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:: ‘demolição das barracas de praia’

E NÃO SE FALA MAIS NISSO

silencioExiste uma depreciativa máxima, analisando uma suposta característica do povo brasileiro, onde é afirmado que nós temos memória curta.
A veracidade dela é questionável, mas, pelo menos em Ilhéus, alguns exemplos sucedidos ao longo dos últimos anos, acabam que reforçando essa tese.
Vejamos aquela grande mobilização por parte da sociedade civil organizada  em defesa do aeroporto de Ilhéus. Na época,  lá pelos idos de 2007, devido a uma reportagem exibida no Fantástico afirmando que o terminal aéreo local seria um dos mais perigosos do país, algumas sanções foram aplicadas, e o número de voos diários foi diminuído, não voltando ao normal até hoje.
Devido a isso, para chegar em Ilhéus pelas vias aéreas, é necessário percorrer uma verdadeira via crúcis, entre escalas e conexões, capazes de tirar do sério o mais tranquilo dos bons samaritanos.
Cadê a mobilização vista na época? Foi fogo de palha?
O pior de tudo foram as medidas desesperadas para tentar contornar o problema. Destaque para a construção das guaritas, que supostamente iriam controlar o tráfego nas proximidades de uma das cabeceiras da pista, no momento de pouso e decolagens de aeronaves.
Uma grande prova de desinteligência e despreparo administrativo, já que, foi gasto dinheiro público com elas, e depois se evidenciou serem totalmente desnecessárias. Tanto que nunca foram usadas, restando apenas os monumentos do desperdício de recursos.
E o polêmico caso da demolição das barracas de praia e demais construções erigidas no raio de 300 metros às margens das praias e rios? É mais do que óbvio que, caso tal medida fosse levada à risca, metade da cidade sumiria do mapa, incluindo hotéis, centro de convenções e concha acústica.
O bom senso imperou, mas tal questão não serviu ao menos nem para implementar algumas ações, visando fiscalizar os crimes ambientais cometidos pelas citadas cabanas à beira mar, a exemplo de dejetos despejados no mar.
A lista ainda tem o caso da construção do shopping a céu aberto, que, divulgado na época como um projeto audacioso e revolucionário, prometia dar uma nova cara ao calçadão, o revitalizando e transformando-o em um grande atrativo turístico. Virou lenda.
E o projeto Orla Sul, que foi vendido e ventilado na imprensa local como um empreendimento que urbanizaria um considerável trecho da rodovia Ilhéus-Olivença, a partir da Ceplus? As obras até foram iniciadas. Porém…
Bem, é melhor mudar de assunto. E não se fala mas nisso.

cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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