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:: ‘CBF’

CBF OFERECE 4 MILHÕES PARA PORTUGUESA JOGAR SÉRIE B, AFIRMA EMISSORA

cartao-vermelhoA CBF fez uma proposta de acordo para que a Portuguesa aceite a decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e dispute a Série B em 2014 em troca de R$ 4 milhões de adiantamento financeiro – o valor seria devolvido em 2015 em pagamentos de dez parcelas. A informação é da emissora ESPN. Segundo o canal, a Portuguesa já teria decidido não aceitar a oferta.
Pelo acordo de seis cláusulas, enviado pela CBF em 13 de janeiro, a Portuguesa desistira de qualquer ação na Justiça Desportiva e também na Justiça Comum. A terceira cláusula diz que o valor de R$ 4 milhões seria antecipado da cota por participação em campeonato.
O contrato prevê ainda confidencialidade sobre o acordo.
O Brasileirão segue com indefinições – torcedores foram à Justiça e já existe uma liminar que suspende a decisão do STJD. No entanto, outra liminar, no Rio de Janeiro, exige que a CBF cumpra a decisão do tribunal esportivo. Caso a punição à Portuguesa seja mantida, o time paulista cai à segunda divisão. Caso a decisão seja revertida, o Fluminense, que inicialmente havia sido rebaixado e se beneficiou com a situação, irá para a Série B.

CBF VAI INSTAURAR PROCEDIMENTO CONTRA DIEGO COSTA NO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

DIEGOA Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não recebeu bem a notícia de que Diego Costa optou por jogar pela Espanha. Agora, além de contestar  juridicamente na Fifa a opção do atacante, a entidade máxima do futebol brasileiro vai instaurar um procedimento contra o atacante no Ministério da Justiça para que seja declarada a perda da nacionalidade brasileira. 
Para Carlos Eugênio Lopes, diretor jurídico da CBF, o atacante do Atlético de Madrid preferiu aturar pela Espanha por questões financeiras. “Não tenha dúvida de que Diego Costa foi aliciado. Sofreu duas horas de pressão dos espanhóis na noite de ontem (segunda-feira) e mais duas horas na manhã de hoje (terça). É óbvio que a razão da escolha foi financeira. O presidente (da CBF, José Maria Marin) me autorizou a instaurar um procedimento no Ministério da Justiça, pedindo a perda da cidadania brasileira, que Diego Costa repudiou”, explicou.
De acordo com o advogado, o procedimento se baseará no Artigo 12 da Constituição, que diz “Será declarada a perda da nacionalidade do brasileiro que adquirir outra nacionalidade, salvo nos casos de reconhecimento de nacionalidade originária pela lei estrangeira; que tem posição de naturalização pela norma estrangeira ao brasileiro residente em estado estrangeiro, como condição para permanência em seu território ou para o exercício de direitos civis”. Lopes argumenta que nenhuma das duas situações previstas na lei se aplicam a Diego Costa. 
O diretor jurídico ainda afirmou que José Maria Marin, presidente da entidade, ficou indignado com a escolha do jogador. Nesta terça-feira (29), o dirigente já havia afirmado que a CBF não iria desistir de contar com o atacante.
“O presidente me disse que Diego Costa mostrou não estar apto a integrar a família Scolari, que iria contaminar a família, pois está comprometido não com o Brasil, mas com a Espanha. E que rejeitou a nacionalidade brasileira”, afirmou. “Marin me pediu para que eu estude a situação, para evitar, em todas as esferas possíveis, que ele jogue pela Espanha. Disse ainda que, a partir de agora, Diego Costa é persona non grata na seleção, e que os próprios jogadores não iriam recebê-lo bem por causa do episódio”, completou o advogado. 

RENDA DE 24 AMISTOSOS DA SELEÇÃO BRASILEIRA FOI DESVIADA PARA OS EUA

TRIBUNA
Esquema ocorreu desde 2006, na gestão de Ricardo Teixeira.

Esquema ocorreu desde 2006, na gestão de Ricardo Teixeira.

renda de 24 amistosos da seleção brasileira foi desviada para contas nos EUA durante gestão de Ricardo Teixeira na CBF. As contas eram de empresas com sede nos Estados Unidos, registradas em nome de Sandro Rosell, atual presidente do Barcelona e ex-representante da Nike no Brasil. Ele é amigo íntimo do ex-presidente da CBF. A notícia foi veiculada na edição desta quinta-feira (15/08) do jornal “O Estado de S. Paulo”.
Segundo o jornal, a prática foi comum a partir de 2006. De acordo com a reportagem, a ISE, empresa que gerencia os amistosos da seleção, fechou um acordo para negociar 24 amistosos com a empresa Uptrend Development LLC, com sede em Nova Jersey. A assinatura no contrato é de Alexandre R. Feliu, o nome oficial de Sandro Rosell Feliu.
Pela reportagem, os lucros de cada partida da seleção, cerca de US$ 1,6 milhão, eram divididos. Uma parte ia para a CBF e a outra para a conta da empresa de Rosell. Pelas contas divulgadas,  US$ 1,1 milhão seguia para a CBF como pagamento pelo cachê. O restante, cerca de US$ 450 mil, era encaminhado para contas nos EUA em uma empresa de propriedade de Rosell.
O contrato divulgado pelo jornal aponta que pelos 24 jogos o valor total previsto seria de US$ 10,9 milhões para a empresa nos EUA. Dividido por 24  chega-se ao valor de US$ 450 mil por jogo.

MARIN DESAFIA DILMA: ‘NINGUÉM ME TIRA DA CBF’

Ligações do presidente da CBF com a ditadura incomodam a presidente Dilma Rousseff

Ligações do presidente da CBF com a ditadura incomodam a presidente Dilma Rousseff

A presidente Dilma Rousseff não faz questão nenhuma de esconder que se sente muito incomodada pelo fato do presidente da CBF, José Maria Marin, ter fortes laços com o regime ditatorial brasileiro.
Por isso, é cogitado nos bastidores do planalto, que o ex-jogador Leonardo ou até mesmo Ronaldo, sejam indicados para assumirem a presidência da entidade mor do futebol brasileiro.
Só que Marin, reeleito até 2015, afirma que se isso acontecer, vai “botar a boca no mundo”. Além disso desafia: “ Ninguém me tira daqui, nem a Dilma”.
O presidente da Fifa Joseph Blatter é outro desafeto declarado de Marin e não esconde que quer vê-lo pelas costas.

dom eduardo

lm mudancas













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