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:: ‘Dr. Jó’

CÂMARA DE ILHÉUS EXONERA DIRETORES

camaraCom a corda no pescoço, a câmara de vereadores de Ilhéus exonerou os diretores adjuntos de todos os gabinetes. A medida, teria alegado o presidente da câmara, Dr. Jó, foi forçada pelo alto índice de gastos com pessoal.
No legislativo, só podem ser gastos com pagamento de salários 75% das receitas.
A tábua de graxa alivia os cofres da câmara, já que os diretores adjuntos recebiam cerca de 3 mil reais por mês.
A medida foi bastante criticada por vereadores da base e da oposição e deve ser mantida somente até o fim do ano, quando o valor do repasse recebido pela câmara será revisado.

CHIADEIRA NA CÂMARA DE ILHÉUS

Raimundo do Basílio. Foto: Andrei Sansil/ Ilhéus 24h.

Raimundo do Basílio. Foto: Andrei Sansil/ Ilhéus 24h.

Na sessão da última terça-feira (30), pelo menos três vereadores miraram críticas ao presidente da casa, Dr. Jó (PCdoB).
As cobranças, na maioria, pautavam a falta de material de consumo nos gabinetes. “Se quero imprimir algo, tenho que trazer de casa”, bradou Raimundo do Basílio (PMDB).
No fundo, as queixas deixavam transparecer a irritação dos vereadores quanto à demora na indicação de cargos.
Alvo das críticas, o presidente não estava na sessão. Segundo a assessoria, Dr. Jó estava reunido com a secretária de saúde.
Com o orçamento esmagado pelo aumento dos salários dos vereadores e assessoria, o presidente da casa tem que rebolar para atender os pares e não se comprometer com o Tribunal de Contas. 

ELEITAS NOVAS COMISSÕES NA CÂMARA DE ILHÉUS

Cumprindo ordem judicial, o presidente da câmara de vereadores de Ilhéus, Dr. Jó (PCdoB), realizou ontem (quarta, 24) novas eleições para compor as comissões temáticas da casa.
As antigas composições foram desfeitas porque a justiça entendeu que não atendiam ao principio da proporcionalidade, por só contar com vereadores da situação. Clique no leia mais e confira como ficaram as comissões.

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O VEREADOR E SEU PAPEL

Por Dr. Jó, Presidente da Câmara de Vereadores de Ilhéus pelo PCdoB

dr joO Município exige ideias inovadoras, o esforço e o foco na construção de um futuro mais promissor, precisamos articular os poderes para a cooperação nos diversos níveis possíveis.

A principal dificuldade que a um vereador novato enfrenta no início de mandato é no campo dos confrontos discursivos, é preciso assumir a tarefa com o cuidado de “iniciante”. Há de se ter o entendimento que as obrigações assumidas têm que coadunar com suas ações, e o comportamento deve ser condizente com a ética e em benefício das pessoas, das comunidades e da vida coletiva de maneira geral. 

Os caminhos que alicerçam os enfrentamentos dos desafios do mandato e que criam os benefícios da cooperação coletiva devem ser divergentes dos que levam aos benefícios individuais, esses podem até ajudar na manutenção do mandato, na promoção do grupo político, na segurança numérica de votos e crescimento econômico individual, mas esse é o pior caminho a ser seguido por um vereador.

Precisamos tratar adequadamente nossa conduta, o povo clama por uma nova roupagem política, de um novo espírito coletivo, incluir nas discursões legislativas o bem comum, promover o debate de ideias junto às organizações governamentais e não governamentais, o setor privado, a sociedade civil, o saber acadêmico, o povo. É preciso engajar-se nesse sentido, dedicando atenção especial às propostas em benefício dos mais vulneráveis. 

No que diz respeito às escolhas feitas no campo de apoio ou oposição da gestão devem ser escolhas consistentes e relacionadas às questões do coletivo partidário e não na vontade individual ou no favorecimento. De modo geral, decisões sobre aspectos políticos devem ser tomadas com sustentação no equilíbrio ideológico e buscar sempre a promoção justa do debate de ideias, sempre considerando os limites legais e morais.

O Município exige ideias inovadoras, o esforço e o foco na construção de um futuro mais promissor, precisamos articular os poderes para a cooperação nos diversos níveis possíveis. Todos nós sabemos dos benefícios da cooperação social, a história tem mostrado que a natureza vital da politica está relacionada ao incentivo à cooperação e ao diálogo, obrigando as partes interessadas a se reconciliarem, até mesmo nos pontos de vista mais divergentes. Frequentemente, nesses termos a política une mais do que divide as pessoas e as sociedades. 

Debate de ideias é necessário, se ausentar é opcional, contanto que não se transfira a outrem essa responsabilidade ou a falta dela. Precisamos estabelecer também, que a ninguém é lícito agredir as pessoas, seja de que forma for.

Ressalto que os atos agressivos devem ser às custas dos infratores e que, além da responsabilidade criminal, se houver, devem responder pelas perdas e danos que causarem, sob à luz dos regulamentos administrativos, o que não se pode é depois de praticado o ato se passar o débito à outrem, na esdrúxula, mas comum troca de responsabilidades.

cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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