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:: ‘Coca-Cola’

RATO NA COCA-COLA NUNCA EXISTIU

EXAME
rato na cocaO suposto rato encontrado em uma garrafa de Coca-Cola, que causou uma crise de imagem pela qual a empresa precisou manifestar-se publicamente negando o ocorrido, na verdade, nunca existiu. Esta foi a conclusão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).
Na quarta-feira, a juíza Laura de Mattos Almeida, da 29ª Vara Cível do TJ-SP julgou improcedente a açãode Wilson Batista de Resende contra a Spal, engarrafadora da Coca-Cola no Brasil. 
O relojoeiro, que tem dificuldades motora e de fala, diz ter adquirido a condição após ingerir o conteúdo de uma garrafa da bebida que fez “seus órgãos queimarem”. Ele teria comprado um fardo com seis embalagens do produto, e alega que, em uma das garrafas, havia uma cabeça inteira do roedor. 
Peritos do Instituto de Criminalística (IC) vistoriaram duas fábricas da Spal nas quais poderiam ter sido fabricadas as garrafas do lote que, segundo Resende, estaria contaminado. As unidades ficam em Jundiaí e Cosmópolis, no interior de São Paulo. Além disso, o e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), analisou o conteúdo das três garrafas de Coca-Cola enviadas pelo Ministério Público, das quais uma supostamente lacrada teria no seu interior uma pata inteira de rato. 
Segundo a sentença, disponível para consulta no site do TJ-SP, “os peritos do Instituto de Criminalística concluíram que, no processo normal de enchimento e engarrafamento de embalagens de 2 litros do refrigerante Coca-Cola, nas unidades de Cosmópolis e Jundiaí, considerando as condições físicas e de higiene das instalações, além das boas práticas de manufatura adotadas, não é possível o aparecimento de um corpo estranho do tipo observado visualmente na garrafa lacrada”
O documento ainda diz que, de acordo com o engenheiro responsável pelas análises do IPT afirma em seu lado que “existe a possibilidade de que a tampa original tenha sido removida, com a adulteração do conteúdo, e a garrafa novamente fechada com uma tampa nova, retirada do processo de fabricação ou de outra garrafa, sem que tenha ocorrido ruptura do lacre.” 
A setença reitera ainda: “Além da inexistência de prova segura de ter sido o produto fabricado pela ré e dos fortes indícios de fraude, não se pode deixar de considerar, ainda, que o autor não ingeriu a bebida acondicionada nas garrafas onde se encontravam a pata e a cabeça do roedor. A mera repulsa de visualizar o corpo estranho não constitui causa de alteração psicológica apta a ensejar a condenação do fabricante ao pagamento de indenização por danos morais”
Sobre a condição de Resende, o documento diz que segundo perícia realizada por psquiatras e neurologistas do Instituto de Medicina Social e de Criminologia de São Paulo (IMESC), ele “não apresenta alterações ou sequelas neurológicas relacionadas ao envento”. 
Para os especialistas do Instituto, o relojoeiro é portador de transtornos de personalidade e comportamento devido a alguma doença, lesão ou disfunção cerebral. A sentença diz  que os problemas psiquiátricos de Resende puderam ser notados em seu depoimento pessoal quando teria dito que, desde os supostos problemas com o refrigerante, “passou a dedicar-se a prender gerentes do Carrefour pela venda de produtos defeituosos” e que “vai até o fim do mundo contra a Coca-Cola”.
A decisão é de primeira instância e ainda cabe recurso.

CARGA DE COCA-COLA TOMBA NO CENTRO DE ITABUNA

Levaram o que não quebrou.

Levaram o que não quebrou.

Para felicidade de quem passava pela Avenida Inácio Tosta Filho, em Itabuna, no fim da tarde desta quarta (09), um caminhão que transportava refrigerantes Coca-Cola tombou e parte da carga foi parar no chão.
Os espertinhos não perderam tempo e logo levaram o que foi possível. Segundo o Plantão Itabuna, o motorista perdeu o controle do caminhão e o estrago foi feito.

CONTRA RATO EM GARRAFA, COCA-COLA CONVIDA CONSUMIDOR A VISITAR FÁBRICA

Depois da divulgação viral de reportagem sobre uma suposta contaminação de garrafas de Coca-Cola por vestígios de rato aqui no Brasil (lembre aqui), a empresa divulgou vídeo em português onde mostra etapas da produção do refrigerante e convida os consumidores a visitar suas fábricas. Confira: 

 

RATO-COLA

rato cola

Não entendeu? Clique aqui.

 

VESTÍGIO DE RATO EM GARRAFA DE COCA-COLA DEIXA BRASILEIRO INCAPACITADO

Uma reportagem do Jornal da Record, levada ao ar no mês passado, mostra o caso de um brasileiro que sofreu lesões graves em todo o corpo ao tomar Coca-Cola contaminada. No engradado com seis garrafas PET que comprou no supermercado, todas estavam alteradas. Uma delas, nunca aberta, tem uma cabeça de rato dentro. Confira o vídeo.

VIVO, TIM E COCA-COLA MULTADAS POR PROPAGANDA ENGANOSA

O Ministério da Justiça multou nesta terça-feira em cerca de R$ 5 milhões as empresas Vivo, TIM e Sistema de Alimentos e Bebidas do Brasil Ltda, ligada à Coca-Cola, por publicidade enganosa.
A Coca-Cola foi multada em R$ 1,15 milhão por publicidade enganosa na oferta da bebida “Laranja Caseira”. A Vivo foi punida com multa de R$ 2,26 milhões devido à campanha “Vivo de Natal”. A TIM, por sua vez, foi multada em R$ 1,65 milhão por causa da campanha “Namoro a Mil”.
No caso da Coca-Cola, para o Ministério da Justiça, houve ofensa ao Código de Defesa do Consumidor, especificamente ao direito básico à informação e à proteção contra a publicidade enganosa, quando o anunciante deixou de esclarecer que o produto é um “néctar” e não um “suco”.
Para o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, a Vivo não demonstrou de forma adequada, clara e ostensiva as condições para a real obtenção dos minutos e dos torpedos promocionais. A mensagem publicitária da Vivo não apresentava dados essenciais para que o consumidor ganhasse R$$ 500 em ligações e mais 500 torpedos SMS. Além disso, foi apurado que a Vivo vendeu uma quantidade de pacotes superior a sua capacidade operacional.
Por último, para o DPDC, a TIM, ao anunciar o serviço, induzia a erro o consumidor a respeito do recebimento dos 1 mil minutos e da concessão de torpedos.
A aplicação das multas levou em consideração os critérios do Código de Defesa do Consumidor. Os valores devem ser depositados em favor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) do Ministério da Justiça, com o objetivo de serem aplicados em ações voltadas à proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da defesa dos consumidores. As três empresas foram procuradas, mas não possuíam representante imediatamente disponível para comentar as multas.

dom eduardo

arquiteto











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