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:: ‘Cacau’

COMISSÃO DE AGRICULTURA APROVA RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDA DOS CACAUICULTORES COM A UNIÃO

Deputado Félix Júnior - PDT-BA - foto_Leonardo Prado (2)

Projeto de Lei 7955/2014, de autoria do deputado Félix Mendonça Júnior (PDT-BA).

A Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira (31/03) o Projeto de Lei 7955/2014, do deputado Félix Mendonça Júnior (PDT-BA). A proposta tem por objetivo estimular a liquidação ou a renegociação de dívidas inscritas ou não na dívida ativa da União oriundas de crédito rural contratadas entre 1º de outubro de 1986 e 31 de dezembro de 2006 de responsabilidade de cacauicultores.

De acordo com o projeto, que altera a Lei 12.844/01, o produtor de cacau em débito terá até 31 de dezembro de 2017 para liquidar a dívida com desconto percentual sobre a soma dos saldos devedores por mutuário na data do pagamento. Esse prazo será extensivo aos que tiverem permissão para renegociar o total dos saldos devedores das operações.

Para tanto, o débito será mantido na Dívida Ativa da União e o mutuário terá um prazo de dez anos, com amortização de parcelas semestrais ou anuais, de acordo com seu fluxo de receitas. Será concedido também desconto percentual sobre as parcelas da dívida pagas até a data do vencimento renegociado. Ainda pelo projeto, o pagamento da primeira parcela será no ato da negociação. :: LEIA MAIS »

ALTA DO DÓLAR BENEFICIA CACAUICULTORES

A TARDE
cacauCom a alta do dólar e o aumento da cotação do produto na bolsa de valores de Nova Iorque o preço do cacau subiu 38% desde o final de julho. A commodity, que começou o ano valendo R$ 63 a arroba, alcançou na sexta-feira passada R$ 87. Na semana retrasada, atingiu o valor de R$ 93. A última vez em que isso ocorreu foi em 2011.
Essa alta representa um alívio importante para o setor cacaueiro, mas não teve o efeito positivo que poderia caso a cultura não tivesse passado por maus momentos em 2012. Nesse período, a arroba chegou a ser vendida a R$ 56 e os produtores ficaram com boa parte da safra – a maior dos últimos dez anos – estocada  devido a grande importação  de cacau proveniente da África.
Descapitalizados, os cacauicultores investiram menos nas lavouras, o que se repercutiu na produção deste ano. Enquanto a safra 2012/2013, na Bahia, rendeu 180,5 mil toneladas de amêndoas de cacau, a 2013/2014 deve atingir no máximo 150 mil, segundo estimativa da Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira (Ceplac).  Em alguns casos, a falta de chuvas também colaborou para essa queda de produtividade. 
Perspectivas
Para o analista de mercado Thomas Hartmann, um dos efeitos positivos dessa valorização é o provável incentivo aos cuidados com a lavoura.
Quanto ao mercado, os especialistas são unânimes em afirmar que é difícil traçar um cenário futuro para o preço da commodity, pois é comum haver especulação.  Há, porém, fatores que sinalizam a manutenção desse bom patamar.
Um deles é o início da recuperação da economia americana, o que implica na valorização do dólar. Além disso, o país é um grande consumidor de chocolate.
A África, continente de onde sai 72% do cacau usado no mundo, é outro fator. Devido a seca que assola o continente, o estoque deve ficar menor.
De qualquer modo, os produtores estão mais tranquilos desde que o cacau ingressou na Política de Preço Mínimo do governo federal, que estabeleceu, em julho, o valor de R$ 75 para a arroba.
Por outro lado,  defendem que, para cobrir os custos de produção, o ideal é que chegasse a R$ 85. “Com o novo salário mínimo, vai ficar difícil pagar a mão de obra”, diz o secretário-executivo da Câmara Setorial do Cacau, Isidoro Gesteira.

CÂMARA DOS DEPUTADOS PRORROGA PAGAMENTO DAS DÍVIDAS DO CACAU

geraldo simoes entrevistaA Câmara dos Deputados aprovou, na noite de ontem (quarta, 10), a emenda aglutinava numero 1 da Medida Provisória 610. O dispositivo prorroga  até o dia 31 de dezembro o prazo para renegociação das dívidas do cacau.
A emenda foi proposta pelo deputado federal Geraldo Simões (PT/BA).
“A ampliação permite que os produtores tenham um novo prazo para renegociar as dívidas e obterem os benefícios do PAC do Cacau, como os recursos para investir na recuperação da lavoura cacaueira”, afirma o deputado, que agora vai se mobilizar para que a MP seja  aprovada no Senado e sancionada pela presidente Dilma Rousseff.

1 EM CADA 3 CHOCOLATES VENDIDOS NÃO É CHOCOLATE REAL, DIZ ASSOCIAÇÃO

Armando Pereira Filho | Do UOL, em Ilhéus (BA)
Um em cada três chocolates comuns vendidos no Brasil, produzidos pelas grandes indústrias, não pode ter esse nome de chocolate porque não é feito com o percentual mínimo de cacau exigido pela legislação.
Segundo as regras, para ser considerado chocolate, é preciso que o produto tenha pelo menos 25% de cacau, mas muitos não chegariam nem a 5%.
A denúncia é de Marco Lessa, 43, produtor de cacau, presidente da Associação de Turismo de Ilhéus (BA) e organizador de feira de chocolate, que reúne agricultores e pequenas indústrias.
“O que o brasileiro encontra nas prateleiras de supermercados, vendido como chocolate, é apenas doce, não chocolate”, afirma. “Estimo que um terço dos chocolates estejam nessa situação. Esses não devem ter nem 5% de cacau.”
Lessa também diz que muitos chocolates amargos, com suposto alto teor de cacau (de 50% a 70%), produzidos pelas grandes indústrias e vendidos no mercado nacional por preço maior não têm esse percentual declarado.
“Dizem que têm 70%, mas não têm. Não existe fiscalização para confirmar esse percentual”, declara. Ele não apresentou nenhuma pesquisa ou teste que comprovem essa avaliação, mas diz que o problema se manifesta no próprio sabor dos produtos.

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“VAMOS CRIAR CONDIÇÕES PARA QUE O CACAU SEJA VENDIDO COM PREÇOS MÁXIMOS”, AFIRMA GERALDO SIMÕES

geraldo simoes entrevistaVice-presidente da Frente Parlamentar da Agricultura, o deputado federal Geraldo Simões (PT), um dos propositores da inclusão do cacau na Política de Garantia de Preço Mínimo (PGPM), vê a medida anunciada pelo governo federal na última quinta-feira (04) como “uma grande vitória” da lavoura, que começa a se reerguer.
“Garantidos os preços mínimos, vamos criar condições para que o cacau seja comercializado com preços máximos”, afirma Geraldo.
Segundo o deputado, era injusta a ausência da amêndoa na política nacional, criada há 70 anos. Para garantir o preço mínimo de R$ 75 para a arroba do cacau, o governo federal, por meio de suas agências, compra o produto e estoca, mantendo o controle sobre o mercado.
Com esse novo passo dado à frente pelos produtores, Geraldo pontuou para o ILHÉUS 24H os novos desafios da lavoura regional.
“Não podemos continuar com a produtividade em torno de 20 arrobas por hectare. Precisamos aumenta-la para 50 arrobas. Precisamos também mudar a nossa cultura; ao invés de vender amêndoa de cacau, temos de produzir chocolates finos”.
Defendeu a transferência para a Ceplac da responsabilidade pela emissão de licença para o manejo da propriedade, hoje feita pelo governo do Estado; criticou a “criação exagerada de unidades de conservação”; e defendeu a criação de “novo marco regulatório para disciplinar as exageradas demarcações de terras indígenas”.
Na conversa, o deputado federal se mostrou favorável ao fim da importação de cacau da África. Nesta semana, outro navio atracou no Porto do Malhado com nova carga da amêndoa. Produtores locais reclamam da má qualidade do produto importado e da falta de critérios sanitários.
“Em um determinado momento, quando a produção nacional foi reduzida a 100 mil toneladas/ano e o nosso parque industrial de transformação de cacau localizado em Ilhéus demandava 200 mil toneladas/ano, foi importante a importação de cacau da África e da Ásia para a manutenção das indústrias. Neste momento, quando a produção nacional alcança a marca de 200 mil toneladas com tendência a aumentar, a importação não é mais uma necessidade”.

CACAU TERÁ PREÇO MÍNIMO, GARANTE WAGNER

Na cerimônia de assinatura da ordem de serviço para construção da nova ponte de Ilhéus, o governador Jaques Wagner deu novo alento aos produtores de cacau da região. A amêndoa terá preço mínimo, mas ainda não tem data para começar a valer. 
Segundo o governador, a arroba do material deverá ser vendida, no mínimo, por R$ 75.

CONCURSO BUSCA O MAIOR JEQUITIBÁ DO SUL DA BAHIA

arvores cabrucaO “Programa Árvores da Cabruca”, uma iniciativa do Instituto Cabruca com apoio da CEPLAC, Secretaria de Turismo da Bahia, Ministério Público, IFBaiano e TV Mercado do Cacau, que será lançado esta semana, tem como objetivo formar produtos ecoturísticos associados a cadeia produtiva do cacau e chocolate, reconhecer e conservar as maiores árvores da região Sul da Bahia.
Neste ano, o Concurso “Maiores Árvores da Região Sul da Bahia”, uma das principais iniciativas do Programa, homenageará o Jequitibá.
A partir da análise técnica dos 10 maiores exemplares da espécie em volume total, será escolhido o vencedor, que será contemplado com o prêmio de R$ 20 mil para investir em trilha interpretativa de ecoturismo acompanhada de um plano de negócio, projetada por especialista da área de Ecoturismo.
O lançamento oficial do concurso será no dia 29 de maio, às 15h, com uma degustação de chocolates especiais, na Fazenda Yrerê, Rodovia Jorge Amado, Km 11, entre Ilhéus e Itabuna.
Para o presidente do Instituto Cabruca, Durval Libânio, uma das principais propostas da ação “é valorizar o sistema agroflorestal Cacau Cabruca”.
Os objetivos específicos do Concurso são vários, entre eles, identificar as árvores centenárias, estimular o turismo rural e ecológico e a conservação de grandes árvores.
Neste ano, o Jequitibá foi escolhido por ser uma das espécies mais tradicionais da região cacaueira.
Podem participar do concurso pessoas físicas, jurídicas e comunidades tradicionais que possuam imóveis, ou terras localizadas na região Sul da Bahia. Só poderão concorrer as árvores localizadas em áreas do sistema agroflorestal Cacau Cabruca.
As inscrições podem ser realizadas na sede do Instituto Cabruca, nos escritórios da CEPLAC, ou no site  www.cabruca.org.br, onde estarão disponíveis a ficha de inscrição e o regulamento do concurso no período de 30/05/2013 a 31/10/2013.

CACAU TERÁ POLÍTICA DE “PREÇO MÍNIMO”

Reunião no MAPA definiu preço mínimo para o cacau.

Reunião no MAPA definiu preço mínimo para o cacau.

O cacau será incluído na Política de Garantia de Preço Mínimo (PGPM) da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A informação foi oficializada pelo secretário executivo do Ministério da Agricultura (Mapa), José Gerardo Fontelles.
O valor será definido até o fim desta semana e o anúncio será feito pela presidente Dilma Rousseff, no lançamento do Plano Safra.
Atendendo ao pleito dos produtores e do governo baiano, o Mapa concordou e a estimativa de safra do cacau já está sendo feita pela Conab, com metodologia da Ceplac.
De acordo com Helinton José Rocha, diretor geral da Ceplac, a previsão é que a próxima safra brasileira de cacau atinja a marca de 255 mil toneladas, sendo 179 mil toneladas (62,3%), produzidas na Bahia.
Entre as reivindicações apresentadas estavam, além da PGPM, a solicitação para que a Conab realizasse a estimativa de safra do cacau, em conjunto com a Ceplac, maior fiscalização sanitária nas importações, a taxação de amêndoas e produtos derivados do cacau importados, e a redução do prazo do drawback.
Em relação às questões sanitárias, o diretor de Defesa Vegetal do Mapa, Cosam Coutinho, informou que o ministério vai rever as Análises de Risco Para Amêndoas Fermentadas de Cacau (ARPs), para os países exportadores Gana, Costa do Marfin e Indonésia, feitas há mais de dez anos.

cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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