da presidente Dilma e do governador Jaques Wagner. Só que, muitos dos seus militantes, mesmo sendo beneficiados com cargos em vários setores da administração federal e estadual, atacam o PT, como se o partido da estrela vermelha fosse o grande culpado por todas as mazelas do mundo. Vejamos, se é assim que eles tratam os aliados, o que esperar que eles façam com aqueles que os ajudaram a se eleger? Olho aberto para essa sigla que se orgulha do seu passado carlista e que pongará no primeiro galho político que signifique benesses para os seus asseclas.
O espaço está aberto para que os leitores citem outros motivos que suscitarão atenção dos ilheenses nesse ano recém nascido.

CENÁRIO POSITIVO PARA O PT NA BAHIA

RAIO LASER
Há uma avaliação geral no governo Jaques Wagner segundo a qual um dos motivos pelos quais Rui Costa pode se tornar favorito à sucessão estadual é o fato de a campanha baiana ser provavelmente muito morna, diferentemente de outras em que candidatos começavam a empolgar o eleitorado mesmo antes de se definirem pela disputa.
“Tradicionalmente, em campanha morna quem leva a melhor é o governo”, diz um petista bom de voto que vem se mantendo firme na política baiana há mais anos.
Aliás, o mesmo político acha que, quando o governador entrar na campanha de fato, o que deve ocorrer no próximo ano, o cenário vai mudar favoravelmente a Rui.

ELEIÇÕES 2014 NA BAHIA: AS QUERELAS PARTIDÁRIAS

RAIO LASER
O deputado federal Mário Negromonte (PP) está confiante em que a querela com o PDT em torno da indicação do candidato a vice na chapa com que o PT vai disputar o governo do Estado vai ser sanada tão logo o candidato oficial do principal partido do governo seja definido, no final de novembro.
Até lá, tem dito a amigos, é pura marola.
O PP quer participação na chapa do mesmo jeito que o PDT, caso o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Nilo, não consiga se viabilizar como candidato da agremiação ao governo.
Nilo age como candidato em plena campanha na capital e no interior. E não aceita que lhe digam que não será eleito sucessor de Jaques Wagner em 2014.

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