WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
bahiagas Neste site
ilheus brindes
novembro 2019
D S T Q Q S S
« out    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930

:: ‘Economia’

COPA DAS CONFEDERAÇÕES RENDEU R$ 9,7 BILHÕES AO PIB BRASILEIRO, AFIRMA PESQUISA

confedeA Copa das Confederações acrescentou R$ 9,7 bilhões ao Produtor Interno Bruto (PIB) brasileiro, segundo informação divulgada, nesta segunda-feira (7), pelo Ministério do Turismo.
De acordo com a pesquisa, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o torneio gerou um movimento de R$ 20,7 bilhões, dos quais R$ 11 bilhões referentes a gastos de turistas, do Comitê Organizador Local e de investimentos privados e públicos e o restante como renda acrescentada ao PIB.
A expectativa é de que a Copa do Mundo movimente três vezes o valor. Ainda segundo o estudo, dos R$ 9,7 bilhões do PIB, 58% ficaram nas cidades-sede e 42% foram distribuídos pelo restante do país.
Como base para o cálculo, utilizou-se a soma dos investimentos públicos e privados em infraestrutura (R$ 9,1 bilhões), dos gastos dos turistas nacionais (R$ 346 milhões) e estrangeiros (R$ 102 milhões) e dos investimentos do Comitê Organizador Local (COL) no evento (R$ 311 milhões).
A consulta mostrou que o Rio de Janeiro foi a cidade com a maior movimentação financeira entre as seis sedes (R$ 6 bilhões). A capital fluminense acrescentou R$ 2,8 bilhões ao seu PIB e registrou, também, a maior geração de empregos (59 mil) entre as sedes da Copa. Juntos, turistas brasileiros e estrangeiros gastaram, no Rio, R$ 117 milhões.
Para a pesquisa, foram ouvidas 17 mil pessoas e analisados os gastos e investimentos para a realização do evento.

BRASIL É O PAÍS ONDE OS RICOS PAGAM MENOS IMPOSTOS

PRAGMATISMO POLÍTICO
leao-imposto-rendaReclamar dos impostos é hábito comum da elite brasileira. Mas uma comparação internacional mostra que a parcela mais abastada da população não paga tantos tributos assim. Estudos indicam que são justamente os mais pobres que mais contribuem para custear os serviços públicos no país.
Levantamento da PricewaterhouseCoopers (PWC) feito com exclusividade para a BBC Brasil revela que o imposto de renda cobrado da classe média alta e dos ricos no Brasil é menor que o praticado na grande maioria dos países do G20 – grupo que reúne as 19 nações de maior economia do mundo mais a União Europeia.
A consultoria comparou três faixas de renda anual: 70 mil libras, 150 mil libras e 250 mil libras – renda média mensal de cerca de R$ 23 mil, R$ 50 mil e R$ 83 mil, respectivamente, valores que incorporam mensalmente o 13º salário, no caso dos que o recebem.
Nas três comparações, os brasileiros pagam menos imposto de renda do que a maioria dos contribuintes dos 19 países do G20.
Nas duas maiores faixas de renda analisadas, o Brasil é o terceiro país de menor alíquota. O contribuinte brasileiro que ganha mensalmente, por exemplo, cerca de R$ 50 mil fica com 74% desse valor após descontar o imposto. Na média dos 19 países, o que resta após o pagamento do imposto é 67,5%.
Já na menor faixa analisada, o Brasil é o quarto país que menos taxa a renda, embora nesse caso a distância em relação aos demais diminua. Quem ganha por ano o equivalente a 75 mil libras (cerca de R$ 23 mil por mês), tem renda líquida de 75,5% no Brasil e de 72% na média do G20.
As maiores alíquotas são típicas de países europeus, onde há sistemas de bem estar social consolidados, mas estão presentes também em alguns países emergentes.
Na Itália, por exemplo, praticamente metade da renda das pessoas de classe média alta ou ricas vai para os cofres públicos. Na Índia, cerca de 40% ou mais, assim como no Reino Unido e na África do Sul, quando consideradas as duas faixas de renda mais altas em análise.

ECONOMIA BAIANA ENCERRA 2013 COM CRESCIMENTO DE 3%

O desempenho da indústria no estado colaborou.

O desempenho da indústria no estado colaborou.

A atividade econômica baiana registrou a expansão de 0,9% no quarto trimestre de 2013, em comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo cálculos realizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), da Secretaria Estadual do Planejamento (Seplan). Na comparação com o terceiro trimestre do mesmo ano, houve estabilidade (0,0%), considerando a série com ajuste sazonal. No acumulado do ano, a economia baiana expandiu 3% e o imposto registrou alta de 6,7%.
Foram fundamentais para a expansão de 0,9% do quarto trimestre os setores de serviços e industrial, com alta de 1% e 1,5%, respectivamente, devido ao seu peso na composição do PIB estadual. No setor de serviços, o comércio cresceu 3%, transportes 3,3% e alojamento e alimentação 2,9%. A alta de 3% na atividade econômica da Bahia em 2013 foi determinada por dois setores: a indústria cresceu 4,2% e o setor de serviços teve crescimento de 2,5%. Em sentido oposto, apresenta-se o setor da agropecuária, com retração de 3,9% em 2013.
“Apesar dos impactos da seca nos resultados da agropecuária e da redução no ritmo de crescimento no setor de serviços, o bom resultado da indústria baiana colaborou para o PIB de 2013 ter sido superior ao projetado inicialmente pela SEI”, informa o diretor-geral do órgão, Geraldo Reis. “Observa-se também que já são três anos consecutivos em que a economia baiana apresenta um crescimento acima da média nacional”.

80% DOS BRASILEIROS NÃO CONTROLAM SUAS FINANÇAS, DIZ PESQUISA

financasApesar do recuo da inadimplência para níveis históricos, o brasileiro ainda tem pouco conhecimento sobre as suas finanças, independentemente do estrato social. Oito em cada dez entrevistados não sabem como controlar as despesas, revela uma pesquisa nacional feita em dezembro com cerca de 650 pessoas pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). 
A enquete mostra que apenas 18% dos entrevistados têm bom conhecimento sobre as finanças pessoais. A economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues, destaca que esse resultado praticamente se repete para todos os estratos sociais. Em 84% dos domicílios com renda mensal de até R$ 1.330, o chefe da família tem parcial ou nenhum conhecimento sobre as finanças da casa. Essa fatia cai para 86% no caso das famílias com rendimentos entre R$ 1.331 e R$ 3.140 e recua para 76% para aquelas com receita acima de R$ 3.141. Mas ainda é um porcentual alto. 
“O consumidor adulto se mostra muito pouco preparado em relação às finanças pessoais”, afirma Luiza. A economista ressalta que há uma relação direta entre saldo negativo na conta corrente e o baixo conhecimento financeiro. Quase 70% daqueles que têm baixo ou nenhum conhecimento sobre as finanças pessoais termina o mês no vermelho ou no zero a zero na sua conta corrente. Esse resultado recua para 29% para aqueles que acompanham as suas receitas e despesas.

GASTOS DE BRASILEIROS NO EXTERIOR BATEM RECORDE

gastos
A alta de 15% no dólar em 2013, a maior dos últimos cinco anos e responsável por encarecer passagens e hotéis cotados em moeda estrangeira, não impediu que os gastos de brasileiros no exterior crescessem e batessem um novo recorde histórico.
Segundo números divulgados pelo Banco Central nesta sexta-feira (24), as despesas de brasileiros lá fora somaram US$ 25,34 bilhões (considerando a cotação da moeda norte-americana nesta sexta, seriam R$ 61,14 bilhões) em todo o ano passado, o que representa um crescimento de 14% sobre 2012 – que era o recorde anterior, com gastos de US$ 22,23 bilhões.
O aumento dos gastos no exterior está relacionado, segundo economistas, à continuidade dos crescimentos do emprego e da renda no Brasil, mesmo com um ritmo menor de expansão, e também aos baixos preços de produtos em alguns países.

INDÚSTRIA BAIANA TEM MAIOR CRESCIMENTO DO PAÍS EM SETEMBRO

industria-baiana
Levantamento do IBGE apontou a produção da indústria baiana com o melhor desempenho no setor do Brasil em setembro.
O crescimento foi da ordem de 6,8% em comparação com o mês anterior. De acordo com o instituto de pesquisa, apenas seis dos 14 estados pesquisados apresentaram expansão.
Logo depois da Bahia, apresentaram os maiores crescimento, Rio de Janeiro (4,4%) e Goiás (4,1%), seguidos por Minas Gerais (2,1%), Espírito Santo (1,8%), ambos com avanço acima da média nacional (0,7%), e Rio Grande do Sul (0,4%).
No acumulado do ano até setembro, o estado também ficou na liderança, com alta de 5,8%.
Em relação ao mesmo mês de 2012, oito estados apresentaram elevação, sete acima da média nacional (2%). 

ECONOMIA BAIANA CRESCE 4% EM 3 MESES

Setor industrial foi um dos responsáveis pelo crescimento.

Setor industrial foi um dos responsáveis pelo crescimento.

O Produto Interno Bruto (PIB) baiano teve um crescimento de 4% no segundo trimestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2012. O índice é superior ao nacional, que segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cresceu 3,3% em relação a ao mesmo período do ano passado.
Na comparação com os três primeiros meses deste ano, o PIB baiano no segundo trimestre cresceu 2,2%, enquanto o brasileiro aumentou 1,5%. Os números referentes à atividade econômica baiana do segundo trimestre de 2013 foram divulgados nesta sexta-feira (30/8), pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), em coletiva no auditório da Secretaria do Planejamento (Seplan), no CAB.
De acordo com o diretor-geral da SEI, Geraldo Reis, a evolução do segundo trimestre teve uma grande influência do setor industrial, particularmente pela expansão da indústria de transformação, que registrou um crescimento de 6,5% em comparação ao mesmo período do ano passado.
GOVERNADOR COMEMORA – O crescimento de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) baiano no segundo trimestre de 2013, em comparação a igual período do ano passado, acima dos 3,3% do PIB nacional, foi comemorado pelo governador Jaques Wagner, após a divulgação oficial do resultado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). “Tivemos um resultado espetacular se comparado com a média nacional, divulgado pelo IBGE, e isso só nos faz ter a certeza de que estamos seguindo uma política acertada de oferecer condições adequadas para as empresas investirem cada vez mais na Bahia”.
Para Wagner, “os investimentos que vêm sendo feitos pela iniciativa privada estão pulverizados por todo o Estado, fortalecendo a economia baiana, promovendo a geração de mais emprego e reduzindo, inclusive, os efeitos da crise econômica mundial”, completou o governador.
De acordo com os dados da SEI, de abril a junho deste ano a indústria baiana (transformação, extrativa, construção civil, produção e distribuição de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana) apresentou crescimento de 6,5% na comparação com o mesmo período de 2012. Já nos primeiros seis meses do ano, o crescimento do setor foi de 5,5%. O destaque do segundo trimestre de 2013 foi a indústria de transformação baiana, que registrou expansão de 10,6%.

CAIXA TEM LUCRO DE R$ 3 BILHÕES NO PRIMEIRO SEMESTRE

caixaA Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido de R$ 3,1 bilhões no primeiro semestre de 2013, que representa alta de 10,3%, se comparado ao mesmo período do ano passado.
No segundo trimestre, o lucro líquido chegou a R$ 1,8 bilhão, aumento de 39,7% em relação ao primeiro trimestre do ano. As receitas totais atingiram R$ 45,8 bilhões, aumento de 16,5%, enquanto as receitas com operações de crédito alcançaram R$ 20,8 bilhões, acréscimo de 25,9%.
Segundo a Caixa, o índice de inadimplência fechou em 2,27% no semestre, abaixo do percentual apresentado em março de 2013 (2,34%) e do percentual médio do mercado, de 3,40%. A carteira de crédito alcançou saldo de R$ 431,3 bilhões, crescimento de 42,5% em 12 meses e participação de 16,95% no mercado. A carteira do crédito habitacional atingiu saldo de R$ 238,5 bilhões, expansão de 34,6% nos últimos 12 meses. A Caixa tem 69,1% do mercado de crédito habitacional.
As concessões de financiamentos imobiliários somaram R$ 66,1 bilhões no primeiro semestre de 2013, evolução de 43,9% em relação ao registrado no mesmo período de 2012. As operações com recursos de poupança (SBPE) totalizaram R$ 30 bilhões, e as linhas que utilizam recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), R$ 23 bilhões.
No âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida, a Caixa contratou R$ 28,5 bilhões no período, atendendo a 1,5 milhão de pessoas com 378,9 mil unidades habitacionais. Desse valor, 58% foram destinados a famílias com renda até três salários mínimos.

VALOR DA CESTA BÁSICA CAI EM TODAS AS CAPITAIS

FOLHA
cesta basicaVilões nos primeiros meses do ano, os alimentos apresentam queda generalizada de preço e, agora, empurram para baixo os índices de inflação.
Em julho, o valor da cesta básica caiu em todas as capitais pesquisadas pelo Dieese, fato inédito desde 2007.
Itens retirados momentaneamente dos carrinhos de compra devido ao alto preço, como o tomate e o feijão, tiveram as maiores influências para a queda no mês passado.
“Há muita volatilidade nos preços desses alimentos, que dependem das condições de clima e safra”, diz José Silvestre, coordenador do Dieese.
Historicamente, a maioria dos alimentos “in natura”, como hortaliças e frutas, sobe nos primeiros meses do ano, devido ao excesso de chuvas, e caem na metade, beneficiados pelo clima.
É o que acontece neste momento. Além disso, a colheita de grãos já foi encerrada no país, garantindo boas condições de oferta para soja e milho –ingredientes em muitos alimentos industrializados e na ração de animais.

RENDA PER CAPITA DA FAMÍLIA BRASILEIRA CRESCE 3% AO ANO EM UMA DÉCADA, APONTA ESTUDO

famA renda per capita das famílias brasileiras aumentou 3% ao ano, em uma década (2001 a 2011), passando de R$ 591 para R$ 783. Para o segmento da classe média, o ritmo de crescimento para superou os 4% ao ano, com valor (R$ 576) 50% acima do registrado dez anos antes (R$ 382). Os dados estão na quarta edição do estudo Vozes da Nova Classe Média, divulgado hoje (5), em São Paulo, pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República.
Em 95 páginas, o estudo traz no prefácio um artigo do ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, no qual ele destaca que, só no período de 2004 a 2011, foram gerados no país 2,095 milhões de empregos, indicando taxa média de crescimento de 5,8% ao ano. Os dados citados pelo ministro são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
O Vozes da Nova Classe Média salienta que o aumento da renda per capita se deve em parte às novas oportunidades de trabalho e também à “crescente generosidade das transferências públicas”. Em 2011, a renda per capita alcançava R$ 591 por mês, valor que subiu para R$ 783, em 2011.
De acordo com o estudo, o número de postos de trabalho cresceu 20% no período com ampliação de 16 milhões de vagas, passando de 76 milhões em 2001 para 92 milhões em 2011, o que consequentemente levou a uma queda na taxa de desemprego. Como a população em idade ativa também aumentou em velocidade semelhante à de ofertas de emprego, em 19%, a taxa de ocupação ficou estável em 60%.
:: LEIA MAIS »


wedding dresses
dom eduardo

lm mudancas

arquiteto













WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia