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:: ‘black bloc’

VEJA VÍDEO DE CONFRONTO ENTRE PM E “BLACK BLOCS” EM ILHÉUS

Flagrante de Maurício Maron.

Flagrante de Maurício Maron.

A confusão começou dentro do auditório da Justiça Federal, localizado no Centro da cidade, durante a audiência de apresentação do resultado da auditoria realizada no sistema de transporte do município (veja mais aqui).
O rapaz, identificado como Caio, de 18 anos, agrediu verbalmente e fez gestos obscenos para o prefeito Jabes Ribeiro. Ainda dentro do auditório, o policial militar identificado como Geraldo tentou agredir o manifestante.
Diante da confusão, a audiência foi encerrada. Na saída, um grupo vestido com roupas pretas, lenços e máscaras (lembra os manifestantes adeptos da estratégia black bloc) fechou parte do trânsito no Centro e, novamente, Caio teria depredado um ônibus em movimento.
A ação de vandalismo teria motivado o PM Geraldo a arrastar e imobilizar o rapaz pelo pescoço. Ele foi levado ao estacionamento da justiça federal e encaminhado à delegacia, como mostra o vídeo abaixo.
Caio é neto de uma funcionária de carreira do município, que trabalha diretamente com o prefeito, em seu gabinete. Segundo pessoas próximas ao rapaz, ele ingeriu bebida alcoólica antes da audiência.
A ação do PM levou a um rápido confronto entre manifestantes e homens da tropa de choque, que disparam pelo menos 3 tiros de balas de borracha.
Confira abaixo o vídeo com todos os momentos da confusão.

BLACK BLOC DE SP PROMETE RADICALIZAR NA COPA, E NÃO DESCARTA ATAQUES ÀS DELEGAÇÕES ESTRANGEIRAS

ESTADÃO
De acordo com um dos manifestantes, o objetivo é mostrar para os estrangeiros que o País não tem segurança e fazê-los desistir de ficar no Brasil.

De acordo com um dos manifestantes, o objetivo é mostrar para os estrangeiros que o país não tem segurança e fazê-los desistir de ficar no Brasil.

Mesmo após o uso de um rojão causar a morte do cinegrafista Santiago Andrade em um protesto no Rio, os adeptos da tática black bloc, em São Paulo, prometem radicalizar durante as manifestações contra a Copa do Mundo e não descartam nem mesmo ataques contra delegações de times estrangeiros.
“Nossa tática nunca foi ferir civis, mas, se não formos ouvidos, a gente vai dar susto em gringo. Não queremos machucar, mas se for preciso ‘tacar’ (coquetel) molotov em ônibus de delegação ou em hotel em que as seleções vão ficar, a gente vai fazer”, disse, em entrevista ao Estado, o estudante Pedro (nome fictício), adepto da tática em São Paulo.
Segundo ele, as ações são discutidas pelos black blocs, que estão organizados no que chamam de células – pequenos grupos de até 30 pessoas que participam dos protestos juntos. “A gente evita falar pelo Facebook. Essas estratégias combinamos pessoalmente ou pelo Whatsapp. Para te dar essa entrevista, eu tive de consultar os outros adeptos”, contou.
Em São Paulo, são pelo menos dez células. “No total, devem ser uns 300 participantes que são realmente ativos, mas, na Copa, tenho certeza de que o número será maior. Acho que vão ser mais de mil”, afirma.
De acordo com o manifestante, o objetivo é mostrar para os estrangeiros que o país não tem segurança e fazê-los desistir de ficar no Brasil. “Se uma seleção sentir que há risco de vida, eles vão querer continuar aqui? Não somos contra a Copa do Mundo nem contra o futebol. A nossa luta é por uma educação e uma saúde melhores”, afirmou o jovem, morador de Itaquera, na zona leste.
Ele disse que a morte do cinegrafista da Band foi uma fatalidade e que os responsáveis pela ação não são black blocs.
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dom eduardo

lm mudancas













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