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:: ‘Buerarema’

DEPUTADO COBRA E EXÉRCITO VOLTA À REGIÃO DE CONFLITO NO SUL DA BAHIA

geraldo simoes entrevistaA cobrança insistente do deputado federal Geraldo Simões (PT/BA) junto ao governador Jaques Wagner e ao ministério da justiça surtiu efeitos e a tropa do exército retornou, desde a noite de ontem (quinta, 13), à região de conflito entre supostos índios tupinambá e produtores agrícolas, em Buerarema, ao sul da Bahia.
Segundo o deputado, o governador Jaques Wagner havia pedido a prorrogação do estado de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no local e foi atendido pela presidenta Dilma Rousseff.
As tropas estão em Buerarema há menos de um mês, logo após a morte de um líder de assentamento na região. Desde que os militares assumiram a segurança na zona de conflito, o clima de tensão diminuiu, assim como as invasões a fazendas, por parte dos indígenas.
Com a permanência do exército no sul da Bahia, Geraldo, que acompanha de perto a disputa, acredita que seja mantida a paz na região, até que se encontre uma solução para o problema. “Defendemos o cancelamento do processo de demarcação e a imediata reintegração de posse das fazendas invadidas”, disse o parlamentar.

EXÉRCITO NÃO VAI COLOCAR OS PÉS EM BUERAREMA

Exército desembarcou em Ilhéus ontem. A foto é de Danilo Matos, repórter do Ilhéus 24h.

Exército desembarcou em Ilhéus ontem. A foto é de Danilo Matos, repórter do Ilhéus 24h.

Nenhum soldado do exército deve colocar os pés na zona de conflito entre índios e agricultores, principalmente em Buerarema, região onde mais se sente a tensão.
Segundo o comandante da 6ª Região Militar, General de Divisão Racine Bezerra Lima Filho, a presença das tropas em Ilhéus, desde ontem (quarta, 12), se deve a operações rotineiras de treinamento, concentração e interação com a comunidade local.
Setecentos homens estão acampados no estádio Mário Pessoa, municiados de quase 100 veículos de todos os tipos e armamentos.
Para agir na região dos conflitos, que se acirraram depois da morte de um líder da reforma agrária, na última segunda (10), o exército depende de uma autorização da presidente Dilma Rousseff. A ordem presidencial é vista como para último caso.

CORPO DE AGRICULTOR ASSASSINADO É VELADO EM BUERAREMA

Cerca de 11 mil pessoas se concentraram no final da tarde dessa quarta-feira (12), na praça Domingos Cabral, em Buerarema, para receber e velar o corpo do pequeno agricultor Juraci Santos, 44 anos, morto durante o conflito que se instaurou na região, envolvendo proprietários de terra e supostos índios. O clima na região é tenso e o exército foi destacado para interceder na situação. A foto é do site Plantão Itabuna.

Cerca de 11 mil pessoas se concentraram no final da tarde dessa quarta-feira (12), na praça Domingos Cabral, em Buerarema, para receber e velar o corpo do pequeno agricultor Juraci Santos, 44 anos, morto durante o conflito que se instaurou na região, envolvendo proprietários de terra e supostos índios. O clima na região é tenso e o exército foi destacado para interceder na situação. A foto é do site Plantão Itabuna.

HOMENS DO EXÉRCITO DESEMBARCAM EM ILHÉUS

Desembarque em Ilhéus. Registro do repórter Oziel Aragão.

Desembarque em Ilhéus. Foto: Plantão Itabuna.

Como anunciado ontem (terça, 11) pelo ministro da justiça, José Eduardo Cardozo, cerca de 100 homens do exército desembarcaram agora pouco no aeroporto de Ilhéus e serão enviados à cidade de Buerarema, que viveu, ontem, um dia tenso por causa da morte de um líder rural, lembre aqui.
O envio das forças armadas atende a um pedido do governador Jaques Wagner. A região vive momentos tensos devido ao acirramento das disputas de terras entre agricultores e índios tupinambá, acusados de invadir propriedades e usarem da violência.
Até a última semana, agentes da força nacional faziam a segurança na Serra do Padeiro, área comum às cidades de Ilhéus, Una e Buerarema e alvo de um processo de demarcação para cessão ao povo indígena.
A presença da força nacional garantia, desde o ano passado, certa tranquilidade à região, cessada após o desmonte das bases de segurança.
A atuação do exército na cidade ainda não está definida. 

BUERAREMA: FAMÍLIA AINDA AGUARDA LIBERAÇÃO DO CORPO DE AGRICULTOR

Juraci, em destaque na foto.

Juraci, em destaque na foto.

Depois de um dia de intensos protestos, confrontos diretos com a polícia e de quebra-quebra em Buerarema, familiares e toda a cidade ainda aguardam a liberação do corpo do agricultor Juraci Santana, líder do Assentamento Ipiranga, em Una.
Juraci foi assassinado a tiros, dentro de casa, na madrugada de terça-feira (11). Segundo informações da esposa da vítima, ele sofria ameaças há algum tempo.
A morte do assentado levou cerca de 5 mil moradores de Buerarema a fechar, durante toda terça, a BR-101, no trecho que dá acesso à cidade. O fechamento levou ao confronto entre manifestantes e policiais militares da tropa de choque. 
A região de Buerarema é o centro da disputa de terras entre pequenos produtores e índios tupinambá, apontados como responsáveis pela morte de Juraci Santana.
Na última semana, a Força Nacional de Segurança deixou a área, o que levou os indígenas a invadir novas propriedades. Ontem, o governador Wagner pediu ao ministro da justiça, José Eduardo Cardozo, garantias da manutenção da ordem. O governo federal deve enviar homens das forças armadas para a região.
O corpo do líder do assentamento ainda está no Departamento de Polícia Técnica de Ilhéus e deve chegar a Buerarema na tarde desta quarta (12). O velório deve acontecer no ginásio de esportes da cidade.
Ao ILHÉUS 24H, a agricultora Eliane, integrante da associação de pequenos produtores da região, informou que o dia começou tranquilo na cidade, apesar do saque a um posto de gasolina e  depois de duas agências bancárias serem apedrejadas na madrugada.
De acordo com Eliane, não há qualquer manifestação marcada para hoje, mas, como a comoção pela morte de Juraci Santana é grande, é possível que o povo volte às ruas e que a situação volte a ficar tensa.

GERALDO SIMÕES PARTICIPA DE REUNIÃO DA ASSOCIAÇÃO DE PEQUENOS PRODUTORES RURAIS

Deputado falou aos produtores, afirmando que está trabalhando para garantir a posse das terras aos pequenos agricultores de Una, Buerarema e Ilhéus.

Deputado afirmou que está trabalhando para garantir a posse das terras aos pequenos agricultores de Una, Buerarema e Ilhéus, que estão sendo prejudicados.

O deputado federal Geraldo Simões (PT), participou no último domingo (02), de uma reunião da Associação dos Pequenos Produtores Rurais de Ilhéus, Una e Buerarema , onde foi discutida a reintegração de posse de várias propriedades, já deferidas pela Justiça, além das novas ações que sairão nos próximos dias.
O parlamentar afirmou que durante toda essa semana estará em Brasília, à disposição dos produtores, ajudando no que for necessário para avançar na solução dos conflitos na região, com a garantia de posse aos produtores prejudicados.

PROCURADOR GERAL SE MANIFESTA FAVORÁVEL AOS TUPINAMBÁ

Em agosto do ano passado, índios protestaram pedindo celeridade no processo de demarcação de terras no sul da Bahia. Foto: Blog Agravo.

Em agosto do ano passado, índios protestaram pedindo celeridade no processo de demarcação de terras no sul da Bahia. Foto: Blog Agravo.

Na última quinta-feira (30), o procurador geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão de liminares e sentenças de reintegração de posse de fazendas ocupadas por índios tupinambá no sul da Bahia. As terras em questão pertencem a agricultores de Ilhéus, Una e Buerarema e são ocupadas pelos indígenas desde 2012.
Segundo o procurador-geral da República, o caso demanda a intervenção excepcional do STF para atuar como agente pacificador. De acordo com ele, “aliado ao conflito agrário em si, há enorme instabilidade no exame da questão pelo juízo na origem. São inúmeras as ações possessórias que buscam a retirada dos indígenas das terras na região”.
O pedido da PGR veio um dia depois de índios e agentes da Força Nacional trocarem tiros durante uma reintegração de terra na região conhecida como Serra do Padeiro, uma área pertencente a Ilhéus, Una e Buerarema.
De acordo com o MPF, “a manutenção das decisões impugnadas mina, novamente, o direito dos Tupinambá e protela o exercício da posse e ocupação de suas terras originárias, com tudo o que isso representa para a comunidade e sua subsistência.”
Até agora, segundo o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), 16 propriedades foram devolvidas aos donos, por meio de liminares judiciais. Ainda de acordo com o Cimi, líderes indígenas reclamam da força desnecessária utilizada pela Força Nacional para concretizar as reintegrações.
O pedido ressalta que o deferimento de liminares em ações de reintegração de posse não é solução para o conflito já instalado no sul da Bahia, tampouco o ameniza.
“Ao contrário, a retirada dos indígenas das terras à força, nesse momento, contribuirá para o aumento da tensão e do conflito agrário, porque toca em ponto especialmente sensível aos indígenas”, observa.
Não há prazo para o Supremo se pronunciar sobre o pedido.

ILHÉUS: ADVOGADO ATENDE A PEQUENOS AGRICULTORES DE GRAÇA

O advogado Vinícius Cavalcante atende gratuitamente pequenos agricultores de Ilhéus e Buerarema que foram prejudicados com invasões de terra por índios.
O serviço é prestado por meio da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia, a FAEB. Através dele, é possível, por exemplo, dar início ao processo de reintegração de posse de uma propriedade invadida.
Em Ilhéus, o atendimento acontece nas segundas-feiras, das 8h às 12h, e na sextas, das 14h às 16h, sempre no Sindicato Rural (próximo à agência do Correios).
Já em Buerarema, o atendimento é feito na Câmara de Vereadores, todas as quartas-feiras, das 14h às 18h. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato pelo telefone (73) 8886-2053.

PF PROMETE BASE E MANIFESTANTES LIBERAM A BR-101

Protesto gerou enorme fila de carros.

Protesto gerou enorme fila de carros. Foto: Andrei Sansil/Ilhéus 24h.

Acabou, por volta da 00h30min desta sexta (13), o protesto de pequenos agricultores de Buerarema. A BR-101, que margeia a cidade, foi liberada na madrugada, depois de horas de negociação entre a Polícia Federal e líderes do movimento.
Segundo integrantes da Associação de Pequenos Agricultores de Ilhéus, Una e Buerarema (Aspiub), o comando da PF na região se comprometeu a, a partir de hoje, enviar efetivo para ocupar as três bases de segurança montadas na zona rural dos municípios de Ilhéus, Una e Buerarema. Na região, é grande o número de invasões de terras por parte de índios.
De acordo com o vice-prefeito e secretário de administração de Buerarema, Juninho, as bases vão garantir as reintegrações de posse já determinadas pela justiça.
Desde às 07h desta sexta, um grupo de pessoas aguarda, na praça da cidade, a chegada dos agentes da PF. Caso o acordo não seja cumprido, há o risco de novo fechamento da BR.

DEZ HORAS DE RODOVIA FECHADA EM BUERAREMA

Pneus são queimados desde cedo. Foto: Andrei Sansil/Ilhéus 24h.

Pneus são queimados desde cedo. Foto: Andrei Sansil/Ilhéus 24h.

O protesto de moradores e pequenos agricultores de Buerarema continua travando a BR-101. O movimento começou por volta das 08h da manhã e não tem prazo para acabar. O congestionamento já se aproxima do semianel rodoviário de Itabuna.
Desde cedo, são queimados pneus e muito lixo. Árvores foram derrubadas na pista e nenhum tipo de veículo pode passar pelo local.
Ao ILHÉUS 24H, o vice-prefeito e secretário de administração de Buerarema, Juninho, contou que a principal reivindicação é a efetivação das três bases de segurança prometidas pelo governo federal na cidade. Segundo ele, as associações de produtores montaram toda a estrutura para receber os policiais federais, mas a União argumenta que não há efetivo.
Capsulas disparadas pelos policiais e o carro da polícia com marcas de pedras. Fotos Ilhéus 24h.

Capsulas disparadas pelos policiais e o carro da polícia com marcas de pedras. Fotos Ilhéus 24h.

As bases permitiriam que várias reintegrações de posse acontecessem, como determinadas pela justiça, depois que as terras foram invadidas por índios. De acordo com o vice-prefeito, são cerca de 100 pequenas propriedades invadidas.
Mais cedo, houve momentos de tensão entre os manifestantes e homens da Polícia Rodoviária Federal e da Força Nacional. Viaturas foram apedrejadas e os agentes usaram armas letais e de balas de borracha para afastar a população.

PROTESTO FECHA RODOVIA EM BUERAREMA

Cortina de fogo impede passagem de carros. Foto: Andrei Sansil/Ilhéus 24h.

Cortina de fogo impede passagem de carros. Foto: Andrei Sansil/Ilhéus 24h.

Produtores rurais e toda a comunidade de Buerarema se concentram, desde às 9h na rodovia que corta o município. Pneus e muito lixo são queimados no protesto. Logo na saída de Itabuna, a polícia recomenda que os motoristas evitem a região.
O ato não tem hora para acabar. Segundo líderes do movimento, entre as reivindicações está a construção de uma base da Polícia Federal na cidade, para coibir novas investidas de índios contra propriedades da região.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, será dado o prazo máximo de duas horas para que a rodovia seja liberada. Os manifestantes, no entanto, dizem que ficarão até que os governos Federal e do Estado se posicionem diante das reivindicações.
Boneco do governador Wagner. Foto: Andrei Sansil/Ilhéus 24h.

Boneco do governador Wagner. Foto: Andrei Sansil/Ilhéus 24h.

A tensão entre índios e proprietários de terras diminuiu nos últimos meses, mas não cessou. Invasões e emboscadas são registradas quase corriqueiramente em Buerarema.

VÍDEO: “ÍNDIOS” TORTURAM AGRICULTORES E ARMAM CONTRA A FORÇA NACIONAL

As marcas do espancamento.

As marcas do espancamento.

Há três meses, pequenos agricultores da região de Buerarema (sul da Bahia) sofrem com as invasões de suas terras por parte de pessoas que se declaram como indígenas. Os atos são motivados pelo desejo da demarcação das áreas.
As ocupações sempre acontecem de forma violenta, sendo realizadas por homens fortemente armados. Um, dos vários exemplos das ações violentas, é o caso do pequeno agricultor Alessandro Correa, de 39 anos.
No dia 8 de novembro de 2013, Alessandro foi vítima de uma emboscada que quase resultou em sua morte. Membros da tribo do Cacique Babau o capturaram e o torturaram após o mesmo ter solicitado uma escolta da Força Nacional à sua propriedade, invadida pela tribo do Cacique Valdelice. Alessandro e um grupo de trabalhadores desejavam colher o cacau plantado na localidade.
Com a ajuda de agentes da Força Nacional, Alessandro e o grupo de trabalhadores chegaram à propriedade. Os agentes ficaram de retornar ao fim do dia para garantir a segurança de todos na volta, mas, no período previsto, os agentes não retornaram.
Em busca de estabelecer contato via telefone para averiguar o atraso da escolta, o agricultor se afastou da sede da propriedade. Neste momento, ele foi surpreendido por cinco supostos índios que o fizeram de refém, sendo levado a um cativeiro.
Sob constantes ameaças, Alessandro foi agredido verbalmente e psicologicamente por meia hora. Os agressores (agora cerca de 25 homens, incluindo o Cacique Babau) utilizaram facões e armas na sessão de tortura.
De acordo com Alessandro, ele só conseguiu sobreviver às agressões por ter escapado do cativeiro durante a noite, tendo que adentrar uma mata, se atirar em um rio e fingir estar morto. Alessandro ficou bastante ferido. No dia seguinte, um mototaxista o resgatou.
Somente no hospital Alessandro tomou conhecimento de que, no dia das agressões, os agentes da Força Nacional tiveram a passagem bloqueada, na estrada que dava acesso á propriedade. O mesmo grupo de supostos índios utilizou árvores para montar a situação.
Após o ocorrido, o pequeno produtor prestou queixa na Delegacia da Polícia Federal, em Ilhéus. No vídeo abaixo, Alessandro conta o que aconteceu. Assista:

FILHO DE VEREADOR DO PP PUXA FACÃO DURANTE SESSÃO EM BUERAREMA

facãoSegundo informações do Bahia Notícias, o vereador da cidade de Buerarema, Wagner Sobrinho (PDT), deixou o plenário da câmara municipal às pressas, durante uma sessão na noite desta terça-feira (12).
A saída apressada do político foi motivada pelo fato do filho do vereador Antonio Eduardo do Nascimento (PP), conhecido como Tonho da Feira, inconformado com uma discussão entre os dois edis, ter puxado um facão e ameaçado Wagner do Moto Táxi, como é conhecido.
O vereador não pensou duas vezes e se mandou do local, sem nem olhar para trás.
O pedetista, que integra a base de apoio do prefeito, só parou quando avistou uma viatura da Polícia Militar, que chegou a tentar deter o filho de Tonho da Feira, mas que, ao chegar na sede do Legislativo municipal, não encontrou o rapaz, que já tinha dado no pé.

AGRICULTORES SÃO MANTIDOS REFÉNS EM BUERAREMA

PIMENTA
15 agricultores e trabalhadores rurais são mantidos reféns por índios e autodeclarados tupinambás, na zona rural de Buerarema, segundo parentes das vítimas. Mais de dez viaturas da Polícia Federal e da Força Nacional de Segurança foram acionadas para tentar libertar os reféns.
Neste momento, mais de duas mil pessoas estão aglomeradas em frente à delegacia de Polícia Civil do município em busca de notícias dos trabalhadores e pequenos agricultores. O grupo saiu da sede de Buerarema pela manhã em um Ford F-4000 para fazendas na zona rural do município e diziam que ia colher cacau.
As primeiras informações são de que os homens teriam sido tomados como reféns pelo Cacique Babau com um bando de, aproximadamente, 50 homens. Antes de ir para as fazendas, os agricultores pediram escolta e autorização da Federal, o que teria sido negado. Os agricultores também teria sido aconselhados a não ir para a zona rural sem proteção da PF ou da Força Nacional.
Clique aqui e confira a matéria na íntegra.

CÂMARA DE ILHÉUS DISCUTE CONFLITOS ENTRE ÍNDIOS E PRODUTORES

Antes tarde do que nunca, diz a máxima popular. E assim será com a discussão sobre os conflitos de terras entre índios e pequenos produtores rurais de Ilhéus, Buerarema e Una. O tema será discutido no legislativo ilheense, em audiência pública nesta quarta-feira (06).
O evento começará às 16h, no plenário da câmara, e foi solicitada pelo vereador Gurita (PP). Devem participar representantes das comunidades indígenas, associações de produtores, órgãos públicos, OAB e outras entidades envolvidas na demarcação das terras.

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