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:: ‘bbom’

BBOM QUER OBRIGAR FACEBOOK A APAGAR CRÍTICAS CONTRA A EMPRESA

Empresa é suspeita de ser pirâmide financeira.

Empresa é suspeita de ser pirâmide financeira.

BBom foi à Justiça para tentar exigir que o Facebook apague publicações que atacam o negócio, parcialmente bloqueado por suspeita de ser uma pirâmide financeira. A empresa já conseguiu uma decisão que obriga a rede social a apresentar os dados de quem tem publicado informações que não lhe agradam.
As publicações, feitas em dois perfis e duas páginas, acusam a BBom de ser um golpe e divulgam informações sobre o negócio e seus sócios. 
Procurado, Gustavo Kfouri, um dos advogados da BBom, diz que a ação tem por objetivo tirar do ar conteúdos difamatórios e caluniosos e impedir o uso indevido da marca. O advogado ressaltou ainda a decisão que obriga o Facebook a entregar os dados dos responsáveis pelas publicações.
Uma discussão sobre qual órgão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) deve julgar o pedido da BBom tem prolongado o processo, iniciado em julho de 2013. 
A Embrasystem – dona da marca BBom – exige a exclusão do que consideram “conteúdos caluniosos e difamatórios” publicados no Facebook e que estariam “causando danos à sua imagem e prejudicando o seu faturamento” segundo decisão no processo, que tramita na 30ª Vara Cível de São Paulo.
A juíza Maria Rita Rebello Pinho Dias, responsável pela primeira decisão no processo, considerou a solicitação uma tentativa de censura.
“Cercear o cidadão de tal direito, de fundamental importância, consiste em censura ao livre exercício de sua opinião e expressão, o que apenas pode ser admitido em Estados Autoritários”’, escreveu a juíza, em sentença de julho de 2013.
A decisão lembra ainda que as informações questionadas pela BBom têm por objetivo “alertar outras pessoas quanto a possível fraude que estaria sendo realizada” e que, por isso, são de interesse público. Os responsáveis, entretanto, podem ser punidos se houver incorreção nos dados veiculados.

QUALQUER MODELO DE NEGÓCIO BBOM PARECE ILEGAL, AFIRMA JUIZ

bbomAs atividades da BBom, mesmo as liberadas pela Justiça, ainda parecem ser ilegais, analisa o juiz Marcelo Costenaro Cavali, responsável pelo processo criminal contra o negócio. A avaliação foi divulgada em 14 de janeiro.
“Entendo, ainda em juízo de cognição sumária [análise sucinta], que sobre quaisquer das modalidades oferecidas no sistema BBOM pairam suspeitas de ilicitude”, escreveu Cavali sobre o caso. O magistrado é juiz substituto da 6ª Vara Criminal de São Paulo, onde tramita o processo criminal contra a BBom.
No caso, os responsáveis pelo negócio são suspeitos de, entre outras coisas, operarem instituição financeira sem autorização, que prevê de um a quatro anos de prisão.
Braço da Embrasystem, que atua no mercado de rastreadores de veículos, a BBom prometia lucros em troca de investimentos iniciais de R$ 600 a R$ 3 mil. Em seis meses, atraiu 300 mil pessoas. O Ministério Público Federal de Goiás (MPF-GO), responsável pelo processo civil, acusa o negócio de ser uma pirâmide financeira, e não marketing multinível, como afirmam os responsáveis.
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BBOM CONSEGUE LIBERAÇÃO PARCIAL DAS ATIVIDADES

IG
bbomA BBom , negócio de rastreamento de veículos acusado de ser uma pirâmide financeira, obteve a liberação parcial de suas atividades após quase quatro meses de bloqueio. A decisão foi concedida na segunda-feira (4) pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), com sede em Brasília.
A BBom, porém, não poderá funcionar da mesma maneira como no passado. O desembargador Reynaldo  Fonseca, responsável pelo caso, liberou apenas duas das sete formas de remuneração aos associados, como são chamados os revendedores da empresa: o “bônus de vendas diretas” e o “bônus de início rápido”.
O “bônus de comodato”, que garante lucro ao revendedor mesmo sem a garantia de venda do rastreador, continua bloqueado.
Com isso, a BBom poderá, unicamente,  fazer venda direta ao consumidor e pagar bonificações a revendedores pelas indicações de consumidores finais, informou o Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO), responsável pelas acusações.
“Portanto, não será permitida a prática de pirâmide financeira nos moldes como a empresa praticava anteriormente”, diz o órgão, em nota. 
Além disso, a liberação é temporária, e terá validade apenas até que o TRF1 decida sobre um segundo pedido de desbloqueio feito pela BBom, que está nas mãos do desembargador Carlos Moreira Alves.
Para o desembargador federal Reynaldo Fonseca,  o bloqueio total das atividades da BBom é indevido pois “algumas das formas de comercialização do produto utilizadas pela impetrante [ a BBom ] não apresentam, de plano, características do denominado esquema de “pirâmide financeira’.”
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PIRÂMIDE FINANCEIRA PODE DAR 2 ANOS DE PRISÃO

IG | ECONOMIA
TELEXFREEPromotores de Justiça e procuradores da República querem mudar a lei para pemitir a prisão de envolvidos com pirâmides financeiras. Nos últimos três meses, três empresas tiveram as atividades bloqueadas no País por suspeita de praticarem esse crime. Juntas, ela captaram dinheiro de cerca de 1,5 milhão de pessoas.
A ideia é elevar a pena mínima para dois anos de detenção. Como a atual é de seis meses, o réu pode escapar da prisão se optar pelo instrumento jurídico conhecido como suspensão condicional do processo. 
“A punição é praticamente nula [ nesse caso ]. Ele [ réu ] vai ter de ir diariamente até Vara Criminal [ onde o processo foi apresentado ] assinar uma folha de papel e comunicar o juiz se for se ausentar por mais de 30 dias da cidade”, diz José Agusto Peres, promotor de Justiça do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MP-RN) e um dos idealizadores do anteprojeto de lei. “Uma besteira para quem ganhou milhões [ com a fraude ].”
A proposta deve ser apresentada ao Ministério da Justiça na semana que vem, na forma de um anteprojeto de lei. O texto vem sendo rascunhado desde julho por Peres e a versão final será concluída nesta semana, em Goiás, numa reunião entre o promotor e os procuradores da República em Goiás Hélio Telho e Mariane de Mello.
Resistência na Câmara 
A ideia é permitir que a prática de pirâmide seja considerada crime contra a ordem econômica, quando a fraude se limitar a um município ou Estado, e em crime contra o sistema financeiro nacional, quando se espalhar por mais de uma Unidade da Federação. Nesse último caso, a pena máxima pode ser maior.

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POPÓ DEFENDE TELEXFREE E BBOM

popóDeputados federais pretendem montar uma frente parlamentar para apoiar as empresas de marketing multinível – baseado em revendedores autônomos – e criar um marco regulatório para o setor.
A promessa foi feita a representantes de Telexfree , BBom e Multiclick pelos parlamentares durante audiência pública mista, nesta quarta-feira (21) das Comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Defesa do Consumidor da Casa.
Farão parte da frente parlamentar, inicialmente, os deputados Acelino Popó (PRB) e Perpétua Almeida (PC do B). As três empresas são acusadas de disfarçarem, sob a aparência de marketing multinível, esquemas de pirâmide financeira, o que é crime no Brasil.
 BBom e Telexfree, que juntas têm mais de 1,3 milhão de revendedores, estão com as contas bloqueadas pela Justiça. “A minha ideia é defender as pessoas que entraram nas redes, que as pessoas continuem nas redes se dando bem ou recebam aquilo [que deveriam receber]”, afirmou Popó em entrevista ao Portal iG.
“Se fosse realmente pirâmide, essas pessoas [responsáveis pela Telexfree e pela BBom] estavam escondida como [aconteceu com] Avestruz máster e Boi Gordo [casos conhecidos de pirâmides financeiras]”, defendeu.
O marketing multinível já é legal no Brasil, mas não possui uma regulamentação específica. Nesse modelo, os revendedores autônomos são estimulados a encontrar outros revendedores para a rede, pois ganham bônus sobre as vendas desses últimos.

BBOM SOFRE NOVO BLOQUEIO JUDICIAL

bbomA empresa BBom sofreu um novo bloqueio de ativos financeiros nesta segunda-feira, por ter continuado a operar mesmo após o primeiro bloqueio de bens até ter as suas atividades suspensas judicialmente. A determinação da Justiça Federal de Goiás atendeu a pedido do Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO).
— Tomamos esta medida para recuperar o dinheiro que a empresa recebeu de divulgadores durante o período de uma semana no qual continuou a atuar, entre as duas liminares que bloquearam os bens da empresa e, depois, suspenderam as atividades do grupo e o cadastro de novos divulgadores — explica a procuradora da República em Goiás, Mariane Guimarães Oliveira.
Em meados deste mês, a Justiça Federal de Goiás determinou a suspensão das atividades do grupo Embrasystem, que atua por meio da empresa de rastreadores BBom, e bloqueou o cadastro de novos associados. A BBom é investigada por suspeita de atuar em esquema de pirâmide financeira, considerado crime no país. A decisão foi da juíza substituta da 4ª Vara Federal de Goiânia, Luciana Laurenti Gheller, que acatou os pedidos dos ministérios públicos Federal e Estadual de Goiás. Na semana anterior, a empresa já tinha tido os bens bloqueados.
A Justiça também determinou, nesta segunda, que as duas supostas empresas fornecedoras de rastreadores à BBom deverão prestar esclarecimentos em juízo sobre a capacidade operacional de produção de rastreadores veiculares; quantos e quais são os clientes para quem fornecem; quantas unidades foram vendidas para a empresa Embrasystem durante 2013; e quantos efetivamente foram entregues – detalhando esses números mês a mês. De acordo com nota divulgada pelo MPF-GO, esta solicitação tem como objetivo demonstrar que as empresas do grupo não compravam rastreadores em número suficiente para atender a todos os seus associados.
Procurada, a BBom informou, em nota, que continua tomando as providências judiciais cabíveis para retirar todo e qualquer impedimento às suas atividades.

MPs INVESTIGAM 16 EMPRESAS SUSPEITAS DE MONTAR PIRÂMIDES

O GLOBO
esquema piramideUma força-tarefa de promotores e procuradores do Ministério Público Federal e Estaduais de todo o Brasil investiga outras 16 empresas suspeitas de prática de crime financeiro, além de TelexFREEe e BBom, que já tiveram as atividades suspensas e os bens bloqueados pela Justiça. De acordo com a procuradora da República em Goiás, Mariane Guimarães Oliveira, os nomes das companhias, que atuam em todo o país, serão preservados até que as investigações sejam concluídas:
— Enquanto não soubermos quais empresas são legais, peço aos consumidores que não saiam investindo em marcas que não conhecem. E, ao receber alguma tipo de oferta para se tornar divulgador, que busque informações sobre a empresa em órgãos de defesa do consumidor.
A Justiça Federal em Goiás também apura se a BBom tem negócios com a TelexFREE, a partir de investigação da Polícia Federal que aponta indícios de que as duas pirâmides realizaram transações com pessoas em comum e de que a BBom recebeu dinheiro da TelexFREE.
A BBom está com os bens bloqueados desde quarta-feira passada, quando a Justiça Federal em Goiás acatou o pedido para bloqueio dos bens da empresa Embrasystem (que usa os nomes fantasias Unepxmil e BBom), em ação cautelar movida por dois procuradores e um promotor. De acordo com a investigação, até o fim do ano passado, antes da criação da BBom, as empresas do grupo não movimentavam mais que R$ 300 mil por ano. Em pouco mais de seis meses, o fluxo financeiro cresceu mais de 300%. Estão bloqueados mais de cem veículos, além de R$ 300 milhões em contas do grupo.

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SAIBA COMO IDENTIFICAR INDÍCIOS DE PIRÂMIDE PARA NÃO CAIR EM GOLPES

G1
pirâmide-financeira-7415022Os golpes financeiros do tipo pirâmide são antigos, mas eles continuam surgindo no mercado e, com a internet, passaram a ganhar maior alcance e velocidade de propagação. Embora estes esquemas tendam sempre a se sofisticar, há características comuns que podem ajudar a identificá-los.
Atualmente são ao menos nove empresas investigadas no país por suspeita de formação de pirâmide financeira, segundo levantamento da Associação Nacional do Ministério Público do Consumidor (MPCON).
Embora os casos mais conhecidos de suspeita de pirâmide sejam os da Telexfree e da BBom, que estão sendo alvo de decisões judiciais, o país tem registrado nos últimos meses um “boom” de empresas que têm entrado no mercado anunciando praticar o chamado marketing multinível, mas se valendo de modelos com indícios de pirâmide e não-sustentáveis, o que tem preocupado as autoridades.
Foram ouvidos representantes do governo, do Ministério Público e do mercado de vendas diretas a fim de levantar elementos que permitam identificar um negócio suspeito e diferenciar o marketing multinível da pirâmide financeira.
“Esquemas piramidais são algo lendário, sempre existiu alguém querendo levar vantagem. Mas tudo vai ficando mais sofisticado e a principal diferença agora é o alcance e a velocidade. Antes, era preciso reunir os potenciais interessados num espaço físico, na garagem, no clube, num hotel. Agora é tudo pela internet e ilimitado”, afirma a diretora-executiva da Associação Brasileira de Vendas Diretas (ABEVD), Roberta Kuruzu.
A entidade se diz preocupada com o crescimento do número de denúncias e afirma que os esquemas de pirâmide não podem ser confundidos com o marketing multinível, cuja atividade é legal e praticada há anos no país por diversas empresas de venda direta. A ABEVD possui atualmente 32 associadas.
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CASO BBOM: ‘SE SOUBESSE, TINHA USADO O MODELO ANTES’, AFIRMA PROPRIETÁRIO

iG
João Francisco de Paulo, proprietário da BBom.

João Francisco de Paulo, proprietário da BBom.

A BBom é considerada pelo Ministério Público Federal em Goiás como o tapume para a construção de uma pirâmide financeira que, em menos de seis meses, angariou irregularmente 300 mil investidores e ajudou um grupo a amealhar R$ 300 milhões – fora uma centena de carros, inclusive duas Ferraris, quatro Lamborghinis e um Rolls Royce.
Dono da marca BBom, João Francisco de Paulo diz ao iG também ter ficado surpreso com o sucesso do negócio. Mas ele faz questão de qualificar a empresa como um sistema de marketing multinível perfeitamente legal. A estratégia de varejo, conta, foi a escolhida para turbinar as vendas dos serviços de monitoramento e rastreamento que sua Embrasystem fornece há cinco anos. A Embrasystem não é fabricante. Os equipamentos são adquiridos de outras empresas – uma brasileira e outra americana.
“Foi muito maior do que a gente imaginava e também nos assustou. E por isso nós temos hoje 1,5 milhão de equipamentos [ vendidos ]”, diz ele, com o argumento de que usa as taxas de adesão pagas pelos associados para comprar, junto aos fornecedores, mais produtos para comercializar. “Seria, sim, criminoso se eu estivesse recebendo [ taxas de adesão ] das pessoas e não comprasse equipamentos.”
Nesta entrevista, concedida na quarta-feira (10) horas depois de a 4ª Vara Federal de Goiás anunciar o bloqueio de seus bens e os da Embrasystem , Paulo acusa pessoas “mal intencionadas” de plantarem informações falsas contra a empresa. Isso, argumenta, é que motivou promotores, procuradores da República e, liminarmente, a Justiça, a colocarem a Embrasystem, ao lado da Telexfree , no alvo de uma força-tafera que investiga ao menos outros 11 negócios suspeitos de serem pirâmides financeiras.

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BLOQUEIO DE BENS DA BBOM INCLUI R$ 300 MILHÕES E FERRARIS, DIZ MP

G1
Rastreadores seriam "iscas" para atrair novos associados.

Rastreadores seriam “iscas” para atrair novos associados.

A decisão da Justiça Federal de Goiás, que decretou a indisponibilidade dos bens da empresa de rastreador de veículos BBom e de seus sócios, inclui o bloqueio de R$ 300 milhões em contas bancárias do grupo, além de cerca de 100 veículos, incluindo motos e carros de luxo como Ferrari e Lamborghinis, segundo os Ministérios Públicos Federal e Estaduais.
A juíza federal substituta da 4ª Vara Federal de Goiânia, Luciana Laurenti Gheller, acolheu ação e decretou a indisponibilidade dos bens da empresa Embrasystem Tecnologia em Sistemas, conhecida pelos nomes fantasia BBom e Unepxmil, e da empresa BBrasil Organizações e Métodos. Segundo a decisão, há “robustos indícios” de que o modelo de negócios operado pela BBom “se trata, na verdade, de uma pirâmide financeira, prática proibida no Brasil e que se configura crime contra a economia popular.
“Somando as contas da empresa e dos sócios proprietários chega a passar de R$ 300 milhões”, disse o procurador da República Helio Telho, um dos autores da ação. “O bloqueio inclui um Maserati GranCabrio, duas Ferraris California, quatro Lamborghinis Gardo e um Rolls Royce Ghost que, sozinho, vale mais de US$ 1 milhão”, enumera.
O procurador acredita que parte da frota em nome da empresa e de seus sócios seria usada como estratégia de marketing para premiar os associados com melhor desempenho no recrutamento de novas pessoas para a rede.
Segundo a força-tarefa formada por promotores e procuradores para investigar a BBom, até o fim do ano passado, antes do início das operações da “BBom”, as empresas do grupo não movimentavam mais do que R$ 300 mil por ano. De acordo com o MP, em pouco mais de seis meses, o fluxo financeiro do grupo aumentou mais de 3.000%.
“O bloqueio de bens para transferência visa evitar que mais vítimas caiam nesta arapuca, e garantir que as pessoas que já cairam consigam recuperar ao menos uma parte do que colocaram”, explica Telho.
O procurador informou que a força-tarefa aguarda agora o julgamento do pedido de suspensão da inclusão de novas associados à BBom, a exemplo do que ocorreu com a Telexfree.
Em comunicado, a BBom informou que irá apresentar sua defesa e “pedir a cassação da decisão de bloqueio das contas e bens da empresa”.
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cristina frey

dom eduardo

lm mudancas













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