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:: ‘candomblé’

LADRÃO TENTA ROUBAR LOJA DE UMBANDA, SE ASSUSTA COM IMAGEM E DESMAIA

"Preto Velho" salvou a loja.

“Preto Velho” salvou a loja.

Um “Preto Velho”, entidade de algumas vertentes dos cultos afro-brasileiros, impediu o roubo à uma loja de produtos de umbanda e do candomblé.
Bem, foi isso o que pensou o cidadão ao se aventurar a realizar tal ação criminosa, que, ao tentar roubar a loja, viu a imagem da entidade se mexer.
O que o larápio não sabia é que havia tropeçado em uma corda,  fazendo a imagem balançar, o levando a imaginar que estivesse vendo um espírito.
Logo após desmaiar na loja que fica na Cidade Ocidental, município goiano do Entorno do Distrito Federal, o jovem foi encontrado pelo vigilante do estabelecimento que passava pelo local e em seguida chamou a polícia.
O acusado foi preso, levado para a delegacia e encaminhado para um (CPP) Centro de Prisão Provisória. 

JULHO DE FESTEJOS RELIGIOSOS NO TERREIRO MATAMBA EM ILHÉUS

Mãe Ilza Mukalê, matriarca do terreiro.

Mãe Ilza Mukalê, matriarca do terreiro.

O tradicional terreiro Matamba Tombenci Neto reserva para esse mês de julho uma grande programação festiva religiosa.
No dia 26, a partir das 20h, haverá a chamada Kizomba de Mam’etu Zumbarandá , a tradicional festa de Nanã e a saída de Muzenzas (Yaô).
No dia 27, as 13h, será ofertada a tradicional Makunde de Tat’etu Nkossim a Feijoada de Ogum.
O terreiro fica situado na avenida Brasil, 485, alto da Conquista.

ILHÉUS: JUSTIÇA OBRIGA PAI DE SANTO A VARRER RUA E PROÍBE TRABALHOS EM TERREIRO

Fabrício Leal Nascimento.

Fabrício Leal Nascimento.

É certo uma pessoa ter que prestar esclarecimentos na justiça só por causa da sua religião?
Faz sentido, em um país onde a liberdade de religião é direito constitucional, a pessoa, só porque é adepta do candomblé, ser condenada a prestar serviços públicos? Ou, para sermos mais exatos: Ser obrigado a varrer as ruas só porque cultua a religião dos seus ancestrais africanos.
Apesar de ser extremamente absurda essas suposições, ela se sucedeu aqui mesmo em Ilhéus.
Em contato com a nossa redação, um adepto do candomblé denunciou que passou pela humilhação de ter que se explicar na justiça apenas pelo fato de praticar a sua crença e o seu vizinho entender que ele estava perturbando a ordem pública.
“Desde quando acender velas para os nossos orixás, incensar o interior de nossas casas e cantarmos os nossos louvores é perturbar a ordem pública? Se nós temos nossos instrumentos como adjás e atabaques, os evangélicos também têm os seus, a exemplo de microfone e bateria”, afirmou.
O Ilhéus 24h repudia qualquer ato discriminatório contra qualquer espécie de religião e repudia a infeliz proposta conciliatória do promotor público.
Como se não bastasse o preconceito existente, o candomblecista ainda é humilhado e condenado a varrer rua forçosamente.
Um absurdo.
Para não restar dúvidas da perseguição sofrida pelo pai de santo, clique no “leia mais” e leia a decisão da justiça.

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dom eduardo

lm mudancas













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