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:: ‘bruno reis’

QUANDO ENCURRALADA, A DIREITA MOSTRA A CARA HOMOFÓBICA

Por Gabriel Nascimento, professor

gabriel artigoA contraofensiva do deputado permite dizer que o enquadramento político da direita vive ainda sob o signo do coronelismo, onde não há argumentação, manda quem pode e obedece quem tem juízo, como sempre foi. Vivem ainda sob a égide de uma sociedade autoritária que se redemocratizou, mas é prejudicada todos os dias pela perpetuação de práticas coronelistas, clientelistas e fisiologistas que abastecem dia após dia um eleitorado conservador (mesmo entre os vulneráveis sociais).

Não é difícil arrancar um gesto de ódio de classe, xenofobia, racismo e homofobia de um membro da direita brasileira. Basta pressionar, bater na tecla e encurralar. Nenhum deles consegue aguentar o debate público e, na falta de uma argumentação sólida, o jeito é partir para a agressão. Foi assim com o senador Álvaro Dias que chamou o Bolsa família de “Bolsa esmola”, foi assim com Jair Bolsonaro, Marco Feliciano e muitos outros.
A agressão da vez foi a do deputado estadual Bruno Reis (PRP), fiel escudeiro da família ACM e assessor direto do deputado federal ACM Neto (DEM-BA). Questionado por mim em uma rede social sobre envolvimento em esquema flagrado pela operação Octopus da Polícia Federal, o nobre deputado não pensou duas vezes: desfilou o veneno homofóbico de quem representa interesses conservadores que há muito deviam deixar de existir em qualquer civilização com princípios de defesa aos direitos humanos.

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DEPUTADO CARLISTA EXALA HOMOFOBIA NO FACEBOOK

Deputado homofóbico.

Deputado homofóbico.

Bruno Reis, deputado estadual e ex-assessor parlamentar do agora prefeito de Salvador, ACM Neto, destilou toda a homofobia guardada na pequena mente contra um cidadão que o questionou sobre seu suposto envolvimento num esquema de venda de informações privilegiadas e tráfico de influência.
Explicamos: Segundo a Polícia Federal, escutas telefônicas foram interceptadas em 2005. Nelas, Bruno Reis conversa com agentes aposentados da PF e empresários que estariam em busca de informações privilegiadas, que seriam coletadas por meio de ACM Neto. A operação não foi à frente por causa do vazamento de informações.
De acordo com o G1, as conversas com o assessor de ACM e as menções a ele, todas de setembro de 2005, não são conclusivas, mas sugerem que pelo menos dois membros da máfia tinham contato com a família Magalhães. Os diálogos não provam irregularidades, mas mostram que os investigados tentaram contato com ACM Neto.
Voltando: Questionado no facebook pelo professor ilheense Gabriel Nascimento sobre a suposta participação no esquema, o deputado se saiu com essa: “Tá nervosinha, Gabriela?”.
A gracinha sem graça do carlista, também conhecida como homofobia, vai gerar processo. Segundo Gabriel, o caso não vai passar assim em branco.

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