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:: ‘demarcação de terras’

PRODUTORES DA SERRA DO PADEIRO VÃO ACIONAR A JUSTIÇA CONTRA A DEMARCAÇÃO

O deputado Geraldo Simões participou da reunião, e observou que o processo tem avançado em várias frentes em favor da revisão da demarcação.

O deputado Geraldo Simões participou da reunião, e observou que o processo tem avançado em várias frentes em favor da revisão da demarcação.

Uma assembleia realizada na manhã do último domingo (9), na sede do Sindicato Rural de Ilhéus, decidiu pelo ingresso, na Justiça Federal, de uma ação de anulação do processo de demarcação da reserva indígena na Serra do Padeiro, nos municípios de Buerarema, Ilhéus e Una. Os pequenos produtores vão se cotizar para contratar um escritório de advocacia em Brasília, para garantir mais agilidade na defesa de seus interesses.
A reunião, promovida pela  Associação dos Pequenos Produtores de Ilhéus, Una e Buerarema, também deliberou pela manutenção e intensificação da mobilização contra a demarcação da reserva, e para cobrar agilidade na apuração do assassinato do agricultor Juraci José Santana dos Santos, morto no dia 11 de fevereiro numa emboscada em sua residência, em um dos assentamentos de reforma agrária que ficam na área de conflito.
Para juntar pelo menos R$ 200 mil para custear a ação, os associados vão promover eventos, como bingos e sorteios, além de incentivar a doação direta, por meio de uma lista de 100 pessoas que possam dar, cada uma, R$ 1.000,00. O restante será arrecadado com as doações de outro grupo, bem maior, a quem serão pedidas contribuições de menor valor.
O deputado Geraldo Simões participou da reunião, e observou que o processo tem avançado em várias frentes em favor da revisão da demarcação, mas afirma que as deliberações desse domingo vão ajudar. “O processo de demarcação da área e criação da reserva foi devolvido para novo estudo pela Funai, o que já indica que o governo reconhece que há inconsistências. Esse é um grande avanço, já que é algo inédito nesse tipo de demanda”.
O deputado, que é do PT, diz que, apesar de ser um processo muito complexo, o apoio à causa dos produtores vem ganhando mais adeptos dentro do partido e em setores do governo. “Apesar disso, assumo o compromisso de levar à presidenta Dilma e ao governador Wagner a necessidade de maior agilidade na definição desse processo. Ao mesmo tempo, vou continuar cobrando celeridade na investigação do assassinato de Juraci”.
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GOVERNADOR PEDE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM EM UNA E BUERAREMA

Pedido foi feito oficialmente ao ministro da Justiça, O governador Jaques Wagner oficializou agora à tarde ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

Pedido foi feito oficialmente ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

O governador Jaques Wagner oficializou agora à tarde ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pedido para aplicação do instrumento Garantia da Lei e da Ordem (GLO) nas regiões do sul da Bahia em que ocorrem conflitos de terra, notadamente nos municípios de Buerarema e Una. Anteriormente, Wagner havia tratado da questão com a presidenta Dilma Rousseff.
Previsto na Constituição Federal, o GLO é utilizado quando situações que fogem do controle colocam em risco a segurança da população. Durante sua vigência, tropas das Forças Armadas assumem a segurança local e passam a ter poder de polícia.
“Repudio qualquer tentativa das partes de fazer justiça com as próprias mãos. O Brasil é uma democracia consolidada. As soluções surgirão via Judiciário e após muita negociação”, disse o governador.

EM DISCURSO NA CÂMARA, GERALDO SIMÕES CHAMA A ATENÇÃO PARA A SITUAÇÃO DAS DEMARCAÇÕES NA REGIÃO

geraldo-simoes-entrevista
O deputado federal Geraldo Simões (PT), discursou hoje durante a audiência pública na Comissão de Agropecuária, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, da câmara federal, onde foi abordada a situação das crescentes demarcações de terras indígenas no país.
Na sua fala, o parlamentar chamou a atenção para a situação vivida na região, mais precisamente no município de Buerarema e Olivença.
Geraldo afirma que logo em um momento onde a lavoura cacaueira começa a se recuperar, com o produto sendo comercializado a um bom preço e quando muitos produtores começam a produzir chocolate em suas propriedades, representando ganhos quatro vezes maiores, as demarcações se multiplicaram, causando riscos para a economia local, favorecendo pessoas que nem índios são.
O vídeo foi publicado no perfil do deputado no Facebook. (ASSISTA AQUI).

DIA DO ÍNDIO: A PELEJA DOS TUPINAMBÁS CONTRA A IGNORÂNCIA COLETIVA

Povo-Tupinambá
Eles um dia foram os donos dessa terra. Amavam e tratavam com reverência cada palmo desse chão, suas florestas e rios. Acreditavam tratar-se de um terra sagrada, pois aqui viviam, se alimentavam e, principalmente, eram felizes.
Mas seus dias de paz chegaram ao fim. Com doenças e armas, colonizadores europeus os perseguiram, os mataram, expulsaram de suas terras sagradas, catequizaram-nos e se esforçaram para que sua cultura fosse extinta.
Como um bando errante,passaram a se refugiar nos recônditos da mata. Convivendo com o constante risco de serem encontrados e mais uma vez, mortos e expulsos dos seus refúgios.
Muitos não resistiram e se tornaram caboclos, ou seja, índios fora das tribos. Concentraram-se nas favelas, foram jogados nos presídios, humilhados, saqueados. Mas nunca deixaram de carregar em suas almas o orgulho de serem o que são.
A burrice convencionada de terceiros e a lastimável ignorância coletiva afirmam que por aqui nunca houve índios.  A falta de informação compartilhada os acusa de aproveitadores, que querem roubar a propriedade alheia.  E, tal qual o caboclo Marcelino, um dos primeiros a reivindicar a terra do seu povo de volta por aqui, na década de 30, são taxados de marginais, arruaceiros e vândalos.
Sim, tentaram os deculturar, mas não conseguiram. Sim, eles se miscigenaram, mas possuem o direito constitucional de se autoafirmar enquanto indígenas e, principalmente, reivindicar tudo aquilo que lhes foi usurpado e que é a causa mor da miséria que insiste em aplacar os descendentes dos verdadeiros donos dessa terra.
Viva o povo Tupinambá, que luta para que sua cultura não seja extinta e resiste bravamente nessa peleja contra a ignorância coletiva, fustigada e perpassada pelos descendentes diretos daqueles que outrora os expulsaram do seu solo sagrado.

TUPINAMBÁS DESOCUPAM HOTEL EM UNA

Índios ocupavam hotel desde o último domingo

Índios ocupavam hotel desde o último domingo

Famílias de indígenas da etnia Tupinambá desocuparam na manhã dessa quarta-feira (10) o hotel-fazenda em Una. Os índios estavam no local desde o último domingo (07).

A ocupação serviu para reivindicar a demarcação da reserva Tupinambá, com 47 mil hectares, situada próxima à área da propriedade.

Cerca de 20 índios estavam no hotel e deixaram a propriedade de forma pacífica por volta das 10h. 

A saída aconteceu após uma reunião com agentes da Polícia Federal, homens da Força Nacional de Segurança, e o representante da Funai em Ilhéus. O representante do órgão mostrou aos indígenas um mapa, onde foi possível constatar que o hotel fica fora da reserva.

Segundo Val Tupinambá, representante dos indígenas, há 47 propriedades ocupadas por indígenas dentro da reserva. Já a Associação de Pequenos Agricultores de Ilhéus afirma que este número é 28 propriedades ocupadas.


debenhams
cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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