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:: ‘conflito’

CONFLITO INDÍGENA NA BAHIA CHEGA À ONU

índios (2)O Conselho Indigenista Missionário (Cimi), o Serviço Inter-Franciscano de Justiça, Paz e Ecologia (Sinfrajupe) e a Vivat Internacional protocolaram na Organização das Nações Unidas (ONU), no dia 27 de março, uma denúncia sobre diversas violações dos direitos do povo Tupinambá de Olivença, que mora na Serra do Padeiro, localizada no sul da Bahia.  Nos últimos seis meses, cinco Tupinambá e um agricultor foram assassinados no interior da terra indígena.
Na manifestação levada à ONU, as entidades afirmam que os índios da região sofrem um “longo histórico de violações de seus direitos” e lembra os assassinatos ainda não elucidados de cinco indígenas no sul da Bahia.
Sobre o conflito de terras no sul da Bahia, leia também: CORPO DE AGRICULTOR ASSASSINADO É VELADO EM BUERAREMA | ÍNDIOS TÊM CASAS INCENDIADAS EM BUERAREMA | MINISTÉRIO DA JUSTIÇA ENVIA FORÇA NACIONAL PARA CONTER CONFLITOS EM BUERAREMA | CONFLITO INDÍGENA: JOAQUIM BARBOSA DÁ DURO GOLPE EM DONOS DE TERRAS DO SUL DA BAHIA | MINISTRO PARA PROCESSO DE DEMARCAÇÃO NA BAHIA E CHAMA FUNAI ÀS FALAS
A carta ataca a “militarização do território tradicional” ocupado pelos tupinambás e a morosidade do processo de demarcação das terras, “parado em alguma gaveta do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, há dois anos”.
Na denúncia encaminhada à ONU, as entidades chamam atenção da organização para a “inversão de prioridade do governo”, que “desrespeita a legislação interna e internacional ao não garantir o uso social da terra e o direito dos indígenas”, e pede auxílio na apuração dos crimes cometidos contra as comunidades.

DEZ HORAS DE RODOVIA FECHADA EM BUERAREMA

Pneus são queimados desde cedo. Foto: Andrei Sansil/Ilhéus 24h.

Pneus são queimados desde cedo. Foto: Andrei Sansil/Ilhéus 24h.

O protesto de moradores e pequenos agricultores de Buerarema continua travando a BR-101. O movimento começou por volta das 08h da manhã e não tem prazo para acabar. O congestionamento já se aproxima do semianel rodoviário de Itabuna.
Desde cedo, são queimados pneus e muito lixo. Árvores foram derrubadas na pista e nenhum tipo de veículo pode passar pelo local.
Ao ILHÉUS 24H, o vice-prefeito e secretário de administração de Buerarema, Juninho, contou que a principal reivindicação é a efetivação das três bases de segurança prometidas pelo governo federal na cidade. Segundo ele, as associações de produtores montaram toda a estrutura para receber os policiais federais, mas a União argumenta que não há efetivo.
Capsulas disparadas pelos policiais e o carro da polícia com marcas de pedras. Fotos Ilhéus 24h.

Capsulas disparadas pelos policiais e o carro da polícia com marcas de pedras. Fotos Ilhéus 24h.

As bases permitiriam que várias reintegrações de posse acontecessem, como determinadas pela justiça, depois que as terras foram invadidas por índios. De acordo com o vice-prefeito, são cerca de 100 pequenas propriedades invadidas.
Mais cedo, houve momentos de tensão entre os manifestantes e homens da Polícia Rodoviária Federal e da Força Nacional. Viaturas foram apedrejadas e os agentes usaram armas letais e de balas de borracha para afastar a população.

AGRICULTORES SÃO MANTIDOS REFÉNS EM BUERAREMA

PIMENTA
15 agricultores e trabalhadores rurais são mantidos reféns por índios e autodeclarados tupinambás, na zona rural de Buerarema, segundo parentes das vítimas. Mais de dez viaturas da Polícia Federal e da Força Nacional de Segurança foram acionadas para tentar libertar os reféns.
Neste momento, mais de duas mil pessoas estão aglomeradas em frente à delegacia de Polícia Civil do município em busca de notícias dos trabalhadores e pequenos agricultores. O grupo saiu da sede de Buerarema pela manhã em um Ford F-4000 para fazendas na zona rural do município e diziam que ia colher cacau.
As primeiras informações são de que os homens teriam sido tomados como reféns pelo Cacique Babau com um bando de, aproximadamente, 50 homens. Antes de ir para as fazendas, os agricultores pediram escolta e autorização da Federal, o que teria sido negado. Os agricultores também teria sido aconselhados a não ir para a zona rural sem proteção da PF ou da Força Nacional.
Clique aqui e confira a matéria na íntegra.

ALISSON CHAMA JABES À RESPONSABILIDADE

ALISSON_MENDONÇAOs conflitos entre indígenas e donos de terras em Ilhéus, Buerarema e Una chamam a atenção de autoridades e da imprensa, menos do prefeito Jabes Ribeiro, que assiste ao embate e se esquiva de qualquer posicionamento.
Incentivando JR a descer do muro, o vereador Alisson Mendonça (PT) cobrou do gestor uma posição quanto aos conflitos, que envolvem boa parte do litoral sul de Ilhéus e geram pesados conflitos em Buerarema, como registra o blog O Tabuleiro.
Segundo Alisson, “Buerarema está se tornando uma cidade fantasma, onde pessoas armadas andam pelas ruas à noite, além de ter um comércio que não funciona mais”.
Agora, a expectativa é que a Câmara de Ilhéus realize, na próxima semana, uma sessão especial sobre a demarcação indígena. 

PRODUTOR RURAL É BALEADO POR SUPOSTOS ÍNDIOS EM ILHÉUS

O clima tenso entre índios e fazendeiros se alastra pelo sul da Bahia. Cidade com grande concentração de indígenas, Ilhéus não foge à regra e vive conflitos entre as duas partes, que disputam a posse de terras na região sul da cidade, principalmente em Olivença.
Na madrugada desta segunda (02), o produtor rural Adailton Carmo, de 55 anos, teve a propriedade invadida, supostamente por índios.
Ao tentar reagir à invasão, o senhor foi baleado nas costas e está internado no Hospital de Base de Itabuna.
A tensão entre índios e fazendeiros é maior na região da Serra do Padeiro, em Buerarema. Nas últimas duas semanas, foram registrados casos de incêndios a casas de índios e investidas de nativos contra propriedades rurais.
Fazendeiros e moradores chegaram a fechar a BR-101 por todo um dia, em protesto às ofensivas vindas dos supostos índios. A presença da Força Nacional de Segurança não acalmou os ânimos.
As escolas de Buerarema estão fechadas desde a semana passada.



dom eduardo

lm mudancas













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