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:: ‘descaso com a cultura’

PIADA MUNICIPAL DE ILHÉUS: PREFEITURA VAI “COMEMORAR” O DIA MUNDIAL DO TEATRO

rindo muitoApesar de não se tratar de mais uma piada infame, de fato, a secretaria municipal de Cultura de Ilhéus anunciou que, hoje, na sexta (28) e no sábado (29), vai comemorar o Dia Mundial do Teatro.
Segundo release distribuído à imprensa, uma grande programação, envolvendo palestras, oficinas e apresentações, será realizada.
Não estamos desmerecendo o acontecimento, só acreditamos tratar-se de uma grande contradição a prefeitura realizar essas atividades, sendo que, é totalmente irresponsável e descompromissada com a citada arte. Prova disso é a situação do teatro municipal, fechado há mais de um ano para reformas, mas que até hoje nada foi feito. Isso, sem falar na total ausência de políticas públicas municipais de incentivo à qualquer espécie de manifestação artística local.
Sobre a situação do teatro, no release é dito apenas: “O espaço futuramente será beneficiado com uma nova reforma”.
Bem, futuramente pode ser amanhã. Mas também pode ser daqui a 10 anos. Ou seja, não há previsão alguma de nada ser realizado por lá, muito menos quando o espaço será devolvido à população.
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PUXA-SAQUISMO SEM NOÇÃO: JABES HOMENAGEADO NA ACADEMIA DE LETRAS PELO “TRABALHO PERMANENTE DE APOIO À CULTURA”

O sorridente presidente da academia de letras de ILhéus, Josevandro Nascimento, batendo palmas para o grane homenageado, o prefeito JAbes Ribeiro.

O sorridente presidente da academia de letras de Ilhéus, Josevandro Nascimento, batendo palmas para o grande homenageado, o prefeito Jabes Ribeiro.

Pois é caros leitores, não se trata de mais uma piadinha sem noção. O fato afirmado na manchete dessa postagem é real, e foi informado oficialmente pela secretaria de Comunicação da prefeitura de Ilhéus.
Vamos ao trecho que afirma isso: “O presidente da academia de letras de Ilhéus (ALI), Josevandro Nascimento, prestou uma homenagem ao prefeito do município, Jabes Ribeiro, durante a sessão solene realizada na noite da última sexta-feira (14), destacando o permanente apoio prestado à entidade e aos projetos culturais”.
Ficamos a matutar: Será que o nobre professor Josevandro comeu maionese estragada, ou vive numa realidade paralela?
Dentre outros tantos setores, um que se destaca como sendo fruto do pleno descaso do poder público municipal, afirmamos sem pestanejar que é a cultura.
Para começo de conversa, vejamos a situação do teatro municipal de Ilhéus. Fechado há mais de um ano, o espaço, que servia de palco para apresentação não só de espetáculos e artistas de fora, mas, em especial, para os locais, foi fechado no início do ano passado com a justificativa de que seria reformado e, pasmem, até agora, nada foi feito por lá.
Azar dos artistas locais, que já sofriam (e sofrem) com falta de espaços para apresentações na cidade, veem o único que havia, mofar devido ao desuso e descaso da prefeitura.
E a ex-Fundação Cultural? Bem, ela mudou de nome. Agora chama-se secretaria municipal de Cultura. A sua função é fictícia, para não dizer inexistente. Uma vergonha sem precedentes. Nada é feito, nada é promovido, nada é fomentado, nada é incentivado. E, para piorar ainda mais a situação, manifestações populares tradicionais da cidade, a exemplo da Puxada do Mastro de São Sebastião, a Lavagem das escadarias da Catedral e o cortejo das baianas no Dia de Iemanjá, esse ano, foram boicotadas vergonhosamente pela prefeitura.
Aliás, ante tal situação, sugerimos que a pasta responsável pela cultura no município, mais uma vez, seja rebatizada: Secretaria municipal do Nada Cultural.
Se há na cidade alguma movimentação cultural, isso deve-se à iniciativa privada e a projetos financiados pelo governo do estado da Bahia, a exemplo da Tenda Teatro Popular de Ilhéus e o Terreiro Matamba Tombenci Neto.
Tirando isso, transparece que a prefeitura age no intuito de deculturar a população. Desconhecendo que a cultura é, além de um grande alimento da alma, uma importante ferramenta social, na árdua batalha para livrar jovens, crianças e adolescentes, em especial os residentes na periferia, dos tentadores e tortuosos caminhos da marginalidade.
São coisas do jabismo.

JABES, O BOICOTE À CULTURA E A IRRITAÇÃO DE ALCIDES

Alcides Kruschewsky

Alcides Kruschewsky.

Parece que a palavra de ordem da alta cúpula do paço Paranaguá é o total boicote à cultura ilheense.
Prova disso é a forma como dois festejos de grande tradição popular foram tratados por Jabes e seus asseclas. No caso, a Lavagem da Escadaria da Catedral e a festa de Iemanjá, realizada anualmente todo dia 2 de fevereiro.
Na festa de Iemanjá, a prefeitura negou apoio logístico para o transporte das baianas e seus adereços. Com isso, o tradiconal cortejo será reduzido, se limitando apenas à avenida Litorânea, no Malhado.
E, conforme noticiamos aqui, a tradicional Lavagem da Catedral não aconteceu esse ano. Frustrando muitos turistas que souberam da beleza do festejo e esperavam ansiosos a sua realização.
Porém, segundo informações palacianas, apesar de Jabes ter colocado a culpa da não realização da festa no Sindicato dos Estivadores, a verdade é que a primeira dama Adriana Ribeiro e o secretario de Cultura, Paulo Atto, receberam ordens expressas de reterem a grana destinada para a festa.
Tal política do boicote, segundo nossa fonte, está deixando muitíssimo irritado o secretário municipal de Turismo Alcides Kruschewsky, que costuma levar a culpa pelos desmandos com a cultura, já que, os dois eventos citados, são grandes atrativos turísticos locais.

PREFEITURA DE ILHÉUS COMETE CRIME CONTRA A CULTURA POPULAR

A tradicional Lavagem das escadarias da Catedral de São Sebastião não foi realizada esse ano. Foto: Clodoaldo Ribeiro.

A tradicional Lavagem das escadarias da Catedral de São Sebastião não foi realizada esse ano. Foto: Clodoaldo Ribeiro.

Se a popularidade do prefeito ilheense Jabes Ribeiro já anda às mínguas e a sua rejeição cresce notadamente a cada dia, nesse último fim de semana ele deu mais uma desastrosa contribuição, ao ordenar a não realização de um dos mais tradicionais festejos populares da cidade: A Lavagem das escadarias da Catedral de São Sebastião.
Isso, sem nenhuma justificativa.
Nas redes sociais bombaram relatos indignados, citando, por exemplo, a priorização por parte da prefeitura na realização do Aleluia Fest, em uma época sem nenhuma tradição turística e a reprodução da decepção de muitos turistas, que se informaram sobre a lavagem pela internet e constataram tristemente que ela não ocorreu esse ano.
Uma verdadeira punhalada nas costas da cultura popular ilheense.

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