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:: ‘Economia’

SALÁRIO MÍNIMO PODERÁ SER DE R$ 1.169 EM 2022

Valor é R$69 maior do que o praticado em 2021.

A alta da inflação nos últimos meses fez o governo elevar a previsão para o salário mínimo no próximo ano. O projeto da lei orçamentária de 2022, enviado hoje (31) ao Congresso Nacional, prevê salário mínimo de R$ 1.169, R$ 22 mais alto que o valor de R$ 1.147 aprovado na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). :: LEIA MAIS »

PRIMEIRA ETAPA DAS OBRAS DO PORTO SUL É INAUGURADA NESTA QUARTA-FEIRA, 1/9

Ponte sobre o Rio Almada na área do Porto Sul. Foto: Bamin.

Nesta quarta-feira (dia 01/09), o governador Rui Costa estará em Ilhéus onde participará, às 10h, da entrega ponte sobre o Rio Almada, primeira etapa das obras do Porto Sul. O trabalho contou com recursos da ordem de R$250 milhões. O Porto Sul é um empreendimento realizado pelo Governo do Estado e a Bahia Mineração (Bamin) e é resultado de investimentos de R$ 2,5 bilhões.

O novo terminal portuário permitirá a ampliação do corredor logístico na Bahia viabilizando também a atração de novos negócios para a região.

PIX TERÁ MEDIDAS DE SEGURANÇA PARA COIBIR SEQUESTROS E ROUBOS

O limite de transferências entre pessoas físicas, inclusive microempreendedores individuais (MEI), cairá para R$ 1 mil entre 20h e 6h.

O aumento de casos de sequestros relâmpago e de roubos relacionados ao Pix fez o Banco Central (BC) introduzir medidas de segurança no sistema instantâneo de pagamentos. As alterações divulgadas na sexta-feira, (27) também afetam outras modalidades de pagamento eletrônico, como a Transferência Eletrônica Disponível (TED), cartões de débito e transferências entre contas de um mesmo banco.

Na mudança mais importante, o limite de transferências entre pessoas físicas, inclusive microempreendedores individuais (MEI), cairá para R$ 1 mil entre 20h e 6h. O novo limite vale tanto para o Pix como para a liquidação de TEDs, para cartões de débito e para transferências intrabancárias. :: LEIA MAIS »

BANCO CENTRAL ESTUDA CRIAR DOIS NOVOS SERVIÇOS DO PIX E FARÁ CONSULTA PÚBLICA

A previsão é que o Pix Saque e o Pix Troco possam ser usados pelos consumidores no segundo semestre deste ano.

O Banco Central (BC) colocou em consulta pública a partir desta segunda-feira, (10) a proposta de criação de dois novos serviços relacionados ao Pix. São eles: o Pix Saque e o Pix Troco. Ambos permitirão a retirada de recursos em espécie, a diferença principal entre eles é que o Pix Saque é uma transação exclusivamente para saque, enquanto o Pix Troco está associado a uma compra ou prestação de serviço.

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COPA DAS CONFEDERAÇÕES RENDEU R$ 9,7 BILHÕES AO PIB BRASILEIRO, AFIRMA PESQUISA

confedeA Copa das Confederações acrescentou R$ 9,7 bilhões ao Produtor Interno Bruto (PIB) brasileiro, segundo informação divulgada, nesta segunda-feira (7), pelo Ministério do Turismo.
De acordo com a pesquisa, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o torneio gerou um movimento de R$ 20,7 bilhões, dos quais R$ 11 bilhões referentes a gastos de turistas, do Comitê Organizador Local e de investimentos privados e públicos e o restante como renda acrescentada ao PIB.
A expectativa é de que a Copa do Mundo movimente três vezes o valor. Ainda segundo o estudo, dos R$ 9,7 bilhões do PIB, 58% ficaram nas cidades-sede e 42% foram distribuídos pelo restante do país.
Como base para o cálculo, utilizou-se a soma dos investimentos públicos e privados em infraestrutura (R$ 9,1 bilhões), dos gastos dos turistas nacionais (R$ 346 milhões) e estrangeiros (R$ 102 milhões) e dos investimentos do Comitê Organizador Local (COL) no evento (R$ 311 milhões).
A consulta mostrou que o Rio de Janeiro foi a cidade com a maior movimentação financeira entre as seis sedes (R$ 6 bilhões). A capital fluminense acrescentou R$ 2,8 bilhões ao seu PIB e registrou, também, a maior geração de empregos (59 mil) entre as sedes da Copa. Juntos, turistas brasileiros e estrangeiros gastaram, no Rio, R$ 117 milhões.
Para a pesquisa, foram ouvidas 17 mil pessoas e analisados os gastos e investimentos para a realização do evento.

BRASIL É O PAÍS ONDE OS RICOS PAGAM MENOS IMPOSTOS

PRAGMATISMO POLÍTICO
leao-imposto-rendaReclamar dos impostos é hábito comum da elite brasileira. Mas uma comparação internacional mostra que a parcela mais abastada da população não paga tantos tributos assim. Estudos indicam que são justamente os mais pobres que mais contribuem para custear os serviços públicos no país.
Levantamento da PricewaterhouseCoopers (PWC) feito com exclusividade para a BBC Brasil revela que o imposto de renda cobrado da classe média alta e dos ricos no Brasil é menor que o praticado na grande maioria dos países do G20 – grupo que reúne as 19 nações de maior economia do mundo mais a União Europeia.
A consultoria comparou três faixas de renda anual: 70 mil libras, 150 mil libras e 250 mil libras – renda média mensal de cerca de R$ 23 mil, R$ 50 mil e R$ 83 mil, respectivamente, valores que incorporam mensalmente o 13º salário, no caso dos que o recebem.
Nas três comparações, os brasileiros pagam menos imposto de renda do que a maioria dos contribuintes dos 19 países do G20.
Nas duas maiores faixas de renda analisadas, o Brasil é o terceiro país de menor alíquota. O contribuinte brasileiro que ganha mensalmente, por exemplo, cerca de R$ 50 mil fica com 74% desse valor após descontar o imposto. Na média dos 19 países, o que resta após o pagamento do imposto é 67,5%.
Já na menor faixa analisada, o Brasil é o quarto país que menos taxa a renda, embora nesse caso a distância em relação aos demais diminua. Quem ganha por ano o equivalente a 75 mil libras (cerca de R$ 23 mil por mês), tem renda líquida de 75,5% no Brasil e de 72% na média do G20.
As maiores alíquotas são típicas de países europeus, onde há sistemas de bem estar social consolidados, mas estão presentes também em alguns países emergentes.
Na Itália, por exemplo, praticamente metade da renda das pessoas de classe média alta ou ricas vai para os cofres públicos. Na Índia, cerca de 40% ou mais, assim como no Reino Unido e na África do Sul, quando consideradas as duas faixas de renda mais altas em análise.

ECONOMIA BAIANA ENCERRA 2013 COM CRESCIMENTO DE 3%

O desempenho da indústria no estado colaborou.

O desempenho da indústria no estado colaborou.

A atividade econômica baiana registrou a expansão de 0,9% no quarto trimestre de 2013, em comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo cálculos realizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), da Secretaria Estadual do Planejamento (Seplan). Na comparação com o terceiro trimestre do mesmo ano, houve estabilidade (0,0%), considerando a série com ajuste sazonal. No acumulado do ano, a economia baiana expandiu 3% e o imposto registrou alta de 6,7%.
Foram fundamentais para a expansão de 0,9% do quarto trimestre os setores de serviços e industrial, com alta de 1% e 1,5%, respectivamente, devido ao seu peso na composição do PIB estadual. No setor de serviços, o comércio cresceu 3%, transportes 3,3% e alojamento e alimentação 2,9%. A alta de 3% na atividade econômica da Bahia em 2013 foi determinada por dois setores: a indústria cresceu 4,2% e o setor de serviços teve crescimento de 2,5%. Em sentido oposto, apresenta-se o setor da agropecuária, com retração de 3,9% em 2013.
“Apesar dos impactos da seca nos resultados da agropecuária e da redução no ritmo de crescimento no setor de serviços, o bom resultado da indústria baiana colaborou para o PIB de 2013 ter sido superior ao projetado inicialmente pela SEI”, informa o diretor-geral do órgão, Geraldo Reis. “Observa-se também que já são três anos consecutivos em que a economia baiana apresenta um crescimento acima da média nacional”.

80% DOS BRASILEIROS NÃO CONTROLAM SUAS FINANÇAS, DIZ PESQUISA

financasApesar do recuo da inadimplência para níveis históricos, o brasileiro ainda tem pouco conhecimento sobre as suas finanças, independentemente do estrato social. Oito em cada dez entrevistados não sabem como controlar as despesas, revela uma pesquisa nacional feita em dezembro com cerca de 650 pessoas pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). 
A enquete mostra que apenas 18% dos entrevistados têm bom conhecimento sobre as finanças pessoais. A economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues, destaca que esse resultado praticamente se repete para todos os estratos sociais. Em 84% dos domicílios com renda mensal de até R$ 1.330, o chefe da família tem parcial ou nenhum conhecimento sobre as finanças da casa. Essa fatia cai para 86% no caso das famílias com rendimentos entre R$ 1.331 e R$ 3.140 e recua para 76% para aquelas com receita acima de R$ 3.141. Mas ainda é um porcentual alto. 
“O consumidor adulto se mostra muito pouco preparado em relação às finanças pessoais”, afirma Luiza. A economista ressalta que há uma relação direta entre saldo negativo na conta corrente e o baixo conhecimento financeiro. Quase 70% daqueles que têm baixo ou nenhum conhecimento sobre as finanças pessoais termina o mês no vermelho ou no zero a zero na sua conta corrente. Esse resultado recua para 29% para aqueles que acompanham as suas receitas e despesas.

GASTOS DE BRASILEIROS NO EXTERIOR BATEM RECORDE

gastos
A alta de 15% no dólar em 2013, a maior dos últimos cinco anos e responsável por encarecer passagens e hotéis cotados em moeda estrangeira, não impediu que os gastos de brasileiros no exterior crescessem e batessem um novo recorde histórico.
Segundo números divulgados pelo Banco Central nesta sexta-feira (24), as despesas de brasileiros lá fora somaram US$ 25,34 bilhões (considerando a cotação da moeda norte-americana nesta sexta, seriam R$ 61,14 bilhões) em todo o ano passado, o que representa um crescimento de 14% sobre 2012 – que era o recorde anterior, com gastos de US$ 22,23 bilhões.
O aumento dos gastos no exterior está relacionado, segundo economistas, à continuidade dos crescimentos do emprego e da renda no Brasil, mesmo com um ritmo menor de expansão, e também aos baixos preços de produtos em alguns países.

INDÚSTRIA BAIANA TEM MAIOR CRESCIMENTO DO PAÍS EM SETEMBRO

industria-baiana
Levantamento do IBGE apontou a produção da indústria baiana com o melhor desempenho no setor do Brasil em setembro.
O crescimento foi da ordem de 6,8% em comparação com o mês anterior. De acordo com o instituto de pesquisa, apenas seis dos 14 estados pesquisados apresentaram expansão.
Logo depois da Bahia, apresentaram os maiores crescimento, Rio de Janeiro (4,4%) e Goiás (4,1%), seguidos por Minas Gerais (2,1%), Espírito Santo (1,8%), ambos com avanço acima da média nacional (0,7%), e Rio Grande do Sul (0,4%).
No acumulado do ano até setembro, o estado também ficou na liderança, com alta de 5,8%.
Em relação ao mesmo mês de 2012, oito estados apresentaram elevação, sete acima da média nacional (2%). 

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