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:: ‘Cuba’

GOVERNO DO ESTADO NEGOCIA PRODUÇÃO DE MEDICAMENTOS COM EMPRESA CUBANA

“Ninguém chega ao cume da montanha olhando o tamanho dela. É o passo a passo que te leva lá. E hoje demos um passo importante para melhorar a qualidade de vida dos pacientes diabéticos na Bahia e no Brasil”, afirmou o governador Rui Costa após reunião com representantes da Biocubafarma, na manhã desta quarta-feira (1º), em Havana.

No último dia da agenda de Rui em Cuba, foram discutidas parcerias entre a farmacêutica cubana e a Bahiafarma para produção de medicamentos na Bahia. Uma das possibilidades é a produção de um remédio que trata lesões em pessoas com diabetes. O presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias, e o secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas, acompanharam o governador no encontro. 

“Cuba tem sido parceira do Brasil em transferência de tecnologia há alguns anos. A presença do governador e do secretário Fábio Vilas-Boas [em Cuba] faz com que isso se acelere, permitindo que a gente consiga ofertar novas possibilidades terapêuticas aos pacientes do SUS e consolidando a Bahiafarma como um grande produtor de imunobiológicos no Brasil e o primeiro do Nordeste brasileiro”, destacou Ronaldo Dias. 

Vice-presidente da Biocubafarma, Mayda Mauri Pérez “agradeceu ao governador por esta oportunidade de alinhamento em um setor tão importante como a saúde humana. Com certeza, os produtos da indústria biofarmacêutica cubana vão atender às expectativas de saúde da população brasileira, em particular da Bahia, em uma enfermidade tão dramática como as lesões do diabetes”.

RUI VAI A CUBA PARA ESTREITAR RELAÇÕES NAS ÁREAS DA EDUCAÇÃO E SAÚDE

Governador da Bahia Rui Costa

O governador Rui Costa inicia esta semana, em Cuba, uma nova missão internacional com o objetivo de estreitar os laços comerciais com o país da América Central e estabelecer parcerias nas áreas de saúde e educação. Nesta segunda-feira (30), ele participa da abertura da 35ª edição da principal feira multisetorial de Cuba, a Feira Internacional de Havana (Fihav), onde pretende prospectar novos negócios para a Bahia. 

Entre os compromissos de Rui em Cuba está uma reunião com o Grupo de Indústrias de Biotecnologia e Farmacêutica, BioCubaFarma, um conglomerado empresarial cubano, que produz e comercializa produtos farmacêuticos e biológicos, equipamentos e serviços de alta tecnologia. O objetivo do encontro é aprofundar o relacionamento entre as instituições dos dois países e ampliar as parcerias atuais.

O governador também se reúne com o Centro Nacional de Biopreparados – BioCen Cuba, com o propósito de negociar a venda de insulina humana para o país cubano. Nesse encontro, Rui quer estreitar o relacionamento econômico com a empresa, por meio da Bahiafarma, que busca iniciar tratativas com o Ministério da Saúde cubano a fim de negociar a venda de Insulina Humana, resultado de uma parceria com a empresa ucraniana Indar. 

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CUBA INVESTE NA MEDICINA PREVENTIVA E EXPORTA MÉDICOS PARA MAIS DE 60 PAÍSES

BLOG DO THAME
cuba-med-300x195São sete horas em Remédios, cidadezinha histórica do interior de Cuba, numa manhã excepcionalmente chuvosa no final de verão caribenho, que costuma ostentar temperaturas acima de 32 graus. No hospital municipal, a Dra. Egley Turiño Camacho e o Dr. Camilo Ildez Gallo estão prontos para iniciar mais uma jornada de trabalho. As pessoas começam a chegar sem pressa, porque sabem que serão atendidas. A maioria delas realiza apenas procedimentos de rotina, já que o acompanhamento é feito no dia a dia, através do programa Médico da Família, que se estende por todas as partes de Cuba, das áreas rurais remotas à capital, Havana.
Saúde pública, em Cuba, é literalmente, uma questão de Estado. O serviço é totalmente gratuito em todos os seus níveis, da atenção básica à alta complexidade e a filosofia que impera é cuidar da saúde, em vez de tratar a doença. Todos os médicos tem formação generalista, com uma visão humanista da profissão.
A formação dos profissionais de medicina, cubanos ou estrangeiros, é gratuita, a despeito de todas as dificuldades econômicas do país, é a qualificação é uma necessidade, não apenas para cuidar da saúde dos milhões de cubanos, mas também para exportar médicos. Em Cuba, existem cerca de 12 unidades do Programa Médico da Família, para uma população de cera de 11 milhões de habitantes. A média no país é de um médico para cada grupo de 183 habitantes.
Engana-se quem imagina que a principal fonte de receita de Cuba é o turismo. Ou mesmo o açúcar. Charutos e rum, produtos tradicionais, pouco pesam no PIB cubano. No topo da economia da ilha está a exportação de médicos, professores e engenheiros. .A exportação de médicos rende a Cuba 5 bilhões de dólares por ano, o que representa 7% do PIB da ilha. E duas vezes o que Cuba arrecada com todas as suas exportações.
Médicos cubanos estão atuando, através de convênios como que foi feito pelo Brasil, em mais de 60 países, dos desenvolvidos Canadá, França, Itália e Alemanha, a nações paupérrimas da África e da Ásia, além de  todos os países da América Latina. A Dra. Egley, que hoje atua em Remédios, trabalhou três anos na Somália, norte da África, depois que se formou na Universidade de Havana.
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COM PRAIAS, CULTURA E HISTÓRIA, CUBA QUER ATRAIR TURISTAS BRASILEIROS

O jornalista Daniel Thame visitou Cuba a convite da Havanatur, agência de turismo do governo cubano, e contará, por meio de uma série de matérias, o que viu por lá. Confira abaixo a primeira.
Com o esfacelamento da União Soviética, responsável por 85% do comércio externo de Cuba, no início dos anos 90 do século passado, o turismo deixou de ser uma opção para se transformar na única saída capaz de evitar a derrocada da ilha caribenha, o que significaria  colocar um ponto final na Revolução Socialista comandada por Fidel Castro e Che Guevara.
Fidel, por sinal, sempre foi contra a abertura de Cuba para o turismo, já que juntamente com o bônus da enxurrada de dólares e euros, vem o ônus do aumento da prostituição, das drogas e do risco do contato dos cubanos com o estilo de vida capitalista que para a maioria dos cubanos soa como a encarnação do inferno na terra.
Hotéis all inclusive são um convite ao lazer.

Hotéis all inclusive são um convite ao lazer.

O turismo começou como uma atividade tímida em Varadero, balneário localizado há cerca de 150 quilômetros de  Havana, a capital cubana, banhado pelo estonteante mar do Caribe, com suas águas azul turquesa e praias de areia branca. Parcerias entre o Governo de Cuba e grupos espanhóis, como o Meliá, plantaram os primeiros resorts em Varadero, destinados basicamente a turistas europeus e canadenses (os norteamericanos, por conta de um bloqueio econômico brutal imposto pelos EUA depois que Fidel declarou o caráter socialista da Revolução, precisam fazer roteiros de malabarista para chegar à Ilha).
Duas décadas depois, Cuba se consolida como um dos principais destinos turísticos do Caribe. Varadero já rivaliza com Cancun, balneário mexicano, com cerca de 20 mil leitos de hotel, todos na categoria cinco estrelas e serviços all inclusive (hospedagem, refeições, bebidas, serviços de lazer/entretenimento). Varadero abriu o caminho e hoje os hotéis se estendem por Cayo Largo,  Cayo Blanco, Cayo Villa Clara. Cayo Guillhermo, Holguim, Isla de La Juventud (ideal para mergulhos), Cinfuegos, Morón, Camaguey e Guardalavaca.

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ILHÉUS VAI RECEBER 60 MÉDICOS CUBANOS

mais medicosIlhéus, enfim, foi cadastrada no Programa Mais Médicos, do governo Federal. A secretaria de saúde solicitou o envio de 60 médicos por meio do programa. 
O Programa Mais Médicos faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), que prevê mais investimentos em infraestrutura dos hospitais e unidades de saúde, além de levar mais médicos para regiões onde há escassez e ausência de profissionais. 
Segundo a secretária Ledívia Espinheira, o cadastramento incluiu 34 unidades de saúde (posto e centros) das zonas urbana e rural. Os médicos, que devem vir de outros países, como Cuba, Espanha e México, ocuparão apenas postos vagos.

BRASIL VAI ‘IMPORTAR’ MÉDICOS DA EUROPA

medicoO jornal Folha de São Paulo anuncia, com certo furor, nesta segunda (08), a desistência do governo brasileiro de trazer seis mil médicos cubanos para trabalhar no interior do país.
Segundo a publicação paulistana, no entanto, o Brasil mantém de pé os planos de importar médicos, só que, agora, de países europeus como Portugal e Espanha, que ainda sofrem com o rescaldo da crise econômica e do crescente desemprego.
Os médicos da ilha de Cuba deixaram de ser prioritários, de acordo com o jornal, porque sofrem a interferência do governo local, que controla os pagamentos e a rotina dos médicos fora do país.
“O Ministério da Saúde informa que escolheu atrair médicos como “pessoa física”, diz a publicação.
A desistência brasileira significa prejuízos à economia cubana. A “exportação” de médicos da ilha gera mais divisas ao país que a venda de minérios.

ILHÉUS: SECRETÁRIA DE SAÚDE DEFENDE A VINDA DE MÉDICOS CUBANOS

Ledívia Espinheira se manifestou por meio de uma rede social.
lediviaO Ministro Alexandre Padilha, mais um grande guerreiro do SUS, enfrenta, corajosamente, essa grande polêmica que é trazer médicos cubanos ao Brasil.
Na ponta, de fato, somos nós, os gestores municipais, que estamos com a corda no pescoço, sem médicos e sem dinheiro para pagá-los com decência.
É aí que surgem as aberrações, do tipo “obrigar ao médico formado em universidade pública a morar no interior”. 
Mas não vivemos em um país livre, democrático, capitalista, onde o direito de ir e vir é assegurado a todos os cidadãos?
Isso é fruto da falta de solução simples e imediata do problema.
Padilha está correndo atrás de uma minimização desta realidade.
Quem é rigorosamente contra a vinda dos cubanos, também não aparece com nenhuma proposta completa! 
Como gestora municipal, posso dizer com todas as letras, deram-nos a gestão, mas não mandaram o recurso junto!
Temos a obrigação legal, civil, contábil e um milhão de outras, mas faltou disponibilizar os meios para cumprí-las!
Quem é contra a vinda de médicos sem validação de diplomas, muito corretos, tecnicamente, tem que se levantar é a favor de uma adequada distribuição de recursos para os municípios!
Aí sim, poderíamos pagar bem o médico, (assim como os outros profissionais), como rege a lei de mercado, essência do capitalismo.
Sou pelos 10% de contribuição da União para a saúde!
Melhor financiamento do SUS!
Aí, sim, conversaremos tecnicamente sobre o assunto!

ALÉM DOS CUBANOS, BRASIL PODE ATRAIR MÉDICOS DA EUROPA

AGÊNCIA BRASIL
O governo brasileiro pretende atrair não somente médicos cubanos para trabalhar nas regiões mais carentes do país, mas também profissionais de Portugal e da Espanha. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse hoje (7), que desde o início do ano estuda alternativas para suprir a deficiência desses profissionais nas regiões mais remotas do país. “Esse é um dos nós mais críticos para levar a saúde para a população. Não se faz saúde sem médicos. O Brasil precisa de mais médicos com mais qualidade e mais próximos da população”.
Sobre as críticas do Conselho Federal de Medicina à decisão, Padilha disse que concorda que a contratação tem que considerar a qualidade e a responsabilidade desses profissionais. Ele destacou que o governo já descartou a validação automática de diplomas e a contartação de médicos de países que tenham menos profissionais que o Brasil, como é o caso da Bolívia e do Paraguai.
Dados do Ministério da Saúde mostram que no Brasil existe 1,8 médico para cada mil habitantes. Na Argentina, a proporção é de 3,2 médicos para mil habitantes e, em países como Espanha e Portugal, essa relação é de 4 médicos. No início do ano, os prefeitos que assumiram apresentaram ao governo federal uma série de demandas na área de saúde. Entre os pontos destacados estava a dificuldade de atrair médicos para as áreas mais carentes, para as periferias das cidades e para o interior.
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BRASIL “IMPORTARÁ” 6 MIL MÉDICOS CUBANOS

medicoOs governos do Brasil e de Cuba, com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde, estão acertando como será a vinda de 6 mil médicos cubanos para trabalharem nas regiões brasileiras mais carentes. Os detalhes estão em negociação. Os ministros das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e o cubano Bruno Eduardo Rodríguez Parrilla, anunciaram hoje (6) a parceria.
Patriota e Rodríguez não informaram como será a concessão de visto – se será definitivo ou provisório. Segundo o chanceler brasileiro, há um déficit de profissionais brasileiros na área de saúde atuando nas áreas carentes do país, daí a articulação com Cuba.
“Estamos nos organizando para receber um número maior de médicos aqui, em vista do déficit de profissionais de medicina no Brasil. Trata-se de uma cooperação que tem grande potencial e à qual atribuímos valor estratégico”, disse ele. Clique aqui e confira a matéria completa no site da Agência Brasil.

cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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