WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
secom ponte ilheus shopping jequitiba Neste site
julho 2020
D S T Q Q S S
« jun    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  

:: ‘cinema nacional’

BRASIL INVESTIU MAIS DE R$ 18 MILHÕES EM 17 FILMES QUE NUNCA CHEGARAM AO GRANDE PÚBLICO

O GLOBO
Marco Ricca e Paulo Betti caracterizados nas filmagens de 'Chatô', um dos 17 longas que usaram dinheiro público e nunca saíram do papel.

Marco Ricca e Paulo Betti caracterizados nas filmagens de ‘Chatô’, um dos 17 longas que usaram dinheiro público e nunca saíram do papel.

Nos últimos 20 anos, o Brasil investiu R$ 18,7 milhões na produção audiovisual brasileira sem obter qualquer retorno. A cifra nunca deu origem a filme algum nem foi devidamente devolvida aos cofres públicos. Ela é a soma de tudo o que foi captado, via renúncia fiscal, por 17 projetos que hoje integram uma espécie de lista negra da Agência Nacional do Cinema (Ancine): a das produções com contas reprovadas.
Se fosse aplicado, esse valor seria suficiente para produzir três filmes do porte de “2 filhos de Francisco” (2005), que custou cerca de R$ 6 milhões, ou nove “O som ao redor” (2013), orçado em pouco menos de R$ 2 milhões.
A lista foi solicitada à Ancine com base na Lei de Acesso à Informação. Na relação existem projetos para públicos diversos. Há, por exemplo, uma adaptação do livro “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll, que deveria ter saído do papel em 1996; uma do romance “Memorial de Maria Moura”, de Rachel de Queiroz, idealizada em 1997; um documentário com depoimentos de Betinho, de 1998; e o polêmico longa-metragem “Chatô, o rei do Brasil”, para o qual o produtor Guilherme Fontes começou a captar dinheiro em 1995. O valor investido também varia muito. Numa ponta está o doc sobre Betinho, que captou R$ 8 mil; na outra, “Chatô”, com R$ 8,6 milhões.
Segundo a Ancine, as 17 produtoras da lista não podem “aprovar novos projetos, prorrogar, redimensionar, remanejar ou obter autorização para movimentar recursos já aprovados”. Elas também estão “impedidas de contratar com o Fundo Setorial do Audiovisual ou receber apoio de fomento direto da agência”.
Mas, hoje, a maioria dessas produtoras não é sequer localizável. Muitas talvez nem existam mais.
:: LEIA MAIS »



dom eduardo

lm mudancas













WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia